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ENCONTRO ANUAL DE 2011 25 a 30 de outubro ( ATENÇÃO Ao dia de início) ROLAGEM AUTOMÁTICA E COM SOM.

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2 ENCONTRO ANUAL DE a 30 de outubro ( ATENÇÃO Ao dia de início) ROLAGEM AUTOMÁTICA E COM SOM

3 INSCRITOS ATÉ 20 DE FEVEREIRO 1.VELLOSO 2.SAUNDERS 3.JACAONO 4.TERRA 5.GENUINO 6.DANILLO 7.HIRAM 8.XAVIER 9.AMAURY 10.HUBERTO 11.CARDOSO 12.J. MORÃES 13.DINARTE 14.BERTOLINO 15.CALAZANS 16.J FERREIRA 17.BEUST 18.NEVES 19.REIS 20.JOBST 21.PADILHA 22.HOLLEBEN 23.M. DA ROCHA 24.BENINI 25.LINELSON 26.TELLES 27.TOMAZ 28.MOTA MENDES 29.LIENE (JACAONO) 30.LACERDAL 31.P. LOBO 32.FRANCEZ 33.PRIOR 34.FONSECA 35.CAMURÇA 36.LAERCIO 37.BENEVIDES 38.A. OLIVEIRA 39.COSTA FILHO 40.ANDRÉ ( LINELSON) 41.GLAUCO 42.MARCIS 43.COUTO 44.MARCIS 45.CELIA MARIA (LINELSON) 46.N. LOUREIRO 47.BARROS 48.JARBAS (CAV) 49.CASTRO 50.P. LOUREIRO 51.LEMOS 52.G. DANTAS 53.M. DANTAS 54.G. MORÃES

4 RESTAM POUCAS VAGAS ! AINDA TEM ALGUMA DÚVIDA? VEJA, A SEGUIR, AS NOVAS INFOR- MAÇÕES E IMAGENS DA CIDADE; PACOTE TERRESTRE COM VALOR REDUZIDO ESTE ANO ( R$ 3.000,00); INSCRIÇÃO DE R$ 500,00 ( MAIS SEU DÍGITO GERAL) E PARCELAS MENSAIS E IGUAIS ATÉ OUTUBRO

5 TUDUCAX TAMBEM É CULTURA !

6 HISTÓRIA A fundação do Espírito Santo (e de Vitória) começa 34 anos depois de o Brasil ter sido descoberto, em O então Rei de Portugal, D. João III, dividiu as terras do Brasil em capitanias hereditárias, cabendo a capitania do Espírito Santo ao fidalgo Vasco Fernandes Coutinho, que tomou posse em 23 de maio de 1535, instalando-se no sopé do morro da Penha, em Vila Velha. Explorando a região, os portugueses buscaram um local mais seguro para se guardarem dos ataques dos índios e de estrangeiros (holandeses e franceses). Eles seguiram, então, pela baía de Vitória e, contornando a ilha, aportaram em Santo Antônio. Nos 300 anos iniciais de sua história, Vitória foi uma vila- porto, tendo enfrentado franceses e ingleses atrás de açúcar e de pau-brasil.

7 Os "capixabas" Em meio ao pequeno núcleo urbano, de feição nitidamente colonial, havia "capixabas" - roças - na língua dos índios - expressão que acabou servindo para denominar os habitantes da ilha e, posteriormente, todos os espírito-santenses. Em 08 de setembro de 1551, os portugueses venceram acirrada batalha contra os índios Goitacazes e, entusiasmados pela vitória, passaram a chamar o local de Ilha de Vitória. A data de emancipação política do município é 24 de fevereiro de 1823, quando um Decreto-Lei Imperial concedeu Fórum de Cidade a Vitória. Os índios chamavam a Ilha de Vitória de Guanaaní ou "Ilha do Mel" pela beleza de sua geografia e amenidade do clima com a baía de águas viscosas e manguezal repleto de moluscos, peixes, pássaros e muita vida. Cidade Sol No século XX, em função da ocupação dos morros, que refletem as luzes das casas nas águas da baía, Vitória passou a ser chamada de "Cidade Presépio do Brasil" e depois "Delícia de Ilha". A partir de meados do século XX, a cidade se transformou em função das mudanças econômicas ocorridas no Estado. A ocupação urbana se estendeu por grande parte da ilha e avançou, definitivamente, em direção à porção continental do município.

8 COMO CHEGAR O acesso à cidade se dá pelas vias aérea, marítima, rodoviária e ferroviária. O principal portão de entrada aérea é o Aeroporto de Vitória. O acesso marítimo é feito por pequenas embarcações, cargueiros internacionais e navios de cruzeiros marítimos, que fazem escalas no porto de Vitória principalmente na alta estação turística. As principais estradas são a BR 101, que faz a ligação do Sul e Nordeste brasileiros com a Região Metropolitana da Grande Vitória, a BR 262, que liga o Centro-Oeste a Vitória, e a Rodovia do Sol, ES-060, que faz a ligação litorânea regional. A Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM) também transporta passageiros entre Belo Horizonte e cidades do Leste mineiro à Região Metropolitana de Vitória.

