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Arranjo Físico. I. Introdução O arranjo físico adequado proporciona para a empresa maior economia e produtividade, com base na boa disposição dos instrumentos.

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1 Arranjo Físico

2 I. Introdução

3 O arranjo físico adequado proporciona para a empresa maior economia e produtividade, com base na boa disposição dos instrumentos de trabalho e por meio da utilização otimizada dos equipamentos de trabalho e do fator humano alocado no sistema.

4 O arranjo físico também pode afetar o comportamento das pessoas, pela alteração nos métodos e no processo de trabalho.

5 II. Objetivos do Arranjo Físico

6 (1)proporcionar um fluxo de comunicações entre as unidades organizacionais de maneira eficiente e eficaz

7 (2) proporcionar a melhor utilização da área disponível da empresa

8 (3) tornar o fluxo de trabalho eficiente

9 (4) proporcionar facilidade de coordenação

10 (5) proporcionar redução da fadiga do empregado no desempenho da tarefa

11 (6) proporcionar situação favorável a clientes e visitantes

12 (7) ter flexibilidade ampla

13 (8) ter flexibilidade em caso de modificações nas tecnologias dos processos e

14 (9) ter um clima favorável para o trabalho e o aumento de produtividade.

15 III. A empresa pode decidir estudar seu arranjo físico atual se estiverem ocorrendo alguns aspectos, tais como:

16 (1) demora excessiva no desenvolvimento dos trabalhos

17 (2) excessivo acúmulo e concentração de pessoas e formulários

18 (3) fluxo de trabalho inadequado

19 (4) projeção espacial inadequada dos locais de trabalho e

20 (5) problemática na locomoção das pessoas em suas atividades profissionais na empresa.

21 IV. Etapas de Um Projeto de Arranjo Físico

22 IV.1 Levantamento da Situação Atual

23 (1)estudo do local – planta baixa, vias de acesso, ponto de localização, preço do metro quadrado etc

24 (2) estudo das divisões, móveis e equipamentos – formatos e amplitude das salas, medidas e quantidade dos móveis e equipamentos etc

25 (3) levantamento do fluxo de trabalho e das atividades relacionadas – identificação e análise das atividades dos funcionários, estudo do fluxo de trabalho etc

26 (4) análise do ambiente para a execução das atividades – temperatura ideal, ventilação, espaço, ruído, poeira etc

27 (5) preparação da lista de checagem e

28 (6) preparação de miniaturas dos móveis e equipamentos.

29 IV.2 Estudo das Soluções Alternativas

30 O analista deve iniciar seu estudo considerando as medidas-padrão para o desenvolvimento dos trabalhos.

31 Os padrões de execução do trabalho são apenas indicadores-base para análise.

32 Portanto, eles podem, e devem, ser alterados de empresa para empresa, tendo em vista determinados aspectos:

33 (1) recursos da empresa

34 (2) características da empresa

35 (3) natureza do trabalho ou serviço desenvolvido pela empresa e

36 (4) natureza do trabalho ou serviço desenvolvido pela área.

37 IV.3 Consolidação da Solução

38 Nessa etapa deve-se consolidar e apresentar o arranjo físico, utilizando as seguintes ferramentas: (1) desenhos (2) maquetes (3) planta baixa e (4) cronograma da implantação.

39 Também nessa etapa deve ocorrer a discussão das diversas soluções, com as várias chefias e funcionários diretamente afetados pelas mudanças propostas.

40 IV.4 Implantação e Avaliação do Arranjo Físico Escolhido

41 Aqui deve-se efetuar a implantação de acordo com o cronograma e acompanhamento das medidas propostas, por meio da análise do volume de trabalho, rapidez de sua execução e conforto do funcionário.

42 O controle e a avaliação de resultados permitem acompanhar a mudança efetuada, a fim de verificar se a solução foi a melhor ou se ainda há necessidade de pequenas adaptações.

43 IV.5 Princípios do Estudo do Arranjo Físico

44 (1)As unidades organizacionais que têm funções similares e relacionadas devem ser colocadas perto umas das outras para redução do tempo e distância de transporte

45 (2) Os grupos de serviços centrais (arquivo, expedição e recebimento de correspondência etc) devem ser localizados próximos às unidades organizacionais que os utilizam com mais freqüência

46 (3) Dentro de cada unidade organizacional, o trabalho deve seguir um fluxo contínuo e para a frente, o mais próximo possível em linha reta

47 (4) O mobiliário e o equipamento devem ser arrumados em linha reta ou em simetria

48 (5) Deve-se evitar a colocação de postos de trabalho frontais

49 (6) Os padrões de espaço devem ser adequados às necessidades de trabalho e de conforto dos funcionários lotados na unidade organizacional

50 (7) As mesas devem ser dispostas de modo que nenhum funcionário fique continuamente voltado para uma fonte de luz intensa

51 (8) Os móveis e equipamentos de tamanho uniforme e mesma marca permitem maior flexibilidade no remanejamento do espaço, melhor aparência estética, reduzindo também o custo de compra e manutenção

52 (9) As unidades que utilizam equipamentos que provocam ruídos podem necessitar de certo isolamento, a fim de não perturbarem as outras unidades

53 (10) Devem-se destinar salas isoladas para funcionários cujo trabalho exija grande concentração ou tratamento de assuntos sigilosos

54 (11) As unidades organizacionais que mantém contato permanente com o público devem estar situadas em local de fácil acesso e isoladas das demais unidades organizacionais

55 (12) Os blocos grandes e retangulares de espaço facilitam o fluxo de trabalho e permitem maior flexibilidade no remanejamento do espaço

56 (13) O conhecimento prévio da capacidade de suportação de carga de peso é imprescindível para o estudo da localização de equipamentos pesados

57 (14) A instalação de equipamentos de combate a incêndio é necessária em locais de concentração de material de fácil combustão e nas demais dependências do edifício, segundo exigência legal e

58 (15) Deve-se evitar o recobrimento, com material refletor de luz, dos tampos de mesa utilizado para trabalhos em que se escreve permanentemente.

59 IV.6 Arranjo Físico de Fábricas

60 (1)Estudar o programa de produção

61 (2) Fazer uma relação dos materiais e partes que integrarão o produto

62 (3) Relacionar as operações necessárias nos diferentes processos para completar uma unidade de produto

63 (4) Programar as operações da unidade organizacional de produção

64 (5) Decidir sobre a desejada capacidade da fábrica e dos equipamentos para a linha dos produtos que serão feitos ou propostos

65 (6) Programar as operações das unidades de produção e de montagem, favorecendo o estabelecimento de um fluxo progressivo e conveniente dos materiais

66 (7) Selecionar equipamentos, máquinas e facilidades necessárias para produzir as variedades e quantidades programadas.

67 (8) Fazer previsão sobre a possibilidade de futuras alterações estruturais e adições, visando aumentar a produção

68 (9) Determinar o intervalo de tempo porventura existente entre sucessivas operações

69 (10) Verificar se durante o processamento haverá alguma operação que ofereça riscos à integridade do material ou a pessoas da fábrica

70 (11) Estabelecer as necessidades em espaço que serão provavelmente exigidas no futuro e

71 (12) Reservar o espaço necessário em cada unidade organizacional para a guarda e localização dos equipamentos, ferramentas, depósitos, zonas de circulação e facilidades auxiliares.

72 O projeto de arranjo físico pode ser iniciado com rigorosa análise do produto, avaliação da seqüência de operações, visando estabelecer o fluxo mais racional possível, tanto de materiais quanto das operações do trabalho.


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