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APRESENTAÇÃO PARA CLIENTES DO BRADESCO DE RIBEIRÃO PRETO E REGIÃO BRASIL ANDA PARA FRENTE, SEGUNDO JIM ONEIL, PAI DOS BRICs, APESAR DE HISTÓRICO RUIM.

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1 APRESENTAÇÃO PARA CLIENTES DO BRADESCO DE RIBEIRÃO PRETO E REGIÃO BRASIL ANDA PARA FRENTE, SEGUNDO JIM ONEIL, PAI DOS BRICs, APESAR DE HISTÓRICO RUIM. REPENSANDO O TEMA DO CRESCIMENTO NO BRASIL E NO MUNDO: ATÉ ONDE PODEREMOS IR SEM ENFRENTAR OS VERDADEIROS BONS COMBATES? REVISÃO DO IBGE NOS OBRIGA A REAVALIAR BRASIL. RIBEIRÃO PRETO, 21 DE MARÇO DE 2007 OCTAVIO DE BARROS DIRETOR DE PESQUISA MACROECONÔMICA BRADESCO

2 2 VAMOS AO DEBATE DO CRESCIMENTO NA VISÃO DO DEPEC

3 3 A QUALIDADE DO DEBATE SOBRE O CRESCIMENTO MELHOROU NO BRASIL, MAS AINDA TEM MUITA GENTE FOCADA APENAS A TEMAS HOJE IRRELEVANTES COMO JUROS E CÂMBIO.

4 4 NHEM-NHEM-NHEM DE JUROS E CÂMBIO REVELA UM ESPÉCIE DE PREGUIÇA INTELECTUAL DOS FORMADORES DE OPINIÃO DE SE AVANÇAR NOS VERDADEIROS TEMAS DO CRESCIMENTO.

5 5 CÂMBIO E JUROS SÃO MUITO IMPORTANTES, MAS ESSES TEMAS NOS PARECEM BEM ENCAMINHADOS PELO BACEN

6 6 JUROS: FIRME RUMO A 1 DÍGITO NOMINAL ATÉ O FINAL DE 2008 (OU TALVEZ ANTES). CÂMBIO: MOVIMENTO SUAVIZADO PELO BACEN, O QUE REDUZ VOLATILIDADE E AUMENTA PREVISIBILIDADE.

7 7 O QUE OS CALÇADISTAS DE FRANCA ME DISSERAM: CÂMBIO NÃO NOS INCOMODA MAIS. O QUE NOS INCOMODA É O COURO DA BERTIN E DA FRIBOI (OLIGOPÓLIO).

8 8 O CÂMBIO EM PARTICULAR AINDA MEXE COM CORAÇÕES E MENTES

9 9 A BAIXA VOLATILIDADE DO CÂMBIO É UM ATIVO INESTIMÁVEL PARA AS EMPRESAS. TEM MUITO VALOR. SUAVIZAÇÃO É O QUE HÁ DE MAIS RESPONSÁVEL QUE O BACEN PODE FAZER NESTE MOMENTO

10 10 A SUAVIZAÇÃO DO BACEN, COMPRANDO RESERVAS, GARANTE TEMPO DE ADAPTAÇÃO ÀS EMPRESAS À NOVA REALIDADE CAMBIAL ALÉM DISSO, HÁ UM CONSTRUTIVO OPORTUNISMO DO BACEN REDUZINDO RISCOS FUTUROS

11 11 SERÁ QUE NINGUÉM FALA DO CUSTO DE SE MUDAR A POLÍTICA DE SUAVIZAÇÃO DO BACEN EM CURSO? CUSTO ALTO SERIA LEVAR INCERTEZA E IMPREVISIBILIDADE AOS AGENTES ECONÔMICOS

12 12 AS FORÇAS DOMINANTES DA APRECIAÇÃO DO REAL NÃO ESTÃO DO LADO DA ARBITRAGEM DE TAXA DE JUROS, MAS SIM NAS TRANSFORMAÇÕES ESTRUTURAIS DO BALANÇO DE PAGAMENTOS, NA EVOLUÇÃO DA DINÂNICA DA DÍVIDA E NA LEITURA GENEROSA QUE O MUNDO FAZ DAS OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTOS EM NEGÓCIOS NO BRASIL.

