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1 A Secil Martingança saúda a Universidade Nova de Lisboa.

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1 1 A Secil Martingança saúda a Universidade Nova de Lisboa

2 2 Uma gama alargada de Produtos...

3 3 Carlos Duarte e José Alvarez, Abril de Apresentação da Empresa 2. Breve História das Argamassas 3. Conceitos básicos 4. Directiva dos Produtos da Construção e Marcação CE 5. Produtos da Empresa: Cal Hidráulica e Argamassas Secas 6. Patologias de Argamassas: Fissuração, Eflorescências, etc.

4 4 Na Construção, desde Secil Martingança Cal Hidráulica: Fornos e Moagem

5 5 1990: Secil, SA adquire 51% do Capital Social Secil Martingança, Aglomerantes e Novos Materiais para a Construção, Lda Nova designação: Maceira – Produtos e Aglomerantes para a Construção Civil, Lda

6 6 A empresa no Grupo Secil Cimento Préfabricados e Materiais de Construção Betão Pronto e Agregados Actividades Diversas Actividades Financeiras Secil, SA 51%

7 7 Secil Martingança: Localização Sede e Fábrica de Cal Hidráulica: Maceira, Leiria Fábrica de Argamassas Secas, Pataias, Leiria Escritório em Lisboa

8 8 Secil Martingança: Números Vendas (2004): 11 milhões de Euros Trabalhadores (2004): 83 Nº 976 das 1000 Maiores (VAB), Expresso, Out Nº 246 das 1500 Maiores PME, Semanário Económico, Nov.2004

9 9 Secil Martingança: Fábricas Pataias Maceira Cal HidráulicaArgamassas Secas

10 10 Qualidade A Secil Martingança é uma empresa cujo Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) está certificado pela APCER Cal Hidráulica, Colas de Construção, Argamassas de Alvenaria, Betonilha e RHP: Marcação CE 9 variedades de RHP e 3 Argamassas de Alvenaria encontram-se certificadas pela Certif

11 11 História das Argamassas (I) Os primeiros fornos datam de há cerca de anos, produzindo Cal por ustulação de pedra calcária: CaCO 3 CaO + CO 2 CaO + H 2 O Ca(OH) 2 Regando o CaO com água (apagar a cal) obtem-se um pó branco fino, que foi o primeiro Aglomerante Não Hidráulico: Cal Hidratada ou Apagada. Reacção exotérmica!

12 12 História das Argamassas (II) Cinzas vulcânicas ou pozolanas Pó de Tijolo ou de Telha Cal Hidratada Areias Matérias orgânicas (gorduras) As Argamassas utilizadas pelos Romanos eram constituídas essencialmente por:

13 13 História das Argamassas (III) A construção em zonas marítimas e fluviais levou o Homem a procurar Aglomerantes Hidráulicos. O estudo das Argamassas foi desenvolvido com êxito pelo engenheiro inglês John Smeaton ( ), a quem foi confiada a edificação do 4º farol de Eddystone (Plymouth, Inglaterra).

14 14 História das Argamassas (IV) 1824: o inglês Joseph Aspdin patenteou o processo de fabrico do Cimento, que designou por Portland, devido à sua semelhança com a pedra de construção da Ilha de Portland.

15 15 História das Argamassas: Linha de Tempo Primeiras Argamassas conhecidas (Aztecas e Galileia) Roma: uso de pozolanas AC Séc Farol de Eddystone: ligantes hidráulicos Patente do Cimento Portland (Aspdin) 1ª Fábrica de Cal Hidráulica (França) 1ª Fábrica de Cimento (Inglaterra) Fábrica de Cal Hidráulica (Martingança 1ª Fábrica de Cimento em Portugal (Alhandra) Directiva Europeia dos Produtos da Construção Secil Mart.: desenv. das Argamassas Secas Marcação CE do Cimento Portland e seguintes Marcação CE das Argamassas de Construção

16 16 Mistura de: um ou mais ligantes inorgânicos agregados adjuvantes Água usada como revestimento exterior e interior. Argamassas de Revestimento (Rebocos) Definição segundo a Norma Europeia de Argamassas EN (Rebocos Exteriores e Interiores) Definição de Argamassa (I)

