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1 Seminário Nacional de Inovação 2011 – UNISUL 26/05/2011 Sérgio Roberto Maes.

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1 1 Seminário Nacional de Inovação 2011 – UNISUL 26/05/2011 Sérgio Roberto Maes

2 2 Com o objetivo de fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico no país por meio da interação Empresas x Universidades x Centros de Pesquisa, o governo criou a Lei Federal 9.991/2000. Legislação de P&D do Setor Elétrico Esta lei estabelece a obrigatoriedade de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento para as empresas do setor elétrico.

3 3 A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) é responsável por regular e fiscalizar as atividades no setor. O Programa de P&D está vinculado a esta agência, sendo por isso necessária a gestão de Projetos de P&D nos moldes de investimentos como recursos públicos e não privados. Todos os Projetos de P&D são fiscalizados por um auditor independente inscrito na CVM (financeiro) e pela ANEEL (resultados técnicos). O que é ANEEL e qual o seu papel?

4 4 Programa de P&D da Tractebel Energia Regulamentado pela lei federal 9.991/2000, a Tractebel Energia investe anualmente um mínimo de 1% de sua Receita Operacional Líquida (ROL) em P&D. Deste montante, 40% é para uso direto em projetos de pesquisa escolhidos e geridos pela empresa aproximadamente R$ 15 milhões/ano.

5 5 Políticas de P&D da Tractebel Energia Capacitar e desenvolver competências para a pesquisa e inovação tecnológica nos Centros de Pesquisa e Universidades das regiões onde a Tractebel Energia está presente. Desenvolver tecnologias inovadoras que agreguem valor ao produto e serviços da Tractebel Energia. Aplicar e difundir no mercado os resultados dos projetos de P&D. Cumprir a legislação vigente e Resoluções da ANEEL para o P&D.

6 6 A Tractebel Energia possui 22 Usinas espalhadas pelas cinco regiões do Brasil. A Coordenação Geral do Programa de P&D localiza-se na Sede da Companhia em Florianópolis - SC. Usinas e Coordenação de P&D

7 7 Abrangência do Programa de P&D 8 estados brasileiros (RS, SC, PR, MS, SP, RJ, MG, DF). Mais de 20 entidades beneficiadas (universidades, centros de pesquisa e empresas de base tecnológica). Mais de 150 projetos no Programa totalizando aproximadamente R$ 50 milhões investidos em pesquisa (atualmente 41 Projetos Plurianuais estão em execução). Vários prêmios nacionais e internacionais conquistados. Principais áreas de investimento: - Meio ambiente. - Eficiência energética. - Fontes renováveis. - Desenvolvimento tecnológico dos processos de geração e manutenção.

8 8 P&D da Tractebel Energia em Números

9 9 Novos projetos (16)*: R$ 26 milhões Projetos em execu ç ão (28): R$ 17 milhões VALOR TOTAL: R$ 43 milhões * Aprovados em 2010 para execu ç ão a partir de 2011.

10 10 O que procuramos? O que a ANEEL procura? Tipo de Produto (resultados esperados) Menor valor agregado: Conceito ou Metodologia Software Sistema Maior valor agregado: Material ou Substância Componente ou Dispositivo Máquina ou Equipamento Propostas de projeto de P&D Maiores informações: Chamada de Propostas de Projeto no site da TBLE

11 11 Quando uma boa idéia pode virar um projeto de P&D? É ORIGINAL? Esta idéia ainda não foi desenvolvida no Brasil? Não existe fornecedor? Não há patente industrial? É necessário importar a tecnologia? É APLICÁVEL? Poderá ser comercializado ou incorporado aos processos da Companhia? Poderá ser replicado em outras usinas? É RELEVANTE? O resultado esperado agrega valor ao negócio da TBLE? É importante para o setor elétrico? Propostas de projeto de P&D

12 12 Critérios e parâmetros de avaliação da ANEEL ORIGINALIDADE APLICABILIDADE RELEVÂNCIA RAZOABILIDADE DE CUSTOS IMPORTANTE: O critério ORIGINALIDADE é ELIMINÁTÓRIO. Ele não se aplica no caso de projetos caracterizados como nacionalização de produto ou enquadrados nas fases cabeça-de-série, lote pioneiro ou inserção de mercado. Propostas de projeto de P&D