9 EM PRIMEIRO PLANO: AEROPORTO EURICO DE AGUIAR SALLES AO FUNDO: EDIFICAÇÕES DA CAPITAL

10 ESTAÇÃO PORTUÁRIA

11 PEQUENAS EMBARCAÇÕES ANCORADAS NO IATE CLUBE DE VITÓRIA

12 PORTO COMERCIAL DA ILHA

13 PORTO COMERCIAL DO CONTINENTE

14 NAVIO DE CRUZEIRO MARÍTIMO ANCORADO

15 NOVA ESTAÇÃO RODOVIÁRIA DE VITÓRIA

16 ESTAÇÃO FERROVIÁRIA PEDRO NOLASCO – EFVM DA VALE

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18 MAIS HISTÓRIA Circundado pela Baía de Vitória e pelo estuário formado pelos rios Santa Maria, Marinho, Bubu e Aribiri, o município apresenta ilhas, encostas, enseadas, mangues e praias, elementos de grande recurso paisagístico. A cidade é singular por suas belezas naturais, seus grupos culturais tradicionais, seu crescimento notável (distinguindo-se de outras cidades do Brasil, Vitória cresce mais que o índice médio brasileiro), sendo um destino turístico em ascensão. A cidade possui um espaço territorial propício para eventos e negócios, destacando-se a realização de esportes náuticos. Além disso, Vitória vem se preparando para oferecer cada vez mais serviços qualificados e diversificados. Na alta estação, principalmente durante o verão, a paisagem da cidade é alterada com a presença de luxuosos transatlânticos atracados no Porto de Vitória. O terminal está localizado no Centro da Vitória.

19 EM PRIMEIRO PLANO: VITÓRIA AO FUNDO : ELEVAÇÕES DE VILA VELHA

20 VISTA NOTURNA DA CIDADE EMBAIXO, A ESQUERDA, A CURVA DA JUREMA

21 OUTRA VISTA NOTURNA DA CAPITAL

22 VISTA DIURNA DO CANAL, COM AS EDIFICAÇÕES DO CENTRO AO FUNDO

23 A DIREITA AS EDIFICAÇÕES DE VITÓRIA E A AVENIDA BEIRA-MAR. A ESQUERDA A MARINA. O ACESSO A ILHA DO BOI. A ANTIGA ILHA DO FRADE E AO FUNDO A 3ª PONTE E VILA VELHA

24 CENTRO HISTÓRICO Centro de Vitória; Monumentos –Capela de Santa Luzia; –Catedral Metropolitana; –Convento de São Francisco; –Convento do Carmo; –Escadaria São Diogo; –Escadaria Maria Ortiz; –Igreja São Gonçalo; –Igreja N. Sra. Do Rosário; –Palácio Anchieta; –Theatro Carlos Gomes; –Viaduto Caramuru.

25 CENTRO - EDIFICAÇÕES HISTÓRICAS Vitória é uma cidade de antigas edificações. Mesmo antes de tornar-se a capital do Espírito Santo, seu território já comportava capelas, fortes e espaços que hoje são monumentos históricos que trazem à ilha a história da dominação, da luta dos nativos e do desenvolvimento. O patrimônio histórico do Centro é mais antigo do que os das cidades de Ouro Preto (MG) e de São Paulo (SP). Ao chegar ao Centro de Vitória é possível encontrar construções em excelente estado de preservação, datadas a partir da primeira metade do século XVI, quando foram construídas, após o rei português Dom João III ter introduzido o sistema de donatários para cada Capitania - faixas de terra traçadas do litoral até a linha imaginária estabelecida pelo Tratado de Tordesilhas. A Capitania do Espírito Santo ficou sob o comando de Vasco Fernandes Coutinho, que iniciou a "administração, colonização, proteção e desenvolvimento da região", conforme os objetivos de dominação da casa real portuguesa. Assim, antes mesmo de a cidade de Vitória ter sido fundada, a Capela de Santa Luzia foi construída por Duarte de Lemos, provavelmente após sua chegada à capitania, em A capela foi erguida sobre uma pedra, na região atualmente chamada de Cidade Alta. É a construção mais antiga de Vitória. Para se ter ideia de quão antiga é a capela, somente 17 anos depois, em 1554, a pouco menos de mil quilômetros de distância de Vitória, os jesuítas construíram o edifício de um colégio, marcando o início da cidade de São Paulo. A pequena igreja do Centro de Vitória é ainda mais antiga do que a cidade colonial mineira de Ouro Preto, tida como uma das mais antigas do Brasil. Ouro Preto surgiu com o nome de Vila Rica entre 1693 e 1698, provavelmente a partir de uma expedição comandada pelo bandeirante Duarte Lopes. Ou seja, Ouro Preto surgiu 130 anos após a construção da Capela Santa Luzia.

