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Michele Mara de Araújo Espíndula Lima UNIOESTE Métricas para a Internet GT-EstatísticaGT-Estatística.

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1 Michele Mara de Araújo Espíndula Lima UNIOESTE Métricas para a Internet GT-EstatísticaGT-Estatística

2 Roteiro n Motivação n Histórico n Sistemas de Métricas - Objetivos e Conceitos n Iniciativas Mundiais n Estatísticas no Brasil n Dificuldades e Questionamentos n Propostas GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

3 Motivação n Crescimento da Internet; n Surgimento da Internet Comercial; n Estudos específicos sobre a Internet; n Definição de padrões; n Ferramentas adequadas GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

4 Motivação n Time-to-market; n Novas tecnologias; n Gerenciamento Cooperativo GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

5 n NSF Core da Internet n Criação do protocolo de gerência SNMP n Internet Comercial n 1996 u Internet-2 u ISMA- Internet Statistics and Metrics Analysis Histórico GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

6 n 1997 n CAIDA-Cooperative Association for Internet Data Analysis n IPMA - Internet Performance Measurement and Analysis n IETF/IPPM - IP Performance Metrics n AIAG Automative Industry Action Group n NGI - Next Generation Internet Histórico GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

7 n 1997 n NLANR - National Laboratory Applied Network Research n CSG - Common Solutions Group n TERENA- Trans-European Research and Education Networking Association - PWG n RFC Framework for IP Performance Metrics n RFC IPPM Metrics for Measuring Connectivity Histórico GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

8 n Auxiliar na detecção e resolução de problemas; n Permitir o planejamento e previsões de crescimento das redes; n Promover a competitividade na Internet Comercial Sistema de Métricas - Objetivos GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

9 n Melhor entendimento do comportamento da Internet e acompanhamento da sua evolução; n Permitir o uso eficiente e otimizado dos recursos da rede; n Planejar a introdução e utilização de novas tecnologias e protocolos; Sistema de Métricas - Objetivos GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

10 n Componente Internet: qualquer elemento de uma rede Internet cujas propriedades desejamos quantificar; n Métrica: quantidade ou propriedade cuidadosamente especificada de um componente Internet; n Medidas: valores quantificados de uma métrica; Sistema de Métricas - Conceitos GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

11 n Contexto de Medição: elementos do sistema utilizados para fazer as medições que estão relacionados com o componente que está sendo medido; n Metodologia de Medição: processo de quantificar uma medição de uma métrica ; n Tipos básicos de métricas: analíticas e empíricas. Sistema de Métricas - Conceitos GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

12 n Cooperative Association for Internet Data Analysis - CAIDA n Coordinating Committee for Intercontinental Research Networking ( CCIRN)/ Performance Measurement Working Group n Common Solutions Group - CSG n National Laboratory for Applied Network Research - NLANR n Asia-Pacific Advanced Network- APAN/ APAN Measurement WG Iniciativas Mundiais GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

13 n Trans-European Research and Education Network Association - TERENA / European Traffic Measurements Task Force (TF-ETM) n Advanced Network & Services / IETF- Internet Protocol Performance Metrics - IPPM n Universidade Merit - Internet Measurement and Analysis Project - IPMA n CA* net II - Stats & Measurements Effort n Network Wizards Domain Survey n Weather Report Iniciativas Mundiais GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

14 n Estatísticas Existentes até 1997 n Crescimento do Número de Hosts por Domínio Estatísticas no Brasil GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

15 n Porcentagem de Crescimento do N o de Hosts/Domínio em Relação ao 1 o Trimestre de 1996 Estatísticas no Brasil GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

16 n Porcentagem de Crescimento do N o de Domínios em Relação ao 1 o Trimestre de 1996 Estatísticas no Brasil GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

17 n Qual o perfil do tráfego brasileiro? n Qual a nossa demanda reprimida? n O que queremos medir? É viável? n Como será a forma de cooperação entre os diversos backbones para se efetuar as medições? n Quais seriam as métricas brasileiras? n As metodologias de medição são adequadas? n Quais os contextos de medição? n Quais são os recursos disponíveis? Dificuldades e Questionamentos GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE

18 n Dados possíveis de serem coletados: n Número de hosts através de consultas PTR ao DNS n Número de domínios abaixo do.br, através dos dados de registro da FAPESP n Número de Classes C atribuídas, através dos dados de registro da FAPESP. n Número de Classes C em uso, através dos dados de registro da FAPESP. n Fazer a coleta e análise de tráfego dos nossos backbones através de um trabalho cooperativo; Propostas GT-Estatística - Métricas para a Internet UNIOESTE


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