13 13 Monitoramento das Emissões de Gases de Efeito Estufa Derivadas da Usina Hidrelétrica São Salvador Objetivo: - Comparar emissões de gases de efeito estufa antes e depois do enchimento do reservatório - Monitoramento de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N20) Projeto Pioneiro no Mundo (medições anteriores ao enchimento)

14 14 Implantação de Protótipo de Conversor de Ondas Onshore nas Condições de Mar do Nordeste do Brasil Objetivo: gerar energia elétrica a partir de ondas do mar Potência do projeto será de 100 KW Orçamento: R$ 15 milhões Projeto em parceria com a COPPE/UFRJ, Secretaria de Infraestrutura do Governo do Estado do Ceará e Ceará Portos Similar ao conceito de uma planta hidrelétrica, o conversor será instalado no pier do Porto de Pecém onde as condições de ondas são favoráveis Projeto é pioneiro no Brasil e será em escala comercial

15 15 Utilização da palha de arroz em processo de co-firing com carvão pulverizado Objetivos –Proporcionar combustão de palha de arroz em mistura com carvão (Co-firing) –Redução da emissão de gases de efeito estufa –Evitar a eutrofização do solo na cultura do arroz –Desenvolvimento de nova tecnologia utilizando combustível renovável –Promover desenvolvimento sustentável Motivação –Grande quantidade de palha de arroz disponível na região ( Ton/ano) que apodrece no solo gerando gases de efeito estufa.

16 16 Avaliação Econômica da Geração Fotovoltaica por Sistemas Solares Fotovoltaicos Instalados em Edifícios Conectados à Rede Elétrica Objetivos –Projetar, instalar, monitorar e analisar a performance de 3 sistemas solares fotovoltaicos de 2 kWp cada –Estabelecer cenários de viabilidade econômica para a geração fotovoltaica distribuída e avaliar sob que condições ela é competitiva no Brasil –Determinar o potencial da geração solar fotovoltaica distribuída, integrada a edificações urbanas e interligada à rede elétrica

17 17 Sistema Robótico de Quatro Graus de Liberdade para o Revestimento e Fabricação por Soldagem de Tubos de Caldeiras e Tecnologias de Soldagem Associadas Objetivos –Desenvolvimento de um sistema robótico que realiza a soldagem dos tubos de caldeiras de Usinas Termelétricas –Proporcionar maior repetitividade do processo, com qualidade e agilidade e maior segurança

18 18 Desenvolvimento de novas fontes de geração de energia elétrica. Desenvolvimento de protótipo para exploração da energia geotérmica. Desenvolvimento do primeiro gerador eólico nacional e desenvolvimento de novas tecnologias para geradores eólicos. Desenvolvimento de processos inovadores de conversão da energia solar fotovoltaica ou processos associados. Desenvolvimento de novas tecnologias de conversão da energia das ondas, marés e correntes marinhas. Seqüestro de carbono através do cultivo de microalgas ou outras tecnologias inovadoras. Desenvolvimento de tecnologias relacionadas ao monitoramento, controle, automação e instrumentação. Temas em prospecção Alguns temas de interesse:

19 19 O que a Tractebel Energia ganha? Melhoria dos processos através da inovação com redução de custos e/ou otimização de processos e segurança. Desenvolvimento de novos produtos/negócios para o portfólio da Companhia. Melhoria da imagem da TBLE perante a comunidade, ANEEL, órgãos de fiscalização, grupo GDF-Suez, entre outros. Capacitação e desenvolvimento de seus empregados. Depósito de patentes industriais. Projetos de P&D

20 20 O que a Entidade ganha? Projetos de P&D Capacitação e desenvolvimento de competências de seus empregados/pesquisadores e estudantes para a pesquisa e inovação tecnológica. Participação em cursos, congressos, e fóruns para trocas de experiências e conhecimento. Experiência em gestão de projetos da ANEEL. Reconhecimento como referência na área de pesquisa e agente de mudanças, contribuindo para a inovação tecnológica do país. Possibilidade de equipar seus laboratórios. Possibilidade de depósito de patentes industriais. Possibilidade de ganhos com royalties.

21 21 Maiores informações

22 22 EQUIPE Ângela Heinz (48) Juliana B. Weber (48) Rafael R. Calado (48) Yris L. Tanaka (48) Sérgio R. Maes (48) Coordenação do Programa de P&D

23 23 Seminário Nacional de Inovação 2011 – UNISUL 26/05/2011


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