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DISCIPLINA:TEORIA E ENSINO DO JOGO

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Apresentação em tema: "DISCIPLINA:TEORIA E ENSINO DO JOGO"— Transcrição da apresentação:

1 DISCIPLINA:TEORIA E ENSINO DO JOGO
CEAP:CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ DISCIPLINA:TEORIA E ENSINO DO JOGO PROF.ESP.SAMANDA NOBRE

2 DEFINIÇÕES DOS TERMOS BRINQUEDO; JOGO. BRINCADEIRA;
NA VISÃO DE KISHIMOTO (2002) BRINCADEIRA;

3 BRINQUEDO É O SUPORTE DE UMA BRINCADEIRA.
É O OBJETO (CONCRETO OU IDEOLÓGICO)

4 BRINCADEIRA É A DESCRIÇÃO DE UMA CONDUTA ESTRUTURADA COM REGRAS IMPLÍCITAS OU EXPLÍCITAS

5 JOGO AÇÃO LÚDICA ENVOLVENDO UMA SITUAÇÃO ESTRUTURADA PELO PRÓPRIO TIPO DE MATERIAL.

6 CONCEITOS DE BRINQUEDO,BRINCADEIRA E JOGO
NA VISÃO DE OUTROS ESTUDIOSOS... Para Caillois (1986) o jogo é uma atividade livre e voluntária, fonte de alegria e diversão. Predomina a incerteza e o caráter improdutivo de não criar nem bens nem riquezas. Acredita que somente se joga quando é do desejo do sujeito: quando ele quer e o tempo que quiser. Huizinga (1996) destaca como um elemento importante do jogo o seu caráter “não-sério”. Conforme este autor, o caráter “não-sério” a que se refere, diz respeito a um estado de espírito de quem o pratica e não a um julgamento de valor.

7 Negrine (1994) diz que jogar não é apenas uma atividade e sim uma atitude que emana uma vivência de sentimentos e sensações que nos fazem desvendar significados e tomar decisões. Acrescenta, que o vínculo com o objeto não é uma mera questão de apurar os sentidos (ver, ouvir, tocar, etc.), mas o caráter subjetivo que estes sentidos nos inspiram tem que ser considerado prioritariamente. Diz o autor: "O tato, além de nos pôr em relação direta com as coisas, nos oferece neste contato a vivência de nosso próprio existir" (p. 12). Benjamin Segundo, acreditava-se erroneamente que o conteúdo imaginário do brinquedo é que determinava as brincadeiras infantis, quando na verdade quem faz isso é a criança. Por esta razão, quanto mais atraentes forem os brinquedos, mais distantes estarão do seu valor como instrumentos do brincar.

8 Vital Didonet Froebel, [in Kishimoto, 98]
O brincar é algo tão espontâneo, tão natural, tão próprio da criança, que não haveria como entender sua vida sem brinquedo. É preciso ressaltar, no entanto, que não é apenas uma atividade natural. É, sobretudo, uma atividade social e cultural. Desde o começo, o brinquedo é uma forma de relacionar-se, de estar com, de encontrar o mundo físico e social. Froebel, [in Kishimoto, 98] “Brincar é a fase mais importante da infância – do desenvolvimento humano neste período - por ser a auto-ativa representação do interno a representação de necessidades e impulsos internos.(Froebel, 1912c, pp )”.

9 Winnicott A brincadeira é universal e própria da saúde: o brincar facilita o crescimento e, portanto, a saúde. O brincar conduz aos relacionamentos grupais,podendo ser uma forma de comunicação na psicoterapia. Portanto, a brincadeira traz a oportunidade para o exercício da simbolização e é também uma característica humana.

10 Vamos praticar

11 BRINCADEIRA

12 JOGO

13 JOGO

14 BRINCADEIRA

15 JOGO

16 BRINCADEIRA

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