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NOMES: Clara e Gabriel Mendes TURMA:31. Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Na fazenda.

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1 NOMES: Clara e Gabriel Mendes TURMA:31

2 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Na fazenda Caiçara, cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa branca, Abc do sertão,Vida de Viajante, Eu só quero um xodó Curiosidades Seu apelido era Lua. Data de falecimento 2 de agosto de 1989 FOTO

3 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

4 Abc do sertão ABC do Sertão ( Zé Dantas / Luiz Gonzaga) Lá no meu sertão pros caboclo lê Têm que aprender um outro ABC O jota é ji, o éle é lê O ésse é si, mas o érre Tem nome de rê Até o ypsilon lá é pssilone O eme é mê, O ene é nê O efe é fê, o gê chama-se guê Na escola é engraçado ouvir-se tanto "ê" A, bê, cê, dê, Fê, guê, lê, mê, Nê, pê, quê, rê, Tê, vê e zê. 78 RPM V801193a

5 tp://www.youtube.com/watch?v=4knm4owqQBA&feature=fvwrel

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7 NOMES:Felipe e Mariana Mesquita TURMA:31

8 Nome completoLuiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento13 de Dezembro 1912 Local onde nasceuFazenda Caiçara, terras do barão de Exu no estado de Pernambuco FiliaçãoJanuário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidasPássaro Carão, Xote das Meninas, Asa Branca CuriosidadesFoi apelidado de Lua. Data de falecimento2 de agosto de 1989 FOTO

9 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

10 Pássaro Carão ( José Marcolino e Luiz Gonzaga) Pássaro Carão cantou Anum chorou também A chuva vem cair No meu sertão Vi um sinar, meu bem Que me animou também Ainda ontem vi Póvora no chão } bis É bom inverno que vem É chuva cedo que tem O nosso plano de além É de casa Se Deus quiser Agora faço um ranchinho Prá nóis juntinho,meu bem Nele morar 78 RPM V802448b 1962

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13 NOMES: Guilherme Machado e Maria Luísa TURMA:31

14 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 De Dezembro em 1912 Local onde nasceu Cidade de Exu, no estado de Pernambuco Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa branca, Canto do povo, Hora do adeus e Vida de viajante Curiosidades Seu apelido era Lua. Data de falecimento 2 de agosto em 1989 FOTO

15 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

16 CANTO DO POVO (Jurandir da Feira) Quero cantar pro meu povo Sanfona não vai calar Quero alegria chegando Tristeza não vai ficar Quero ver tudo verdinho Toda esperança brotar Cheiro da terra molhada Um risco em cada olhar Encher de vida essa gente Esperar sem reclamar Plantar de novo a semente Que brote o fruto, nos dá Depois pegar a morena Na rede me balançar Vamos ter Na pisada do xote, baião No galope, o mote, o repente Cantador de viola na mão 70 ANOS DE SANFONA E SIMPATIA; 1983; RCA

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19 NOMES:Livia e Fabrizio TURMA:31

20 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara,na cidade de Exu,em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca,Baião e ABC do Sertão Curiosidades Ele tinha um companheiro para criar músicas chamado Humberto Teixeira. Data de falecimento 02 de agosto de 1989 FOTO

21 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

22 Boiadeiro ( Klécius Caldas - Armando Cavalcanti) Vai boiadeiro que a noite já vem Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem De manhazinha quando eu sigo pela estrada Minha boiada pra invernada eu vou levar Quando as cabeça é muito pouco é quase nada mas não tem outras mais bonitas no lugar Vai boiadeiro que o dia já vem Levo o teu gado e vai pensando no teu bem De tardezinha quando eu venho pela estrada A fiarada ta todinha a me esperar São dez fiinha é muito pouco é quase nada mas não tem outros mais bonitos no lugar Vai boiadeiro que a tarde já vem Leva o teu gado e vai pensando no teu bem E quando eu chego na cansela da morada Minha Rosinha vem correndo me abraçar É pequenina é miudinha é quase nada mas não tem mais bonita no lugar Vai boiadeiro que a noite já vem Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem

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25 NOMES:João Guilherme e Eduarda Veloso TURMA:31

26 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara, na cidade de Exu, no estado de Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca, Xote das Meninas e Vida de viajante Curiosidades Foi consagrado o rei do Baião. Data de falecimento 2 de agosto de 1989 FOTO

