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ENCONTROS E DESENCONTROS DE CULTURAS. Índios Legião Urbana Quem me dera Ao menos uma vez Ter de volta todo o ouro Que entreguei a quem Conseguiu me.

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1 ENCONTROS E DESENCONTROS DE CULTURAS

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3 Índios Legião Urbana Quem me dera Ao menos uma vez Ter de volta todo o ouro Que entreguei a quem Conseguiu me convencer Que era prova de amizade Se alguém levasse embora Até o que eu não tinha Quem me dera Ao menos uma vez Esquecer que acreditei Que era por brincadeira Que se cortava sempre Um pano-de-chão De linho nobre e pura seda Quem me dera Ao menos uma vez Explicar o que ninguém Consegue entender Que o que aconteceu Ainda está por vir E o futuro não é mais Como era antigamente. Quem me dera Ao menos uma vez Provar que quem tem mais Do que precisa ter Quase sempre se convence Que não tem o bastante Fala demais Por não ter nada a dizer.

4 Quem me dera Ao menos uma vez Que o mais simples fosse visto Como o mais importante Mas nos deram espelhos E vimos um mundo doente. Quem me dera Ao menos uma vez Entender como um só Deus Ao mesmo tempo é três Esse mesmo Deus Foi morto por vocês Sua maldade, então Deixaram Deus tão triste. Eu quis o perigo E até sangrei sozinho Entenda! Assim pude trazer Você de volta pra mim Quando descobri Que é sempre só você Que me entende Do início ao fim. E é só você que tem A cura do meu vício De insistir nessa saudade Que eu sinto De tudo que eu ainda não vi.

5 Quem me dera Ao menos uma vez Acreditar por um instante Em tudo que existe E acreditar Que o mundo é perfeito Que todas as pessoas São felizes... Quem me dera Ao menos uma vez Fazer com que o mundo Saiba que seu nome Está em tudo e mesmo assim Ninguém lhe diz Ao menos, obrigado. Quem me dera Ao menos uma vez Como a mais bela tribo Dos mais belos índios Não ser atacado Por ser inocente. Eu quis o perigo E até sangrei sozinho Entenda! Assim pude trazer Você de volta pra mim Quando descobri Que é sempre só você Que me entende Do início ao fim.

6 E é só você que tem A cura pro meu vício De insistir nessa saudade Que eu sinto De tudo que eu ainda não vi. Nos deram espelhos E vimos um mundo doente Tentei chorar e não consegui.

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8 História. Colonização Espanhola da América BULA INTERCOETERA( 1493): Determinava a partilha do mundo ultramarino entre espanhóis e portugueses. Um meridiano situado 100 léguas a oeste do arquipélago de Cabo Verde destinava a Portugal todos os territórios a leste e à Espanha, as terras localizadas a oeste do meridiano. Conforme o Trat. de Toledo

9 História. Colonização Espanhola da América Sentindo-se prejudicados, os portugueses contestaram energicamente a BULA INTERCOETERA e exigiram sua reformulação. Depois de um período de negociações entre os dois países, um acordo foi celebrado em 1494, na cidade de Tordesilhas, na Espanha. TRATADO DE TORDESILHAS: Substituindo a linha divisória anterior por outra, situada a 370 léguas das ilhas de Cabo Verde. Com esse tratado, tornavam-se mais amplas para Portugal as possibilidades de conquistar terras no Atlântico Ocidental, cuja existência já era do conhecimento dos portugueses.

10 História. Aula 01 Colonização da América Espanhola 3 – A França contesta o Tratado de Tordesilhas A contestação francesa ao Tratado de Tordesilhas teve no monarca Francisco I o mais veemente representante. Em 1540 chegou a dizer que o sol brilhava tanto para ele como para os outros e que gostaria de ver o testamento de Adão para saber de que forma este dividiria o mundo... Declarou também que só a ocupação criava o direito, que descobrir um país, isto é, vê-lo ou atravessá-lo, não constituía um ato de posse e que considerava como domínio estrangeiro unicamente os lugares habitados e defendidos. São essas as bases da colonização moderna. MOUSNIER, Roland. História geral das civilizações. Os século XVI e XVII. P. 163.

