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Formação ITED/ITUR ASPECTOS A DESTACAR IEFP - Lisboa Duarte Alves / Jorge Martins Direcção de Fiscalização 23 de Julho de 2010.

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1 Formação ITED/ITUR ASPECTOS A DESTACAR IEFP - Lisboa Duarte Alves / Jorge Martins Direcção de Fiscalização 23 de Julho de 2010

2 ÍNDICE ITED Materiais Projecto Instalação Ensaios Protecções e ligações à terra Painéis didácticos

3 ÍNDICE ITUR Materiais Projecto Instalação Ensaios Simulações práticas

4 ITED - Materiais Generalidades Cumprimento dos requisitos mínimos que constam nos Manuais Garantia do cumprimento dos requisitos é da responsabilidade do projectista e instalador Necessidade de avaliação das características técnicas

5 ITED - Materiais Tecnologia de pares de cobre Diferença entre classe de ligação e categoria do componente; Classes de ligação permitidas A classe de ligação é condicionada pelo componente da menor categoria Recomendação para a utilização de componentes do mesmo fabricante Diferenças entre os vários tipos de cabos, quanto à blindagem e local de utilização

6 ITED - Materiais Tecnologia coaxial Classe de ligação permitida Caracterização, função e identificação dos vários dispositivos até às frequências máximas de trabalho: 3 GHz para os cabos coaxiais 2,4 GHz para os restantes dispositivos Tipos de conectores permitidos: Vantagens dos conectores F de compressão Diferenças entre os vários tipos de cabos, quanto à blindagem e local de utilização

7 ITED - Materiais Tecnologia fibra óptica Classes de ligação permitidas OF300 a OF1000 (monomodo) Características dos conectores tipo SC-APC Diferenças entre os vários tipos de cabos de fibras ópticas monomodo Número de fibras Imunidade à curvatura Local de instalação Fabrico (Cabos pré-conectorizados) Características dos tipos de juntas em cabos de fibras ópticas; Mecânicas Fusão Características dos tipos de terminações em cabos de fibra ópticas Pigtail Conectores

8 ITED - Materiais Tecnologia fibra óptica Características das tomadas ópticas Segurança do utilizador Existência de patilha

9 ITED - Materiais Tubagem Identificação dos vários tipos de tubagem Adequação dos tipos de tubos aos locais onde vão ser instalados Condições para a utilização de tubos anelados Salvaguarda da integridade das redes (caminhos de cabos) Requisitos dos materiais em função do local onde são instalados – regras MICE Adequação dos índices IP e IK ao local Garantia da segurança e sigilo das comunicações Utilização de fechaduras RITA nos pontos de ligação à redes públicas ATE e CEMU e caixas das CM com dispositivos

10 ITED - Materiais ATI Requisitos de espaço Caixa de apoio ao ATI (CATI) Espaço para a instalação de 2 equipamentos activos Caracterização dos RC Local para a instalação do ATI Utilização de bastidor de cablagem estruturada com funções de ATI, no ETP

11 ITED - Materiais ATI Requisitos funcionais: Utilização da ZAP na flexibilização do ATI Interligação com equipamentos activos Simulação de distribuição dos serviços de comunicações electrónicas suportados nas três tecnologias, pelos diferentes espaços: Configuração do ATI para serviços de Voz, IPTV, Internet, SMATV, MATV e CATV e um operador Ethernet Alimentação eléctrica e ligação à terra

12 ITED - Materiais ATE Requisitos dos materiais Requisitos de espaço Caracterização dos tipos de ATE Armário único Multi-armário Armário Bastidor Caracterização, vantagens e desvantagens das várias soluções para a constituição dos secundários dos RG Blocos Painéis Disposição dos RG no interior do ATE Garantia de espaço para a acomodação dos primários dos RG Alimentação eléctrica e ligação à terra

13 ITED - Materiais ATE Armário Bastidor Armário único

14 ITED - Projecto Generalidades Contacto com a câmara municipal para saber qual o tipo de edifício Existência de edifícios que suscitam duvidas (ex. Moradias em banda) Simbologia a adoptar Necessidade de legendas Possibilidade de ser baseada na existente no Manual ITED 1ªedição Fichas técnicas Adaptadas ao tipo de edifício (FAQ 3 – Questões técnicas genéricas) Possibilidade de serem baseadas nas existentes no Manual ITED 1ªedição

