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Capítulo IV do Evangelho Segundo o Espiritismo. Núcleo Espírita a Caminho da Luz.

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1 Capítulo IV do Evangelho Segundo o Espiritismo. Núcleo Espírita a Caminho da Luz

2 Jesus respondeu, e disse-lhe: Em verdade, em verdade vos digo: Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho ? Por ventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer ? Jesus lhe respondeu: Se um homem não renascer da água e do Espírito (Espírito Santo), não pode entrar no reino de Deus.O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do espírito é espírito. Não te maravilhes de ter dito: necessário vos é nascer de novo.O Espírito sopra onde quer, e ouvis a sua voz, mas não sabeis de onde vem, nem para onde vai, assim é todo aquele que é nascido do espírito.

3 Respondeu-lhe Nicodemos: Como pode isso fazer- se? - Jesus lhe observou: Pois quê! és mestre em Israel e ignoras estas coisas? Digo-te em verdade, em verdade, que não dizemos senão o que sabemos e que não damos testemunho, senão do que temos visto. Entretanto, não aceitas o nosso testemunho. Mas, se não me credes, quando vos falo das coisas da Terra, como me crereis, quando vos fale das coisas do céu? (S. JOÃO, cap. III, vv. 1 a 12)))

4 Ora, desde o tempo de João Batista até o presente, o reino dos céus é tomado pela violência e são os violentos que o arrebatam; - pois que assim o profetizaram todos os profetas até João, e também a lei. - Se quiserdes compreender o que vos digo, ele mesmo é o EIias que há de vir. - Ouça-o aquele que tiver ouvidos de ouvir. (S. MATEUS, cap. XI, vv. 12 a 15.) Aqueles do vosso povo a quem a morte foi dada viverão de novo; aqueles que estavam mortos em meio a mim ressuscitarão. Despertai do vosso sono e entoai louvores a Deus, vós que habitais no pó; porque o orvalho que cai sobre vós é um orvalho de luz e porque arruinareis a Terra e o reino dos gigantes. (ISAÍAS, cap. XXVI, v. 19.)

5 Mas, quando o homem há morrido uma vez, quando seu corpo, separado de seu espírito, foi consumido, que é feito dele? -Tendo morrido uma vez, poderia o homem reviver de novo? Nesta guerra em que me acho todos os dias da minha vida, espero que chegue a minha mutação. (JOB, cap. XIV, v. 10,14. Tradução de Le Maistre de Sacy.) Quando o homem morre, perde toda a sua força. expira. Depois, onde está ele? -Se o homem morre, viverá de novo? Esperarei todos os dias de meu combate, até que venha alguma mutação? (ID. Tradução protestante de Osterwald.) Quando o homem está morto, vive sempre; acabando os dias da minha existência terrestre, esperarei, porquanto a ela voltarei de novo. (ID. Versão da Igreja grega.)

6 E os discípulois o interrogaram, dizendo: por que dizem então os escribas que é mister que Elias venha primeiro ? E Jesus, respondendo, disse-lhes : Em verdade Elias virá primeiro e restaurará todas as coisas; mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeream-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles tmabém padecer o filho do homem. Então entederam os discípulos que lhes falara de João Batista. (Mateus )

7 Nu sai do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá. (Job 1:21) Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. (Paulo I Corintios 15.19)

8 RESSURREIÇÃO (JUDEUS) REENCARNAÇÃO

9 LÓGICA DA REENCARNAÇÃO -Se tivéssemos apenas uma oportunidade de vida terrena, a justiça de Deus seria incompreensível; - Deus, em sua imensa sabedoria, criou os homens em igualdade de condições e deu a eles igualmente as mesma oportunidades de crescimento; - Cada um escolhe o caminho a seguir;

10 Se o homem tivesse sido criado perfeito seria levado fatalmente ao bem; ora em virtude de seu livre arbítrio, ele não é fatalmente levado nem ao bem nem ao mal. Deus quis que ele fosse submetido à lei do progresso e que esse progresso fosse o fruto de seu próprio trabalho, a fim de que tivesse o mérito desse traballho, do mesmo modo que carrega a responsabilidade do mal que é feito por sua vontade. (Allan Kardec – A Gênese, cap. III, item 9).

11 -Deus é soberanamente justo e bom, concede ao Espírito tantas encarnações quantas necessárias para atingir seu objetivo – a perfeição; -Deus nos concedeu o livre arbítrio, que é inviolável, sem o que a Lei Divina seria imperfeita, o que significaria que Deus não existiria; -O espírito é criado simples e ignorante, com todo o seu potencial divino a ser desenvolvido, igualmente para todos os seres, mais uma vez de acordo com a Perfeição Divina;

12 - Assim sendo, o espírito deve construir sua caminhada com liberdade, sem que a sua existência esteja previamente traçado pelo destino ou por planos rígidos pré-estabelecidos, que devam ser rigidamente cumpridos; -A teoria da unicidade da existência coloca o destino do homem exclusivamente na mão de Deus e faz com que certos espíritos sejam criados exclusivamente para o mal, o que é inconcebível e incompatível com a bondade e justiça divinas; - A mera existência do livre arbítrio, por si só, já caracteriza a necessidade da reencarnação para cumprimento da justiça divina.

13 Objetivo da encarnação 132 Qual é o objetivo da encarnação dos Espíritos? – A Lei de Deus lhes impõe a encarnação com o objetivo de fazê-los chegar à perfeição. Para uns é uma expiação; para outros é uma missão. Mas, para chegar a essa perfeição, devem sofrer todas as tribulações da existência corporal: é a expiação. A encarnação tem também um outro objetivo: dar ao Espírito condições de cumprir sua parte na obra da criação. Para realizá-la é que, em cada mundo, toma um corpo em harmonia com a matéria essencial desse mundo para executar aí, sob esse ponto de vista, as determinações de Deus, de modo que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta. A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do universo. Deus, em sua sabedoria, quis que, numa mesma ação, encontrassem um meio de progredir e de se aproximar Dele. É assim que, por uma lei admirável da Providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na natureza.

14 133 Os Espíritos que, desde o princípio, seguiram o caminho do bem, têm necessidade da encarnação? – Todos são criados simples e ignorantes e se instruem nas lutas e tribulações da vida corporal. Deus, que é justo, não podia fazer só alguns felizes, sem dificuldades e sem trabalho e, por conseguinte, sem mérito. 133 a Mas, então, de que serve aos Espíritos seguirem o caminho do bem, se isso não os livra das dificuldades da vida corporal? – Eles chegam mais rápido à finalidade a que se destinam; e, depois, as dificuldades da vida são muitas vezes a conseqüência da imperfeição do Espírito. Quanto menos imperfeições, menos tormentos. Aquele que não é invejoso, ciumento, avarento ou ambicioso não sofrerá com os tormentos que procedem desses defeitos.

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