13 13 FONTE: BCB ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO EVOLUÇÃO DA MÉDIA MÓVEL 12 MESES DO CÂMBIO CONTRA A EVOLUÇÃO DA MÉDIA MÓVEL 3 MESES DA TAXA SELIC R$/US$

14 14 SUSPEITO QUE A TAXA DE CÂMBIO REAL DE LONGO PRAZO NO BRASIL ESTARÁ UM POUCO ABAIXO DO PATAMAR ATUAL. INVESTIMENTOS DIRETOS, ETANOL E ESTABILIDADE INSTITUCIONAL, MELHOR DINÂMICA DA DÍVIDA E GRAU DE INVESTIMENTO APRECIAM CÂMBIO

15 15 EVOLUÇÃO DA TAXA DE CÂMBIO D:\Area Economica\BBV\BLOOMBERG - TAXA DE CÂMBIO.xls R$/ US$ FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO

16 16 TAXA DE CÂMBIO REAL EFETIVA FONTE: BACEN ELABORAÇÃO: BRADESCO

17 17 CENÁRIO DE CÂMBIO PARA 2007 FONTE: BCB ELABORAÇÃO: BRADESCO

18 18 PAPEL DAS INTERVENÇÕES É O DE SUAVIZAR OS MOVIMENTOS DA TAXA DE CÂMBIO PARA EVITAR PASSAR FALSOS SINAIS AOS EXPORTADORES, IMPORTADORES, EMPRESAS E INDIVÍDUOS.

19 19 O FATO DE O BACEN (COMPRANDO RESERVAS) SUAVIZAR BASTANTE O MOVIMENTO DO CÂMBIO NÃO ANULA EM NADA A FUNÇÃO PRECÍPUA DO CÂMBIO FLUTUANTE QUE É A DE ABSORVER CHOQUES EXÓGENOS, LIBERANDO A ATIVIDADE DE IMPACTOS DIRETOS.

20 20 CÂMBIO IDEAL É AQUELE NEM APRECIADO NEM DEPRECIADO PORQUE TRADUZ UM EQUILÍBRIO DE BALANÇO DE PAGAMENTOS.

21 21 COMPETITIVIDADE NÃO PODE SER ESPÚRIA (VIA PREÇOS) COMO DIZIA O ECONOMISTA FERNADO FAJNZYLBER. INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE DEVEM SER A BASE DA COMPETITIVIDADE E NÃO O CÂMBIO

22 22 CÂMBIO É PREÇO-CHAVE PARA INVESTIMENTO AGREGADO SOBRETUDO QUANDO APRECIA. SUBSÍDIO À IMPORTAÇÃO DE BENS DE CAPITAL E REDUÇÃO DO CUSTO DO CAPITAL.

23 23 DECOMPOSIÇÃO DO CRESCIMENTO DO PIB BRASILEIRO ENTRE DEMANDA EXTERNA E INTERNA PARA PERÍODOS SELECIONADOS FONTE: IBGE, BCB ELABORAÇÃO: BRADESCO

24 24 VARIAÇÕES ANUAIS - TRIMESTRE / TRIMESTRE (-4) - DA FBKF E DO CÂMBIO REAL (60 OBSERVAÇÕES) FONTE: IBGE, BCB ELABORAÇÃO: BRADESCO Variação da FBKF Variação do câmbio real

25 25 RELAÇÕES ENTRE PARES DE VARIÁVEIS (Obs): Dados trimestrais de 1992 a 2006 exceto para os juros, que começam em Variação interanual dos dados trimestrais e, no caso dos juros, nível médio trimestral. FONTE: IBGE, BCB ELABORAÇÃO: BRADESCO