27 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

28 Asa branca Asa Branca (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira) Quando oiei a terra ardendo Qua fogueira de São João Eu perguntei a Deus do céu, uai Por que tamanha judiação Que braseiro, que fornaia Nem um pé de prantação Por farta d'água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão Até mesmo a asa branca Bateu asas do sertão Então eu disse a deus Rosinha Guarda contigo meu coração Hoje longe muitas léguas Numa triste solidão Espero a chuva cair de novo Para eu voltar pro meu sertão Quando o verde dos teus oio Se espalhar na prantação Eu te asseguro não chore não, viu Que eu voltarei, viu Meu coração 78 RPM V800510b 1947 (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira)Quando oiei a terra ardendoQua fogueira de São JoãoEu perguntei a Deus do céu, uaiPor que tamanha judiaçãoQue braseiro, que fornaiaNem um pé de prantaçãoPor farta d'água perdi meu gadoMorreu de sede meu alazãoAté mesmo a asa brancaBateu asas do sertãoEntão eu disse a deus RosinhaGuarda contigo meu coraçãoHoje longe muitas léguasNuma triste solidãoEspero a chuva cair de novoPara eu voltar pro meu sertãoQuando o verde dos teus oioSe espalhar na prantaçãoEu te asseguro não chore não, viuQue eu voltarei, viuMeu coração78 RPM V800510b 1947 (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira)Quando oiei a terra ardendoQua fogueira de São JoãoEu perguntei a Deus do céu, uaiPor que tamanha judiaçãoQue braseiro, que fornaiaNem um pé de prantaçãoPor farta d'água perdi meu gadoMorreu de sede meu alazãoAté mesmo a asa brancaBateu asas do sertãoEntão eu disse a deus RosinhaGuarda contigo meu coraçãoHoje longe muitas léguasNuma triste solidãoEspero a chuva cair de novoPara eu voltar pro meu sertãoQuando o verde dos teus oioSe espalhar na prantaçãoEu te asseguro não chore não, viuQue eu voltarei, viuMeu coração78 RPM V800510b 1947 < Anterior Próximo > [ Voltar ] (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira)Quando oiei a terra ardendoQua fogueira de São JoãoEu perguntei a Deus do céu, uaiPor que tamanha judiaçãoQue braseiro, que fornaiaNem um pé de prantaçãoPor farta d'água perdi meu gadoMorreu de sede meu alazãoAté mesmo a asa brancaBateu asas do sertãoEntão eu disse a deus RosinhaGuarda contigo meu coraçãoHoje longe muitas léguasNuma triste solidãoEspero a chuva cair de novoPara eu voltar pro meu sertãoQuando o verde dos teus oioSe espalhar na prantaçãoEu te asseguro não chore não, viuQue eu voltarei, viuMeu coração78 RPM V800510b 1947 (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira)Quando oiei a terra ardendoQua fogueira de São JoãoEu perguntei a Deus do céu, uaiPor que tamanha judiaçãoQue braseiro, que fornaiaNem um pé de prantaçãoPor farta d'água perdi meu gadoMorreu de sede meu alazãoAté mesmo a asa brancaBateu asas do sertãoEntão eu disse a deus RosinhaGuarda contigo meu coraçãoHoje longe muitas léguasNuma triste solidãoEspero a chuva cair de novoPara eu voltar pro meu sertãoQuando o verde dos teus oioSe espalhar na prantaçãoEu te asseguro não chore não, viuQue eu voltarei, viuMeu coração78 RPM V800510b 1947 < Anterior Próximo > [ Voltar ]

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31 NOMES:Maria Eduarda Silva e Frederico TURMA:31

32 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara, na cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Pai nosso, Asa Branca e Vida de viajante Curiosidades Seu apelido era Lua. Data de falecimento 2 de agosto de1989