17 17 Definição de Argamassa (II) Argamassas de Alvenaria Mistura de: um ou mais ligantes inorgânicos agregados aditivos água para a ligação de alvenarias, usadas na construção de paredes e muros. Definição segundo a Norma Europeia de Argamassas EN (Argamassas de Alvenaria)

18 18 Ligantes Hidráulicos e não Hidráulicos Hidráulicos Não Hidráulicos Até debaixo de água! Cal Hidratada Atmosfera, CO 2 Cal Hidráulica Cimento Portland Endurecem por um processo de cura rápida (hidratação), reagindo com a água de amassadura Endurecem por um processo de cura lenta (carbonatação), reagindo com o CO2 da atmosfera

19 19 Argamassas Tradicionais Argamassas Hidráulicas Usam Ligantes Hidráulicos (Cimento Portland ou Cal Hidráulica) Argamassas Não Hidráulicas Usam Ligantes Não Hidráulicos ( Cal Hidratada) Argamassas Bastardas Usam os dois tipos de Ligantes (Hidráulicos e Não Hidráulicos)

20 20 Rebocos: Tradicionais vs. feitos em Fábrica Reboco Tradicional Reboco feito em Fábrica Legenda: 1 – suporte; 3 – chapisco; 4 – emboço; 5 – acabamento (eventual);

21 21 Argamassas Preparadas em Obra: más condições! Cimento e Areia expostos às intempéries Medição dos componentes a balde, sem registo Formulações dependentes do operador ? ? Dúvidas: o Areias lavadas e calibradas? o Aditivos? Ficha Técnica? o Consistência da preparação?

22 22 Argamassas: Obra vs. Fábrica Argamassas Preparadas na Obra: Argamassas Recebidas de Fábrica: Composições estudadas Fabrico rigoroso, com registos Cumprimento de Normas Propriedades consistentes Produtividade na aplicação Desperdício reduzido Ficha Técnica Organização do Estaleiro

23 23 Argamassas feitas em Fábrica As Argamassas feitas em Fábrica evitam os defeitos mencionados

24 24 A Marcação CE em Produtos da Construção Directiva dos Produtos da Construção 89/106/EEC

25 25 A Marcação CE garante a conformidade com determinados requisitos essenciais: A Marcação CE em Produtos da Construção 1.Resistência Mecânica e Estabilidade 2.Segurança no caso de Fogo 3.Saúde, Segurança e Ambiente 4.Segurança para o Utilizador 5.Protecção contra o Ruído 6.Economia de Energia e Isolamento Térmico

26 26 A Marcação CE em Produtos da Construção Cais de Construção (NP 459:2002): desde Julho de 2003 Colas de Construção (EN 12004): desde Abril de 2004 Argamassas de Pavimentos (EN 13813): Agosto de 2004 Argamassas de Alvenaria (EN 998-2): Fevereiro de 2005 Argamassas de Reboco (EN 998-1): Fevereiro de 2005 Agregados (várias Normas): Junho de 2004 A Marcação CE é um passaporte sem o qual os produtos não podem ser comercializados na UE.

27 27 Secil Martingança: Produtos Cal Hidráulica Martingança Argamassas Secas Tratamento de Superfícies

28 28 Cal Hidráulica Martingança: definição Ligante Hidráulico constituído por: Cal Hidráulica Natural Designação: EN NHL 5 Silicatos e Aluminatos de Cálcio Hidróxido de Cálcio Marcação obrigatória desde Jul.2003

29 29 Cal Hidráulica Martingança: fabrico

30 30 Cal Hidráulica vs. Cimento Portland Contribuição para a Resistência à Compressão dos componentes principais do Cimento Portland Cal Hidráulica NHL 5 (5 MPa)

31 31 Cal Hidráulica Martingança: aplicações 1. Argamassas Assentamento, Enchimento, Acabamento Ligante hidráulico único ou misturado com Cimento 3. Substituto do filler nos Pavimentos Betuminosos 2. Tratamento de Solos (Estabilização/Consolidação) Melhora a resistência à penetração das águas Melhora a consistência do betuminoso Melhora a resistência à fissuração Melhora o índice CBR ( California Bearing Ratio ) Reduz a humidade (poder excicante) aglutinando as partículas

32 32 Cal Hidráulica Martingança: Vantagens Excelente binómio preço-qualidade Resiste à fissuração Perfeita (e durável) aderência aos suportes Permite a respiração dos suportes, opondo-se à travessia da água líquida Misturada com Cimento: confere maior trabalhabilidade e plasticidade às Argamassas A Cal Hidráulica é um material nobre que tem acompanhado o Homem desde há séculos. Face às suas extraordinárias características é um material do futuro, com aplicações na Reabilitação e na Obra Nova.

