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Contas Externas Brasileiras Carlos Thadeu de Freitas Gomes Seminário APIMEC 40 anos Rio de Janeiro, 17 de Maio de 2010. 1.

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1 Contas Externas Brasileiras Carlos Thadeu de Freitas Gomes Seminário APIMEC 40 anos Rio de Janeiro, 17 de Maio de

2 Déficits na Conta Corrente do Balanço de Pagamentos: Excesso de importações sobre exportações de bens e serviços; Excesso de demanda doméstica (gastos internos com consumo das famílias, governos e investimentos) sobre o produto; Excesso de investimentos sobre a poupança doméstica. Superávit em Conta corrente: Exportações líquidas positivas, com excedente de exportações sobre importações; País produz mais do que consome, demanda doméstica menor do que o produto interno; Excesso de poupança doméstica sobre os investimentos. Contas Externas: Algumas definições 2

3 Aumento do déficit : Aumento do consumo das famílias, redução da poupança doméstica, aumento dos gastos públicos, redução da poupança pública e aumento dos investimentos. Aumento no déficit em conta corrente 3 Maior consumo e maior investimento na economia, financiado através do aumento das importações e do fluxo de capital externo. Gera necessidade de financiamento externo, e possíveis pressões no câmbio nominal e nos preços (dependendo dos fluxos externos e do grau de abertura às importações).

4 Pré-condições para o auge (milagre): Reformas e políticas restritivas pós 64: Redução do déficit público; Investimentos públicos; Estímulos à importações e à entrada de capital estrangeiro. Política cambial adequada. Alta liquidez internacional. Determinantes de declínio: Crise do petróleo Reversão dos fluxos de capitais externos; Agravamento do déficit em conta corrente. Esgotamento da política de substituição de importações. Modelo Stop and go: dominância fiscal Anos 70: auge e declínio da economia brasileira 4

5 Países latino-americanos ricos em recursos naturais se beneficiaram da alta dos preços das commodities (início dos anos 2000), que levou à: Superávits em conta corrente Grandes fluxos de capital estrangeiro Valorização da taxa de câmbio Acúmulo de reservas Redução do endividamento externo Possibilidade de resposta ao choque externo de 2008 através de políticas anti-cíclicas. BRASIL e ciclo de commodities: Commodities e derivados correspondem a 2/3 das exportações A descoberta do pré-sal vai consolidar a posição do país no mercado de commodities mundial. A grande moderação e o boom recente das commodities 5

6 Se o crescimento acelerar no Brasil, o país terá que conviver com déficits em conta corrente já que possui uma taxa de poupança baixa; Os déficits nem sempre são prejudiciais, como no caso da Austrália que convive bem com eles há anos. O excesso de demanda no Brasil vem sendo induzido pela política fiscal expansionista que gera um crescimento do PIB acima do seu potencial; Sustentabilidade da poupança externa: Complementar a poupança doméstica como no auge da década de 70. Pós Crise: Reversão nas Contas Externas no Brasil 6

7 Evolução do Saldo em Conta Corrente no Brasil 7

8 Importações e Investimentos 8

9 Os déficits e superávits podem refletir uma alocação eficiente de fatores. Contudo, eles se tornam prejudiciais quando contribuem para distorções ou a má-precificação de riscos. Ajuste na economia norte americana: menor participação do consumo e mercado imobiliário e maior participação das exportações e dos investimentos em seu crescimento: O déficit em conta corrente já se reduziu de 6% para 3% do PIB em 2009 e a taxa de poupança privada aumentou. Riscos: tendência de aumento do déficit público no longo prazo. Efeito crowding out do investimento privado. Ajuste na economia global: Os Estados Unidos tem que consumir não muito mais do que produz e os países superavitários têm que depender menos da demanda externa. Desequilíbrios Globais 9

10 Curto Prazo: Dominância fiscal sobre a política monetária Juros altos e efeito deslocamento sobre os investimentos privados. Longo Prazo: Financiamento externo frágil, aliados à volta a normalidade das políticas monetárias dos países centrais Redução da liquidez externa; Aumento do custo de oportunidade de investimentos e aplicações financeiras. Cenário Atual: Favorável, mas com riscos 10


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