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I Fórum Sobre Drogas do Vale do Paranhana Isabel Cristina Storck Psicóloga com especialização em Dependência Química pela UNIFESP

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Apresentação em tema: "I Fórum Sobre Drogas do Vale do Paranhana Isabel Cristina Storck Psicóloga com especialização em Dependência Química pela UNIFESP"— Transcrição da apresentação:

1 I Fórum Sobre Drogas do Vale do Paranhana Isabel Cristina Storck Psicóloga com especialização em Dependência Química pela UNIFESP

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19 Visão Geral O á lcool é a substância qu í mica mais utilizada pela humanidade. Est á presente na maioria das festas e rituais religiosos. Quase todos os pa í ses do mundo, onde o consumo é aceito, possuem uma bebida t í pica da qual se orgulham os seus habitantes. Alcoolismo é uma doen ç a caracterizada por problemas associados à ingestão de etanol ( á lcool et í lico). Esses problemas se referem a diferentes á reas: familiares, educacionais, legais, financeiras, m é dicas e operacionais. Em 1935 os Alco ó licos Anônimos - AA definiram como alcoolista "toda pessoa vencida pelo á lcool e cuja vida come ç a a ser incontrol á vel". Em 1935 os Alco ó licos Anônimos - AA definiram como alcoolista "toda pessoa vencida pelo á lcool e cuja vida come ç a a ser incontrol á vel".

20 Conceito de dependência: A dependência do á lcool (alcoolismo) é uma doen ç a crônica e freq ü entemente progressiva que é caracterizada por: Uma compulsão pelo á lcool Uma compulsão pelo á lcool Uma dependência f í sica do á lcool (desenvolvimento de sintomas f í sicos quando uma pessoa deixa de beber) Uma dependência f í sica do á lcool (desenvolvimento de sintomas f í sicos quando uma pessoa deixa de beber) Uma necessidade continuada do á lcool apesar dos problemas psicol ó gicos, interpessoais e f í sicos relacionados ao á lcool. Uma necessidade continuada do á lcool apesar dos problemas psicol ó gicos, interpessoais e f í sicos relacionados ao á lcool.

21 Foi em 1976 que Griffith Edwards e Milton Gross propuseram um conceito de síndrome de dependência alcoólica, que utilizamos até hoje.

22 O que realmente define a doen ç a do alcoolismo é a dependência - o fato que o paciente venha a depender ou confiar psicol ó gica e emocionalmente no á lcool em sua vida cotidiana. Al é m disso, em um n í vel puramente f í sico, o corpo do paciente torna-se dependente da presen ç a do á lcool quando faz suas rea ç ões qu í micas normais, inclusive as rea ç ões qu í micas no c é rebro. Isto significa que quando o uso do á lcool é interrompido subitamente, o ambiente interno do corpo acostumado muda drasticamente, causando sintomas de abstinência como tremores, taquicardia, respira ç ão r á pida, febre, insônia, alucina ç ões e ataques epil é ticos.

23 Causas Na origem do alcoolismo se encontram fatores biológicos, psicológicos e sociais.

24 O alcoolismo é uma doença incurável, de determinação fatal e progressiva até mesmo em período de abstinência, entretanto, existem tratamentos para interromper o crescimento da doença.

25 É preciso saber que o á lcool é a porta de entrada das drogas!

26 Situação do Álcool na Europa A Organiza ç ão Mundial de Sa ú de - OMS calcula que na Europa o consumo alco ó lico per capita seja o dobro em rela ç ão à m é dia mundial, assim como a ocorrência de doen ç as relacionadas ao á lcool. As mulheres europ é ias representam de 20% a 30% do consumo total de á lcool na Europa, a taxa mais alta do mundo.jaiosjoisajsoisjoisjaoisjasoijsoijsoijsoisjasoijsoijsa Ainda de acordo com os dados da OMS, "os homens apresentam uma mortalidade e uma ocorrência de doen ç as ligadas ao á lcool maiores do que as mulheres. Os jovens são particularmente atingidos, sendo que mais de um ter ç o da ocorrência de doen ç as nos homens e cerca de 14% nas mulheres, entre os 15 e os 30 anos de idade, é resultado do consumo de á lcool".

27 Segundo estimativas da Comissão Européia, até 195 mil pessoas morrem a cada ano vítimas do consumo de álcool. Com 11 milhões de litros, ou copos de cerveja por ano, o continente lidera a lista mundial de consumo per capita. Estima-se que haja cerca de 23 milhões de dependentes de álcool na UE e a idade com que se começa a beber não pára de cair, em alguns casos chegando aos 12 anos.

28 Influência Cultural: A Oktoberfest voltou a transformar Munique na capital mundial da cerveja. É hora de curtir a maior festa popular do mundo. E pouco importa se o pre ç o da cerveja continua subindo... A Oktoberfest é tamb é m ponto de encontro de diversas nacionalidades. Cerca de 15% do total de turistas que passeiam pelo Theresienwiese são estrangeiros. Isto representa cerca de 1 milhão de pessoas. São elas que contribuem para dar um toque especial ao evento, que hoje j á virou produto de exporta ç ão e conta com diversas "c ó pias" mundo afora.

29 "Existem cerca de 2 mil grandes Oktoberfest pelo mundo. A maior delas é a de Blumenau, no Brasil", afirmou Gabriele Weish ä upl, da central de Turismo da Baviera.

30 O alcoolismo é a terceira doença que mais mata no mundo. Além disso, causa 350 doenças (físicas e psiquiátricas) e torna dependentes da droga um de cada dez usuários de álcool. Epidemiologia

31 O Brasil detém o 1° lugar do mundo no consumo de destilados cachaça. Os jovens estão começando a beber cada vez mais cedo. O álcool interfere no processo de concentração no trabalho e os alcoolistas estão justamente na faixa de maior produtividade do individuo - entre 25 e 45 anos. O alcoolismo é uma doença crônica, incurável e progressiva, que mina o organismo, atacando todos os órgãos.

32 O á lcool é respons á vel pela maioria dos acidentes de trânsito, porque altera a percep ç ão do espa ç o, do tempo e a capacidade de enxergar bem. O á lcool tem contribu í do intensamente para o aumento da violência dom é stica, abusos e criminalidade. O í ndice de câncer entre os bebedores é alarmante, quer por a ç ão t ó pica do pr ó prio á lcool sobre as mucosas, quer por conta dos aditivos qu í micos, de a ç ão cancer í gena,que entram no processo de fabrica ç ão das bebidas. O alcoolismo é 11 vezes mais freqüente em homens do que em mulheres.

33 Conseqüências Complicações físicas; Complicações psiquiátricas; Complicações sociais;

34 Tratamento A chave para o tratamento da dependência do á lcool é deixar de beber permanentemente. O primeiro passo neste processo é a desintoxica ç ão (retirada imediata do á lcool). Dependendo de seus sintomas e do grau de dependência, a desintoxica ç ão pode ser feita de forma ambulatorial ou não. O segundo passo é o acompanhamento psicoter á pico do paciente e de seus familiares (grupos multifamiliares), que serve de apoio para a manuten ç ão da abstinência e compreensão da problem á tica envolvida no uso de drogas. Como rede de apoio, pode-se contar ainda com o aux í lio dos v á rios grupos que se encontram dispon í veis.

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36 Prevenir; Organizar serviços; Organizar políticas públicas efetivas; Capacitar profissionais para atuar na abordagem preventiva;

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