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Observando a Terra, do ponto de vista espiritual, podemos compará-la a imensa escola, com vários cursos educativos. O aluno inicia o aprendizado pelo número.

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1 Observando a Terra, do ponto de vista espiritual, podemos compará-la a imensa escola, com vários cursos educativos. O aluno inicia o aprendizado pelo número de matricula. O Espírito começa o grande estágio carnal pela certidão do berço. O primeiro ingressa na classe que lhe compete. O segundo é conduzido ao ambiente a que mais se ajusta. Pequeninos, sorriem no jardim da infância, ensaiando idéias da vida. Almas primitivas, na verdura da selva, adquirem noções de comportamento. Nesta Edição Aflições ou dos grandes problemas, é que já ascendemos aos centros de adestramento maior para a assimilação de virtudes excelsas. Recebamos desse modo, os parentes difíceis e os amigos complexos, os adversários gratuitos e os irmãos desafortunados, tanto quanto aqueles que nos apedrejam e ferem, perseguem e caluniam, por EXAMINADORES constantes de nosso aproveitamento nas ciências da alma, por instrutores na luta cotidiana. E, lembrando de que o próprio Cristo sofreu ironia e espancamento entre eles, no dia da cruz, vamos nos asserenar na banca de provas em que nos encontramos, aprendendo a valorizar, em nosso próprio favor, o poder de humildade e a força da compaixão. Página extraída do livro RELIGIÃO DOS ESPÍRITOS. – psicografia de FRANCISCO CANDIDO XAVIER pelo espírito de EMMANUEL. Pag. 4 AO LEVANTAR-SE Agradeça a Deus a benção da vida, pela manhã. Se você não tem o hábito de orar, formule pensamentos de serenidade e otimismo, por alguns momentos, antes de retomar as próprias atividades. Levante-se com calma. Se deve acordar alguém, use bondade e gentileza, reconhecendo que gritaria ou brincadeiras de mau gosto não auxiliam em tempo algum. Guarde para com tudo e para com todos a disposição de cooperar para o bem. Antes de sair para a execução de suas tarefas, lembre-se de que é preciso abençoar a vida para que a vida nos abençoe. Do livro SINAL VERDE Há crianças, nas letras primárias, dominando o alfabeto. Há irmãos, em lutas menores, penetrando os domínios da experiência. Existem jovens, nos bancos da instrução intermediária, disputando conquistas mais altas. Possuímos inúmeros companheiros em tarefa importante, marchando para mais elevados conhecimentos. Contam-se ainda, aqueles que se ergueram às instituições de ensino superior, buscando a especialização profissional ou científica, de modo a participarem da elite cultural, no progresso da Humanidade. Vemos igualmente, corações amadurecidos, a transitarem na universidade do sofrimento, procurando as aquisições de amor e sabedoria que lhes confiram acesso ao escol da sublimação, na Espiritualidade Vitoriosa. Assim nos vejamos no circulo das grandes EXAMINADORES MATRICULAS 2012 Área de Ensino da CEAL Início em 01 de março de 2012 CURSO PREPARATÓRIO DE ESPIRITISMO 1 o ANO BÁSICO DE ESPIRITISMO 2 o ANO BÁSICO DE ESPIRITISMO CURSO DE APRENDIZES DO EVANGELHO ESCOLA DE EDUCAÇÃO MEDIÚNICA As aulas acontecem sempre às quintas-feiras, das 19:45 às 21:30hs. VENHA CONHECER A DOUTRINA ESPÍRITA. Inscrições abertas !!! CAMPANHAS PERMANENTES DA CEAL 1 – CESTAS BÁSICAS: Doe alimentos não perecíveis. Serão entregues às famílias das mães carentes que freqüentam o Clube de Mães todas as 5as. Feiras às 14:30 horas em nossa sede. 2 – LATINHAS DE ALUMÍNIO: Os valores arrecadados na venda deste material reciclável, destina-se às nossas obras assistenciais. 3 – NOVOS SÓCIOS : Para continuar a atender a várias famílias, a CEAL precisa de novos sócios contribuintes. COLABORE. Contribua de acordo com suas possibilidades. 4 – LEITE E PÃO: Com o reinício das atividades do Departamento de Assistência Social a CEAL continuará a fornecer lanche às 5as.feiras para as mães e suas crianças carentes. O LEITE e o PÃO, são extremamente necessário, se puder, ajude-nos! 5 – Também aceitamos doações de: ROUPAS, CALÇADOS e OBJETOS usados e em bom estado. 21 de fevereiro completa 50 anos de luz, progresso, trabalho e realizações, levando adiante o compromisso de divulgar o Evangelho do Mestre Jesus e prestando assistência a todos os que aqui procuram auxílio. A moral é a regra do bom proceder... As pessoas que têm moral são as que procedem bem, ou seja, têm hábitos positivos. Agir moralmente é ter atitudes que promovam o bem geral. Moral desta forma, está relacionada à ação, aos hábitos adquiridos. Podemos melhorar moralmente e, para isso, não existe outro caminho senão o que passa pela aquisição de bons hábitos