15 ITED - Projecto Tecnologia de pares de cobre Definição de canal Distância máxima do canal inferior a 100 metros Topologia de rede em estrela, colectiva e individual Adequação dos materiais ao local onde são instalados – regras MICE Dimensionamento do secundário do RG-PC Caracterização da solução projectada para a constituição do secundário do RG-PC Diagramas com a disposição do RG-PC no interior do ATE

16 ITED - Projecto Tecnologia de pares de cobre Definição de PD Necessidade de energia eléctrica Projecto de PD em edifícios não residenciais (escritórios, industriais, comerciais, etc...) Zonas que potencialmente necessitem de telecomunicações 1 PD por piso e em cada 1000m 2 Diagramas com a disposição dos dispositivos a incluir nos PD, para edifícios não residenciais;

17 ITED - Projecto Tecnologia coaxial Distância máxima do canal inferior a 100 metros; Topologia da rede CATV e S/MATV CATV – redes colectiva e individual em estrela Vantagens e desvantagens da topologia estrela para a rede de S/MATV; Adequação dos materiais ao local onde são instalados – regras MICE Dimensionamento e constituição do secundário do RG-CC CATV e S/MATV Diagrama com a disposição dos RG-CC no interior do ATE Elaboração dos cálculos das atenuações para a frequências de teste previstas na rede CATV;

18 ITED - Projecto Tecnologia coaxial Identificação e caracterização dos vários tipos de Cabeças de Rede (CR) e respectivas antenas Dimensionamento da CR em função da cobertura de modo a garantir os valores recomendados nas tomadas Escolha do sistema MATV/SMATV em função da localização do edifício Sistema digital em zonas onde exista cobertura digital Avaliar a necessidade de projectar a recepção analógica e da previsão do Switch-off Diagrama com a disposição dos dispositivos a incluir nos PD, para edifícios não residenciais

19 ITED - Projecto Tubagem Aplicação das fórmulas para o dimensionamento da rede de tubagem Adequação dos materiais ao local onde são instalados – regras MICE Escolha da solução de tubagem em função do tipo de edifício Avaliação da necessidade de desdobrar o ATE Localizações possíveis para a instalação do ATE Constituição do ATE em função do tipo de edifício Salas técnicas Regras para a previsão de PD, ATE e ATI e características técnicas dos mesmos em edifícios não residenciais Dimensionamento da CVM Regras do Manual ITUR 1ª edição

20 ITED - Instalação Tubagem Cumprimento dos ângulos e raios de curvatura previstos O raio de curvatura dos tubos deve ser superior ou igual a 6 vezes o diâmetro externo dos tubos. Os ângulos de curvatura nos tubos devem ser sempre iguais ou superiores a 90º Utilização de caixas de passagem Instalação das caixas na altura adequada Instalação de calhas e caminhos de cabos Utilização de acessórios adequados

21 ITED - Instalação Cablagem Cumprimento dos ângulos e raios de curvatura definidos pelo fabricante Existência de folga no interior das caixas de passagem Numeração e etiquetagem dos cabos Garantia das distâncias em relação aos cabos de energia eléctrica Proibição de partilha do mesmo tubo ou compartimento de calha A distância poderá não ser considerada para distâncias inferiores a 35 metros Nos últimos 15 metros para distâncias superiores a 35 metros Redes de cabo coaxial Saídas dos dispositivos não utilizadas devidamente carregadas Ajuste da CR com recurso a um medidor de nível

22 ITED - Instalação Exemplos Maus exemplos Bons exemplos

23 ITED - Ensaios Tecnologia de pares de cobre Configuração do equipamento de teste de acordo com a norma adequada Explicação dos vários parâmetros que são ensaiados Realização do ensaio de modo a garantir a classe da ligação prevista Simulação de falhas na cablagem com detecção e correcção das mesmas a partir da informação do equipamento de teste

