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IMPLANTAÇÃO DA NR 32 NO HOSPITAL CRUZ AZUL DE SÃO PAULO 24/10/2009 Sorocaba – SP SINDHOSP -Médico do Trabalho Comissão Regional NR 32 - SP Dr. Cláudio.

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1 IMPLANTAÇÃO DA NR 32 NO HOSPITAL CRUZ AZUL DE SÃO PAULO 24/10/2009 Sorocaba – SP SINDHOSP -Médico do Trabalho Comissão Regional NR 32 - SP Dr. Cláudio Alves de Lima Nascimento

2 Diário Oficial Nº 219 DOU de Portaria MTE Nº 485 de Norma Regulamentadora – NR 32 Segurança e Saúde no trabalho em serviço de Saúde ITEMDESCRIÇÃO SITUAÇÃO ATUAL PRAZOObservações 32.1 Do objetivo e campo de aplicação Assistência à saúde em geral I (05 meses) Promoção, recuperação, assistência, pesquisa e ensino em saúde I (05 meses) 32.2 Dos Riscos Biológicos Probabilidade de exposição ocupacional a agentes biológicos I

3 Objetivos : Demonstrar a experiência do Hospital Cruz Azul de São Paulo, nas diversas fases da implantação da NR 32.

4 CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS RISCO BIOLÓGICO NR 32 NIVEL DE BIOSEGURANÇA CLASSE DE RISCO 1 BAIXO RISCO INDIVIDUAL NBS-1 NÍVEL BÁSICO DE CONTENÇÃO. PRECAUÇÕES UNIVERSAIS CLASSE DE RISCO 2 RISCO INDIVIDUAL MODERADO. PODEM CAUSAR DOENÇAS AO SER HUMANO. NBS-2 TRABALHO COM FLUIDOS ORGÂNICOS. PRECAUÇÕES UNIVERSAIS E CONTENÇÃO PRIMÁRIA CLASSE DE RISCO 3 RISCO INDIVIDUAL ELEVADO. PODEM CAUSAR DOENÇAS E INFECÇÕES GRAVES AO SER HUMANO NBS-3 BARREIRAS PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS (ISOLAMENTO CONTROLADO E VENTILAÇÃO ADEQUADA) CLASSE DE RISCO 4 RISCO INDIVIDUAL ELEVADO. PODEM CAUSAR DOENÇAS GRAVES E FATAIS AO SER HUMANO NBS-4 ÁREA ISOLADA COM ACESSO RIGOROSAMENTE ISOLADO E CONTROLADO

5 HOSPITAL CRUZ AZUL DE SÃO PAULO SAÚDE E EDUCAÇÃO LOCALIZADO EM SÃO PAULO – SP 2500 FUNCIONÁRIOS 536 Leitos 24 HORAS Superintendência : Coronel Felizardo Diretor Clinico : Dr. Cláudio Alves de Lima Nascimento

6 Antes da NR 32 não havia padronização que desse resposta a inúmeros casos de insegurança e riscos no trabalho em hospitais e estabelecimentos de saúde. Os profissionais eram regidos, muitas vezes, por intuição. Com o tempo, passaram a adotar pedaços, ora de uma lei, ora de outra. Faltava uma norma específica para os riscos de agentes biológicos, frequente aos ambientes hospitalares. Antes da NR 32 não havia padronização que desse resposta a inúmeros casos de insegurança e riscos no trabalho em hospitais e estabelecimentos de saúde. Os profissionais eram regidos, muitas vezes, por intuição. Com o tempo, passaram a adotar pedaços, ora de uma lei, ora de outra. Faltava uma norma específica para os riscos de agentes biológicos, frequente aos ambientes hospitalares. Introdução :

7 Surgiu de uma solicitação dos próprios trabalhadores que se sentiam totalmente desprotegidos e fizeram a reivindicação à comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP). Esta acolheu e criou o grupo técnico, responsável pela elaboração do texto básico que foi colocado em consulta pública em Dezembro de Após o prazo para o envio de sugestões, formou-se o Grupo Técnico Tripartite (GTT) que discutiu e aprovou por consenso o texto final, ratificado pela CTPP e assinada pelo Ministro do trabalho e Emprego, Sr. Luiz Marinho. NR 32 - Segurança e Saúde no trabalho em Serviços de Saúde.

8 A norma apresenta diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral. NR 32 - Segurança e Saúde no trabalho em Serviços de Saúde.