2 Ano XVII– n o 84 EDITORIAL CEAL Casa Espírita André Luiz INFORMATIVO – Janeiro/Fevereiro 2012 Depto de Divulgação da CEAL NESTA EDIÇÃO GUARDEMOS O ENSINO LEI DE CONSERVAÇÃO Pag. 1 EXAMINADORES 50 anos da CEAL AURA NOSSA DE CADA INSTANTE Se você quer ser feliz entenda que FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO e SORRIA, você está a caminho da felicidade!!! Ainda tem muita gente que não entende outra caridade senão aquela que se faz doando roupas, ou repartindo o pão aos s á bados e aos domingos com os mais necessitados. Ou ainda aqueles que esperam uma calamidade p ú blica para lembrar-se de ajudar aos atingidos ou at é fazendo apelos atrav é s da imprensa para enviarem ajuda. Sem d ú vida, h á m é ritos nesse seres e nessas a ç ões, por é m, temos que reconhecer que existe outras tantas maneiras de ajudar nossos irmãos, e a sublime atitude de caridade se estende aos atos de expressão de amor cristão, com todas as manifesta ç ões de nossa vida. PAULO nos lembra que estender a mão e come ç ar a distribuir calor humano, confortando os que vivem em dificuldades, é virtude poss í vel de exercitarmos. Todos temos potencialidades para praticar a caridade de v á rias formas: Falar e ouvir; - impedir algum sofrimento que nos seja poss í vel, atrav é s de uma palavra de conforto, ou ouvindo com paciência o desabafo de irmãos que sentem necessidade de um ombro amigo; Esquecer e recordar; Atrav é s do exerc í cio do perdão, para n ó s e incentivando a outros que se chegarem a n ó s, com a dificuldade natural de perdoar, incentivando-os ao esquecimento e à ocupa ç ão das mãos para ocupar o cora ç ão, esquecendo então a m á goa, ou recordando coisas e atitudes boas, à queles que s ó pensam negativamente, atraindo as energias pr ó prias, dificultando a caminhada. Usarmos nossa boca, ouvidos, p é s como ajudantes das mãos nos servi ç os fraternos do bem. Cada pessoa, cada coisa, necessita da nossa contribui ç ão da bondade, de modo à s vezes diferenciado. Se buscarmos expandir o amor sublimado que PAULO nos fala, esclarecendo a tantos quantos buscam a Casa do Pai, estaremos sempre acompanhados de irmãos maiores, gerando energias boas e expandindo esse amor em n ó s. Se conseguirmos desempenhar as m í nimas tarefas COM CARIDADE, desde agora, sem d ú vida encontraremos a retribui ç ão espiritual nos renovando dia a dia e nos ajudando tamb é m a superarmos nossas provas com entendimento e devotamento ao PAI. Sem d ú vida, existe caminhos com pedras e espinhos, mas se nos fixarmos no Mestre, passaremos e poderemos contribuir com nossa pequena parcela na busca da nossa evolu ç ão e na evolu ç ão de outros irmãos tamb é m, apoiados no Evangelho e nos exemplos de Jesus que por acr é scimo de miseric ó rdia do Pai, temos à s mãos para nos orientar. Departamento de Divulgação

3 Pag. 2 A desigualdade social É obra do homem e não de Deus. Eterno somente Suas leis. Vê-se diminuir a desigualdade social pouco a pouco, portanto não é eterna. Desaparecerá com a eliminação do orgulho e o egoísmo que é a Praga Social. Aí então os seres serão avaliados pelo espírito e não mais pela posição social. A posição elevada neste mundo e a autoridade sobre seus semelhantes são provas tão grandes e tão difíceis quanto a miséria, porque, quanto mais se é rico e poderoso, mais se tem obrigações a cumprir e maiores são os meios para se fazer o bem e o mal. Deus experimenta o pobre pela resignação e o rico pelo uso que faz dos seus bens e do seu poder. A riqueza e o poder fazem nascer as paixões, que nos ligam à matéria e nos afastam da perfeição espiritual. Deus