26 26 CÂMBIO JUROS. VARIAÇÕES ANUAIS - TRIMESTRE / TRIMESTRE (-4) - DO CÂMBIO REAL E TAXA DE JUROS ANUAL (SWAP PRÉ-360 MÉDIA NO TRIMESTRE) (36 OBSERVAÇÕES) FONTE: IBGE, BCB ELABORAÇÃO: BRADESCO Variação anual do câmbio Variação anual dos juros

27 27 CONSUMO E JUROS. VARIAÇÕES ANUAIS - TRIMESTRE / TRIMESTRE (-4) - DO CONSUMO E TAXA DE JUROS ANUAL (SWAP PRÉ-360 MÉDIA NO TRIMESTRE) (36 OBSERVAÇÕES) FONTE: IBGE, BCB ELABORAÇÃO: BRADESCO Variação consumo Nível de taxa de juros

28 28 RELAÇÃO ENTRE IMPORTAÇÕES E INVESTIMENTO. VARIAÇÕES ANUAIS - TRIMESTRE / TRIMESTRE (-4) - DA FBKF E DAS IMPORTAÇÕES (60 OBSERVAÇÕES) FONTE: IBGE, BCB ELABORAÇÃO: BRADESCO FBKF IMPORTAÇÕES

29 29 RELAÇÃO ENTRE CONSUMO E INVESTIMENTO. VARIAÇÕES ANUAIS - TRIMESTRE / TRIMESTRE (-4) - DA FBKF E DO CONSUMO (60 OBSERVAÇÕES) FBKF CONSUMO FONTE: IBGE, BCB ELABORAÇÃO: BRADESCO

30 30 CÂMBIO IDEAL É O DE EQUILÍBRIO. CÂMBIO DEPRECIADO É SUBSÍDIO A GRUPO RESTRITO DE EMPRESAS EXPORTADORAS.

31 31 DAÍ A SUPERIORIDADE DO REGIME DE CÂMBIO FLUTUANTE QUE, SUJO OU LIMPO, PERMITE A CONVERGÊNCIA MAIS RÁPIDA PARA O EQUILÍBRIO DO QUE O CÂMBIO FIXO QUE CONGELA PROJETOS.

32 32 SUJO OU NÃO, COM OU SEM APOIO DO LADO FISCAL, O REGIME DE CÂMBIO FLUTUANTE É SUPERIOR AO FIXO EM TODOS OS PLANOS.

33 33 REVISITANDO OS VERDADEIROS BONS COMBATES QUAIS SÃO OS VERDADEIROS TEMAS RELEVANTES PARA O DEBATE DO CRESCIMENTO BRASILEIRO?

34 34 NECESSIDADE DE EDUCAÇÃO DE QUALIDADE COM INVESTIMENTOS PÚBLICOS FOCADOS DA PRÉ-ESCOLA AO FUNDAMENTAL

35 35 NECESSIDADE DE REDUÇÃO DA CARGA TRIBUTÁRIA

36 36 NECESSIDADE DE REDUÇÃO DA INFORMALIDADE

37 37 MELHORAR A PRODUTIVIDADE DO SETOR PÚBLICO

38 38 NECESSIDADE DE INCENTIVO À INOVAÇÃO E À PESQUISA TECNOLÓGICA

39 39 NECESSIDADE DE MAIOR ABERTURA DA ECONOMIA

40 40 MELHORA DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA QUE HOJE DESINCENTIVA A CONTRATAÇÃO E ONERA AS EMPRESAS

41 41 REDUÇÃO DA INCERTEZA JURÍDICA, CONTRATUAL E REGULATÓRIA

42 42 REDUÇÃO DA BUROCRACIA

43 43 MAIOR APOIO ÀS REFORMAS, SOBRETUDO A DA PREVIDÊNCIA

44 44 NECESSIDADE DE SE AUMENTAR OS INVESTIMENTOS PRIVADOS E PÚBLICOS COM UM BOM AMBIENTE DE NEGÓCIOS

45 45 REDUZIR UM CERTO VIÉS ANTI-CAPITALISTA QUE EXISTE NO BRASIL ONDE O SETOR PRIVADO É SEMPRE VISTO COM SUSPEIÇÃO

46 46 MAS INFELIZMENTE A CONTROVÉRSIA SOBRE CÂMBIO E JUROS CONTINUARÁ

47 47 O BRASIL NÃO SÓ ESTÁ NO PÁREO COMO VAI LONGE. SERÁ? O CETICISMO É LEGÍTIMO

48 48 POR QUE O B DO BRICs NECESSITA POUCA JUSTIFICATIVA? Jim ONeill Managing Director & Head of Global Economic Research Goldman Sachs Março 2007

