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Estrutura de Dados I Robson Godoi / Sandra Siebra.

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Apresentação em tema: "Estrutura de Dados I Robson Godoi / Sandra Siebra."— Transcrição da apresentação:

1 Estrutura de Dados I Robson Godoi / Sandra Siebra

2 Conceitos de Estrutura de Dados

3 Estrutura da Informação O que é Informação ? Conhecimento adquirido sob qualquer forma: fatos, dados, aprendizado, etc. Comunicação ou notícia trazida ao conhecimento de uma pessoa ou público.

4 Informações Fontes Estrutura da Informação

5 O que é Dado para o computador ? É a representação da informação, em forma de bytes, permitindo acesso e mecanismos de manipulação sobre os mesmos. Estrutura da Informação

6 Informações Nível Abstrato Dado Nível Físico Modelagem Estrutura da Informação

7 Conclusão É de fundamental importância a forma e organização de armazenamento da informação sob a forma de dado para que possamos ter eficácia e eficiência nos processos de manipulação da mesma. Estrutura da Informação

8 Tipos de Dados Representam um conjunto de valores e uma seqüência de operações sobre estes valores. Tipos Primitivos: Tipos básicos fornecidos pelas linguagens Ex: Inteiro, Real, Booleano, etc. Tipos Construídos: Construídos a partir de uma combinação de tipos primitivos Ex: Array, Record, Class, etc Conceitos

9 Tipos Abstratos de Dados (TAD) Podemos olhar o conceito de Tipo de Dados com uma outra perspectiva: não em termos do que um computador pode fazer mas em termos do que os usuários desejam fazer. Este conceito de Tipo de Dado dissociado do hardware é chamado Tipo Abstrato de Dado (TAD). Conceitos

10 Estruturas de Dados (ED) Definem a forma utilizada para representar um Tipo Abstrato de Dado. Onde as informações são representadas por Tipos Primitivos (Inteiro, Real, Booleano, etc) e/ou Tipos Construídos (Array, Record, Class, etc) de uma linguagem de programação. E os procedimentos e restrições sobre as mesmas são bem definidos. Podemos citar como exemplos de ED básicas: Listas, Pilhas, Filas, Arvores e Grafos. Conceitos

11 Representam um conjunto de dados preservando a relação de ordem entre eles. As listas mais simples são: Lista Estática Seqüencial (LES) ; Lista Estática Simplesmente Encadeada (LESE); Lista Dinâmica Simplesmente Encadeada (LDSE), ou simplesmente, Lista Simplesmente Encadeada (LSE), a base deste curso. Listas Estáticas são geralmente implementadas através de arrays, uma vez que necessitam de uma definição prévia do seu tamanho. Listas Dinâmicas são geralmente implementadas através de ponteiros, não sendo necessária a definição prévia do seu tamanho. Listas

12 Uma LES é uma lista onde o sucessor de um elemento ocupa posição física subseqüente. Utiliza-se array e record, onde cada elemento está associado a um índice (mapeamento seqüencial – a(i)). Características: armazenados fisicamente em posições consecutivas; inserção de um elemento na posição a(i) causa o deslocamento a direita do elemento de a(i) ao último; eliminação do elemento a(i) requer o deslocamento à esquerda do a(i+1) ao último. Lista Estática Seqüencial (LES)

13 Na LES o elemento a(1) é o primeiro elemento, a(i) precede a(i+1), e a(n) é o último elemento. Desvantagens: Número máximo de elementos pré-definido Problemas de overflow Lista Estática Seqüencial (LES)

14 Em uma LESE a estrutura de cada elemento armazenado possui um componente utilizado para guardar uma referência (índice) para o próximo elemento na lista. Vantagens: não requer mais a movimentação de elementos na inserção e eliminação (como na lista seqüencial); Desvantagens: necessário gerenciar espaço disponível o acesso é não indexado Lista Est. Simp. Encadeada (LESE) Início 12 34

15 Lista Est. Simp. Encadeada (LESE) Início A G MB E A G MB Inserir o elemento E na lista entre o B e o G Remover o elemento G da lista Início A MB E G