11 História. 5 – A América Pré-Colombiana Colonização da América Espanhola 5.1 – Os Maias(Séculos VII ao IX) SOCIEDADE A sociedade Maia era dividida em quatro camadas: Nobres: chefes, guerreiros e administradores; Sacerdotes: controlavam a religião e a produção cultural; Povo: exercia todas as funções produtivas; Escravos: prisioneiros de guerra.

12 História. Colonização da América Espanhola 5.2 – Os Astecas ( séculos XII ao XVI) SOCIEDADE A sociedade asteca estava organizada da seguinte forma: Governante supremo: comandante militar, dirigia a política externa; Grupo dominante: sacerdotes e chefes guerreiros; Pochtecas: grandes comerciantes; Povo: trabalhadores urbanos e rurais; Escravos: prisioneiros de guerra; ECONOMIA Praticavam a agricultura( milho, feijão, melão, baunilha, cacau, cacau algodão e tabaco). Utilizavam a irrigação e o sistema de Chinampas como técnicas de cultivo. Praticavam o artesanato fabricando roupas(para o consumo), cerâmicas, jóias e tecidos( para o mercado urbano). Praticavam o comércio a distância e usavam o cacau como moeda.

13 História. Colonização da América Espanhola 5.3 – Os Incas (Séculos XIII ao XVI) SOCIEDADE A sociedade inca estava organizada de forma hierárquica: Inca (Filho do sol): Imperador; Alta Nobreza: família do Inca, altos funcionários e sacerdotes; Nobreza: curacas ( chefes locais) juízes e comandantes militares; Camada Média: artesãos, militares, e contabilistas; Camponeses: massa da população; Escravos: ligados aos curacas e ao Inca.

14 História. Colonização da América Espanhola A arte astecaA arte maia A arte inca

15 História. Colonização da América Espanhola A Estrutura política metropolitana O processo de exploração da América colonial foi marcado pela pequena participação da Coroa, devido à preocupação espanhola com os problemas europeus, fazendo com que a conquista fosse comandada pela iniciativa particular, mediante o sistema de CAPITULAÇÕES. CAPITULAÇÕES – Contratos em que a Coroa concedia permissão para explorar, conquistar e povoar terras, fixando direitos e deveres recíprocos. CASA DE CONTRATAÇÃO – Criada em 1503 e sediada em Sevilha; era responsável pelo controle de todo o comércio realizado com as colônias da América e foi responsável pelo estabelecimento do regime de porto único. CONSELHO DAS ÍNDIAS – Criado em 1524, por Carlos V; a este órgão cabia as decisões políticas em relação às colônias, nomeando vice-reis e capitães gerais, autoridades militares e judiciais. JUÍZES DE RESIDÊNCIA – Cargo responsável por apurar irregularidades na gestão de algum funcionário da metrópole na colônia. VISITADOR – Cargo responsável por fiscalizar um órgão metropolitano ou mesmo um vice-reino, normalmente para apurar abusos cometidos.

16 História. Colonização da América Espanhola A Estrutura política colonial Nas colônias, o poder dos adelantados (responsáveis pela colonização) foi eliminado com a formação dos Vice– reinados e das Capitanias Gerais. O território colonial foi dividido em 4 Vice- reinados: Nova Espanha; Peru; Rio da Prata; Nova Granada; Posteriormente, o território foi redividido, surgindo as Capitanias Gerais, áreas consideradas estratégicas ou não colonizadas. Os Vice-reis eram nomeados pelo Conselho das Índias e possuíam amplos poderes.

17 Nas colônias, havia outras duas instâncias de poder: AUDIÊNCIAS – Formadas pelos ouvidores; possuíam a função judiciária na América. Com o tempo, passaram a ter funções administrativas. CABILDOS – Eram equivalentes às câmaras municipais e somente podiam participar os elementos da elite colonial. Estavam subordinados às leis espanholas, mas tinham autonomia para promover a administração local e municipal.