49 49 BRICs: POTENCIAIS E CONSEQÜÊNCIAS Até 2035 – 30 anos – o PIB dos BRICs poderá se equiparar ao do G6 Até 2010, o crescimento anual da demanda dos BRICs poderá se equivaler ao do G6 China e Índia poderão rivalizar com os EUA O bem-estar nos BRICs (PIB per capita) provavelmente ainda será menor do que dos G6 (exceto Rússia) Implicações: Mudança nos padrões de produção, comércio e consumo mundiais Mudança na ordem monetária mundial e talvez na ordem social As instituições mundiais precisarão mudar

50 50 RECOMENDAÇÕES PARA O BRASIL O Brasil precisa evitar as crises recorrentes O bom desempenho do regime de metas de inflação será fundamental Só se o cumprimento das metas de inflação for bem-sucedido, as taxas de juros reais cairão Brasil tirará proveito das relações de troca graças à China e à Índia além do aquecimento global.

51 51 ASSEGURANDO AS CONDIÇÕES PARA O CRESCIMENTO BRASILEIRO Políticas macroeconômicas estáveis e sadias Instituições políticas fortes e estáveis Abertura econômica Altos níveis em educação Não faz sentido acreditar em milagres econômicos

52 52 AS MAIORES ECONOMIAS EM 2005 EUAJapãoAlemanhaChinaReino UnidoFrançaItáliaBrasilÍndiaRússia

53 53 AS MAIORES ECONOMIAS EM 2050 ChinaEUAíndiaJapãoBrasilRússiaAlemanhaReino UnidoFrançaItália

54 54 MÉDIA DO CRESCIMENTO DO PIB DO BRASIL FONTE E PROJEÇÕES: GOLDMAN SACHS ELABORAÇÃO: BRADESCO EM %

55 55 MÉDIA DO CRESCIMENTO DO PIB DA CHINA FONTE E PROJEÇÕES: GOLDMAN SACHS ELABORAÇÃO: BRADESCO EM %

56 56 MÉDIA DO CRESCIMENTO DO PIB DA ÍNDIA FONTE E PROJEÇÕES: GOLDMAN SACHS ELABORAÇÃO: BRADESCO EM %

57 57 MÉDIA DO CRESCIMENTO DO PIB DA RÚSSIA FONTE E PROJEÇÕES: GOLDMAN SACHS ELABORAÇÃO: BRADESCO EM %

58 58 PERSPECTIVA HISTÓRICA DO CRESCIMENTO BRASILEIRO E GLOBAL: PIB DE PAÍSES SELECIONADOS

59 59 EVOLUÇÃO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS POR DÉCADA

60 60 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS - DÉCADA DE 60 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

61 61 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS - DÉCADA DE 70 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

62 62 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS - DÉCADA DE 80 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

63 63 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS - DÉCADA DE 90 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

64 64 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS A 2006 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO Brasil: crescimento de 3,5% em 2006

65 65 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS A 2010* FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO (*) Projeção para a década de 2010 com base nos dados dos 6 primeiros anos Brasil: crescimento de 3,5% em 2006 e 4% nos demais anos

66 66 EVOLUÇÃO DO PIB POR GRUPO DE PAÍSES

67 67 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES DO G7 - DÉCADA DE 60 FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

68 68 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES DO G7 - DÉCADA DE 70 FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

69 69 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES DO G7 - DÉCADA DE 80 FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

70 70 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES DO G7 - DÉCADA DE 90 FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