26 CAPELA DE SANTA LUZIA

27 INTERIOR E ALTAR DA CAPELA DE SANTA LUZIA

28 CATEDRAL METROPOLITANA DE VITÓRIA

29 CATEDRAL METROPOLITANA AO ENTARDECER

30 VITRAIS DA CATEDRAL

31 CONVENTO DE SÃO FRANCISCO

32 São Francisco: 1º convento franciscano da Região Sul do Brasil Colônia O Convento São Francisco começou a ser construído no final do século XVI pelos padres franciscanos frei Antônio dos Mártires e Antônio das Chagas, a pedido do segundo donatário da Capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho Filho. Além da igreja dedicada a São Francisco, a edificação abrangia as dependências necessárias ao monastério e a Capela da Ordem Terceira da Penitência. A esse conjunto foi acrescentado, posteriormente, um cemitério municipal, que funcionou até Próximo ao local, uma capela sob a invocação de Nossa Senhora das Neves passou a ser necrotério. A capela, em arquitetura colonial, ainda hoje permanece nas dependências do convento.

33 O Convento abrigou diversas irmandades, dentre elas a Irmandade de São Benedito, que se reunia na Capela da Venerável Ordem Terceira e movimentava a cidade com suas festas e procissões. Com o tempo, o Convento ficou ocioso e as autoridades civis passaram a requisitá-lo para diversas finalidades, funcionando como escola e enfermaria para atender às vitimas das constantes epidemias que atacavam a cidade na metade do século XIX. A partir daí, abrigou diversos usos, como Orfanato Cristo Rei (1926 a 1960); Residência Episcopal (1960 a 1985); Rádio Capixaba (1963 a 1973); Colégio Agostiniano (1970 a 1976) e Residência das Irmãs Carmelitas (1981 a 1985). Atualmente abriga a Cúria Metropolitana e diversas entidades ligadas à Igreja Católica. O frontispício, reformado em 1744 e 1784, foi o que restou do conjunto arquitetônico original do Convento São Francisco. Tombado pelo Conselho Estadual de Cultura em 1984, demarca o espaço do que foi o primeiro Convento Franciscano construído na Região Sul do Brasil Colônia.

34 CONVENTO DE SÃO FRANCISCO

35 CONVENTO DE NOSSA SENHORA DO MONTE DO CARMO

36 O Convento de Nossa Senhora do Monte do Carmo foi fundado em 1682 por padres carmelitas. O conjunto era formado pelo convento propriamente dito, pela Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo e pela Capela da Ordem Terceira. Todos possuíam estilo colonial, com linhas barrocas. Dois séculos depois, o Convento do Carmo se encontrava em decadência. Devido à proibição dos noviciados religiosos de formação de padres, o Convento ficou completamente abandonado, em O edifício foi, então, assumido pelo governo, sendo utilizado em várias funções, inclusive a de quartel militar. Somente após a criação, em 1895, do Bispado do Espírito Santo, o governo devolveu o Convento para a administração da Igreja Católica. O primeiro bispo do Estado, dom João Batista Correa Nery, ocupou o prédio com o Ateneu Diocesano, colégio que foi posteriormente transferido para o Convento da Penha, e com o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, que perdurou até a década de Durante a década de 1910, o convento passou por ampla reforma, ganhando mais um andar, enquanto a igreja conventual recebeu uma roupagem eclética com influências neogóticas. A capela da Ordem Terceira, que ficava ao lado da igreja, foi destruída. A responsabilidade das obras ficou no nome de André Carloni.

37 ESCADARIA DE SÃO DIOGO – UMA DAS LIGAÇÕES ENTRE AS CIDADES ALTA E BAIXA

38 A Escadaria de São Diogo foi construída ao lado de um antigo forte de proteção de Vitória, o Forte São Diogo, que tinha a posição estratégica de monitorar um dos acessos à cidade alta. A fortificação defendia o braço de mar que entrava pela Baía de Vitória em direção à Praça Costa Pereira e seguia dividido à Fonte Grande e à Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo. Devido à falta de espaço para expansão da capital, que até então possuía inúmeras fortificações, foi necessário o aterro de parte do canal de Vitória. Com isso, o forte perdeu sua utilidade, sendo removido no século XIX. O local da escadaria era chamado originalmente de Ladeira da Pedra, como ainda continua sendo denominada a sua parte superior, por não ter na época calçamento algum e uma precária escada esculpida diretamente na pedra bruta. Em 1942, foi construída uma nova escadaria e, com seu estilo eclético, mostrou maior imponência em relação ao desenho anterior característico do passado colonial. Apesar de a escadaria se manter discreta na paisagem da cidade, ainda preserva a importante função de ligar a cidade baixa, a partir da Praça Costa Pereira, à cidade alta, próximo à Catedral Metropolitana.