24 ITED - Ensaios Tecnologia de pares de cobre Parâmetros que não passam Causas possíveisSolução para a correcção Atenuação Atraso de propagação Comprimentos acima do 100mExistência de mais de um canal Calculo incorrecto do comprimento do cabo, NVP incorrecto Procedimentos de Auto-calibração, indicados pelo fabricante NEXT ACR Utilização de dispositivos que não satisfazem no mínimo a categoria adequada Utilização de dispositivos que satisfaçam no mínimo a categoria adequada Desentrançamento excessivo dos vários pares junto aos conectores Desentrançar apenas o suficiente para efectuar a ligação Má qualidade dos cabos e conectores utilizados Utilização cabos e conectores que cumpram os requisitos mínimos impostos pelo Manual ITED Perdas por retornoUtilização de dispositivos com impedâncias características diferentes Utilizar cabos e conectores da mesma categoria. Escolha correcta do tipo de cabo no equipamento antes de efectuar o ensaio Má qualidade das ligações efectuadas, resistências de contacto muito elevadas Cumprir com as boas práticas de instalação. Utilização de ferramentas de ligação adequadas. Má qualidade dos cabos e conectores utilizados Utilização cabos e conectores que cumpram os requisitos mínimos impostos pelo Manual ITED

25 ITED - Ensaios Tecnologia coaxial Explicação dos vários parâmetros que são ensaiados Medição da atenuação na rede de CATV para as frequências de teste Medição dos parâmetros na rede de MATV/SMATV e explicação dos mesmos Medição da resistência de lacete das várias ligações Realização do ensaio de modo a garantir a classe da ligação prevista Detecção de falhas na cablagem e correcção das mesmas com recurso ao procedimento de falha (anexo B – Manual ITED 2ª edição)

26 ITED - Ensaios Tecnologia fibra óptica Explicação dos vários parâmetros que são ensaiados Realização do ensaio para verificar as perdas calculadas no projecto Simulação de falhas na cablagem com detecção e correcção das mesmas a partir da informação do equipamento de teste

27 ITED - Ensaios Tecnologia fibra óptica FIBRA ÓPTICA Classe de Ligação CategoriaAtenuação máxima do canal (dB) 1310nm1550nm OF-300 OM1, OM2, OM3, OS1, OS21,8 OF-500 OM1, OM2, OM3, OS1, OS222 OF-2000 OM1, OM2, OM3, OS1, OS23,5 OF-5000OS1, OS244 OF-10000OS1, OS266 Notas: OF - x, x representa o comprimento máximo do canal As atenuações máximas constam da EN50173, a tabela não dispensa a consulta desta norma A classes prevêem um limite máximo de perdas para conectorização. Para a classe OF-300 o limite é 1,5 dB

28 ITED Protecções e ligações à terra Verificar a ligação do mastro das antenas à terra Ligação à terra dos descarregadores coaxiais Ligação à terra dos equipamentos e dispositivos

29 ITED - Painéis didácticos Apoio à formação Exemplo de como executar uma instalação Permite aferir a capacidade do formador na interpretação das regras técnicas Terá de simular um edifício no mínimo de 4 fogos: Tubagem – Deverá ser executada a tubagem para a simulação dos 4 fogos Cablagem - Deverá ser executada no mínimo a simulação para 1 dos fogos, onde se incluem todas as redes colectivas obrigatórias (pares de cobre, fibra óptica, CATV, MATV) e a respectiva rede individual

30 ITED - Painéis didácticos Simulação de um edifício com 4 fogos Utilização do bastidor como ATE

31 ITED - Painéis didácticos Simulação de edifício com 4 fogos 2 fogos são para uso profissional Tubagem constituída por tubos e calhas

32 ITED - Painéis didácticos Simulação de um edifício Está cablado só um fogo Tubagem embebida Utilização de meios informáticos de apoio na simulação

33 ITED - Amostras de materiais Materiais que excedem os requisitos mínimos definidos no Manual ITED 2ª edição Pretende-se demonstrar aos formandos a existência de materiais tecnologicamente mais evoluídos Em caso de dificuldade de aquisição, bastam amostras para apoio às aulas teórico-práticas: Cabos multi-pares de categoria 6 (poderá utilizar-se uma amostra de cabo de categoria 5) Cabos de categoria 7 (poderão utilizar-se amostras de chicotes de interligação de categoria 7) Tomadas mistas e cabos híbridos com as 3 tecnologias (poderão utilizar-se uma amostra com 2 tecnologias) Cabo de fibra óptica pré-conectorizado

34 ITUR- Materiais Tubagem Identificação e caracterização dos tipos de tubos a utilizar nas ITUR e respectivos acessórios: Uniões, espaçadeiras, tampões Identificação e caracterização dos tipos de CV a utilizar nas ITUR e respectivos acessórios: Tampas, poleias, barras de fixação Cargas de tráfego e ruptura Caracterização dos armários de distribuição Dimensões mínimas Adequação aos local de instalação, índices IP e IK – Regras MICE Escolha do pedestal em função do tipo de armário

