Prof. Marcelo de Oliveira Rosa

Slides:



Advertisements
Apresentações semelhantes
Fundamentos de Electrónica
Advertisements

DIODOS a Diodos.
Comportamento de um transistor MOS - NMOS
Fundamentos de Electrónica
Fundamentos de Electrónica
12 Modelos doTransistor MOS Concepção de Circuitos Integrados
IE733 – Prof. Jacobus 8 a Aula Cap. 3 A Estrutura MOS de Três Terminais (parte 1)
IE733 – Prof. Jacobus 13 a Aula Cap. 4 A Estrutura MOS de Quatro Terminais (parte 3)
CAPACITOR MOS COM SUBSTRATO TIPO-P
2.1 Introdução MOSFET = dispositivo predominante da microeletrônica moderna MOS = Metal – Óxido (SiO2) – Semicondutor (Si) MIS = Metal – Isolante – Semicondutor.
CCS - Centro de Componentes Semicondutores
IE733 – Prof. Jacobus 11a Aula Cap
IE733 – Prof. Jacobus Cap. 5 Transistores MOS com canal implantado.
Projeto de Processos e Dispositivos Suprem e Pisces Athena e Atlas.
Efeitos em dispositivos de pequenas dimensões.
IE327 – Prof. Jacobus Cap. 8 Modelagem de Pequeno Sinal para Baixas e Médias Freqüências (parte 2)
CAPÍTULO 5 MODELAGEM DE COMPONENTES ATIVOS EM RF
Carlos Edson Flávio Jorge Luciano Rafael Welinton
Carlos Edson Flávio Jorge Luciano Rafael Welinton
Diodos.
Prof. Marcelo de Oliveira Rosa
Transistor de Efeito de Campo MOS (MOSFET) – Parte I
PSI 2223 – Introdução à Eletrônica Programação para a Terceira Prova
SCR   Retificador Controlado de Silício    Prof. Romeu Corradi Júnior.
Transistor Bipolar de Junção TBJ
Prof. Marcelo de Oliveira Rosa
Prof. Marcelo de Oliveira Rosa
Prof. Marcelo de Oliveira Rosa
ELETRÔNICA Prof. Marcelo de Oliveira Rosa. Eletrônica Conteúdo Materiais semicondutores Diodos Transistores BJT Transistores JFET, MOSFET Amplificadores.
Prof. Marcelo de Oliveira Rosa
Prof. Marcelo de Oliveira Rosa
Transistor de junção bipolar Sedra & Smith, 4a edição, capítulo 4 adaptação – Prof. Corradi
PSI 2223 – Introdução à Eletrônica Programação para a Terceira Prova
PSI 2223 – Introdução à Eletrônica Programação para a Terceira Prova
PSI 2223 – Introdução à Eletrônica Programação para a Terceira Prova
Eletrônica Aula 04 - transistor CIN-UPPE
Constituição de Semicondutores Professor Anderson Turma 2NAT2
Configurações básicas TJB - revisão
Transistor de Efeito de Campo MOS (MOSFET) – Parte III
Transistor de Efeito de Campo MOS (MOSFET) – Parte II
TRANSISTOR DE JUNÇÃO BIPOLAR
Curso: Eletrônica Básica
Aula 3 Diodos semicondutores
TRANSISTORES BIPOLARES
Germano Maioli Penello
UERJ – FEN – DETEL Primeira prova de Eletrônica II /01 – Turmas 3 e 4
Germano Maioli Penello
CAP. 5 – DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES ESPECIAIS
Curso: Eletrônica Básica
Cap. 2 – Transistor Bipolar de Junção (BJT)
Germano Maioli Penello
Germano Maioli Penello
1 Eletrônica II Germano Maioli Penello Aula 05 II_ html.
1 Eletrônica II Germano Maioli Penello Aula 06 II _ html.
Eletrônica II Germano Maioli Penello Aula 01
Transistor Bipolar.
Germano Maioli Penello
Germano Maioli Penello
Germano Maioli Penello
Germano Maioli Penello
Germano Maioli Penello
Germano Maioli Penello
11 Eletrônica II Germano Maioli Penello II _ html Aula 12.
Eletrônica Aula 04 CIN-UPPE
1 Eletrônica II Germano Maioli Penello II _ html Aula 17.
Transistor de Efeito de Campo
Semicondutores Classificação de Materiais
Física dos Semicondutores
Eletrônica Analógica II
Teoria dos Semicondutores e o Diodo Semicondutor
Transcrição da apresentação:

Prof. Marcelo de Oliveira Rosa Transistor FET Prof. Marcelo de Oliveira Rosa

FET Construção Transistor de efeito de campo (FET) Elemento de três terminais Dispositivo controlado por tensão No BJT, o controle do dispositivo é feito por corrente na base Controle induzido por campo elétrico Daí o nome “efeito de campo” Melhor estabilidade em relação ao BJT Pior sensibilidade ao sinal de entrada em relação ao BJT Trade-off de engenheiro!