não deu as mesmas aptidões para todos os homens, mas Ele criou os espíritos, todos iguais. A diferença está no grau de experiência e da vontade que é o Livre Arbítrio. Aí uns se aperfeiçoam mais rapidamente, por isso a variedade de aptidões. Também por isso é que cada um tem uma função, podendo os mais adiantados ajudar o progresso dos mais atrasados e dessa forma precisarmos uns dos outros, cumprindo então a Lei de Caridade. O homem consciente de seus deveres deve utilizar todos os recursos disponíveis ao seu alcance, para evitar a exploração do seu semelhante, do seu próximo, do seu irmão, auxiliando para que se observe plenamente a Lei de Conservação, pois ao buscarmos auxiliar, estaremos aprendendo, caminhando, progredindo, evoluindo e buscando a felicidade nossa e de nosso próximo, conforme Jesus nos ensinou tantas e tantas vezes no seu Evangelho redentor. E a Doutrina Espírita dá a todos que queiram trilhar o caminho do bem, direção própria e oportuna quanto ao que fazer com o tempo livre, de maneira a conciliar o lazer, o descanso, e o trabalho, com atividades que nos engrandeçam espiritualmente. Não se pode censurar o homem que procure seu bem-estar, pois procurar seu conforto é uma conduta plenamente natural. A Lei de Conservação obriga o homem a prover as necessidades do corpo, porque sem a força e saúde torna-se impossível o TRABALHO. LE livro terceiro – Cap. V Aura nossa de cada instante Waldehir Bezerra de Almeida Denomina-se aura a carapaça em formato ovóide existente em torno do corpo físico, resultante de forças físico-químicas e mentais produzidas pelos nossos pensamentos e sentimentos; é fulcro energético, peculiar a cada indivíduo, revelando o campo magnético em que ele se situa. Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais complexos se revestem de um halo energético que lhes corresponde à natureza. No homem, contudo, semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas [...]1 A nossa aura se modifica a cada instante, numa alternância de relâmpagos incessantes, provocados pelo teor dos pensamentos, dos sentimentos preservados e das emoções que identificam as nossas tendências. Serve de instrumento de identidade aos seres espirituais que nos circundam. Estudiosos que se aprofundam na origem, constituição e função da aura humana, informam que as cores nela vistas pelos clarividentes têm significados próprios, diagnosticando as condições morais, espirituais e físicas do indivíduo. Por exemplo, azul: sublimação de Espírito; branco-azulado: pureza, amor e caridade; alaranjado: ambição e orgulho; vermelho: paixões violentas, raiva, sensualidade; preto: ódio, vingança e ação maléfica; cinzento: depressão, tristeza e egoísmo.2 Atentemos para o que nos diz André Luiz. Em Obreiros da vida eterna é narrado o episódio em que o fogo purificador se aproxima dos habitantes das regiões umbralinas. Naquele momento, muitos dos presentes pedem ajuda para dele se safar, abrigando-se na Casa Transitória, esta então preparando-se para afastar- se do local, levando consigo os que estivessem com propósitos sinceros de se reformar intimamente. Um deles que ali mourejava se aproxima de André Luiz, posta-se de joelhos e implora por piedade, afiançando que está disposto a reabilitar-se! Nesse instante a irmã Luciana se aproxima, fixa bem o implorante e declara: Oh! como é horrível a atividade mental deste pobre irmão! Veem-se-lhe no halo vital[aura] deploráveis lembranças e propósitos destruidores. Está amedrontado, mas não convertido. Pretende alcançar a nossa margem de trabalho para se apropriar dos benefícios divinos, sem maior consideração. A aura dele é demasiadamente expressiva…5 (Destacamos.) Aprendemos com esse texto: a) nem sempre as nossas palavras estão consonantes com o nosso íntimo; podemos enganar irmãos inexperientes, ingênuos e crédulos, mas não os Espíritos esclarecidos; b) pela mudança constante da nossa aura para melhor é que os Espíritos amigos e inimigos atestam se estamos mesmo realizando a reforma íntima que buscamos demonstrar com atos exteriores. Pelo estado aural em que nos encontramos, os Espíritos nos identificam