39 ESCADARIA MARIA ORTIZ – UMA DAS LIGAÇÕES ENTRE AS CIDADES ALTA E BAIXA

40 A Escadaria Maria Ortiz, antes chamada de Ladeira do Pelourinho, traz em seu nome a lembrança da vitória dos capixabas sobre piratas holandeses, que tentaram conquistar a ilha durante o século XVII. Alvo de piratas e de corsários desde a descoberta do Brasil, a cidade de Vitória tem um histórico de vitórias sobre piratas famosos. Um desses invasores foi o corsário holandês Pieter Pieterszoon Heyn (conhecido também como Piet Heyn), que aportou em 10 de março de 1625 e, junto com seus subordinados, atacou a vila na tentativa de conquistá-la. Entretanto, os invasores foram surpreendidos pela imprevista iniciativa da capixaba Maria Ortiz. A jovem se destacou por incentivar os vizinhos a arremessarem água fervente, brasa, pedras, entre outros objetos, sobre os holandeses que subiam pela então Ladeira do Pelourinho. Os invasores buscavam alcançar o coração de Vitória, a Cidade Alta, e dali o domínio da ilha. Seguindo o exemplo de Maria Ortiz, o povo capixaba conseguiu espantar os holandeses, que retornaram ao seu navio, atracado onde atualmente se encontra a Praça Oito de Setembro, e se foram. Em 1899, quando a Câmara Municipal decretou a nomeação e numeração de ladeiras, becos, ruas, cais e travessas, a ladeira recebeu o nome de Maria Ortiz, em homenagem à jovem. Trinta e cinco anos depois, em 1924, a mesma ladeira, já reformada, transformou-se na Escadaria Maria Ortiz, inaugurada no dia 15 de novembro. A escadaria teve como autor o engenheiro Henrique Novaes e era ladeada por belas residências coloniais. Essas moradias, entretanto, foram demolidas para a construção de novos edifícios, dentro do objetivo da época, que era promover a modernização da capital do Estado.

41 IGREJA DE SÃO GONÇALO

42 No local onde hoje se encontra a Igreja de São Gonçalo, já havia, em 1707, uma capela que foi construída pela Irmandade de Nossa Senhora do Amparo e da Boa Morte, uma irmandade de homens pardos. Passados oito anos, as irmandades solicitaram permissão para construírem, no local da capela, uma igreja dedicada a São Gonçalo Garcia. Em 2 de novembro 1766, com a presença do Visitador Diocesano, padre Antônio Pereira Carneiro, e do vigário da vila de Vitória, Antônio Xavier, a igreja foi consagrada ao santo português. Na segunda metade do século XIX a Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte e Assunção recebeu o título de Confraria. Ela foi elevada a essa categoria em virtude de provisões do Bispo Diocesano, Conde de Irajá. Posteriormente, a Confraria de Nossa Senhora da Boa Morte e Assunção tornou-se uma Arquiconfraria, sendo a única a receber esse título em Vitória. Por quase duas décadas a Igreja de São Gonçalo foi sede paroquial, Matriz e Catedral de Vitória. Isso se deu por dois motivos: a desapropriação da Igreja de São Tiago e a destruição da Igreja de Nossa Senhora da Vitória, que era a Matriz e Catedral, com o intuito de se erguer uma nova e maior Catedral. Por essa razão, os ofícios religiosos foram transferidos para a Igreja de São Gonçalo. A igreja tem estilo colonial com características barrocas em sua fachada e também no altar-mor, que tem entalhes em madeira pintados a ouro. Em 06 de novembro de 1948, a Igreja de São Gonçalo Garcia foi tombada como patrimônio histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

43 IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

44 A construção da Igreja de Nossa Senhora do Rosário foi iniciada em A estrutura principal foi concluída em dois anos, com a mão de obra escrava negra. O terreno foi doado à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos pelo capitão Felipe Gonçalves dos Santos. A igreja é afastada do núcleo original da povoação de Vitória. Seu acesso principal se dá por uma extensa escadaria voltada para o mar. As festas dedicadas a Nossa Senhora do Rosário despertavam interesse na capitania, mas para os negros da irmandade a devoção mariana não era única. Eles prestavam culto também a São Benedito, com quem se identificavam. No início do século XIX ocorreu o roubo da imagem de São Benedito do Convento de São Francisco. Proibiu-se a saída da imagem em procissão. A imagem, então, foi levada para a Igreja do Rosário pelos membros da irmandade e devotos do santo. Esse fato deu início aos famosos conflitos entre Peroás (os irmãos da Igreja do Rosário) e Caramurus (os irmãos do Convento).