FET Tipos JFET MOSFET por depleção MOSFET por intensificação Transistor de junção (J) MOSFET por depleção MOSFET por intensificação Metal-óxido-semicondutor (MOS) Facilidade para integração em CI

FET Construção (JFET canal n) Dreno n p Fonte (Source) Porta (Gain)

FET Construção (JFET canal p) Dreno p n Fonte (Source) Porta (Gain)

FET Construção Região de depleção DDPs importantes: Formada pela junção dos materiais p e n Fenômeno idêntico ao dos diodos DDPs importantes: vDS Tensão entre dreno e fonte vGS Tensão aplicada nas portas e fonte Atente para conexão entre ambas as portas

FET vGS = 0, vDS > 0 n p

FET vGS = 0, vDS > 0 Fluxo de elétrons induzidos por vDS sentido real da corrente Alteração forçada da zona de depleção n p

FET vGS = 0, vDS > 0 Aumentando vDS, aumenta-se a zona de depleção. Existe limite? E a corrente entre os nós D e S? iD n p iS

FET vGS = 0, vDS > 0 Por que a zona de depleção aumenta?

FET vGS = 0, vDS > 0 Por que a zona de depleção aumenta? Elétrons externos “cobrem” as lacunas do material n Tensão da fonte vDS Cobertura propaga-se no sentido real da corrente Existem regiões de depleção maiores e menores ao longo do FET Orientação depende do sentido real da corrente Induzidas pelo fluxo de elétrons da fonte externa Distribuição uniforme de resistência “R” no FET

FET vGS = 0, vDS > 0 Aumento de vDS induz uma resistência no JFET iD = iS JFET não altera densidade de fluxo de corrente (vG=0) iD = vDS / “R” No limite (vDS = vP) JFET limita densidade de fluxo de corrente (“R” = ∞) Corrente é limitada a iD = iDSS Corrente de saturação Corrente do dreno quando porta está em curto Não há estrangulamento de corrente!

FET Curva iD  vDS iD vGS = zero iDSS vDS vP

FET vGS < 0, vDS > 0 (JFET canal n) vDS aumenta região de depleção Polarização reversa Independente de vDS n p iG=zero

FET vGS < 0, vDS > 0 (JFET canal n) Aumentando vDS, aumenta-se a zona de depleção n p

FET vGS < 0, vDS > 0 (JFET canal n) Aumentando vDS, aumenta-se a zona de depleção n p

FET vGS < 0, vDS > 0 (JFET canal n) Reduzindo vGS Aumentamos zona de depleção nas junções p-n Para vDS = zero Reduzimos vP Reduzimos iDSS

FET Curva iD  vDS (JFET canal n)

FET Curva iD  vDS (JFET canal n) Lugar geométrico de vP iDSS’s

FET vGS < 0, vDS > 0 (JFET canal n) Quando vGS = vGS-off = vP iDSS = zero FET está desligado À direita do lugar geométrico de vP Região de saturação do FET FET como fonte de corrente! À esquerda do lugar geométrico de vP Região de amplificação/operação do FET “vout(t) = G vin(t)”

FET vGS > 0, vDS > 0 (JFET canal p) Fluxo das “lacunas” iD p n iG=zero iS

FET Curva iD  vDS (JFET canal p)

FET Símbolos para JFET Material N Material P

FET Comportamentos do JFET vGG = zero |vGG| ≥ |vP| |vP| ≥ |vGG| ≥ zero iD = iDSS se vDD > |vP| |vGG| ≥ |vP| iD = zero Independente de vDD Situação de corte na saída |vP| ≥ |vGG| ≥ zero 0 ≤ iD ≤ iDSS Importante para o circuito atual: vGG = – vGS iD

FET Comportamento do JFET iD = iDSS [ 1 – (vGS/vP) ]2 vGS = vP [ 1 – (iD/iDSS)1/2 ] iDSS e vP – dados do fabricante Equações são as mesmas Uso dependente da necessidade