16 Uma LSE possui o mesmo comportamento de uma LESE, no entanto o armazenamento é feito através da alocação dinâmica de memória no lugar de arrays. Desta forma, utilizam-se ponteiros no lugar de índices. Vantagens: não necessita de gerenciar espaço disponível, responsabilidade do S.O Neste curso utilizaremos LSE como base para as demais estruturas de dados. Lista Simplesmente Encadeada (LSE)

17 Definição da Estrutura de Dados type apontador = ^celula; registro = record nome : string [40]; idade : integer; salario : real; end; celula = record dado : registro; prox : apontador; end; TLista = record inicio : apontador; fim : apontador; end; var L : TLista; Lista Simplesmente Encadeada (LSE)

18 Operações sobre LSE 1.Criar lista vazia 2.Destruir a lista 3.Verificar se a lista está vazia 4.Inserir: Inserir primeiro elemento Inserir no início de uma lista Inserir no final de uma lista Inserir depois do elemento apontado por p Inserir antes do elemento apontado por p 5.Excluir: Excluir o primeiro elemento da lista Excluir o último elemento da lista Excluir o elemento com valor v da lista 6.Consultar: Consultar o primeiro elemento da lista Consultar o último elemento da lista Consultar o elemento com valor v da lista 7.Imprimir os elementos da lista 8.Verificar o tamanho da lista Lista Simplesmente Encadeada (LSE)

19 Criar lista vazia Inserir o primeiro elemento LSE - Operações

20 Inserir o elemento apontado por j depois do elemento apontado por k Excluir elemento apontado por j, que segue k LSE - Operações

21 LSE - Criar / Destruir procedure Criar (var l:tlista); begin l.inicio := nil; l.fim := nil; end; procedure Destruir (var l:tlista); var aux : apontador; begin aux := l.inicio; while (aux <> nil) do begin l.inicio:= aux^.prox; Dispose (Aux); aux := l.inicio; end; l.inicio := nil; l.fim := nil; end;

22 LSE - Vazia function Vazia (l:tlista):boolean; begin if (l.inicio=NIL) and (l.fim=NIL) then Vazia := TRUE else Vazia := FALSE; end; OU function Vazia (l:tlista):boolean; begin Vazia := (l.inicio = nil) and (l.fim = nil); end;

23 LSE - Inserir function Inserir (var l:tlista; d:registro):boolean; begin Inserir := False; if Vazia (l) then begin New (l.inicio); l.fim := l.inicio; end else begin New (l.fim^.prox); l.fim := l.fim^.prox; end; l.fim^.dado := d; l.fim^.prox := nil; Inserir := True; end;

24 LSE - Consultar function Consultar ( l:tlista; var d:registro):boolean; var aux : apontador; achou : boolean; begin Consultar := False; if not Vazia(l) then begin achou := False; aux := l.inicio; while (aux <> nil)and (not achou) do begin if (aux^.dado.nome = d.nome) then begin achou := True; d := aux^.dado; Consultar := True; end; aux := aux^.prox; end;

25 LSE - Imprimir procedure Imprimir (l:tlista); var aux : apontador; begin if Vazia(l) then begin writeln('Lista Vazia !!!'); end else begin aux := l.inicio; while (aux <> nil) do begin writeln ('NOME: ', aux^.dado.nome); writeln ('IDADE: ', aux^.dado.idade); writeln ('SALARIO: ', aux^.dado.salario:5:2); writeln; aux := aux^.prox; end end;

26 LSE - Excluir function Excluir (var l:tlista; d:registro):boolean; var aux : apontador; {elemento a ser excluído} ant : apontador; {elemento anterior ao Aux} achou : boolean; begin Excluir := False; if not Vazia (l) then begin > if achou then {Eliminar o elemento da memoria} begin Dispose(aux); Excluir := True; end;

27 LSE - Excluir achou := False; ant := l.inicio; aux := l.inicio; while (aux <> nil) and (not achou) do begin if aux^.dado.nome=d.nome then begin achou := True; if l.inicio^.prox=nil then begin {Só um elemento} l.inicio := nil; l.fim := nil; end else if aux=l.inicio then begin {Inicio da lista} l.inicio := l.inicio^.prox; end else if aux=l.fim then begin {Fim da lista} l.fim := ant; ant^.prox := nil; end else begin {Meio da lista} ant^.prox := aux^.prox; end; end else begin {Atualiza o Aux e o Ant} ant := aux; aux := aux^.prox; end;


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