33 33 Argamassas de Alvenaria: Composição Ligantes Hidráulicos Agregados lavados e calibrados Adjuvantes: o Plastificantes o Retentores de Água o Hidrofugantes (*) (*) apenas na Argamassa de Alvenaria Hidrofugada Aplicação: do modo tradicional (manual).

34 34 Argamassa de Betonilha: composição/aplicação Substitui a Betonilha Tradicional preparada em obra, fazendo o enchimento e acabamento de pavimentos, ficando apta a receber um revestimento final. Aplicação: tradicional (manual) Ligantes Hidráulicos Agregados lavados e calibrados Adjuvantes

35 35 RHP: Composição Ligantes Hidráulicos Agregados lavados e calibrados Adjuvantes: Plastificantes Retentores de Água Hidrofugantes (*) (*) apenas nas versões de uso no Exterior

36 36 Características do RHP (II) O RHP inibe a passagem da água líquida......mas é permeável ao vapor de água ! Motivos: Curva granulométrica dos Agregados Presença de Hidrofugante Respiração das Paredes (conforto dos Edifícios)

37 37 Características do RHP (III) Interior Exterior Espessura mínima = 10 mm (*) (*) 20 mm no RHP Exterior Branco Inibição das águas pluviais (conforto dos Edifícios)

38 38 Características do RHP (IV) Blocos Betão O RHP dispensa o chapisco ou salpico (*) Tijolos Alvenaria Antiga (*) excepto em tectos de betão e betão muito fechado Aderência aos Suportes

39 39 Colas de Construção (Cimentos-Cola) Colas de Construção para colocação de Produtos Cerâmicos, destinadas a usos no interior e no exterior, em superfícies horizontais e verticais. Ainda sem obrigatoriedade de Marcação CE

40 40 Estuque Sintético Lavável Base: Resinas Estireno-Acrílicas em dispersão aquosa Aplica-se como um Barramento Tradicional. De granulometria muito fina, recomenda-se como acabamento final de paredes. Para exterior e interior, resistindo à fissuração e proliferação de bactérias.

41 41 Pasta de Estanhar: composição/aplicação Substitui os Estanhamentos feitos em obra, com vantagens: Menor incidência da fissuração Constância da composição Maior rapidez na aplicação Aplicação em Rebocos verdes ou endurecidos Uso Interior Aplicação tradicional (manual) Ligantes Hidráulicos especiais Agregados calcários Adjuvantes

42 42 Fábrica de Argamassas: diagrama Tecnologia: Raute Dry Mix (Finlândia) Localização: Pataias, junto à Fábrica de Cimento Cibra Capacidade t/ano

43 43 Fábrica de Argamassas: diagrama

44 44 Século XXI: da Fábrica ao Estaleiro...

45 45 Argamassas Secas Um dos 6 Estádios do Euro 2004 que utilizou os nossos produtos

46 46 Anomalias em Rebocos São frequentes as situações com defeitos devidos ao processo artesanal de preparação de Argamassas em Obra

47 47

48 48 Tipos de Fissuração 1.Fissuração Orientada ( Vertical, Horizontal ou Oblíqua) 2. Fissuração Aleatória 3. Fissuração Mista Causas: Má preparação do suporte Má aplicação do Reboco Má qualidade (da formulação, das matérias- primas, da mistura) Causas: Exógenas ao Reboco (ou à sua aplicação)

49 49 Fissuração exógena ao Reboco (I) Devida a: Cedências na estrutura do edifício Movimentos do solo Ausência/Insuficiência de juntas Desligamento de elementos do edifício Vãos, Vibrações, etc

50 50 Fissuração induzida pelo Suporte Fissuração exógena ao Reboco (II)

51 51 Cedências na estrutura do edifício. Movimentações diferenciais das fundações, devidas às variações da humidade do solo. Fissuração exógena ao Reboco (III) Zona de Cedência

52 52 Fissuração decorrente da deformação sofrida pelo pavimento superior. Fissuração exógena ao Reboco (IV) Esquema retirado do Manual de Alvenaria de Tijolo, APICER/CTCV.