35 ITUR- Materiais Tubagem Considerar a utilização de bastidores sempre que existam salas técnicas Grupo de 64 fogos que não estejam no mesmo edifício Características e condicionantes das galerias e salas técnicas As galerias não podem ser utilizadas para a instalação dos ATU

36 ITUR - Materiais ATU Adequação ao local (índices IP e IK) – Regras MICE Requisitos de espaço Recomendação 600x300x2200mm (largura x profundidade x altura), por operador. Disposição dos RU no interior do ATU Garantia de espaço para a acomodação dos primários dos RU Alimentação eléctrica e ligação à terra Arrefecimento

37 ITUR - Materiais Cablagem Tecnologia de pares de cobre Condições para a utilização de pares de cobre do tipo TE1HE e T1EG1HE (condutas subterrâneas) Possibilidade de utilização de cabos de categoria superior Tecnologia coaxial Adequação à instalação em exterior, frequência máxima de trabalho 1 GHz Tecnologia óptica Adequação à instalação em exterior, monomodo

38 ITUR - Projecto Generalidades Contacto com a câmara municipal para saber qual o tipo de ITUR Existência de ITUR que sofrem alterações de definição Simbologia a adoptar Necessidade de legendas Possibilidade de ser baseada na existente no Manual ITED 1ªedição Fichas técnicas Adaptadas ao tipo de edifício Possibilidade de serem baseadas nas existentes no Manual ITED 1ªedição

39 ITUR - Projecto Cablagem Tecnologia de pares de cobre Avaliação dos aspectos funcionais dos edifícios da ITUR Regras de dimensionamento Numero de pares por fogo Tecnologia coaxial Avaliação dos aspectos funcionais dos edifícios da ITUR Regras de dimensionamento Escolha da topologia Garantia dos valores dos níveis de sinal nos RG e RC Rede híbrida para grupos de 256 fogos Tecnologia fibra óptica Avaliação dos aspectos funcionais dos edifícios da ITUR Regras de dimensionamento Numero de fibras por fogo

40 ITUR - Projecto Tubagem Verificação dos dados e requisitos funcionais Numero de edifícios e suas características Localização de outras infra-estruturas no subsolo Numero de ligações previstas e pontos de entrada e saída Aplicação das fórmulas para o dimensionamento da rede de tubagem, para os vários troços de rede Adequação dos materiais ao local onde são instalados – regras MICE Escolha da solução de tubagem em função dos características da Urbanização Tubos, armários e CV Galerias e salas técnicas Dimensionamento da CVM

41 ITUR - Instalação Tubagem e cablagem Instalação de tubos, armários e CV: Regras para a execução das formações e ligação às CV Distâncias para a colocação de acessórios (uniões, espaçadeiras, etc...) Regras de acomodação e aterro dos tubos em vala Regras para a ligação dos armários e pedestais às CV Distâncias para tubagens de outras especialidades Instalação de galerias e salas técnicas: Avaliação da possibilidade de instalação Cumprimento das regras de dimensionamento Cumprimento das raios e ângulos de curvatura dos cabos, previstos pelo fabricante Cumprimento das regras de segurança e avaliação de riscos

42 ITUR - Ensaios Tubagem e cablagem Realização dos ensaios previstos no Manual ITUR, na ITUR executada Execução de ensaios e do REF Equipamento para os ensaios de desobstrução da tubagem, mandril:

43 ITUR - Simulações Práticas Apoio à formação Execução no mínimo da rede de tubagem da ITUR privada, constituída por um ATU e uma CV Recomenda-se simulação no exterior para ser mais real Permite a execução da rede de cablagem de uma ITUR privada

44 ITUR - Simulações Práticas Simulação em exterior Utilização de CV em betão e simulação da vala Visualização das camadas de areia e da formação Instalação dos RU no ATU

45 ITUR - Simulações Práticas Simulação no exterior Inclui uma rede principal constituída por vários tipos de CV ligações à CVM dos edifícios e ligações da CVM aos ATE ou CEMU

46 ITUR - Simulações Práticas Simulação em sala Utilização de CV em material plástico Necessidade de complemento com fotos, vídeos ilustrativos e visitas de estudo a ITUR reais

47 Duarte Alves Jorge Martins Duarte Alves Jorge Martins Direcção de Fiscalização


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