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Conexão serial: permite que diversos dispositivos (teclado, mouse, impressoras, etc.) se conectem ao computador de maneira rápida e fácil. Padrão desenvolvido.

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1 Conexão serial: permite que diversos dispositivos (teclado, mouse, impressoras, etc.) se conectem ao computador de maneira rápida e fácil. Padrão desenvolvido por empresas de alta tecnologia: Microsoft, Apple, HP, IBM, NEC, Intel, Compaq, dentre outras. USB – Universal Serial Bus

2 Motivação para a padronização: cada fabricante de dispositivos tinha seu próprio modelo de conexão com o computador. Não havia uma conexão universal. Versões: –USB 1.0: 1996 – 1,5 Mbps –USB 1.1: 1998 – 12 Mbps –USB 2.0: 2000 – 480 Mbps –USB 3.0: 2009 – 4,8 Gbps USB – Universal Serial Bus

3 Características: –Plug and Play (conectar e usar); –É um padrão mecânico, elétrico e lógico (protocolo); –Um host USB permite a ligação de até 127 periféricos; USB – Universal Serial Bus

4 Características: –Os sinais elétricos são diferenciais invertidos (NRZI – Non Return to Zero Inverted); USB – Universal Serial Bus

5 Características: –O periférico pode ser alimentado pela própria USB; –As versões 1.0, 1.1 e 2.0 utilizam cabos com 4 fios (+5V, D+, D-, GND); –A USB 3.0 é full-duplex (2 fios para transmissão e 2 fios para recepção simultânea). O cabo tem 9 fios, mas é mecanicamente compatível com as versões anteriores; USB – Universal Serial Bus

6 Características: –Os cabos podem ter até 5 metros; –O protocolo USB possui várias funções: CRC, detecção e correção de erros, detecção de conexão, controle de fluxo de dados, etc. USB – Universal Serial Bus

7 Conectores USB USB – Universal Serial Bus

8 Vantagem em relação às portas seriais: –Maior velocidade e desempenho; –Conexão a quente (hot plugging); –Permite conexão em rede; –Autoconfiguração pelo sistema operacional; –Permite alimentar o dispositivo conectado. USB – Universal Serial Bus

9 Utilização em sistemas de aquisição e na automação: –Diversos equipamentos utilizados em aquisição e automação são construídos com interface USB; –Transferência de dados entre o dispositivo de medição e o PC; –Configuração de equipamentos de controle de processos em uma indústria; –Através de conversores, é possível criar interfaces entre a USB e outros meios físicos. USB – Universal Serial Bus

10 A topologia descreve como equipamentos em uma rede estão interligados. Basicamente, os tipos de conexão são: –Anel; –Barramento; –Estrela; –Árvore; –Malha Topologias de Redes

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12 Motivação: –Necessidade de transferência de informações entre computadores e sistemas; –O processamento de informações pode ser descentralizado; –Possibilidade de compartilhar dados e recursos; –Modularização do sistema; –Aumento da confiabilidade do sistema através da redundância de recursos; –Redução de custos, se comparado com um único supercomputador; –Possibilidade de aumentar o desempenho do sistema através do aumento de processadores na rede; Redes

13 Início dos anos 70: ARPAnet (Advanced Research Projects Agency Network) – rede que interligava universidades e órgãos militares americanos. Em 1973, foi iniciado o teste do padrão Ethernet no PARC (Laboratório de Desenvolvimento da Xerox em Palo Alto). Redes

14 Características: –Limitada a pequenas distâncias (máximo de 10 km); –Taxas de transmissão muito altas (até 100 Mbps); –Taxas de erros muito baixas (1 bit para 10 9 bits transmistidos) –É possível enviar mensagens simultâneas para todos os dispositivos conectados à rede (Broadcast) Redes Locais

15 Características: –Topologia mais comum: barramento ou anel; –Os meios de transmissão são baratos, normalmente par trançado ou cabo coaxial; –O método de transmissão mais utilizado é o tipo rajada: transmissão rápida de grande volume de dados, seguido de longos períodos de silêncio. Redes Locais

16 Meios de transmissão: –Par trançado; –Cabo coaxial; –Fibra óptica Redes Locais

17 Par trançado: –Fios metálicos (normalmente cobre) enrolados entre si – cabo telefônico; –Fácil conexão e instalação; –Flexível; –Baixo custo; –Atenuação é muito maior do que no cabo coaxial ou fibra (relação: 1 Mbps x km, ou seja, é necessário regenerar o sinal de 1 Mbps a cada km) Redes Locais

18 Cabo coaxial: –Condutor cilíndrico dentro de tubo metálico (normalmente cobre) separado por um material dielétrico (normalmente plástico); –Impedância característica de 50 ou 75 ohms; –A relação de atenuação varia de 1 Mbps x km até 50 Mbps x km; Redes Locais

19 Fibra óptica: –É constituída de um núcleo de vidro ou material polimérico com capacidade de conduzir luz; –É imune à interferência elétrica ou eletromagnética; –Flexível (não é dobrável); –Diâmetro reduzido; –A relação de atenuação é de 1 Gbps x km; –É mais cara Redes Locais


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