53 53 Fissuração exógena ao Reboco (V) Cedências na estrutura do edifício Deformação do solo no centro da parede

54 54 Cedências na estrutura do edifício Fissuração exógena ao Reboco (VI) Deformação do solo no extremo da parede

55 55 Fissuração exógena ao Reboco (VII) Fissuração oblíqua

56 56 Fissuração exógena ao Reboco (VIII) Fissuração de Bigode

57 57 Fissuração exógena ao Reboco (IX) Os vãos (sendo uma interrupção da parede) são local privilegiado de concentração de tensões, sofrendo ainda as acções transmitidas pela fixação das caixilharias. Esquema retirado do Manual Alvenaria de Tijolo, APICER/CTCV.

58 58 Fissuração exógena ao Reboco (X) Aplicação de rede de Fibra de Vidro Esquema retirado do Manual de Alvenaria de Tijolo, APICER/CTCV. Armação de paredes de alvenaria

59 59 Fissuração exógena ao Reboco (XI) Pontes Térmicas: zonas envolventes dos edifícios em que a existência de materiais com diferentes condutibilidades térmicas modifica a resistência térmica. Solução: Uniformizar a resistência térmica, usando o mesmo tipo de material na envolvente dos edifícios. Esquema retirado do Manual de Alvenaria de Tijolo, APICER/CTCV.

60 60 Fissuração exógena ao Reboco (XII) Esquema retirado do Manual de Alvenaria de Tijolo, APICER/CTCV. Pontes Térmicas Emprego indevido de forras, com apoio insuficiente no pano exterior da alvenaria.

61 61 Fissuração exógena ao Reboco (XIII) Desligamentos......entre a Alvenaria e a Estrutura.

62 62 Fissuração exógena ao Reboco (XIV) Consolas

63 63 Anomalias exógenas ao Reboco (XV) Aplicação efectuada sobre suporte seco e temperatura exterior elevada Defeitos decorrentes do Suporte

64 64 Anomalias exógenas ao Reboco (XVI)

65 65 Detecção da Fissuração Testemunhos para detecção de Fissuração activa:

66 66 Anomalias próprias dos Rebocos (I) À retracção opõem- se as ligações ao suporte, gerando-se tensões que, excedendo a coesão entre as partículas do reboco, provocam fissuras. Sendo um produto cimentício, o Reboco sofre retracção durante a cura.

67 67 Causas principais: excesso de ligante na formulação secagem demasiado rápida Anomalias próprias dos Rebocos (II)

68 68 Fissuração em panos esbeltos. Anomalias próprias dos Rebocos (III) Os panos esbeltos são local privilegiado de concentração de tensões. 25 cm

69 69 Fissuração em zonas de transição. Anomalias próprias dos Rebocos (IV)

70 70 Aplicação de rede de Fibra de Vidro. Anomalias próprias dos Rebocos (V)

71 71 Fissuração horizontal: descaimentos Anomalias próprias dos Rebocos (VI) Origens: Aderência insuficiente (falta de aperto) Má formulação da argamassa Sobrespessura do reboco

72 72 Eflorescências (I) Aparecimento de depósitos brancos salinos à superfície, em resultado da migração de sais veiculada pela água no interior dos rebocos. Este fenómeno ocorre preferencialmente em tempo húmido e fresco (Inverno).

73 73 Os hidróxidos de alcális existentes no cimento reagem com os sulfatos dos tijolos, formando sulfatos alcalinos (Na 2 SO 4 e K 2 SO 4 ) que contrariamente ao CaSO 4, são extremamente solúveis na água, sendo por ela transportados até à superfície do tijolo. Eflorescências (II) Com a hidratação do cimento, dá-se a migração do Ca até à superfície e a sua posterior carbonatação, formando-se carbonato de cálcio.

74 74 Eflorescências (III) Causa principal: migração de sais, (sulfato de cálcio, nitrato de potássio ou salitre), por ascensão capilar. Interior Níveis freáticos elevados

75 75 A ascensão da água nas paredes dá origem a uma diferença da potencial entre o terreno e parede. Processo de Electro-osmose Forese Com a corrente invertida, procede-se à injecção de partículas para obstrução dos poros e impedir a ascensão da água, nomeadamente silicones ou siliconatos. Eflorescências (IV)

76 76 Eflorescências (V) Nos primeiros dias de hidratação, a argamassa está praticamente desprovida de capilaridade. As eflorescências têm lugar nos vazios existentes na constituição dos tijolos.