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46 PALÁCIO ANCHIETA – ANTIGO COLÉGIO JESUÍTA E ATUAL SEDE DO EXECUTIVO

47 O Palácio Anchieta é uma das sedes de governo mais antigas do Brasil. A edificação sede do Governo do Estado do Espírito Santo foi construída para funcionar como colégio jesuíta. O ano de 1551 é o marco de fixação da Companhia de Jesus no Espírito Santo. Padre Afonso Brás e o irmão Simão Gonçalves fundaram o Colégio e Igreja de São Diogo, que inicialmente era uma pequena construção coberta de palha. Com a chegada dos padres Brás Lourenço e José de Anchieta à cidade, a construção recebeu uma base mais sólida. Anchieta foi um dos personagens mais significativos da ordem jesuíta no Brasil, e ficou conhecido pelo trabalho com os nativos da Região Sudeste. O túmulo simbólico do religioso se encontra no local onde era o altar-mor da antiga igreja. Até 1760, o Palácio Anchieta abrigou o Colégio de São Tiago, que ensinava a ler, a escrever, além de Filosofia e Teologia. O colégio também era a sede administrativa e a sede das missões dos jesuítas no Espírito Santo. Já a Igreja de São Tiago servia espiritualmente à sociedade. Em meados do século XVIII, por ordem de Dom José, rei português, os jesuítas foram expulsos de Portugal e de suas colônias. Como conseqüência, os bens da ordem foram incorporados ao Governo. Com isso, o colégio é transformado em sede do Governo e passou a abrigar, também, vários outros serviços, como o Hospital Militar, o Quartel e a Fazenda. No Governo de Jerônimo Monteiro ( ), foram realizadas reformas e a igreja foi desativada e totalmente descaracterizada. Nesse período, a fachada foi remodelada pelo engenheiro francês Justin Norbert e recebeu diversos elementos em estilo eclético.

48 PALÁCIO ANCHIETA ILUMINADO

49 THEATRO CARLOS GOMES

50 O Theatro Carlos Gomes foi edificado numa época em que a cidade de Vitória passava por importantes transformações urbanas, que visavam à transformação da cidade em uma capital "moderna". Ele foi edificado no Governo de Florentino Avidos ( ). Em 1924, o único teatro da cidade, o Melpômene, foi parcialmente destruído por um incêndio e o governo aproveitou a oportunidade para demoli-lo com a intenção de alargar a Praça Costa Pereira e abrir a Rua Sete de Setembro. Por utilizar a área do teatro para ampliação da praça, a administração estadual assumiu o compromisso com o município de que seria erguido um novo teatro. Então, o Theatro Carlos Gomes foi edificado por iniciativa do arquiteto autodidata e construtor André Carloni. No prédio, aproveitaram-se as colunas de ferro fundido do antigo Melpômene, na sustentação dos balcões e galerias. A obra foi concluída em janeiro de 1927 e tem um estilo arquitetônico eclético. Com a crise do café (1929), o teatro foi arrendado a uma firma particular e passou a funcionar também como cinema. Pouco tempo depois, foi vendido ao Governo Estadual, que passou a administrá-lo. O Theatro Carlos Gomes foi restaurado, pois seu terreno sofreu instabilidade, já que foi construído em área de aterro sobre o mar.

51 INTERIOR DO THEATRO CARLOS GOMES

52 VIADUTO CARAMURU – UMA DAS LIGAÇÕES ENTRE AS CIDADES ALTA E BAIXA

53 O Viaduto Caramuru foi construído em 1925 com o objetivo de ligar as ruas Dom Fernando e Francisco Araújo e servir de passagem para o bonde, que então circulava pela Cidade Alta. O bonde, entretanto, nunca chegou a atravessar o viaduto, ou porque temiam que ele não aguentasse o peso ou porque o bonde não era capaz de fazer a curva que ligava as ruas ao viaduto. Logo abaixo se encontra a Rua Caramuru, local histórico onde teria ocorrido uma batalha contra holandeses que tentaram invadir a ilha em Naquela época, a ladeira levava ao Cais São Francisco, utilizado pelos freis do Convento São Francisco. O nome do viaduto, e da rua sob ele, foi dado em homenagem aos Caramurus, membros da Irmandade de São Benedito do Convento São Francisco, que foi extinta no início do século XX. O nome surgiu a partir de conflitos com os irmãos de outra irmandade do mesmo santo, situada na Igreja do Rosário, que receberam o nome de Peroás. Durante a década de 1930, algumas casas que ficavam próximas ao viaduto foram derrubadas para o alargamento da Rua Caramuru e do viaduto, situado próximo também da Igreja de São Gonçalo. O viaduto foi reformado durante as décadas seguintes.