33 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

34 Pai Nosso Que estais no céu do sertão Santificado Quem vive sobre esse chão Sertanejo faz oração É sofrido, é vivido de solidão Nas quebradas, nos tabuleiros Só pensa que a vida está sem razão Passa o vento, redemoinho Que roda e acorda desilusão O pão nosso De cada dia nos guia Nos consola e transforma em coisas do dia Sertanejo planta a semente Que a terra não pode plantar Foi o amor que fez o homem Plantar nessa terra, o perdão Na poeira dos caminheiras A marca de uma vida de arribação } bis Perdoai o vaqueiro, Meu Senhor Que ele sempre nas contas lhe perdoou Na caatinga, o caminho, a solução A lição, a ilusão, a conformação Que não caia o vaqueiro em tentação Nem lhe traga perdição, maldição Corre o tempo e o vento pro fim do mundo O cavalo abalou, desembestou Acabou minha vida de vaquejada ( Janduhy Finizola) Pai Nosso Que estais no céu do sertão Santificado Quem vive sobre esse chão Sertanejo faz oração É sofrido, é vivido de solidão Nas quebradas, nos tabuleiros Só pensa que a vida está sem razão Passa o vento, redemoinho Que roda e acorda desilusão O pão nosso De cada dia nos guia Nos consola e transforma em coisas do dia Sertanejo planta a semente Que a terra não pode plantar Foi o amor que fez o homem Plantar nessa terra, o perdão Na poeira dos caminheiras A marca de uma vida de arribação } bis Perdoai o vaqueiro, Meu Senhor Que ele sempre nas contas lhe perdoou Na caatinga, o caminho, a solução A lição, a ilusão, a conformação Que não caia o vaqueiro em tentação Nem lhe traga perdição, maldição Corre o tempo e o vento pro fim do mundo O cavalo abalou, desembestou Acabou minha vida de vaquejada DENGO MAIOR; 1978; RCA ( Janduhy Finizola) Pai Nosso Que estais no céu do sertão Santificado Quem vive sobre esse chão Sertanejo faz oração É sofrido, é vivido de solidão Nas quebradas, nos tabuleiros Só pensa que a vida está sem razão Passa o vento, redemoinho Que roda e acorda desilusão O pão nosso De cada dia nos guia Nos consola e transforma em coisas do dia Sertanejo planta a semente Que a terra não pode plantar Foi o amor que fez o homem Plantar nessa terra, o perdão Na poeira dos caminheiras A marca de uma vida de arribação } bis Perdoai o vaqueiro, Meu Senhor Que ele sempre nas contas lhe perdoou Na caatinga, o caminho, a solução A lição, a ilusão, a conformação Que não caia o vaqueiro em tentação Nem lhe traga perdição, maldição Corre o tempo e o vento pro fim do mundo O cavalo abalou, desembestou Acabou minha vida de vaquejada DENGO MAIOR; 1978; RCA ( Janduhy Finizola) Pai Nosso Que estais no céu do sertão Santificado Quem vive sobre esse chão Sertanejo faz oração É sofrido, é vivido de solidão Nas quebradas, nos tabuleiros Só pensa que a vida está sem razão Passa o vento, redemoinho Que roda e acorda desilusão O pão nosso De cada dia nos guia Nos consola e transforma em coisas do dia Sertanejo planta a semente Que a terra não pode plantar Foi o amor que fez o homem Plantar nessa terra, o perdão Na poeira dos caminheiras A marca de uma vida de arribação } bis Perdoai o vaqueiro, Meu Senhor Que ele sempre nas contas lhe perdoou Na caatinga, o caminho, a solução A lição, a ilusão, a conformação Que não caia o vaqueiro em tentação Nem lhe traga perdição, maldição Corre o tempo e o vento pro fim do mundo O cavalo abalou, desembestou Acabou minha vida de vaquejada DENGO MAIOR; 1978; RCA ( Janduhy Finizola) Pai Nosso Que estais no céu do sertão Santificado Quem vive sobre esse chão Sertanejo faz oração É sofrido, é vivido de solidão Nas quebradas, nos tabuleiros Só pensa que a vida está sem razão Passa o vento, redemoinho Que roda e acorda desilusão O pão nosso De cada dia nos guia Nos consola e transforma em coisas do dia Sertanejo planta a semente Que a terra não pode plantar Foi o amor que fez o homem Plantar nessa terra, o perdão Na poeira dos caminheiras A marca de uma vida de arribação } bis Perdoai o vaqueiro, Meu Senhor Que ele sempre nas contas lhe perdoou Na caatinga, o caminho, a solução A lição, a ilusão, a conformação Que não caia o vaqueiro em tentação Nem lhe traga perdição, maldição Corre o tempo e o vento pro fim do mundo O cavalo abalou, desembestou Acabou minha vida de vaquejada DENGO MAIOR; 1978; RCA ( Janduhy Finizola) Pai Nosso Que estais no céu do sertão Santificado Quem vive sobre esse chão Sertanejo faz oração É sofrido, é vivido de solidão Nas quebradas, nos tabuleiros Só pensa que a vida está sem razão Passa o vento, redemoinho Que roda e acorda desilusão O pão nosso De cada dia nos guia Nos consola e transforma em coisas do dia Sertanejo planta a semente Que a terra não pode plantar Foi o amor que fez o homem Plantar nessa terra, o perdão Na poeira dos caminheiras A marca de uma vida de arribação } bis Perdoai o vaqueiro, Meu Senhor Que ele sempre nas contas lhe perdoou Na caatinga, o caminho, a solução A lição, a ilusão, a conformação Que não caia o vaqueiro em tentação Nem lhe traga perdição, maldição Corre o tempo e o vento pro fim do mundo O cavalo abalou, desembestou Acabou minha vida de vaquejada DENGO MAIOR; 1978; RCA ( Janduhy Finizola) Pai Nosso Que estais no céu do sertão Santificado Quem vive sobre esse chão Sertanejo faz oração É sofrido, é vivido de solidão Nas quebradas, nos tabuleiros Só pensa que a vida está sem razão Passa o vento, redemoinho Que roda e acorda desilusão O pão nosso De cada dia nos guia Nos consola e transforma em coisas do dia Sertanejo planta a semente Que a terra não pode plantar Foi o amor que fez o homem Plantar nessa terra, o perdão Na poeira dos caminheiras A marca de uma vida de arribação } bis Perdoai o vaqueiro, Meu Senhor Que ele sempre nas contas lhe perdoou Na caatinga, o caminho, a solução A lição, a ilusão, a conformação Que não caia o vaqueiro em tentação Nem lhe traga perdição, maldição Corre o tempo e o vento pro fim do mundo O cavalo abalou, desembestou Acabou minha vida de vaquejada DENGO MAIOR; 1978; RCA PAI NOSSO