18 História. Colonização da América Espanhola A Exploração Colonial A exploração do ouro e, principalmente, da prata passou a ser o eixo da colonização espanhola, durante os séculos XVI e XVII. A produção colonial foi organizada a partir da exploração da mão-de-obra indígena. Formas de exploração dos nativos: MITA – Os indígenas eram tirados de suas comunidades para trabalhar nas minas por um prazo determinado e sob um pagamento irrisório. ENCOMIENDA - A Coroa encomendava a captura de indígenas a um intermediário - encomendero – e os distribuía aos colonizadores, que recebiam o índio como seu servo. A servidão era justificada como um pagamento de tributos, feitos pelos índios em forma de serviço, por receberam proteção e educação cristã. Mina da Potosí

19 História. Aula 01 Colonização da América Espanhola A Sociedade Colonial Organizada com base na exploração estabelecida pelo mercantilismo metropolitano, a sociedade colonial apresentava no topo da escala hierárquica os chapetones (espanhóis da metrópole que ocupavam altos postos militares e civis) e o clero. A aristocracia colonial era constituída de espanhóis nascidos na América os criollos (grandes proprietários e comerciantes que, por constituírem a elite colonial, participavam das Câmaras Municipais, denominadas cabildos. Abaixo deles, vinham os mestiços e, em seguida, os escravos negros (numericamente insignificante) e os índios, grupo mais populoso, submetido à mita e à encomienda.

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22 Estrutura política colonial A colonização necessária - ameaça de invasões estrangeiras - o sistema de capitanias hereditárias fracasso A colonização necessária - ameaça de invasões estrangeiras - o sistema de capitanias hereditárias fracasso Governo Geral (1548): salvar as capitanias hereditárias; Governo Geral (1548): salvar as capitanias hereditárias; - O governo geral é dividido: RJ e BA; - O governo geral é dividido: RJ e BA; Câmaras municipais: formada pelos homens bons longe da fiscalização metropolitana. Câmaras municipais: formada pelos homens bons longe da fiscalização metropolitana.

23 Os Brasis: Invasões holandesas União Ibérica (1580 – 1640) Independência da Holanda (1578) e fechamento dos portos no Brasil. Tentam invadir a Bahia em 1624, são expulsos; Em 1630, invadem Pernambuco. Maurício de Nassau passa a governar em 1637, marcando Recife e Olinda pelo embelezamento e pela liberdade religiosa. Após longas batalhas, os holandeses se rendem em 1645, deixando o Brasil.

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34 Sociedade açucareira Fase do Açúcar - alto valor na Europa - mão-de-obra escrava africana - O Engenho de Açúcar - Casa-Grande : habitação do senhor de engenho e sua família - Centro do poder / Sociedade patriarcal - Sociedade litorânea, rural fortemente estratificada Fase do Açúcar - alto valor na Europa - mão-de-obra escrava africana - O Engenho de Açúcar - Casa-Grande : habitação do senhor de engenho e sua família - Centro do poder / Sociedade patriarcal - Sociedade litorânea, rural fortemente estratificada - Senzala : habitação do escravo - Péssimas condições. - Senzala : habitação do escravo - Péssimas condições.

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37 Acreditava-se, também, que a parte habitável da Etiópia era moradia de seres monstruosos: os homens de faces queimadas. [...] A cor negra, associada à escuridão e ao mal, remetia no inconsciente europeu, ao inferno e às criaturas das sombras. O Diabo, nos tratados de demonologia, nos contos moralistas e nas visões das feiticeiras perseguidas pela Inquisição, era, coincidentemente, quase sempre negro. (DEL PRIORE, Mary e VENÂNCIO, Renato. Ancestrais. Uma introdução à história da África Atlântica. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2004, p. 56)

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39 TRANSPORTE DE ESCRAVOS EM UM NAVIO NEGREIRO O tráfico negreiro