54 BASÍLICA OU SANTUÁRIO DE SANTO ANTONIO

55 BASÍLICA OU SANTUÁRIO DE SANTO ANTONIO ILUMINADO

56 ANTIGO PRÉDIO DA FACULDADE DE FILOSOFIA

57 ATRATIVOS CONTEMPORÂNEOS Monumento ao Imigrante; Ponte da Passagem; Praça do Papa; Praça dos Namorados e dos Desejos

58 MONUMENTO AO IMIGRANTE ITALIANO

59 Aqueles que passam pela avenida Américo Buaiz certamente já devem ter reparado no monumento que fica próximo à entrada para a Ilha do Boi. Ele é constituído por dois obeliscos em granito verde, com 30 metros de altura. Está ali o Monumento ao Imigrante Italiano, um símbolo que destaca a importância da cultura italiana na formação do povo capixaba. Seus dois obeliscos representam esses dois povos, demonstrando que a distância geográfica não é uma barreira para a integração cultural. Inaugurada em junho de 2000, a obra arquitetônica foi erguida na Praça da Itália, local que recebeu essa denominação em A forma verticalizada transformou o monumento num marco urbano de Vitória, uma construção que pode ser vista à distância e a partir de diversas perspectivas. Graças ao seu destaque, a Praça da Itália se transformou num ponto de referência da Capital. À noite, a iluminação especial é mais um detalhe que não passa despercebido. Refletores envolvem o monumento com as cores da bandeira da Itália, atraindo os olhares das pessoas que passam pela avenida Américo Buaiz e reforçando o significado da obra. A estruturação do Monumento ao Imigrante Italiano envolveu poder público e sociedade empresarial. A Prefeitura de Vitória arcou com a maior parte dos custos; a Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST), com o aço; e o empresário Bruno Zanette, com o granito. Uma comissão foi formada pelo vice-consulado da Itália para dar encaminhamento ao projeto.

60 PONTE DA PASSAGEM

61 A nova Ponte da Passagem, inaugurada em 2009, alia o designer moderno e arrojado com a melhoria do trânsito com destino a parte continental de Vitória e município da Serra. Ela é o mais novo cartão postal da capital e verdadeiro marco do desenvolvimento da Capital. Imponente nos seus 55 metros de altura, o que equivale a um prédio de oito andares, a nova ponte tem 270 metros de extensão, com 22,2 metros de largura. Os 32 cabos de aço, produto símbolo da produção e da exportação do Estado, sustentam dois tabuleiros suspensos a oito metros do espelho d'água para viabilizar, no futuro, a passagem de embarcações pelo Canal da Passagem. Onde fica Une as avenidas Fernando Ferrari e Nossa Senhora da Penha, ligando a ilha de Vitória à parte continental.

62 PRAÇA DO PAPA

63 Uma esplanada de onde é possível apreciar uma das belas vistas da cidade: a baía de Vitória, tendo ao fundo o Convento da Penha e a cidade de Vila Velha. Assim é a Praça do Papa, instalada no bairro Enseada do Suá, uma das áreas nobres da capital do Espírito Santo. Inaugurada em 2008, a Praça do Papa possui aproximadamente metros quadrados, com parque infantil, área de eventos, dois restaurantes - um deles especializado em frutos do mar - e uma lanchonete, além de estacionamento. Uma trilha leva à Reserva Ecológica Ilha do Papagaio, área adjacente à praça e onde há um mirante. Não deixe de ver Cruz Reverente: monumento comemorativo à visita do pontífice João Paulo II ao Espírito Santo, em Concebido pelo escultor grego Iannis Zavoudakis, radicado no Espírito Santo, o monumento é constituído por uma cruz de aço, com forma curvilínea, assentada sob base de concreto armado. Traz no alto uma pomba branca, simbolizando o Espírito Santo, componente da Santíssima Trindade, segundo a Religião Católica. Rosa dos Ventos: coincide com a posição geográfica da ilha como norte de navegação e traz uma esfera de inox ao centro. Onde fica Endereço: Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, s/nº, em frente ao Palácio do Café.

64 CRUZ REVERENTE

65 ROSA DOS VENTOS

66 PRAÇA DOS NAMORADOS

67 Praças dos Namorados e dos Desejos: principais áreas de lazer da capital O bairro da Praia do Canto, em Vitória, abriga duas das mais movimentadas praças da capital. Praça dos Namorados Localizada em frente à marina do Iate Clube do Espírito Santo (Ices). É uma das principais áreas de lazer da Grande Vitória. Nos finais de semana, abriga a Feira de Artesanato e Artes na Praça, que oferece artesanatos e comidas típicas capixabas, além de shows musicais e artísticos. Endereço: Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, s/nº, Praia do Canto, Vitória.). Praça dos Desejos Localizada próximo à Praça dos Namorados, também é uma ótima opção de lazer ao ar livre. Conta com pista de patinação, grande área para passeio, playground para crianças e quiosques para lanches e petiscos. A partir das quintas-feiras, alguns quiosques promovem pequenas festas e eventos musicais, como shows de forró universítário e pagode, entre outras atrações. Endereço: Avenida Saturnino de Brito, s/nº, Praia do Canto, Vitória.

68 PRAÇA DOS DESEJOS

69 MUSEUS Museu Solar Monjardim Museu de São Benedito do Rosário Museu de Arte do Espírito Santo (Maes) Museu da Vale Casa Porto das Artes Plásticas

70 MUSEU SOLAR MONJARDIM

71 MUSEUDOROSÁRIOMUSEUDOROSÁRIO

72 MUSEU DE ARTE DO ESPÍRITO SANTO (Maes )

73 MUSEU DA VALE

74 CASA PORTO DAS ARTES PLÁSTICAS

75 PARQUES Alfonso Pastore Barreiros Da Cebola Da Fonte Grande Do Moscoso Gruta da Onça Fazendinha Horto do Maruípe

76 PARQUE ALFONSO PASTORE

77 PARQUE BARREIROS

78 PARQUE ( PEDRA) DA CEBOLA ILUMINADO

79 PARQUE DA FONTE GRANDE

80 PARQUE DO MOSCOSO

81 PARQUE DA GRUTA DA ONÇA

82 PARQUE FAZENDINHA

83 HORTO DO MARUÍPE

84 PRAIAS Da Ilha do Boi De Camburi Do Canto Enseada do Suá Ilha do Frade Ilha do Frade (Das Castanheiras) Jardim Camburi Santa Helena(Curva da Jurema) Santa Helena