FET Comportamento do JFET Para obter iD x vGS a partir de iD x vDS

FET Comportamento do JFET Para obter iD x vGS a partir de iD x vDS

FET Construção (MOSFET depleção do tipo n) Dreno n p Substrato (SSubstract) Porta (Gain) Fonte (Source) Isolante (SiO2)

FET Construção (MOSFET depleção do tipo n) Região isolante (SiO2) Daí o nome de “óxido” O nome “metal” vêm dos contatos metálicos “Corpo” formado de material p “Canal” formato de material n Não há contato entre porta (G) e canal

FET Construção (MOSFET depleção do tipo n) vDS > 0, vGS = 0 p n

FET Construção (MOSFET depleção do tipo n) vDS > 0, vGS = 0 Corrente flui pelo canal de material n iD = iS Pode atingir iDSS Como no JFET iD p n iS

FET Construção (MOSFET depleção do tipo n) vDS > 0, vGS < 0 Redução da corrente no canal. iD p n iS

FET Construção (MOSFET depleção do tipo n) vDS > 0, vGS < 0 Tensão negativa na porta induz aumento de zona de depleção na região do canal Efeito de campo Importante: não há contato entre porta e canal Redução da corrente de elétrons no canal Corrente real, até o estrangulamento Como no JFET

FET Construção (MOSFET depleção do tipo n) vDS > 0, vGS > 0 Aumento da corrente no canal. iD p n iS

FET Construção (MOSFET depleção do tipo n) vDS > 0, vGS > 0 Aumento da corrente de elétrons no canal Elétrons adicionais são “roubados” dos portadores minoritários presentes no corpo – material p Exige cuidado para não destruir o componente iD > iDSS Intensificação da corrente no canal

FET Construção (MOSFET depleção do tipo p) Comportamento análogo ao MOSFET por depleção do tipo p iD n p iS

FET Comportamento (MOSFET depleção tipo n)

FET Comportamento (MOSFET depleção tipo p)

FET Comportamento (MOSFET depleção) Mesmas já vistas anteriormente iD = iDSS [ 1 – (vGS/vP) ]2 vGS = vP [ 1 – (iD/iDSS)1/2 ] iDSS e vP – dados do fabricante

FET Símbolos para MOSFET por depleção Atente para a ligação do substrato com a fonte. Material N Material P

FET Construção (MOSFET por intensificação n) Dreno n p Substrato (SSubstract) Porta (Gain) Fonte (Source) Isolante (SiO2)

FET Construção (MOSFET por intensificação n) Região isolante (SiO2) Daí o nome de “óxido” O nome “metal” vêm dos contatos metálicos “Corpo” formado de material p Não há canal Não há contato entre porta (G) e o “corpo”

FET Construção (MOSFET por intensificação n) vDS > 0, vGS = 0 Não há corrente fluindo através do dreno e da fonte. Polarização reversa impede duplamente tal corrente. p n

FET Construção (MOSFET por intensificação n) vDS > 0, vGS > 0 Indução de caminho de elétrons na região da porta iD p n iS

FET Construção (MOSFET por intensificação n) Potencial vGS repele “lacunas” do corpo Aquelas próximas do isolante SiO2 Indução de zona de depleção nessa região Potencial vGS atrai elétrons do corpo Elétrons de material p = portadores minoritários Formação de caminho/canal Agora há um condutor para circulação de corrente vGS controla “vazão” do canal induzido vGS > vT (tensão de limiar) para haver corrente

FET Construção (MOSFET por intensificação n) vDS > 0, vGS > 0 Aumento de vDS reduz corrente no canal virtual iD p n iS

FET Construção (MOSFET por intensificação n) Aumento da tensão vDS gera saturação Efeito equivalente ao MOSFET depleção ou FET Elétrons “externos” (da fonte vDS) cobrem “lacunas” do substrato na vizinhança entre substrato/canal virtual Substrato = “corpo” Aumento de vDS não afeta mais iD iD é a corrente de saturação (equivalente ao iDSS)

FET Comportamento (MOSFET intensificação n)

FET Comportamento (MOSFET intensificação n) Comportamento não-linear Difere dos FETs e MOSFETs mostrados anteriormente vDS-sat = vGS – vT vT é fornecido pelo fabricante iD = k (vDS-sat)2 iD = k (vGS – vT)2 Para vGS > vT k depende da construção: k = iD-on / (vGS-on – vT)2

FET Construção (MOSFET intensificação p) Comportamento análogo ao MOSFET por intensificação do tipo p iD n p iS

FET Comportamento (MOSFET intensificação p)

FET Símbolos para MOSFET por intensificação Atente para a ligação do substrato com a fonte. Material N Material P