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PLANEJAMENTO DE LAYOUT ADMINISTRATIVO Parte 1. PLANEJAMENTO DE LAYOUT Envolve não só mudanças espaciais, mas também mudanças no comportamento de todos.

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PLANEJAMENTO DE LAYOUT ADMINISTRATIVO Parte 1. PLANEJAMENTO DE LAYOUT Envolve não só mudanças espaciais, mas também mudanças no comportamento de todos.

PLANEJAMENTO DE LAYOUT ADMINISTRATIVO parte 2 Prof. Beth CARREIRA, Dorival. Organização, sistemas e métodos. São Paulo, Saraiva 2009.

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1 PLANEJAMENTO DE LAYOUT ADMINISTRATIVO Parte 1

2 PLANEJAMENTO DE LAYOUT Envolve não só mudanças espaciais, mas também mudanças no comportamento de todos os que utilizam.

3 OBJETIVO GERAL É o aproveitamento racional do espaço físico que permita a criação de um cenário organizacional para cada posto de trabalho compatível com o critério de departamentalização.

4 Para atingir esse objetivo é necessário criar uma inter-relação espacial de forma estruturada, racional e lógica em função dos processos operacionais que nele serão realizados.

5 SUPERFICIES Superfície estática - é a superfície ocupada correspondente aos móveis, máquinas e instalações.

6 Superfície gravitacional - é a superfície utilizada ao redor dos postos de trabalho pelo operador e pelo material acoplado para materiais em curso. Superfície de circulação - é a superfície que se tem de reserva entre os postos de trabalho para uso do pessoal.

7 MOBILIÁRIO, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS O mobiliário, as máquinas e os equipamentos compõem o cenário organizacional; As pessoas compõem o comportamento no espaço.

8 CABE AO ADMINISTRADOR Apresentar soluções que possibilitem a execução das tarefas em condições favoráveis aos usuários. É necessário utilizar espaços de trabalho modulares que possam ser ampliados ou reduzidos de acordo com a racionalização dos processos.

9 móveis CADEIRAS – deve ser adequada para cada tipo de tarefa; MESA – deve ter uma superfície de trabalho nem muito alta nem muito baixa; TAMPOS – fórmica fosca evita o reflexo;

10 ARQUIVOS E ARMÁRIOS – serão substituídos por formulários eletrônicos, eliminando os documentos impressos; PADRONIZAÇÃO – reduz o custo operacional de aquisição e manutenção, além de facilitar a decoração.

11 RUIDO O ruído não deve ser confundido com som ambiente, pois este é desejável, enquanto aquele é indesejável. O ruído incomoda; O som é agradável. Solicitar sempre um diagnóstico feito por um profissional especializado.

12 RUIDO E AS FONTES As fontes de ruído podem ser internas ou externas. FONTE INTERNA Maquinas desreguladas, ou com defeitos; Falta de educação dos funcionários em conviver em ambientes comunitários; Conversas paralelas ao trabalho, não inerentes ao serviço executado; Tratamento acústico inadequado.

13 RUÍDOS EXTERNOS Os ruídos externos penetram no ambiente de trabalho pelas janelas, portas que somados ao ruído do próprio ambiente, causam um cansaço anormal no final do dia resultando em estresse.

14 CAUSA DOS RUÍDOS EXTERNO Cano de descarga furado dos automóveis; Buzinas; Alto-falante de vendedores ambulantes; Máquinas e veículos utilizados em obras;

15 Segundo a norma NBR da ABNT, o nível de 85 dB é considerado o limite suportável ao ouvido humano.

16 Há tipos de atividades que expõe os funcionários a fontes intensas de ruído, como é o caso dos funcionários que trabalham nas pistas dos aeroportos. Para estes, segundo especialistas, é necessário fornecer protetores auriculares a fim de não sofrerem lesões. EPI – equipamento de proteção individual.

17 Quanto maior o nível de ruído no ambiente de trabalho, menor deverá ser a exposição de pessoas nesse ambiente.

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19 O RUIDO E AS MEDIDAS PROFILÁTICAS O controle da fonte – programas de treinamento para mudança comportamental dos usuários, projetos adequados de máquinas, equipamentos e instalações, etc.