9 Feita por Brasileiros e Brasileiras, para brasileiros e brasileiras É A PRIMEIRA NORMA NO MUNDO QUE REGULAMENTA A SAÚDE E SEGURANÇA DOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE. É A PRIMEIRA NORMA NO MUNDO QUE REGULAMENTA A SAÚDE E SEGURANÇA DOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE. NR 32 - Segurança e Saúde no trabalho em Serviços de Saúde.

10 A Implantação da NR 32 deve priorizar: A Implantação da NR 32 deve priorizar: Capacitação dos Trabalhadores Implantar níveis de segurança biológica (NSB) As medidas de Proteção Programas de Prevenção de riscos e de controle da saúde ocupacional NR 32 - Segurança e Saúde no trabalho em Serviços de Saúde.

11 Classsificação de risco dos agentes biologicos Risco biologico NR 32Nivel de Biosegurança Classe de RISCO 1 BAIXO RISCO INDIVIDUAL PARA O TRABALHADOR E PARA A COLETIVIDADE, COM BAIXA PROBABILIDADE DE CAUSAR DOENÇA AO SER HUMANO NBS – 1 Representa um nível básico de contenção que se baseia nas práticas padrões de precauções universais sem uma indicação de barreiras primárias ou secundárias com exceção de uma pia para higienização das mãos Classe de risco 2 Risco individual moderado para o trabalhador e com baixa probabilidade de disseminação para a coletividade. Podem causar doenças ao ser humano, para as quais existem meios eficazes de profilaxia ou tratamento NBS – 2 É adequado para qualquer trabalho que envolva sangue humano, liquido corporais, tecido ou linhas de células humanas primárias onde a presença de um agente infeccioso pode ser desconhecida. Utilizar precauções universais e equipamentos de contenção primária. As barreiras secundárias como pias para higienização das mãos e instalações para descontaminação

12 Classsificação de risco dos agentes biologicos Risco biologico NR 32Nivel de Biosegurança Classe de RISCO 3 Risco individual elevado para o trabalhador e com probabilidade de disseminação para a coletividade. Podem causar doenças e infecções graves ao ser humano, para as quais nem sempre existem meios eficazes de profilaxia ou tratamento NBS – 3 Enfatizamos as barreiras primárias e secundárias para protegermos os funcionários de áreas contíguas, a comunidade e o meio ambiente (isolamento controlado e sistema de ventilação adequado ) Classe de risco 4 Risco individual elevado para o trabalhador e com probabilidade elevada de disseminação para a coletividade. Apresenta grande poder de transmissibilidade de um indivíduo a outro. Podem causar doenças graves ao ser humano, para as quais não existem meios eficazes de profilaxia ou tratamento NBS – 4 É indicado para o trabalho que envolve agentes exóticos e perigosos que exponha o individuo a um alto risco de contaminação de infecções perigosas com potencial de transmissão por aerossóis. Obrigatório isolamento de área com acesso restrito com ventilaçaõ e destino de lixo especiais

13 Riscos Químicos Toda droga é uma droga. Exposição a agentes químicos Memorial descritivo químico de todos os setores Capacitação Todo produto químico deve ser identificado Padronização pelo diagrama de Hommel PGResiduos Responsável técnico

14 Trabalho com quimioterápicos antineoplásicos CapacitaçãoCapacitaçãoCapacitaçãoFispq Acidente ambiental Vestimenta adequada Epi e Epc Anvisa RDC 220 Anvisa RDC 50 Normas ISO Estar habilitado Estar capacitado Aerossóiscarcinógenos

15 Radiações ionizantes Risco fisico Plano de proteção radiológica PPR CNEN Sinalização visível Símbolo da radiação ionizante His pac Epi e EPC Monitoração individual Dosimetria Programa de monitoramento periódico de área capacitação

16 Etapas de Planejamento e Implantação da NR 32 - Hospital CRUZ AZUL DE SÃO PAULO SESMT DIREÇÃO APROVAÇÃO

17 MEDIDAS ADOTADAS PARA A IMPLANTAÇÃO DA NR 32 1º Passo Criação de Comissão de implantação da NR 32, composta por: Presidente, secretário (responsável pelas atas). Presidente, secretário (responsável pelas atas). Envolvimento de profissionais de diversos setores para a elaboração da norma, como Diretoria, SCIH, SESMT, SND, SADT, Radiologia, Serviço de Higienização, Chefia de Enfermagem, Engenharia de Manutenção, Arquitetura, CIPA, Coordenação Médica etc...

18 2º Passo Treinar todos os componentes da Comissão referente à NR 32.