85 MAPA DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DAS PRAIAS DE VITÓRIA Enseada do Suá Jardim Camburi Praias da Ilha do Boi Do Canto Camburi junto ao canal Ilha do FradeSanta Helena Camburi

86 PRAIA DA JUREMA

87 PRAIA DAS CASTANHEIRAS

88 PRAIA DA ILHA DO BOI

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90 PRAIA DE CAMBURI

91 PRAIA DA ILHA DO BOI

92 PRAIA E ORLA DE CAMBURI

93 GASTRONOMIA Bares e restaurantes de Vitória recebem um certificado que atesta a excelência e qualidade dos serviços prestados à população e aos turistas. O Selo de Qualidade Turística para Bares e Restaurantes é emitido anualmente pela Prefeitura de Vitória e completou a sua nona edição em A obtenção do selo é garantida àqueles que cumpram os aspectos legais da Vigilância Sanitária. A avaliação é coordenada pela Diretoria de Turismo, em parceria com as secretarias municipais de Desenvolvimento da Cidade e de Saúde. A participação dos bares e restaurantes é facultativa e gratuita. Em contrapartida, a Prefeitura de Vitória divulga, em seu material promocional, os estabelecimentos contemplados com o selo.

94 Churrascarias e carnes Arroba Churrascaria e Bar AV CEZAR HILAL,505 BENTO FERREIRA – (27) (27) Churrascaria Sarandi AV MARECHAL MASCARENHAS DE MORAES,1995 BENTO FERREIRA (27) (27) Picanha da Praia RUA ALEIXO NETTO,208 SANTA LÚCIA (27) (27)

95 Comida variada Box 19 RUA LICÍNIO DOS SANTOS CONTE,51 Lj 18 e 19 ENSEADA DO SUÁ-(27) (27) Chopp 600 AV DESEMBARGADOR DERMEVAL LYRIO,600 Ljs. 1 e 2 MATA DA PRAIA (27) ) Delishop RUA JOSÉ TEIXEIRA,301 Loja Térreo PRAIA DO CANTO (27) (27) Diamond Restaurante V DANTE MICHELINI,4355 JARDIM CAMBURI (27) Marlim Azul Iate Clube PC DO IATE,3 PRAIA DO CANTO- (27) (27) Sabor Iá RUA JOÃO DA CRUZ,300 PRAIA DO CANTO (27) (27) Salsa da Praia RUA ELESBÃO LINHARES,15 Lj. 18 PRAIA DO CANTO (27) (27)

96 Comida árabe El Rachid AV AMÉRICO BUAIZ,200 Lj. 266 ENSEADA DO SUÁ (27) (27) Empório Árabe RUA DUKLA DE AGUIAR,187 PRAIA DO SUÁ (27) (27)

97 Cozinha brasileira A Boa Mesa RUA JOÃO DA CRUZ,385 Hotel Ibis PRAIA DO CANTO (27) Canto da Roça RUA JOÃO DA CRUZ,280 PRAIA DO CANTO (27) ) Mr. Picuí RUA JOAQUIM LÍRIO,823 PRAIA DO CANTO (27) ) Spetacollo Bar e Restaurante AV RIO BRANCO,676 SANTA LÚCIA (27) )

98 Cozinha capixaba/ Frutos do mar Ilha do Caranguejo RUA ALCINO PEREIRA NETTO,570 JARDIM CAMBURI Panela Capixaba RUA LICÍNIO DOS SANTOS CONTE,51 Lj 01 ENSEADA DO SUÁ (27) ) Papaguth AV NOSSA SENHORA DOS NAVEGANTES,700 Lj 11 ENSEADA DO SUÁ - (27) (27) Partido Alto Praia do Canto RUA JOAQUIM LÍRIO,865 PRAIA DO CANTO (27) (27) Puxada de Rede AV JUDITH LEÃO CASTELLO RIBEIRO,480 Lj 04 JARDIM CAMBURI (27) )

99 Cozinha internacional Aleixo Restaurante RUA ALEIXO NETTO,1204 Lj 02 PRAIA DO CANTO ) (27) Cotê Jardin – Novotel AV SATURNINO DE BRITO,1327 PRAIA DO CANTO (27) (27) Guest Bar e Restaurante AV DANTE MICHELINI,1057 JARDIM DA PENHA (27) ) Restaurante do Hotel Ilha do Boi RUA BRÁULIO MACEDO,417 ILHA DO BOI (27) (27) Suá Restaurante AV NOSSA SENHORA DOS NAVEGANTES,755 Térreo ENSEADA DO SUÁ (27) (27)