e por ela atraímos para nosso convívio entidades espirituais que se nos assemelham pelo teor vibratório. Logo, é oportuno lembrarmo-nos da importância e função que ela tem no processo de intercâmbio com os Espíritos em qualquer situação e, em especial, numa reunião mediúnica. A aura é, portanto, a nossa plataforma onipresente em toda comunicação com as rotas alheias, antecâmara do Espírito, em todas as nossas atividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia, através da qual somos vistos e examinados pelas Inteligências Superiores, sentidos e reconhecidos pelos nossos afins, e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa. Isso porque exteriorizamos, de maneira invariável, o reflexo de nós mesmos, nos contatos de pensamento a pensamento, sem necessidade das palavras para as simpatias ou repulsões fundamentais. Convém perguntemos a cada instante como está a nossa aura e como poderemos melhorá-la. RIE jan/2012

4 Nesta Edição Pag. 3 Guardemos o Ensino Walkiria L. de Araújo Cavalcante "Ponde vós estas palavras em vossos ouvidos." - Jesus. (LUCAS, 9:44.) Quando nos deparamos com situações que nos causam tristeza, temos como primeiro impulso procurar ajuda. A orientação religiosa que possuímos ajuda-nos a termos uma resignação que, para alguns, serve de afronta por não nos revoltarmos. As palavras de Jesus são proféticas: "Ponde vós estas palavras em vossos ouvidos." Por mais que tenhamos frequência constante, na Instituição Espírita à qual estejamos vinculados, se não colocarmos em nós as palavras que estamos ouvindo, seremos meros frequentadores. A nossa conduta será a mesma de tempos atrás, quando adentramos pelas portas da Instituição, acreditando que os nossos problemas iriam passar como mágica. Há uma bela figura de linguagem que Mateus utiliza, a qual ilustra bem o que dissemos anteriormente: Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta da perdição e espaçoso o caminho que a ela conduz, e muitos são os que por ela entram. – Quão pequena é a porta da vida! quão apertado o caminho que a ela conduz! E quão poucos a encontram! (Cap. VII, vv. 13 e 14). Evidente que a porta aí descrita não é uma porta física! Sabemos que o estar encarnado nos solicita e envolve em várias situações, as quais chamamos materiais, que trazem bem-estar, proporcionando sempre o desejo de continuar vivendo esta situação sem ter prazo para acabar. Por isso, o nosso limite se amplia e não ouvimos as palavras que nos são ditas ou não registramos as palavras que lemos. Muito se fala que precisamos ser e não ter. Mas o que significa ser? Quando acolhemos alguém que passa por dificuldades, trazendo-lhe alento, somos; quando procuramos ser útil no nosso lar, muitas vezes disfarçando não ouvir ou ver determinadas coisas, somos; quando agimos com paciência, tolerância e amor, somos. Somos os filhos bem-amados de Deus que procuramos, assim como Jesus, sermos mensageiros da paz onde nos encontramos. Em relação à definição do ter, possuímos mais facilidade de entender, pois a vivenciamos. Mas não podemos perder de vista que estamos encarnados, não sabemos por quanto tempo, mas estamos. Precisamos utilizar melhor as ferramentas que Deus colocou em nossas mãos, para podermos avançar no aprendizado e, consequentemente, na evolução espiritual. Não estamos dizendo, com isso, que não temos o direito de ter, mas que precisamos saber ter. Precisamos olhar ao nosso redor e verificar que não estamos sozinhos no mundo. Somos todos elos de uma grande corrente da qual não conseguimos vislumbrar o começo, mas sabemos que o final está em conexão perfeita com Deus. Quando oramos ao Pai, não é a quantidade de palavras ou a ênfase que damos a elas que demonstram a nossa ligação com Deus. São as nossas atitudes. Por isso, não devemos proferir palavras, sem antes tentar praticá-las. Pois elas serão ocas, e aqueles que nos ouvem perceberão que somente as proferimos, mas que não as praticamos ou que, pelo menos, não nos esforçamos para praticá-las. Às vezes, nos detemos diante de uma palestra da qual não extraímos nenhuma mensagem edificante, mesmo que esta tenha sido pautada