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45 Mapa de um quilombo

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49 A Vida do escravo - Captura e transporte da África ao Brasil; - Trabalho escravo – diversificação; - Escravo = coisa? - Captura e transporte da África ao Brasil; - Trabalho escravo – diversificação; - Escravo = coisa? - A força do escravo na sociedade colonial; - A força do escravo na sociedade colonial; - Resistência à escravidão: corpo mole; tumultos; feitiçarias; mortes; suicídios; fugas e quilombos; - Resistência à escravidão: corpo mole; tumultos; feitiçarias; mortes; suicídios; fugas e quilombos; - Quilombo dos Palmares – líder Zumbi - Quilombo dos Palmares – líder Zumbi

50 A África não é uma parte histórica do mundo. Não tem movimentos, progressos a mostrar, movimentos históricos próprios dela. Quer isto dizer que sua parte setentrional pertence ao mundo europeu ou asiático. Aquilo que entendemos precisamente pela África é o espírito a-histórico, o espírito não desenvolvido, ainda envolto em condições de natural e que deve ser aqui apresentado apenas como no limiar da história do mundo. (HEGEL, Friedrich. Filosofia da História. Brasília, Editora da UnB, 1995, p. 174)

51 Catequização

52 Se edificamos com eles as suas igrejas […], eles servem a Deus e a si, nós servimos a Deus e a eles; mas não eles a nós. Se nos vêm buscar em uma canoa […], para os ir doutrinar por seu turno, ou para ir sacramentar os enfermos a qualquer hora do dia ou da noite, em distância de trinta, de quarenta, e de sessenta léguas, não nos vêm eles servir a nós, nós somos os que os imos servir a eles. VIEIRA, António. Obras completas do Padre António Vieira: Sermões. Porto: Lello & Irmão, p. 39.

53 A religiosidade na América Portuguesa A PREOCUPAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA COM O BRASIL O colono, ao transferir-se da Metrópole para a América lusitana, perdia muito da regularidade e freqüência da tradicional vida religiosa comunitária: no Reino o número de templos, pastores e festividades sacras era muito maior do que na Colônia. Aqui, muitos e muitos dos moradores passavam anos sem vencer um sacerdote, sem participar de rituais nos templos ou freqüentar os sacramentos. Tal carência estrutural levou de um lado à maior indiferença de nossos antepassados ante as práticas religiosas comunitárias, do outro, ao incremento da vida religiosa privada, que, na falta do controle dos párocos, abria maior espaço para desvios e heterodoxias." História da Vida Privada no Brasil: cotidiano e vida privada na América portuguesa - Direção: SOUZA, Laura de Mello {artigo de Luiz Mott - cotidiano e vivência religiosa: entre a capela e o calundu} - organização Fernando Novais. Ed. Cia das Letras, SP.

54 História A religiosidade na América Portuguesa Levar o catolicismo para as regiões recém descobertas, no século XVI, principalmente à América. PRINCIPAIS OBJETIVOS DAS MISSÕES JESUÍTICAS

55 História A religiosidade na América Portuguesa Catequizar os índios americanos, transmitindo-lhes as línguas portuguesa e espanhola, os costumes europeus e a religião católica. PRINCIPAIS OBJETIVOS DAS MISSÕES JESUÍTICAS

56 História A religiosidade na América Portuguesa Ruínas jesuíticas de São Miguel, RS. Imagem: Brasil: norte, sul, leste, oeste. São Paulo: Editora Talento, PRINCIPAIS OBJETIVOS DAS MISSÕES JESUÍTICAS Construir e desenvolver escolas católicas em diversas regiões do mundo.

57 História A religiosidade na América Portuguesa A REAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA DIANTES DOS DESVIOS E HETERODOXIAS O tribunal do "Santo" Ofício em ação. No fundo, sentado, o inquisidor-geral, e com a mão sobre a Bíblia, o réu.

58 História A religiosidade na América Portuguesa Tortura d'água: ao réu, preso à mesa, durante o "interrogatório" era dada água até o seu ventre se partir.