71 71 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES DO G7 – 2001 A 2006 FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

72 72 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES OUTROS DESENVOLVIDOS EX. G7 - DÉCADA DE 60 FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

73 73 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES OUTROS DESENVOLVIDOS EX. G7 - DÉCADA DE 70 FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

74 74 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES OUTROS DESENVOLVIDOS EX. G7 - DÉCADA DE 80 FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

75 75 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES OUTROS DESENVOLVIDOS EX. G7 - DÉCADA DE 90 FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

76 76 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES OUTROS DESENVOLVIDOS EX. G A 2006 FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

77 77 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES EMERGENTES - DÉCADA DE 60 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

78 78 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES EMERGENTES - DÉCADA DE 70 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

79 79 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES EMERGENTES - DÉCADA DE 80 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

80 80 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES EMERGENTES - DÉCADA DE 90 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

81 81 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES EMERGENTES – 2001 A 2006 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO Brasil: crescimento de 3,5% em 2006

82 82 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES EMERGENTES – 2001 A 2010* FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO Brasil: crescimento de 3,5% em 2006 e 4% nos demais anos

83 83 EVOLUÇÃO DO PIB POR PAÍSES SELECIONADOS

84 84 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB POR DÉCADAS – EUA FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

85 85 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB POR DÉCADAS – ALEMANHA FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

86 86 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB POR DÉCADAS – JAPÃO FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

87 87 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB POR DÉCADAS - ZONA DO EURO FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

88 88 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB POR DÉCADAS – BRASIL FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO Brasil: crescimento de 3,5% em 2006

89 89 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB POR DÉCADAS – BRASIL 1960 – 2010* FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO Crescimento de 3,5% em 2006 e 4% nos demais anos

90 90 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB POR DÉCADAS - CORÉIA DO SUL FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

91 91 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB POR DÉCADAS – ÍNDIA FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

92 92 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB POR DÉCADAS – CHINA FONTE: BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

93 93 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB – DÉCADA DE 60 FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

94 94 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB – DÉCADA DE 70 FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

95 95 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB – DÉCADA DE 80 FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

96 96 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB – DÉCADA DE 90 FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

97 97 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB – 2001 a 2006 FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO Brasil: crescimento de 3,5% em 2006

98 98 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB – 2001 a 2010* FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO Brasil: crescimento de 3,5% em 2006 e 4% nos demais anos

99 99 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DO MUNDO FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

100 100 TAXA MÉDIA ANUAL DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES DO G7 FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

101 101 TAXA MÉDIA ANUAL DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES outros desenvolvidos ex. g7 FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

102 102 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES DESENVOLVIDOS INCLUINDO G FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

103 103 TAXA MÉDIA ANUAL DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES EMERGENTES FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

104 104 TAXA MÉDIA ANUAL DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES EMERGENTES EX. CHINA FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

105 105 TAXA MÉDIA ANUAL DE CRESCIMENTO DO PIB DOS PAÍSES DA AMÉRICA LATINA FONTE: BANCO MUNDIAL, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

106 106 EVOLUÇÃO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS POR DÉCADA DE TRÁS PARA FRENTE

107 107 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS A 1966 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

108 108 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS A 1976 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

109 109 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS A 1986 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

110 110 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS A 1996 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO

111 111 TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO DO PIB DE PAÍSES SELECIONADOS A 2006 FONTE: IBGE, BANCO MUNDIAL ELABORAÇÃO: BRADESCO Brasil: crescimento de 3,5% em 2006

112 112 ATIVIDADE CAMINHA PARA CONFIRMAR UM EXCELENTE 2007

113 113 O ANO DE 2006 DEVE SER REVISTO PELO IBGE DE 2,9% PARA ALGO EM TORNO DE 3,5%

114 114 ESTAMOS NA IMINÊNCIA DE REVISAR NOSSA PROJEÇÃO DE PIB DE2007 PARA ALGO PRÓXIMO DE 4,5% ESTE ANO

115 115 CRESCIMENTO DO PIB BRASILEIRO NO LONGO PRAZO (*) FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO (*) Valores já com a revisão do IBGE, entre 1996 e Para 2006, estimativa Bradesco. em %

116 116 VAMOS RECONTAR A HISTÓRIA ECONÔMICA BRASILEIRA COM A REVISÃO DOS DADOS DO PIB?

