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Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB 38º Fórum QPC.

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2 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB 38º Fórum QPC

3 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Antonio Brito - Presidente da CMB -

4 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Entidade Sem fins lucrativos que representa nacionalmente os anseios e os interesses dos seus associados e conseqüentemente do setor filantrópico de saúde. QUAL O PAPEL DA CMB ?

5 OBJETIVOS: Promover a união, integração e desenvolvimento das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas bem como o permanentemente aprimoramento da qualidade da assistência que tais entidades se propõem a prestar, visando o bem estar do cidadão.

6 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB CMB - Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Ent. Filantrópicas: 44 anos Criação: José Maria Alckimim Sediada em Brasília – DF 14 Federações Estaduais: Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

7 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB 464 Anos Depois Cerca de Estabelecimentos de Saúde (Santas Casas e Hospitais Filantrópicos) 56% são os únicos hospitais existentes em municípios do interior do País. 64% da receita dos hospitais filantrópicos vêm do SUS; 450 mil empregos diretos e milhares de voluntários integram o setor filantrópico de saúde; 140 mil médico autônomos.

8 MERCADO DE SAÚDE

9 Sistema Único de Saúde - SUS -

10 1. Defasagem das tabelas; 2. Aumento dos custos inflacionários X congelamento de receitas; 3. Limitação ao atendimento mínimo de 60% pela legislação que trata da filantropia; 4. Dificuldade de relacionamento com os gestores estaduais e municipais de saúde; CONSEQÜÊNCIA = CRISE NO SETOR

11 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB PRINCIPAIS AGRAVANTES DO CUSTO DEFASAGEM ACUMULADA SUS A partir do Plano Real – Julho 1994 Variação até agosto 2005 Tabela SUS 37,30% Inflação dos Hospitais 366,60 % Gasolina 493,84% Energia Elétrica 547,04% Comunicações 616,14% Água 523,99% Gás de Cozinha 612,75% Transporte Urbano 587,61%

12 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Custo x Valores SUS ATENDIMENTOSCUSTO R$SUS $ CONSULTA BÁSICA ADULTO 18,372,04 CONSULTA EM ESPECIALIDADE ADULTO 18,378,16 EMERGÊNCIA OBSTÉTRICA 31,855,50 URGÊNCIA/EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA 46,4418,04 RAIO X SIMPLES (TÓRAX PA) 32,366,78 DIÁRIA UTI 955,61213,71 PARTO 800,00402,83

13 OBS: Unidades de Saúde não Filantrópicas recebem por qualquer consulta: R$ 2,55. ATENDIMENTOSR$ SUSPlano A Tabela CBHPM Plano B Tabela AMB Consulta Básica Adulto2,0438,0042,18 Consulta / Emergência (até 12hrs) 8,1692,47 * taxa observaç. / Consulta / Enfermagem) 92,47 * taxa observaç. / Consulta / Enfermagem) Raio X - Simples (Tórax PA) 6,7824,1019,24 Diária UTI – Adulto Tipo 1 até 3 dias a partir de 4 dias - 137,00 70,04 424,52 * Valor apenas da diária / sem uso de equip. / Medic. 312,69 * Valor apenas da diária / sem uso de equip. / Medic. Parto Normal291, ,002584,56 Parto Cesariano402, , ,00

14 SAÚDE SUPLEMENTAR

15 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB DESAFIO: Adequar os custos hospitalares com a remuneração dos Planos de Saúde e do SUS sem deixar o cumprimento da missão institucional.

16 ALTERNATIVAS Financiamento X Melhoria da Gestão

17 FINANCIAMENTO

18 PRINCIPAIS PLEITOS DA CMB JUNTO AO GOVERNO

19 Suplementação orçamentária para 2005, na importância de R$ 200 milhões; Garantia de recursos no orçamento de 2006 que possibilitem o início da adequação das tabelas de preços do SUS, no mínimo em 40%, em média, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2006; Apoio ao movimento Nacional da frente parlamentar CONASS, CONASEMS na regulamentação da emenda constitucional 29; Criação de nova linha de crédito do BNDES para Capital de Giro das Santas Casas e hospitais filantrópicos, com juros subsidiados pelo o segmento; (1/2 TJLP); Parcelamento de débitos previdenciários das Santas Casas e hospitais sem fins lucrativos – PLC 143/05 Timemania.

20 GESTÃO

21 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB PROGRAMA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE DAS SANTAS CASAS E HOSPITAIS FILANTRÓPICOS - PQPSF -

22 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB - Público Alvo: Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, prioritariamente de capitais e/ou de regiões que possam servir de multiplicadores; - METAS: Implantar o programa em no mínimo 10% dos Hospitais Filantrópicos Brasileiros. - OBJETIVOS: Melhorar a gestão das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Brasil, dando- lhes possibilidade e ferramentas para minorar a crise no setor

23 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB - PRAZO: 1 ano e 6 meses (Sendo: 6 meses para planejamento e 1 ano para a implantação) - ENFOQUE: - Gestão Estratégica - Gestão da Informação e Conhecimento (indicadores e tecnologia da informação) - Gestão Operacional (materiais financeiros e recursos humanos)

24 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB RESPONSÁVEL: - CMB - Federações Estaduais da Santas Casas APOIO: Grupo Gerdau,Governo Federal, Petrobrás. TimeMania, Santa Casa de Porto Alegre, entre outros.

25 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB RIO GRANDE DO SUL P rograma G aúcho de Q ualidade e P rodutividade - PGQP

26 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Lançamento do Programa: 02 de julho Nº de Hospitais: 50 Prazo: até 31 de dezembro / 2007 O Estado do Rio Grande do Sul foi dividido em 8 regiões; 2 facilitadores para cada entidade; Forte atuação da Federação das Santas Casas do Rio Grande do Sul.

27 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB PERFIL do SETOR

28 DISTRIBUIÇÃO DOS HOSPITAIS FILANTRÓPICOS POR REGIÃO 34 1,67% Região Norte: Total: 34 Porcentagem: 1,67% Região Nordeste: Total: 410 Porcentagem: 20,05% Região Centro-Oeste: Total: 115 Porcentagem: 5,63 % Sudeste: Total: 986 Porcentagem: 48,21% Região Sul: Total: 500 Porcentagem: 24,44% ,05% 115 5,63% ,21% ,44 % Brasil: Total: Porcentagem: 100%

29 SANTAS CASAS COM OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE POR REGIÃO 3 3,95% Região Norte: Associados: 3 Porcentagem:3,95% Região Nordeste: Associados: 5 Porcentagem:6,58% Região Centro-Oeste: Associados: 2 Porcentagem: 2,63 % Sudeste: Associados:51 Porcentagem:67,10% Região Sul: Associados: 15 Porcentagem: 19,74% 5 6,58% 2 2,63% 51 67, ,74% Brasil: Associados: 76 Porcentagem: 100 %

30 SANTAS CASAS POR REGIÃO X SANTAS CASAS COM PLANOS DE SAÚDE

31 HOSPITAIS POR REGIÃO X SANTAS CASAS COM PLANOS DE SAÚDE REGIÃO CMB Santa Casas com Operadoras Associados Sudeste48,21% 67,10% Nordeste20,05% 6,58% Sul24,44% 19,74% Centro Oeste5,63% 2,63% Norte1,67% 3,95%

32 Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB A ntonio B rito - Presidente da CMB - Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas – CMB Muito Obrigado !


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