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Mata Atlântica A Mata Atlântica foi o ecossistema que mais sofreu até hoje com a destruição causada pelo homem, desde a colonização pelos portugueses.

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1 Mata Atlântica A Mata Atlântica foi o ecossistema que mais sofreu até hoje com a destruição causada pelo homem, desde a colonização pelos portugueses. Essa floresta tem esse nome, pois se localiza sobre a longa cadeia de montanhas que acompanham o Oceano Atlântico no litoral brasileiro, desde o Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte. Assim, grande parte desse tipo de floresta é encontrada em morros. Essa floresta é muito úmida graças aos ventos carregados de vapor de água que sopram do mar. O vapor dágua ao encontrar com a cadeia de montanhas condensa e chove. Portanto, quanto mais próximo do mar, maior quantidade de chuvas e conseqüentemente mais úmido será aquela região da floresta. Na Mata Atlântica o clima é tropical úmido, existindo duas estações no ano, definidas principalmente pelo regime de chuvas. Mais ou menos entre Junho e Agosto ocorre a estação fria e seca, momento em que chove pouco e as temperaturas são mais baixas podendo chegar a 1°C. No resto do ano, a estação é quente e úmida com média anual de 27ºC. Então, podemos dizer que os fatores abióticos que mais influenciam a vida nesse ecossistema é a temperatura e a umidade. O solo é muito úmido e extremamente pobre em nutrientes. A umidade e a presença de grande quantidade de restos vegetais e animais que ficam sobre o chão da floresta, tornam o solo favorável à ação de microorganismos decompositores (fungos e bactérias) que possibilitam o aproveitamento dos nutrientes e sais minerais pelos vegetais. Além disso, alguns animais como as minhocas revolvem o solo, tornando-o mais fofo, facilitando a absorção de água e sais minerais pelas plantas, além de auxiliar na formação do húmus, material rico em nutrientes. Imagine agora que esse solo fofinho e úmido está no barranco de um morro. O que poderá acontecer se chover muito? Acertou quem pensou que podem ocorrer deslizamentos de terra. Esse é um fenômeno comum nessa floresta. Mas nem toda terra dos morros é levado pela chuva. Você já parou para pensar por que! Como vimos no começo do ano, as plantas tem papel importantíssimo nesse processo! Quando chove na floresta a água cai primeiro nas plantas, vai escorrendo lentamente pelas folhas, pelo caule e por fim, antes de chegar no solo tem que atravessar uma grande quantidade de folhas que cobre o chão da mata, diminuindo a força com que a chuva chega no chão. Além disso, as raízes das plantas seguram os grãos de terra impedindo que eles deslizem. Então, quando a água da chuva finalmente chega no chão da floresta ela vai infiltrando lentamente no solo, alimentando o lençol freático (grande quantidade de água acumulada embaixo da terra) até aparecer novamente na superfície, através dos "olhos d´água" ou nascentes, que formarão os rios. A maioria desses rios é perene, ou seja, corre o ano todo, e são constantemente alimentados pela água da chuva. Esta é uma das florestas com o maior número de espécies de plantas, e muitas dessas plantas são de grande porte, ou seja, são muito, muito altas, chegando a 30m de altura. Essas grandes árvores normalmente encontram-se muito próximas umas das outras gerando constante sombra dentro da mata. No interior da mata, embaixo dessas árvores enormes, podemos encontrar plantas de pequeno porte que apresentam em sua maioria folhas largas para aproveitar os poucos raios solares que ali chegam. Bromélias, cipós e orquídeas são muito comuns, e podem ser encontradas aderidas aos galhos mais altos das árvores, realizando uma interação ecológica muito conhecida pelos ecólogos chamada epifitismo ou inquilinismo. O epifitismo ocorre quando plantas pequenas como bromélias usam plantas maiores como suporte para buscar luz sem prejudicá-las. A Mata Atlântica é o habitat de uma enorme variedade de espécies de animais. Muitos desses animais estão em risco de extinção, como a onça-pintada, a jaguatirica, o macaco-prego e o mico-leão-dourado. Todos esses animais estão desaparecendo porque seus habitats estão sendo destruídos pela intensa destruição da Mata Atlântica, ou seja, estão ficando sem espaço e sem recursos para sobreviverem.

2 PREGUIÇA-DE-COLEIRA Bradypus torquatus Essa preguiça é muito adaptada à vida nas árvores (arborícolas) e não conseguem sobreviver em ambientes desmatados ou muito alterados pelo homem. Alimenta-se principalmente de folhas de várias espécies de árvores e cipós. São solitárias e ficam a maior parte do tempo escondidas na folhagem da copa das árvores, fazendo o mínimo de barulho, e por isso são raramente vistas JEQUITIBÁ-BRANCO Cariniana estrellensis O Jequitibá prefere ambientes com bastante incidência solar e solos úmidos e profundos.Apresenta em média 40 metros de altura. Essa árvore apresenta flores claras, mas durante a primavera, suas folhas apresentam tom avermelhado, parecendo flores. Suas sementes são muito consumidas por macacos. JAGUATIRICA A jaguatirica é um dos maiores gatos-do-mato do Brasil, sendo encontradas principalmente na Mata Atlântica e Floresta Amazônica. São animais solitários e procuram um par somente na época de acasalamento. Possuem hábitos noturnos, são bons nadadores e escaladores de árvores. Alimentam-se de aves e pequenos mamíferos. Vamos conhecer alguns seres vivos da MATA ATLÂNTICA!!!! Vista de cima da Mata.

3 MACACO PREGO Cebus apella Os Macacos-prego vivem em grupos de 8 a 20 indivíduos. Esses macacos permanecem quase todo o tempo nas árvores, descendo ao chão só para beber água. Seu principal alimento são frutas, nozes e insetos. JACARANDÁ Dalbergia nigra O Jacarandá é uma das grandes árvores da Mata Atlântica podendo chegar a 25 m de altura. É uma árvore que cresce bem em locais que chovem muito, e é encontrada principalmente nos barrancos dos morros que tenham solo bastante úmido. OURIÇO CAIXEIRO Coendou prehensilis o ouriço caixeiro é também conhecido como porco espinho, pois apresenta muitos espinhos cobrindo seu corpo, que utiliza para se defender. São animais solitários que vivem nas copas das árvores. Podem ser encontrados em todo país. AZULÃO Morpho anaxibia É uma das mais conhecidas borboletas brasileiras. Costuma ser vista voando alto e lentamente no topo das grandes árvores. Mas em dias quentes e secos pela manhã, desce aos lugares úmidos para sugar a água. O seu alimento é o néctar de diversas flores. BUGIO Alouatta seniculus Os bugios são macacos grandes com pelos castanhos ou ruivos. Eles podem ser encontrados em bandos de até dez indivíduos chefiados por um macho adulto nas árvores da Mata Atlântica e também do Pantanal. Alimentam-se de frutos e folhas


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