100 Cozinha italiana La Rustica AV JUDITH LEÃO CASTELLO RIBEIRO,SN JARDIM CAMBURI Mercador RUA ALEIXO NETTO,842 Térreo PRAIA DO CANTO (27) (27) Oriundi Ristorante RUA ELIAS TOMMASI SOBRINHO,130 SANTA LÚCIA (27) (27) Spoleto AV AMÉRICO BUAIZ,200 Lj 452/453ENSEADA DO SUÁ

101 Cozinha portuguesa Bacalhauzinho RUA DERMEVAL DE LÍRIO,600 Lj 03, 04, 05 MATA DA PRAIA (27) (27) Lareira Portuguesa AV SATURNINO DE BRITO,260 ENSEADA DO SUÁ (27) (27) Porto do Bacalhau AV ANÍSIO FERNANDES COELHO,66 Lj. 13 JARDIM DA PENHA (27) (27)

102 TEATROS Carlos Gomes Universitário SESI Galpão Centro Cultural SESC Gloria Centro Cultural Carmélia Maria de Souza Centro Cultural Casa do Folclore

103 TEATRO UNIVERSITÁRIO - UFES

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105 TEATRO SESC

106 TEATRO GLÓRIA

107 VIDA NOTURNA Triângulo das Bermudas Rua da Lama Curva da Jurema Orla de Camburi Hortomercado

108 TRIÂNGULO DAS BERMUDAS

109 RUA DA LAMA

110 BARES DA ORLA NA CURVA DA JUREMA

111 BARES DA ORLA DE CAMBURI

112 HORTOMERCADO DE VITÓRIA

113 TRADIÇÕES Bandas de Congo Desfiadeiras de siri Panelas de barro Outros artesanatos

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118 ARTESANATO: onde fazer compras Associação das Paneleiras de Goiabeiras A associação conserva a tradição de mais de 400 anos da feitura das panelas de barro. No caso de grupos, deve-se agendar visita pelo telefone (27) (27) Endereço: Galpão Provisório, próximo à Univix, Goiabeiras. Telefone: (27) (27) Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 8 às 19 horas. Mercado São Sebastião O Centro de Referência do Artesanato Capixaba funciona no Mercado São Sebastião, prédio de arquitetura neocolonial construído na primeira metade do século XX. O espaço abriga exposições de artesãos, comercialização de produtos e lanchonete. Nos 14 boxes é possível comprar especiarias, condimentos, licores, alimentos artesanais e lembranças tematizadas sobre Vitória e o Espírito Santo. Endereço: Avenida Paulino Muller, em Jucutuquara. Horário de funcionamento: terça a sexta-feira, das 14 às 20 horas, e aos sábados, das 10 às 18 horas. Mercado Capixaba Projetado pelo arquiteto Joseph Pitilick e construído para substituir o antigo mercado municipal, possui formas ecléticas e neoclássicas. Tombado em nível estadual, o prédio foi inaugurado em Acessível por duas avenidas - Princesa Isabel e Jerônimo Monteiro -, oferece artesanatos em argila, palha, bambu, entre outros. Endereço: Av. Princesa Isabel, 251, Centro. Telefone: (27) (27) Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 8h30 às 19 horas. Sábado, das 8 às 16 horas. Mercado da Vila Rubim Inaugurado em 1969, foi reconstruído sobre uma área de 4 mil metros quadrados, após um grande incêndio em Abriga 425 lojas. Além de artesanato, quase tudo é possível encontrar lá: temperos, ervas medicinais, artigos de umbanda, pescado, aves, pequenos animais, doces, roupas, doces, entre outros produtos. Endereço: Rua Orlando Rocha, 92, Vila Rubim. Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas; sábado, das 8 às 14 horas. Associação Capixaba de Artesãos (Acarte) Endereço: Avenida Hugo Viola, 955, Loja 06 - Mata da Praia. Telefone: (27) (27) Feira de Artesanato da Praça dos Namorados Endereço: Praça dos Namorados, Praia do Canto. Horário de Funcionamento: sábados e domingos, das 18 às 22 horas. Casa do Artesão Endereço: Rua Henrique de Novaes, 50, Centro. Artes do Jardim Endereço: Shopping Norte Sul, piso térreo, Jardim Camburi.

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123 APOIO AO TURISTA Delegacia de Proteção ao Turista - DPTUR – Polícia Civil Avenida Américo Buaiz, Enseada do Suá (Shopping Vitória) Telefone: (27) (27) Horário: segunda a sexta-feira, das 10 às 22 horas. Grupamento de Apoio ao Turista – Guarda Municipal Localizado no módulo nº 18 na praia da Curva da Jurema. Telefone: (27) (27) Horário: segunda a sexta-feira, das 6h20 às 19h40; sábados, domingos e feriados, das 7 às 19 horas.

124 O GAT possui 4 PITs Postos de Informações Turísticas Os postos localizam-se no Aeroporto, na Rodoviária e nas praias da Curva da Jurema e Camburi.


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