117 117 DENTRO DO ESPERADO, O PIB BRASILEIRO FOI REVISADO PARA CIMA, MAS MAGNITUDE DA REVISÃO SURPREENDEU O MERCADO.

118 118 CRESCIMENTO REAL DO PIB BRASILEIRO FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO (*) Crescimento de 2006 com nova metodologia será divulgado no dia 28/março. Estimativa Bradesco

119 119 AVANÇOS CUMULATIVOS DE INICIATIVAS DE ANOS ANTERIORES AJUDAM A EXPLICAR MELHORA DO CRESCIMENTO NOS ÚLTIMOS ANOS.

120 120 TAXA DE CRESCIMENTO DO PIB - ANTERIOR E NOVA ESTIMATIVA FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

121 121 CRESCIMENTO MÉDIO REAL DO PIB ENTRE GOVERNOS em % FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

122 122 TAXA DE CRESCIMENTO REAL DO PIB PER CAPITA COM A METODOLOGIA NOVA FONTE: IBGE ELABORAÇÃO E (*) ESTIMATIVA: BRADESCO em %

123 123 PIB NOMINAL TAMBÉM FOI REVISADO. EM 2005 (ÚLTIMO DADO OFICIAL), ECONOMIA BRASILEIRA FICOU 11% MAIOR EM TERMOS NOMINAIS.

124 124 PIB BRASILEIRO - VALORES NOMINAIS R$ BILHÕES FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

125 125 CONSEQUENTEMENTE, OS VÁRIOS INDICADORES QUE TÊM O PIB COMO DENOMINADOR REGISTRARAM QUEDA.

126 126 CRÉDITO / PIB INDICA QUE POTENCIAL É AINDA MAIOR

127 127 RELAÇÃO CRÉDITO/PIB COM A METODOLOGIA ANTIGA FONTE: BACEN E IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

128 128 RELAÇÃO CRÉDITO/PIB COM A METODOLOGIA NOVA FONTE: BACEN E IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

129 129 DÍVIDA / PIB MELHORA PERCEPÇÃO DE SOLVÊNCIA DO BRASIL

130 130 O INDICADOR MAIS IMPORTANTE QUE MUDOU, E QUE DEVE LEVAR AO INVESTMENT GRADE, É A DÍVIDA/PIB. A DINÂMICA FUTURA TAMBÉM MELHORARÁ PORQUE O PIB DEVE CRESCER MAIS DAQUI PARA A FRENTE.

131 131 LULA ENTREGARÁ A RELAÇÃO DÍVIDA/PIB EM 2010 NO MENOR PATAMAR DESDE 1998, ANTES, PORTANTO, DA CRISE CAMBIAL DE 1999.

132 132 RELAÇÃO DÍVIDA/PIB - PIB ANTERIOR E REVISTO COM A METODOLOGIA ANTIGA 1995 – 2010 FONTE: BACEN, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO OBS.: PARA 2006, ESTIMATIVA

133 133 RELAÇÃO DÍVIDA/PIB - PIB ANTERIOR E REVISTO COM A METODOLOGIA NOVA 1995 – 2010 FONTE: BACEN, IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO OBS.: PARA 2006, ESTIMATIVA

134 134 O FATO É QUE MESMO TENDO CRESCIDO MAIS, VARIÁVEIS COMO INFLAÇÃO, DESEMPREGO, DÍVIDA, JUROS PRATICADOS NÃO MUDAM.

135 135 A CONDUÇÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA NÃO DEVERIA SE ALTERAR EM NADA, POIS O PIB CORRENTE E O POTENCIAL FORAM DESLOCADOS PARA CIMA.