77 77 Exterior Salitrações Causa principal: areias não lavadas

78 78 Permeabilidade Causas: areias monogranulares espessura insuficiente ausência de aditivo de inibição de água.

79 79 No Reino Unido, as estatísticas oficiais referem que desde 1945 (época em que se utilizou de forma intensa o Cimento Portland na Reabilitação) existem edifícios históricos com danos consideráveis. REABILITAÇÃO (I)

80 80 Em Portugal, a Reabilitação representa cerca de 9% do Mercado da Construção. Na União Europeia, a Reabilitação atinge 35%. REABILITAÇÃO (II) Nos próximos anos, será fatal o acentuado crescimento da Reabilitação no nosso País.

81 81 Argamassas Aéreas vs. Hidráulicas Argamassas Aéreas e Argamassas de Cimento: expandem-se e contraem-se a velocidades diferentes, sempre que existem mudanças climatéricas. Assim, é difícil trabalharem juntas!

82 82 Rebocos Antigos Antes do final do século XIX: Argamassas Aéreas: Cal Hidratada, Agregados (saibros) No século XX: Argamassas Bastardas: Cal Hidráulica Natural, Cal Hidratada, Agregados (saibros) Argamassas Hidráulicas: Cimento Portland e Agregados

83 83 Um Reboco de Reabilitação, deve ser: Poroso para deixar respirar a parede, mas inibidor da entrada das águas pluviais. Promotor de uma boa ligação com o Reboco antigo. Resistente à poluição, intempéries e variações térmicas. Nem demasiado forte, nem demasiado fraco, em relação ao Reboco antigo, de modo a não lhe transmitir tensões de corte. Características de um Reboco de Reabilitação (I)

84 84 1. Compatibilização química entre a Alvenaria Antiga e o Reboco de Reabilitação. 2. Elevado poder de aderência à alvenaria antiga. 3. Inibidor à passagem de água líquida, mas permeável ao vapor de água. 4. Flexibilidade elevada. Características de um Reboco de Reabilitação (II)

85 85 Baixa % de alcális e de aluminatos tricálcicos, para reduzir reacções com sais, (sulfatos em elevada % na alvenaria antiga). Baixa % de aluminatos tricálcicos, para evitar fendilhação do Reboco de Reabilitação,(baixa retracção). Elevada % de silicatos bicálcicos, para ser activo em relação aos hidróxidos de cálcio das argamassas usadas nas alvenarias antigas. Compatibilização química entre a Alvenaria Antiga e o Reboco de Reabilitação (I)

86 86 Por esta razão, um Reboco de Reabilitação deve ter uma pequena % de silicatos tricálcicos na sua constituição. Os aluminatos tricálcicos reagem com os sulfatos e com a água, originando sulfoaluminato de cálcio, numa reacção química expansiva, que pode provocar fissuração da argamassa. Os Rebocos antigos são geralmente ricos em hidróxidos de cálcio e sulfatos, devido ao tipo de argamassas utilizadas. Compatibilização química entre a Alvenaria Antiga e o Reboco de Reabilitação (II)

87 87 CO 2 Cal Apagada Ca(OH) 2 2. Hidratação CaO Calcário Combustível 900 ºC 1. Ustulação CO 2 CO 2 CO 2 Argamassa Carbonatação + Cal Apagada Agregados Água Preparação e Aplicação da Argamassa Cal Hidratada: fabrico e utilização em Argamassas Tempo húmido (humidade relativa entre 60 e 90 %) Compressão MPa

88 88 Humidade ou Água Cal Hidráulica Natural Ca(OH) 2 + C 2 S 2. Hidratação Silicatos Reactivos CaO + CO 2 Marga Carvão 800 – 900 ºC 1. Ustulação CO 2 CO 2 CO 2 Argamassa 4. Carbonatação 3. Presa Hidráulica Cal Hidráulica Natural Agregados Água Preparação e Aplicação da Argamassa tempo Compressão MPa 28 dias Cal Hidráulica: fabrico e utilização em Argamassas

