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1 1 2 a Conf. Int. de Crédito Imobiliário 19 de Março de 2010.

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1 1 1 2 a Conf. Int. de Crédito Imobiliário 19 de Março de 2010

2 2 I) Crescimento Econômico – Curto e Longo Prazo II)Balanço de Pagamentos e Câmbio III)Inflação e Política Monetária IV)Política Fiscal V)Riscos – Risco Externo e Risco Político Sumário

3 3 Crescimento Econômico

4 4 Recessão brasileira foi curta (2 trimestres). O PIB em 2010 está crescendo acima do potencial (+5.8%). O crescimento da demanda doméstica vem puxando o PIB liderado por: a) investimentos; b) consumo das famílias. Importações líquidas estão em crescimento.

5 5 Indústria voltando aos níveis pré-crise. Utilização de capacidade instalada aproximando-se do nível de Indicadores antecedentes (confiança da industria - IBGE) apontando para aumentos adicionais na utilização de capacidade.

6 6 Vendas reais do comércio estimuladas por: ampliação do crédito ao consumo; aumento da população empregada; aumento da renda real somada às transgerências; efeitos defasados das taxas reais de juros mais baixas.

7 7 Desemprego tão baixo quanto durante a economia aquecida em 2008, e emprego do setor de serviços (3,5 vezes maior do que da indústria) crescendo depressa.

8 8 Balanço de Pagamentos e Câmbio

9 9 O aumento dos investimentos leva a um déficit mais elevado das contas correntes. Em 2010 o déficit chegará a 3% do PIB, e admitindo que em 2011 o crescimento do PIB convirja para o potencial, o déficit nas contas correntes chegará a 3,5% do PIB.

10 10 Os saldos comerciais vêm caindo. Há forte crescimento de importações. Recentemente há sinais de reação mais forte das exportações

11 11 O quantum exportado não cresce, e toda a recuperação das exportações vem dos preços. Há um crescimento do quantum importado, que se liga à atividade econômica em recuperação.

12 12 A aceleração de importações está ligada à produção indutrial e à formação bruta de capital fixo.

13 13 Exportações – Preços de commidities determinando os preços em US$ das exportações, e aumento do valor em US$ das exportações mundiais totais.

14 14 Correlação negativa entre relações de troca e câmbio real

15 15 Ganhos das relações de troca dependendo dos preços internacionais de commodities

16 16 Olhando para os prêmios de risco temos uma noção de como caminha o câmbio. Quais as forças que movem os premios de risco?

17 17 Contágio através dos fluxos de capitais? Sim, mas de longe muito menor do que as crises tipicamente latinas. Pode aumentar? Possivelmente. A aversão ao risco é outra força que impede adicionais apreciações do real.

18 18 A tendência é que um maior grau de aversão ao risco reduza os grandes infuxos de capitais verificados até momento.

19 19 Inflação e Política Monetária

20 20 Nos últimos anos há uma tendência ao declínio da taxa real de juros. Mas devido à crise a taxa de juros foi colocada abaixo da taxa neutra. Agora assistiremos a uma elevação.

21 21 Encerra-se o ciclo de deflação de bens tradables

22 22 Inflação mais elevada nos serviços e nos non-tradables em geral

23 23 Aumento não sazonal do IPCA (núcleo por médias aparadas com suavização). Aumento das projeções de inflação para 2010.

24 24 Aumento de gastos públicos de característica permanente faz antever uma política fiscal ainda expansionista, embora em intensidade um pouco menor do que em 2009.

25 25 Risco Externo

26 26 Europa - dívidas externas muito grandes e crescendo. Isto restringirá o crescimento econômico no futuro. Em adição, há clara perda de competitividade dos países da periferia da Europa.

27 27 Perspectivas


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