136 136 MAS NA PRÁTICA, O MAIOR CRESCIMENTO DO PIB ESPERADO, PODE REFORÇAR A IDÉIA DE CORTES DE JUROS DE 0,25% CONTINUAMENTE.

137 137 TAXA DE INVESTIMENTO (FBCF) É REVISADA PARA BAIXO. COMO CRESCIMENTO FOI MAIOR A DESPEITO DESSE MOVIMENTO, ACREDITAMOS QUE O GANHO DE PRODUTIVIDADE TENHA SIDO GRANDE, REFLETINDO TODAS AS CONQUISAS PÓS-ESTABILIZAÇÃO.

138 138 ACREDITAMOS EM CONTINUIDADE DO CRESCIMENTO DA FBCF EM 2006 E 2007, SEJA PELO LADO DA CONSTRUÇÃO CIVIL COMO PELO LADO DO CONSUMO APARENTE DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS.

139 139 TAXA DE INVESTIMENTO (FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXA/PIB) FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO em %

140 140 E COMO ESTAMOS DE INFLAÇÃO NO BRASIL FRENTE AOS DEMAIS PAÍSES?

141 141 INFLAÇÃO MUNDIAL COMPARADA

142 142 GLOBALIZAÇÃO, EFEITO CHINA, AJUSTE EXTERNO E FISCAL DE PAÍSES REDUZEM INFLAÇÃO MUNDIAL

143 143 CHINA JOGA PREÇOS E SALÁRIOS DO MUNDO TODO PARA BAIXO

144 144 TAXA DE INFLAÇÃO DOS PAÍSES SELECIONADOS FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO D:\Area Economica\BBV\BLOOMBERG- ÍNDICE DOW JONES.xls

145 145 TAXA DE INFLAÇÃO DOS PAÍSES SELECIONADOS - G FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO D:\Area Economica\BBV\BLOOMBERG- ÍNDICE DOW JONES.xls

146 146 TAXA DE INFLAÇÃO DOS PAÍSES SELECIONADOS – OUTROS DESENVOLVIDOS 2007 FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO D:\Area Economica\BBV\BLOOMBERG- ÍNDICE DOW JONES.xls

147 147 TAXA DE INFLAÇÃO DOS PAÍSES SELECIONADOS - EMERGENTES 2007 FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO D:\Area Economica\BBV\BLOOMBERG- ÍNDICE DOW JONES.xls

148 148 TAXA DE INFLAÇÃO DOS PAÍSES SELECIONADOS - TIGRES ASIÁTICOS FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO D:\Area Economica\BBV\BLOOMBERG- ÍNDICE DOW JONES.xls

149 149 TAXA DE INFLAÇÃO DOS PAÍSES SELECIONADOS - LATINOS FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO D:\Area Economica\BBV\BLOOMBERG- ÍNDICE DOW JONES.xls

150 150 TAXA DE INFLAÇÃO DOS PAÍSES SELECIONADOS - LATINOS EX. VENEZUELA, ARGENTINA E COSTA RICA FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO D:\Area Economica\BBV\BLOOMBERG- ÍNDICE DOW JONES.xls

151 151 INFLAÇÃO NOS BRICs

152 152 INFLAÇÃO ACUMULADA EM 12 MESES – BRASIL FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO

153 153 INFLAÇÃO ACUMULADA EM 12 MESES – RÚSSIA FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO

154 154 INFLAÇÃO ACUMULADA EM 12 MESES – CHINA FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO

155 155 INFLAÇÃO ACUMULADA EM 12 MESES – ÍNDIA FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO

156 156 INFLAÇÃO NOS EMERGENTES COMPLICADOS

157 157 INFLAÇÃO ACUMULADA EM 12 MESES – HUNGRIA FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO

158 158 INFLAÇÃO ACUMULADA EM 12 MESES – ÁFRICA DO SUL FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO

159 159 INFLAÇÃO ACUMULADA EM 12 MESES – TURQUIA FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO

160 160 INFLAÇÃO ACUMULADA EM 12 MESES – ARGENTINA FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO

161 161 INFLAÇÃO ACUMULADA EM 12 MESES – VENEZUELA FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO

162 162 INFLAÇÃO BRASILEIRA COM PERSPECTIVAS BENIGNAS

163 163 MUITOS ELEMENTOS NOS DÃO INDÍCIOS DE QUE BRASIL ESTÁ BASTANTE PRÓXIMO DA CONVERGÊNCIA PARA UM AMBIENTE INFLACIONÁRIO INÉDITO.