20 O isolamento da fonte – confinamento da fonte de ruído em um certo espaço, por meio de câmaras acústicas, salas especiais ou paredes separadas. Uso de abafadores – envolver a fonte de ruído de forma a separá-la das pessoas.

21 Tratamento acústico – instalação de painéis de material acústico nas paredes, forros, pisos, portas e janelas, tendo por efeito reduzir a reverberação, como vidros duplos nas esquadrias das janelas, cortiça, lá de vidro e gesso.

22 O ruído é um ponto crítico que o administrador precisa considerar quando da concepção do cenário organizacional.

23 Ambientes que ultrapassam os limites de conforto ou mesmo de segurança pode causar lesões físicas e psicológicas, muitas vezes, irreversíveis.

24 O ruído não causa apenas lesões, pois provoca aumento da tensão a que o homem está normalmente sujeito. Indivíduos tensos tornam-se irritáveis com facilidade, as pessoas predispostas à depressão podem ter seu estado de angústia agravado, enquanto são mais freqüentes as crises nos epiléticos.

25 CORES As cores aplicadas em um ambiente de trabalho provocam diversos fenômenos psíquicos se associadas a um programa de motivação.

26 PSICODINÂMICA DAS CORES As sensações causadas pelas cores vão depender fundamentalmente do estado emocional e motivacional de cada indivíduo. Ex. estar com fome, a cor laranja aumentará o apetite por ser estimulante.

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28 ILUMINAÇÃO Um projeto de trabalho produz ganho de produtividade quando:

29 ILUMINAÇÃO O volume de trabalho aumenta em função da melhoria qualitativa do ambiente, da melhoria do relacionamento de seus funcionários, da maior concentração no trabalho, da redução do número de erros e acidentes em função da redução de esforço empregado na realização da tarefa e dos baixos níveis de absenteísmo pela redução da fadiga.

30 Iluminação e acústica são fatores que influenciam diretamente o conforto, a produtividade e até mesmo a saúde dos profissionais no ambiente de trabalho.

31 Uma iluminação inadequada, além de atrapalhar o rendimento das pessoas, também pode deixar uma imagem negativa da sua marca ou empresa junto ao público.

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37 Índice de reflexão Deve-se escolher as cores um função da utilização no ambiente de trabalho.

38 CONTROLE ESPACIAL E SEGURANÇA As cores podem ser utilizadas para divisão visual dos ambientes de trabalho e como recurso de segurança. Ex. Extintores de incêndio – vermelho Amarelo – cuidado Branco - Passarelas e corredores de circulação, por meio de faixas, direção e circulação, localização e coletores de resíduos;

39 SEGURANÇA, HIGIENE E MEDICINA DO TRABALHO Ao administrador, compete preparar o ambiente de trabalho de forma a garantir o respeito às normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, previstas na legislação federal, estaduais e municipais.

40 MAPA DE RISCO É uma representação gráfica que indica o nível de risco de cada área de trabalho da empresa, a fim de prevenir acidentes de trabalho, prejuízos à saúde e sinistros.

41 EXEMPLO DE MAPA DE RISCO

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43 CIPA CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes é composta por representantes dos empregados e dos empregador. MISSÃO – preservação da saúde e da integridade física de todos aqueles que interagem com a empresa.

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45 BRIGADA CONTRA INCÊNDIO O administrador deverá criar a brigada contra incêndio formada por uma equipe de funcionários de diferentes órgãos da empresa, ou contratar uma empresa prestadora desse tipo de serviço, com o objetivo de acionar o corpo de bombeiros e entrar em ação nos primeiros cinco minutos de um incêndio para extingui-lo.

46 ERGONOMIA É o estudo da adaptação do trabalho ao homem. O estudo da ergonomia requer conhecimento da anatomia e fisiologia do corpo humano; Da antropometria que estuda as dimensões do corpo humano; Da psicologia experimental que estuda o comportamento humano no trabalho; Da medicina industrial que estuda as condições adversas de trabalho; Da física e engenharia que estudam as condições expostas ao trabalho.

47 CONCLUSÃO O planejamento de layout deve ser coordenado pelo administrador. A participação de engenheiros, arquitetos, pedagogos, psicólogos no planejamento é fundamental, pois seus conhecimentos científicos também devem estar ali presentes.

48 CARREIRA, Dorival. Organização, sistemas e métodos. São Paulo, Saraiva 2009.


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