19 3º Passo Criar Plano de ação com estabelecimento de prazos metas e responsáveis. I – NI –EFI –C (atividades) Criar Plano de ação com estabelecimento de prazos metas e responsáveis. I – NI –EFI –C (atividades) ITEM DA NR32 DESCRIÇÃO SITUAÇÃO ATUAL PRAZOOBSERVAÇÕES 32.1 Do objetivo e campo e aplicação I (05 meses) Administração Assistência à saúde em geral I (05 meses) Administração 32.2 Dos Riscos biológicos Probabilidade de exposição ocupacional a agentes biológicos I (05 meses) CCIH - sesmet

20 Matriz GUT G - Gravidade U – Urgência T - Tendência

21 Diário Oficial Nº 219 DOU de Portaria MTE Nº 485 de Norma Regulamentadora – NR 32 Segurança e Saúde no trabalho em serviço de Saúde ITEMDESCRIÇÃO SITUAÇÃO ATUAL PRAZOGUT 32.1 Do objetivo e campo de aplicação Assistência à saúde em geral I (05 meses) Promoção, recuperação, assistência, pesquisa e ensino em saúde I (05 meses) 32.2 Dos Riscos Biológicos Probabilidade de exposição ocupacional a agentes biológicos I

22 MATRIZ GUT

23 4º Passo Realizar levantamentos de pendências e organização das estruturas já existentes na instituição. Realizar levantamentos de pendências e organização das estruturas já existentes na instituição.

24 5º Passo Elaboração de novas rotinas de trabalho Elaboração de novas rotinas de trabalho

25 Treinar e capacitar os funcionários Obs: a todo momento a NR menciona sobre a importância do treinamento e capacitação. do treinamento e capacitação. 6º Passo

26 O que mudou e trouxe alterações para o Hospital? Profissionais mais conscientes e capacitados sobre os riscos existentes no ambiente de trabalho. A diretoria fica mais participativa. Melhoria da qualidade de vida e do ambiente profissional. Valorização do SESMT Mudança cultural e de hábitos

27 Dificuldades Encontradas Fator Econômico Fator Econômico Fatores Técnicos Fatores Técnicos Fatores Operacionais Fatores Operacionais Reunir todos os profissionais envolvidos nas reuniões da envolvidos nas reuniões da comissão. comissão. Treinamento do Corpo Clinico. Mudança cultural / hábitos Mudança cultural / hábitos

28 Aumentar o interesse dos profissionais da área da saúde para o assunto, propiciando ampla discussão do problema. Aumentar o interesse dos profissionais da área da saúde para o assunto, propiciando ampla discussão do problema. Interação com outros hospitais para que, unidos, possamos nos fortalecer para tomada de posição frente às dificuldades e para encontrarmos soluções. Interação com outros hospitais para que, unidos, possamos nos fortalecer para tomada de posição frente às dificuldades e para encontrarmos soluções. Capacitar Corpo Clínico em sua totalidade. Capacitar Corpo Clínico em sua totalidade. Empresas terceiras integradas no processo de capacitação e implantação. Implantação total da NR 32. Desafios

29 PRAZOS E REQUISITOS DE CADA ETAPA A SER IMPLANTADA A PARTIR DE: Vigência : Abril 2006 Capacitação dos Trabalhadores: Outubro 2006 Outubro 2006 Implantação do PCMSO e do PPRA Específicos : Dezembro 2006 Reformas e adequações dos equipamentos : Abril 2007

30 CONCLUSÃO Proporcionar um ambiente seguro e saudável aos funcionários não é custo, porém respeito: Respeito à você; à todos que se utilizam dos serviços da empresa; à empresa, e; Aos investimentos da empresa.

31 Capacitação NR 32 InformaçãoComunicaçãoAção Capacitaçaõ quanto as resíduos Capacitação quanto ao serviço de limpeza e conservação Capacitação quanto aos riscos biologicos Capacitação quanto aos riscos químicos Capacitação quanto ao trabalho com radiação ionizante

32 Agradecimentos Ao SINDHOSP Grupo de segurança ocupacional do SINDHOSP Ao SESMT do Hospital CRUZ AZUL DE SÃO PAULO Aos Admnistradores e gestores Aos profissionais da saúde em geral A todos os profissioniais envolvidos na prevenção de acidentes e doenças E principalmente a Deus....

33 Dr. Cláudio Alves de Lima Nascimento Médico do Trabalho Hospital Cruz Azul de São Paulo 24/10/2009 Obrigado pela atenção !!!


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