nos melhores ensinamentos Kardequianos. As palavras não estão envolvidas do quantum magnético de amor e de compreensão daquilo que está sendo dito. As práticas exteriores podem beneficiar alguns, favorecer outros, fazer com que tenhamos maiores deferências por onde passarmos, mas, se elas não forem revestidas da prática interior, servirão aos outros, mas não servirão a nós. Pois o móvel que nos conduz é o aplauso e o reconhecimento alheio. Esquecemos que o maior reconhecimento que deveríamos almejar é o da consciência, uma vez que ela nos acompanha sempre, mostrando-nos o caminho a seguir e lembrando-nos quando deturpamos esse caminho, enveredando por falsos atalhos que só atrasam os passos. Já ouvi de algumas pessoas que tiveram contato com o Espiritismo, que acham as mensagens e as palavras muito bonitas, mas que irão deixar para outra encarnação. Acreditando, dessa forma, que estão livres da responsabilidade do conhecimento adquirido. Ledo engano. Vivemos num mundo globalizado e informatizado que nos permite estar em contato com pessoas de outros países, de outras nacionalidades. Mas, o que não muda são os ensinamentos do Cristo Jesus. Por isso, ser ou não espírita não deveria ser o questionamento. O que deveríamos nos perguntar é se estamos sendo cristãos. Mas, para aqueles de nós que entendemos o Espiritismo como doutrina filosófico-cristã, sabemos que possuímos várias formas de sermos úteis ao próximo e melhores cristãos. Não podemos mais pretextar ignorância, pois temos os ditados dos espíritos a nos iluminar os caminhos. E se não fosse somente isso, somos também médiuns. Os médiuns que obtêm boas comunicações ainda mais censuráveis são, se persistem no mal, porque muitas vezes escrevem sua própria condenação e porque, se não os cegasse o orgulho, reconheceriam que a eles é que se dirigem os Espíritos. (ESE, Cap. X, nº 9). Não podemos dizer mais que não sabemos. O conhecimento nos foi apresentado de uma forma lógica e racional por Kardec, nos livros da Codificação, destacando, neste momento, O Livro dos Médiuns, no qual ele faz uma bela construção coerente, explicando a existência dos espíritos e, consequentemente, que somos espíritos encarnados, denominados almas. Podemos escolher entre ter e ser. Se queremos ser, precisamos deixar que as palavras do Cristo entrem pelos nossos ouvidos e ecoem na alma, provocando a transformação pela qual necessitamos passar, rumando para a perfeição, seguindo o caminho do nosso irmão maior, Jesus. REFLEXÃO Uma reflexão no ano novo que se inicia: Somos companheiros de longa jornada, vivenciando uma nova programação reencarnatória, sob as bênçãos de Deus e amparo de Jesus. Hoje, envolvidos pelas luzes da Doutrina Espírita, e amparados pelos benfeitores espirituais, podemos exercitar, de maneira mais segura, pela força da fé raciocinada, o exercício na prática do bem. Promovendo e incentivando o estudo da Doutrina, e unidos no sentimento de caridade, moral e material, nosso desafio é perseverar na tarefa e avançar na senda do progresso espiritual, conciliando o cumprimento dos deveres materiais e espirituais. A divulgação do Espiritismo, apoiando-se nas bases seguras da Codificação, precisa continuar espalhando a essência dos ensinamentos de Jesus, hoje compreendidos em espírito e verdade, nos quatro cantos do mundo, com fraternidade e amor, à luz da Terceira Revelação. No estágio evolutivo em que nos encontramos, felicidade é um estado de espírito, que podemos alimentar seguidamente através do trabalho, certos de que o amparo espiritual não nos falta, em havendo sintonia satisfatória. Sintamo-nos fortalecidos para seguir adiante, com humildade, que favorece o equilíbrio e a harmonia. - A reforma íntima deve ser sempre lembrada, e a consciência tranquila sempre buscada. Quem trabalha na direção do bem está na linha do aprimoramento espiritual. As obras de caridade e amor ensejam-nos a oportunidade de exercitar os valores espirituais e morais, que o estudo da Doutrina Espírita já nos levou a compreender. Ajudam-nos a colocar em prática a teoria já assimilada.


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