59 História A religiosidade na América Portuguesa Relato de uma visita do tribunal Santo Ofício, ocorrida em (Bahia, Pernambuco, Itamaracá e Paraíba). Em Pernambuco, Beatriz Mendes foi acusada de cozinhar ao modo judaico: toda a carne de carneiro ou de vaca que vinha do açougue para comer, lhe tirava primeiro o sebo e adubava na panela com azeite, misturando grãos com seus adubos na panela, e preparava galinha com azeite e com uma pequenina de cebola.

60 História A religiosidade na América Portuguesa Igreja de São Pedro dos Clérigos em Mariana, primeira cidade de Minas Gerais. Igreja em estilo barroco de São João del-Rei remonta a época do ciclo do ouro. AS MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS NA REGIÃO MINERADORA

61 História A religiosidade na América Portuguesa OS JESUÍTAS SÃO EXPULSOS DO BRASIL Nos anos 20 do século XVIII, as ordens monásticas regulares- jesuítas, franciscanos, carmelitas - foram expulsas da capitania das Minas Gerais. Conventos e mosteiros não podiam ser erguidos na região.

62 História A religiosidade na América Portuguesa A expulsão das ordens monásticas regulares- jesuítas, franciscanos, carmelitas, incentivou o aparecimento das ordens religiosas leigas que representavam grupos de uma sociedade caracterizada por intensa mestiçagem. A estratificação existente na sociedade mineradora reproduzia-se nestas ordens religiosas que competiam entre si devido à sua composição. Por seu turno esta rivalidade desempenhava outro importante papel nas Gerais, patrocinando a construção de muitas igrejas e, estimulando a vida religiosa.

63 O Brasil do interior atuações militares; Drogas do sertão; Entradas; Padres jesuítas (missões jesuíticas); Bandeirantes (procurar ouro, destruir quilombos, escravizar ou caçar índios) Caminho do gado (para longe das plantações de cana)

64 tropeiros

65 Feijão tropeiro

66 Tratados Em termos práticos, a desordem nas fronteiras acabou triplicando as áreas economicamente ocupadas por representantes ou indivíduos ligados à atividade colonial portuguesa. Em termos práticos, a desordem nas fronteiras acabou triplicando as áreas economicamente ocupadas por representantes ou indivíduos ligados à atividade colonial portuguesa. Para resolver esse impasse, os governos ibéricos decidiram utilizar um novo critério que pudesse redesenhar os limites territoriais sem provocar uma eventual perda para cada uma das nações envolvidas. Para resolver esse impasse, os governos ibéricos decidiram utilizar um novo critério que pudesse redesenhar os limites territoriais sem provocar uma eventual perda para cada uma das nações envolvidas. Tratado de Utrecht, 1713 e Tratado de Utrecht, 1713 e Tratado de Madri, de Tratado de Madri, de Tratado de Santo Idelfonso, 1777 Tratado de Santo Idelfonso, 1777 Tratado de Badajoz, 1801 Tratado de Badajoz, 1801

67 O Brasil do ouro Fim do século XVII: descobrem ouro no sudeste; Fim do século XVII: descobrem ouro no sudeste; Muda toda a estrutura social, política e econômica do Brasil; Muda toda a estrutura social, política e econômica do Brasil; A capital muda para o Rio de Janeiro, pois o centro econômico muda seu eixo; A capital muda para o Rio de Janeiro, pois o centro econômico muda seu eixo; Surgimento de uma classe média urbana; Surgimento de uma classe média urbana; Crescimento gigantesco da população; Crescimento gigantesco da população; Utilização do ouro para pagar dívidas com a Inglaterra. Utilização do ouro para pagar dívidas com a Inglaterra.

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72 Revoltas coloniais Nativistas: queriam somente melhorias no sistema de exploração ou preços de escravos e produtos, sem independência (Beckman, Emboabas, Mascates, Vila Rica); Nativistas: queriam somente melhorias no sistema de exploração ou preços de escravos e produtos, sem independência (Beckman, Emboabas, Mascates, Vila Rica); Conjurações emancipacionistas: queriam a independência. Mineira (elitista) e Baiana (popular) Conjurações emancipacionistas: queriam a independência. Mineira (elitista) e Baiana (popular)


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