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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO MULTIDISCIPLINAR 1 - Ética, sociedade e tecnologia CLAUDIO LUIS DE ALVARENGA BARBOSA 2 - Os desafios.

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO MULTIDISCIPLINAR 1 - Ética, sociedade e tecnologia CLAUDIO LUIS DE ALVARENGA BARBOSA 2 - Os desafios da ciência e da tecnologia para a filosofia do século XXI

2 I – Conceito de Filosofia Filosofia (do grego philosophia, amor à sabedoria): Filosofia (do grego philosophia, amor à sabedoria): philo = amigo/amor; sophia = sabedoria philo = amigo/amor; sophia = sabedoria O termo foi forjado no século VI a.C, por Pitágoras; O termo foi forjado no século VI a.C, por Pitágoras; O que leva o homem a filosofar? O que leva o homem a filosofar? Problemas: a) não apenas questões; b) não apenas desconhecimento; c) não apenas obstáculos; Problemas: a) não apenas questões; b) não apenas desconhecimento; c) não apenas obstáculos; O que caracteriza o problema filosófico? O que caracteriza o problema filosófico? A necessidade. Uma questão cuja resposta se desconhece, mas se necessita conhecer. A necessidade. Uma questão cuja resposta se desconhece, mas se necessita conhecer.

3 Características da Filosofia: Características da Filosofia: 1 – A atitude em relação à totalidade dos objetos; 1 – A atitude em relação à totalidade dos objetos; 2 – O caráter racional dessa atitude. 2 – O caráter racional dessa atitude. Outras formas de conhecimento: Outras formas de conhecimento:Ciência: 1 – Conteúdo = domínios parciais; 1 – Conteúdo = domínios parciais; 2 – Aspecto cognoscitivo = razão. 2 – Aspecto cognoscitivo = razão.Religião: 1 – Conteúdo = totalidade; 1 – Conteúdo = totalidade; 2 – Aspecto cognoscitivo = fé. 2 – Aspecto cognoscitivo = fé.

4 Senso comum: 1 – Conteúdo = totalidade; 1 – Conteúdo = totalidade; 2 – Aspecto cognoscitivo = sentimentos. 2 – Aspecto cognoscitivo = sentimentos. Algumas definições: Razão = faculdade de raciocinar. O raciocínio é um gênero especial de pensamento no qual se derivam conclusões a partir de premissas. Fé = é o fundamento das realidades que não se espera e a prova das realidades que não se vêem (Hb 11. 1).

5 O que é uma coisa quando ela serve para algo? Um instrumento (martelo) = Um meio (auto- estrada) = Filosofia ? Importância de algo = sua utilidade? Importância de algo = sua utilidade? Importância da filosofia X Para que serve a filosofia Importância da filosofia X Para que serve a filosofia Perguntas são modos de falar. Falar é um modo de relacionar-se com o mundo. É porque vivemos desta e não de outra maneira que fazemos essa e não outra pergunta. II – Para que serve a Filosofia?

6 A civilização das vantagens nos leva a perguntar para que serve as coisas (e também a filosofia) A civilização das vantagens nos leva a perguntar para que serve as coisas (e também a filosofia) A filosofia, toda vez que serve, deixa de ser filosofia, porque abandona sua liberdade A filosofia, toda vez que serve, deixa de ser filosofia, porque abandona sua liberdade Dessa forma, a filosofia como exercício de liberdade nos ajuda a eliminarmos saberes preconcebidos Dessa forma, a filosofia como exercício de liberdade nos ajuda a eliminarmos saberes preconcebidos Serve para nos estimular a suspeitar de que a importância de algo está em sua utilidade. Serve para nos estimular a suspeitar de que a importância de algo está em sua utilidade. O que chamamos nossa liberdade é mesmo liberdade? O que chamamos nossa liberdade é mesmo liberdade?

