A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Haletos Orgânicos e Haletos de Ácidos - Propriedades - Nomenclatura.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Haletos Orgânicos e Haletos de Ácidos - Propriedades - Nomenclatura."— Transcrição da apresentação:

1 Haletos Orgânicos e Haletos de Ácidos - Propriedades - Nomenclatura

2 Definição – Haletos Orgânicos Os haletos orgânicos são compostos que apresentam pelo menos um átomo de halogênio (F, Cl, Br, I) ligado a um radical derivado de hidrocarboneto. Fórmula Geral ou representação genérica: R – X onde X = F ou Cl ou Br ou I Haletos Orgânicos

3 Nomenclatura São duas maneiras: 1. Para estabelecer o nome dos haletos orgânicos, os átomos de halogênios são considerados como substitutos de hidrogênios na cadeia carbônica do hidrocarboneto, e sua nomenclatura segue o seguinte esquema: Nome do Halogênio + nome do Hidrocarboneto correspondente Ex: Br H 3 C – CH 2 – CH – CH 3 O átomo de Bromo é considerado um substituto de hidrogênio da cadeia carbônica. Para efeito de nomenclatura, ele é tratado como se fosse, então, um radical. Como o bromo está ligado ao carbono de número 2 do butano, seu nome oficial é 2-bromobutano Haletos Orgânicos

4 Nomenclatura Outros exemplos: a) Cl clorobenzeno b) Cl H – C – Cl triclorometano Cl c) H 3 C – CH – CH – CH 2 – CH 2 – CH 3 I CH 3 2-iodo-3-metilhexano Na nomenclatura oficial (IUPAC), para efeito de numeração da cadeia principal, os halogênios não são considerados grupos funcionais, mas sim radicais de prioridade menor que os radicais derivados de hidrocarbonetos. Por isso, se a cadeia for insaturada, o menor número deverá ser atribuído ao carbono que apresenta a insaturção, e, se houver ramificações, os radicais também têm prioridade sobre os halogênios na numeração, ou seja, os radicais devem receber o menor número. Assim, temos a seguinte ordem crescente de prioridade na numeração dos carbonos: 3º:halogênios < 2º:radicais < 1º:insaturações Haletos Orgânicos

5 Nomenclatura Exemplos: d) H 3 C – CH – CH – CH = CH – CH 3 Cl CH 2 5 – cloro – 4 etil – 2 – hexeno CH 3 A numeração da cadeia principal deve ser feita a partir da extremidade mais próxima da insaturação. e) H 3 C – CH – CH 2 – CH – CH 3 Cl CH 3 4 – cloro – 2 metil – pentano Lembrando que primeiro insaturações, segundo os radicais, e em terceiro os halogênios Haletos Orgânicos

6 Nomenclatura 2) Nessa nomenclatura, o nome do haleto precede o nome do radical, de acordo com o esquema: Fluoreto Cloreto Brometo de nome do radical Iodeto Exemplos: a) F H 3 C – CH – CH 2 – CH 3 fluoreto de sec-butila b) Br brometo de fenila Haletos Orgânicos

7 Curiosidades A lata de aerossol é um símbolo da era moderna. Muitas vezes usamos esses sprays como desodorante, tinta ou inseticida. No começo da década de 70 tornou-se evidente que a proliferação de aerossóis poderia levar a um sério problema ambiental. Os propelentes usados nos aerossóis nessa época eram haletos orgânicos denominados clorofluorcarbonos (CFCs). A vantagem do seu uso deve-se a algumas de suas características: - são inertes; - não são inflamáveis; - não têm cheiro; - não são tóxicos No entanto, quando liberados na atmosfera, acabam atingindo a estratosfera, onde está localizada a camada de ozônio. Os CFCs reagem com o ozônio dessa maneira: CF 2 Cl 2 + UV CF 2 Cl + Cl Cl + O 3 ClO + O 2 ClO + O Cl + O 2 Esses compostos também são usados como solventes, nos sistemas de refrigeração, em extintores de incêndio e na indústria de plásticos, como expansor de espuma. Existe uma nomenclatura técnica para os CFCs, na qual eles são indicados da seguinte forma: CFC XYZ onde: X = nº de átomos de carbono – 1 (omitindo quando X=0); Y = nº de átomos de hidrogênio + 1; Z = nº de átomos de flúor. Radiação ultravioleta Haletos Orgânicos

8 Curiosidades Cl X = 1 carbono – 1 = 0 (omitido) F – C – Cl Y = 0 hidrogênio + 1 = 1 Cl Z = 1 flúor = 1 CFC = 1 1 F F – C – Cl CFC = 1 2 Cl Cl F Cl – C – C – Cl CFC = Cl F Cl H – C – F CFC = 21 Cl Atualmente, o CFC está sendo substituído por outras substâncias, como o butano, que não ataca a camada de ozônio. Haletos Orgânicos

9 Definição – Haletos de Ácido Os haletos de ácido, também chamados de haletos de acila apresentam como grupo funcional a seguinte estrutura: O - C onde X = F, Cl, Br ou I X Pode-se considerar que os haletos de ácido são provenientes da substituição da hidroxila (OH) presente em um ácido carboxílico por um átomo de halogênio: O O R – C OH X - OH + X Haletos de Ácido

10 Nomenclatura A nomenclatura dos Haletos de Ácido é dada em função do nome do ácido carboxílico de origem, de acordo com o seguinte esquema: Brometo - ico Cloreto de Iodeto + ila Fluoreto O nome obtido de acordo com o esquema será oficial ou usual conforme seja usada uma ou outra nomenclatura do ácido de origem. Exemplos: a) O O H 3 C – C H 3 C – C OH Cl O b) H 3 C – CH = CH – CH 2 – C CH 3 OH O H 3 C – CH = CH – CH – CH 2 – C CH 3 F nome do ácido Ácido etanóico Ácido acético Cloreto de etanoila Cloreto de acetila Ácido 3 – metil – 4 hexenóico Fluoreto de 3 – metil – 4 - hexenoila - OH + F Haletos de Ácido

11 Curiosidades Gás Lacrimogênio Começou a ser utilizado na Primeira Guerra Mundial e ainda hoje é usado para dispersar aglomerações em manifestações de rua. Essa substância apresenta baixa toxicidade, mas é um poderoso agente lacrimogênio. O C CH 2 – Cl Além do gás lacrimogênio, há um grande número de outras substâncias utilizadas em guerras químicas, não apenas na função de haletos. Haletos de Ácido


Carregar ppt "Haletos Orgânicos e Haletos de Ácidos - Propriedades - Nomenclatura."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google