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Para Sócrates, a única ocupação do filósofo é preparar- se para morrer; Aprender a morrer é: Aceitar a morte com serenidade, revendo os valores e a maneira.

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2 Para Sócrates, a única ocupação do filósofo é preparar- se para morrer; Aprender a morrer é: Aceitar a morte com serenidade, revendo os valores e a maneira pela qual vivemos, distinguindo o fútil do prioritário. Carpe diem. Expressão usada pelo poeta latino Horácio (I a.C.). Literalmente quer dizer colha o dia, ou seja, aproveite o momento. Assim ele começa o poema: Colha o dia, confie o mínimo no amanhã. A morte á a fronteira que não representa apenas o fim da vida, mas o limiar de outra realidade. A angústia da morte leva à crença no sobrenatural, no sagrado, na vida depois da morte

3 Sócrates e Platão Sócrates preparou-se para a morte rejeitando os excessos do comer, do beber e do sexo, sem se deslumbrar com riqueza e honras e buscando sempre a sabedoria. Defesa de Sócrates _ Platão em Diálogos É chegada a hora de partirmos, eu para a morte, vós para a vida. Quem segue melhor rumo, se eu, se vós, é segredo para todos, menos para a divindade.

4 Não temer a morte Para Epicuro ( a. C.), a morte nada significa porque ela não existe para os vivos, e os mortos não estão mais aqui para explicá-la. Mais do que ter a alma imortal, vale a maneira pela qual escolhemos viver. Ética epicurista: Os prazeres do corpo são causa de ansiedade e sofrimento, deve-se apreciá-los com moderação, cultivar prazeres espirituais, amizades e prazeres refinados. Concepção hedonista (do grego hedoné, prazer). A civilização contemporânea é hedonista: Ter uma bela casa; Um carro possante; Muitas roupas; Boa comida; Incapacidade de tolerar qualquer desconforto (dores, doenças e a morte). Os filósofos e a morte

5 Aprender a viver A vida em si não é um bem nem um mal. Torna-se bem ou mal segundo o que dela fazeis Ensaios, Livro I, Capítulo XX Morrer é apenas o fim de todos nós, mas não o objetivo da vida. É preciso ter em vista o esforço para conhecer-se melhor e aprender a não ter medo da morte.

6 o ser-para-a-morte A existência é o ato de se projetar no futuro, ao mesmo tempo transcendendo o passado. A morte provoca angústia por lançar-nos diante do nada, ou seja, do não sentido da existência. Olhar crítico sobre o cotidiano e construção da vida. O ser humano inautêntico, foge da angústia da morte, repete os gestos de todo o mundo, recusa-se a refletir sobre a morte como um acontecimento que nos atinge pessoalmente. Heidegger ( )

7 O absurdo A morte é a certeza de que um nada nos espera e que por esse motivo retira todo o sentido da vida. A morte é a nadificação dos nossos projetos. A morte jamais é aquilo que dá à vida seu sentido: pelo contrário, é aquilo que, por princípio, suprime da vida toda significação. Se temos de morrer, nossa vida carece de sentido, porque seus problemas não recebem qualquer solução e a própria significação dos problemas permanece indeterminada. Sartre ( )

8 Nas sociedades tradicionais, a morte era aceita de modo mais natural, como parte do cotidiano das pessoas. Entre nós, a viúva usava roupas pretas por um ano inteiro, e o viúvo, uma tarja preta no braço. No mundo contemporâneo, o individualismo mudou o sentido da morte. A morte tornou-se um assunto obsceno, principalmente com doentes terminais. Funerárias norte-americanas tomam conta do morto e o preparam para o velório.