7 III – Senso comum É o conhecimento acumulado pelas sociedades humanas sem um esforço de busca de coerência e organicidade É o conhecimento acumulado pelas sociedades humanas sem um esforço de busca de coerência e organicidade São conceitos, significados e valores que adquirimos espontaneamente, pela convivência no ambiente em que vivemos São conceitos, significados e valores que adquirimos espontaneamente, pela convivência no ambiente em que vivemos Nasce a partir da naturalização de determinadas explicações da realidade Nasce a partir da naturalização de determinadas explicações da realidade 1º desafio Mas nem tudo no senso comum é ingenuidade, pois nele encontramos o bom senso Mas nem tudo no senso comum é ingenuidade, pois nele encontramos o bom senso

8 Bom senso defini-se como o conjunto de elementos de criticidde que existe no seio do senso comum Bom senso defini-se como o conjunto de elementos de criticidde que existe no seio do senso comum O senso comum precisa ser transformado em bom senso. O senso comum precisa ser transformado em bom senso. Muitas das concepções do senso comum de um povo transformam-se em ditados populares, supertições, preconceitos... Muitas das concepções do senso comum de um povo transformam-se em ditados populares, supertições, preconceitos... Se o senso comum não é a melhor, nem a mais adequada forma de compreensão da realidade, por que continua em nosso meio? Se o senso comum não é a melhor, nem a mais adequada forma de compreensão da realidade, por que continua em nosso meio?

9 Ética ou Moral? Ética (do grego ethikós, que diz respeito aos costumes) Moral (do latim moralis, costume) Ética: componente do campo filosófico. Reflexão sobre a moral. Moral: componente do campo religioso. Conjunto de normas situadas num tempo e espaço. Função da moral: garantir a estabilidade da vida em sociedade IV – Introdução ao estudo da ética

10 Problemas teóricos da ética: Problemas teóricos da ética: 1 – Gerais ou fundamentais 1 – Gerais ou fundamentais 2 – Específicos, de aplicação concreta 2 – Específicos, de aplicação concreta 2º Desafio Relativismo moral: Relativismo moral: 1 – A moral se encarna no contexto histórico- social de cada povo, surgindo variações nas normas morais 1 – A moral se encarna no contexto histórico- social de cada povo, surgindo variações nas normas morais 2 – O relativismo moral pode acarretar um descrédito da moral 2 – O relativismo moral pode acarretar um descrédito da moral 3 – Existe uma universalidade de valores humanos fundamentais 3 – Existe uma universalidade de valores humanos fundamentais

11 V – Ética ambiental 3º desafio Acrescentar uma dimensão ética e filosófica ao discurso ambientalista Acrescentar uma dimensão ética e filosófica ao discurso ambientalista As bases: As bases: 1 – Todas as formas de vida possuem valor independentemente de sua utilidade para o homem 1 – Todas as formas de vida possuem valor independentemente de sua utilidade para o homem 2 – A riqueza e a diversidade da natureza têm valor intrínseco e contribuem para o bem –estar da vida 2 – A riqueza e a diversidade da natureza têm valor intrínseco e contribuem para o bem –estar da vida

12 3 – Seres humanos não têm o direito de reduzir essa riqueza, a não ser para satisfazer necessidade vitais 3 – Seres humanos não têm o direito de reduzir essa riqueza, a não ser para satisfazer necessidade vitais 4 – O impacto da interferência do homem é excessivo e a situação piora bem depressa 4 – O impacto da interferência do homem é excessivo e a situação piora bem depressa 5 – Para que a vida de todo tipo possa florescer, a população humana deve ser reduzida 5 – Para que a vida de todo tipo possa florescer, a população humana deve ser reduzida 6 – As estruturas econômicas, tecnológicas e ideológicas devem ser reformuladas 6 – As estruturas econômicas, tecnológicas e ideológicas devem ser reformuladas 7 – Mudanças ideológicas são fundamentais para melhorar a qualidade de vida 7 – Mudanças ideológicas são fundamentais para melhorar a qualidade de vida 8 – Quem concorda com essas formulações deve contribuir para implementar as mudanças necessárias (Arne Naess, filósofo norueguês) 8 – Quem concorda com essas formulações deve contribuir para implementar as mudanças necessárias (Arne Naess, filósofo norueguês)

13 VI – Solução? O que não desejas para ti, não o faças para os outros (Confúcio, a.C.) O que não desejas para ti, não o faças para os outros (Confúcio, a.C.) Tudo que desejais que os outros vos façam, fazei-o também vós a eles (Jesus) Tudo que desejais que os outros vos façam, fazei-o também vós a eles (Jesus) Age apenas segundo uma máxima tal que possas, ao mesmo tempo, querer que ela se torne lei universal (Kant, ) Age apenas segundo uma máxima tal que possas, ao mesmo tempo, querer que ela se torne lei universal (Kant, )


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