164 164 DIFICILMENTE ANDAREMOS PARA TRÁS PORQUE RAPIDEZ NO PROCESSO PODE AGUDIZAR AS DORES DE UM AJUSTE ANTI- INFLACIONÁRIO.

165 165 NÃO É SÓ A INFLAÇÃO ALTA QUE É CRÍTICA PARA O PAÍS, A DESINFLAÇÃO FORTE TAMBÉM, DEPOIS DE TANTOS ANOS DE VÍCIO.

166 166 HOJE ESTAMOS VIVENDO AS DORES DE UM PROCESSO DE APRENDIZADO DE VIVER SEM INFLAÇÃO ALTA

167 167 RENTABILIDADES MENORES NOS NEGÓCIOS E NAS APLICAÇÕES, PROBLEMAS COM POUPANÇA, DIFICULDADE DE RECOMPOR MARGENS, DEFLAÇÃO NAS LOJAS, ETC

168 168 SISTEMA FINANCEIRO TAMBÉM PRECISA DE TEMPO PARA IR SE ORGANIZANDO ESTRATEGICAMENTE AO BRASIL DE JUROS MUITO BAIXOS.

169 169 EVOLUÇÃO DO IPCA ANUAL: 2002 A 2007 FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

170 170 POLÍTICA MONETÁRIA

171 171 POUQUÍSSIMOS ANALISTAS DIVERGEM SOBRE A POSSIBILIDADE DE QUEDA CONSISTENTE DOS JUROS NO BRASIL

172 172 TRAJETÓRIA RECENTE E TRAJETÓRIA PROJETADA DA TAXA SELIC DE AGO/05 A DEZ/08 CENÁRIO BASTANTE PLAUSÍVEL FONTE: BCB ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO

173 173 É OU NÃO É UMA TRAJETÓRIA ESPETACULAR, CASO SE CONCRETIZE? PORTANTO, É SURPREENDENTE VER QUE TEM GENTE QUE ACHA POUCO OU IRRELEVANTE ESSA BELA HISTÓRIA

174 174 CORRER AGORA PARA TER QUE AUMENTAR OS JUROS UM POUCO MAIS À FRENTE SERIA POUCO INTELIGENTE.

175 175 BACEN INDIRETAMENTE SUGERE QUE JUROS ESTÃO SEGUINDO UMA TRAJETÓRIA SEGURA PARA QUE NÃO SE PRECISE AUMENTÁ-LOS EM 2008 (ANO ELEITORAL)

176 176 CENÁRIO IMPLICA, NECESSARIAMENTE, QUE OS JUROS REAIS NO BRASIL CONVERGIRÃO RAPIDAMENTE PARA A MÉDIA DO MUNDO EMERGENTE.

177 177 JURO REAL EX-ANTE PODERÁ CHEGAR AO FINAL DE 2007 EM TORNO DE 7,5% CONTRA OS 8,60% ATUAIS

178 178 FONTE: BLOOMBERG ELABORAÇÃO: BRADESCO EVOLUÇÃO DA TAXA REAL DE JUROS (TAXA SELIC DEFLACIONADA PELA EXPECTATIVA DE IPCA 12 M) Area Economica\BBV\andrea\apresent_octavio - TAXAJUROS.xls

179 179 ELABORAÇÃO: BRADESCO EVOLUÇÃO DA TAXA REAL DE JUROS (SWAP PRE-DI 360 DIAS DEFLACIONADO PELA EXPECTATIVA DE IPCA 12 M) EM 2006 e 2007 Area Economica\BBV\andrea\apresent_octavio - TAXAJUROS.xls


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