9 Morte não-democrática; Assassinatos (crescimento dos índices de homicídio entre jovens de até 19 anos pobres e negros, por causa do narcotráfico), Suicídios, Desastres, Violência social (má distribuição de renda, altas taxas de mortalidade infantil, alimentação inadequada, falta de saneamento básico, precariedade do sistema de saúde, violência e assassinatos no campo), Guerras ou massacres, Hannah Arendt_ Banalidade do mal

10 Casas de repouso ou hospitais cada vez mais especializados; Solidão e impessoalidade do atendimento; Medicina paliativa Não apressa nem retarda a morte; Busca aliviar a dor e dar conforto ao paciente evitando a terapêutica invasiva. Quando é aceita, resulta de um debate entre médicos, parentes e o doente.

11 Provocar a morte deliberadamente, doentes terminais ou crônicos. Motivação: compaixão pelo sofrimento excessivo. Ativa: quando uma ação provoca a morte. Ex.: O espanhol Ramón San pedro que após um acidente ao mergulhar ficou tetraplégico durante 29 anos. Lutou judicialmente, não conseguiu autorização, a família era contra, e foi ajudado por uma amiga a consumar a morte digna através de uma mistura de água com cianureto em Passiva: ao serem interrompidos os cuidados médicos, desligando-se os aparelhos. Ex.: A norte-americana Terri Schindler Schiavo em Tinha 41 anos e há 15 vivia em estado vegetativo, ligada a sondas que a mantinham viva, exames comprovaram a ausência de consciência e uma lesão cerebral irreversível. O marido queria o desligamento dos aparelhos, e os pais dela não. A justiça concedeu a autorização.

12 Esperar um milagre; A vida é sagrada. A morte é um mal e a vida é um bem, por isso não se pode escolher matar. A eutanásia, passiva ou ativa, é sempre um crime. No Brasil e na maioria dos países é crime. Países como Holanda e Bélgica entre outros tem legislação para casos específicos. Risco de ser errada a previsão de irreversibilidade da situação do paciente. Para alguns, cada pessoa deveria ter o direito de decidir sobre sua morte.

13 Criogenia Nos Estados Unidos começou a ser conhecido na década de 1960, muitas pessoas, sobretudo aquelas que iam morrer de doença incurável pagaram preço alto para se submeter ao processo. Até agora, aproximadamente 177 pessoas e 60 animais já foram congeladas em uma das únicas duas empresas que disponibilizam o processo de criogenia (a Alcor e a Cryonics Institute ) depois da morte e esperam por vida nova no futuro. Os médicos colocam o corpo num tanque de nitrogênio líquido, guardado a -196 ºC, temperatura em que o cadáver não apodrece. Hoje se pode ser congelado por 82 mil reais, ou você pode congelar seu animal de estimação por 17 mil.

14 Diversos tipos de morte permeiam a vida humana; O nascimento (a 1ª perda, a do cordão umbilical); Perdas e separações; Os heróis, os santos, os artistas e os revolucionários são os que enfrentam o desafio da morte, no sentido literal e simbólico; Nem toda perda é um mal. Ela pode representar transformação, crescimento.

15 Por que temos ciúme? Porque tememos perder quem amamos. Separação; a morte do outro em minha consciência e a minha morte na consciência do outro. Há os que evitam o aprofundamento das relações: preferem não viver a experiência amorosa para não ter de viver com a morte.

16 Exploração dos recursos naturais em nome do progresso acelerado; Erosão do solo; Poluição das águas e do ar; Chuvas ácidas; Acúmulo de materiais não biodegradáveis ; Lixo atômico e eletrônico; Espécies de fauna e flora em extinção. Prejuízos para seres humanos: Doenças; Furacões; Inundações; Prejuízos para animais: Maus-tratos e matança de animais por prazer ou luxo; Comércio de casacos de pele; Caça esportiva; Rodeios e touradas; Abate para servir de alimento.

17 Reavaliar comportamento e escolhas, acúmulo de bens, a fama e o poder; Orientar em casos extremos como eutanásia e aborto; Refletir sobre nossas condições de trabalho; Ajudar a questionar os falsos objetivos do progresso a qualquer custo, e nos perguntar sobre o legado para as gerações futuras.

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