89 89 Cimento Silicatos Reactivos: SC 3, SC 2 Aluminatos (fundentes) Marga Combustível 1450 ºC Argamassa Presa Hidráulica Cimento Portland Agregados Água Preparação e Aplicação da Argamassa Cimento: fabrico e utilização em Argamassas 28 dias tempo Compressão MPa

90 90 Elevado poder de aderência à Alvenaria Antiga Argamassa de elevada finura, capaz de penetrar nos poros da alvenaria /reboco antigo. Adjuvantes químicos que promovam a ancoragem do Reboco de Reabilitação à alvenaria /reboco antigo, mantendo a água de amassadura durante o tempo necessário à hidratação total. Reboco antigo Reboco de Reabilitação

91 91 Inibidor da passagem da água, Permeável ao vapor de água (I) Evitar circulação de água pluvial retida no interior do reboco, como potencial solvente dos sulfatos das alvenarias antigas. Evitar a contenção de vapor de água na interface, impedindo condensações que originariam a dissolução do suporte, e portanto, a perda de aderência do Reboco de Reabilitação. Pretende-se: Implica: A utilização de uma argamassa inibidora da passagem de água, mas permeável ao vapor de água.

92 92 Inibidor da passagem de água, Permeável ao vapor de água (II) Exterior

93 93 Reboco de Reabilitação Suporte Reboco Antigo Inibidor da passagem de água, Permeável ao vapor de água (III) Limite da penetração da água líquida Vapor de água Chuva

94 94 Alongamento Relativo = Módulo de Elasticidade Dinâmico/Resistência à Tracção Objectivo: evitar tensões entre Alvenaria Antiga e Reboco de Reabilitação Ligante Hidráulico de elevada elasticidade. Resistência Mecânica Baixa (tipo CS II). Escolha criteriosa dos Agregados (curva granulométrica). Relação ideal entre Ligantes e Agregados. Coeficiente de Dilatação Térmica semelhante ás argamassas antigas. Flexibilidade elevada (I)

95 95 Reboco Reabilitação Flexibilidade elevada (II) Exigências do Reboco de Reabilitação: Flexibilidade Menor resistência mecânica que o Reboco Antigo Reboco Antigo Suporte

96 96 Sacos de 30 Kg em paletes Branco e Cinzento Sacos de 20 Kg em paletes Branco e Cinzento REABILITA RBB 50, 51 Argamassa de Reparação de Betão REABILITA RBB 60, 61 Pasta de Acabamento de Betão Sacos de 30 Kg em paletes plastificadas com 54 Sacos Cinzento REABILITA RBR 20 Argamassa de Reparação de Rebocos Sacos de 30 Kg em paletes plastificadas com 54 Sacos Cinzento REABILITA RBA 01 Argamassa de Consolidação de Alvenarias Antigas Comercialização/ Tipo UtilizaçõesProdutos Sacos de 20 Kg em paletes plastificadas com 60 Sacos Branco REABILITA RBE 40 Pasta de Reabilitação de Superfícies Gama de Produtos Reabilita

97 97 Rebocos Antigos Rebocos de Reabilitação Agregados e saibros Agregados Ligantes Aéreos Pozulanas naturais e artificiais Ligantes hidráulicos Aditivos Orgânicos Aditivos Químicos O desafio dos Rebocos de Reabilitação (I) Aditivos Naturais Aditivos Químicos Aderência: Caseínas e colas Resinas Gorduras: Cebos, borras e ceras Hidrofugantes Tenso-activos: Claras de Ovo Repelentes de água Cerveja, urina Introdutores de ar Sangue de boi Pigmentos naturais Retentor de água: Metil celulose

98 98 O desafio dos Rebocos de Reabilitação II Cal Hidráulica Pó de Tijolo/Telha Cimento Portland Aditivos Cinzas Agregados Componentes não declarados Cal Hidratada

99 99 Congresso Nacional de Argamassas: Nov Reunir fabricantes, utilizadores, investigadores, projectistas, prescritores e outros intervenientes do Sector das Argamassas de Construção para debater as tendências e o desenvolvimento de novos produtos. Proporcionar à Investigação Portuguesa a possibilidade de divulgar os seus trabalhos. Trazer a Portugal especialistas de outros países para promover a troca de experiências e de conhecimentos. Objectivos: Infos:

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