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37 NOMES:João Pedro Balaciano e Stella Campana TURMA:31

38 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de Dezembro de 1912 Local onde nasceu Na fazenda Caiçara, cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Ana Batista de Jesus Santana e Januário José dos Santos. Músicas mais conhecidas Asa Branca e Vida de Viajante Curiosidades Ele tinha um companheiro de música chamado Humberto Teixeira. Data de falecimento 2 de agosto de 1989 FOTO

39 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

40 O Adeus da Asa Branca (Tributo a Humberto Teixeira) (Dalton Vogeler) Quando o verde dos teus óio Se espáia na prantação Uma lágrima doída Vai moiá todo o sertão No cantá do assum preto Vai se ouvir mágoas e dor Ribaçã morrê de sede Com sodade de douto Foi se embora a Asa Branca Lá pro céu ela levou O poeta de alma franca Que todo mundo cantou Meu Padrinho Padim Ciço Faça dele um acessô Morre o homem fica o nome E o nome dele ficou O HOMEM DA TERRA; 1980; RCA

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43 NOMES:Beatrice e Lucas TURMA:31

44 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara,na cidade de Exu,em Pernambuco Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca, Xote das Meninas e Vida de viajante Curiosidades Seu apelido era Lua. Data de falecimento 2 de agosto de 1989 FOTO

45 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

46 Projeto Asa Branca O Adeus da Asa Branca ( Tributo a Humberto Teixeira) (Dalton Vogeler) Quando o verde dos teus óio Se espáia na prantação Uma lágrima doída Vai moiá todo o sertão No cantá do assum preto Vai se ouvir mágoas e dor Ribaçã morrê de sede Com sodade de douto Foi se embora a Asa Branca Lá pro céu ela levou O poeta de alma franca Que todo mundo cantou Meu Padrinho Padim Ciço Faça dele um acessô Morre o homem fica o nome E o nome dele ficou O HOMEM DA TERRA; 1980; RCA

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49 NOMES:Manuela Papaleo e João Paulo TURMA:31

50 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara,na cidade de Exu, em Pernambuco Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca, Xote das Meninas e Vida de Viajante Curiosidades Foi consagrado o Rei do Baião. Data de falecimento 2 de agosto de 1989 FOTO

51 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

52 Triste Partida A Triste Partida (Patativa do Assaré) Meu Deus, meu Deus Setembro passou Outubro e Novembro Já tamo em Dezembro Meu Deus, que é de nós, Meu Deus, meu Deus Assim fala o pobre Do seco Nordeste Com medo da peste Da fome feroz Ai, ai, ai, ai A treze do mês Ele fez experiênça Perdeu sua crença Nas pedras de sal, Meu Deus, meu Deus Mas noutra esperança Com gosto se agarra Pensando na barra Do alegre Natal Ai, ai, ai, ai Rompeu-se o Natal Porém barra não veio O sol bem vermeio Nasceu muito além Meu Deus, meu Deus Na copa da mata Buzina a cigarra Ninguém vê a barra (Patativa do Assaré)Meu Deus, meu DeusSetembro passouOutubro e NovembroJá tamo em DezembroMeu Deus, que é de nós,Meu Deus, meu DeusAssim fala o pobreDo seco NordesteCom medo da pesteDa fome ferozAi, ai, ai, aiA treze do mêsEle fez experiênçaPerdeu sua crençaNas pedras de sal,Meu Deus, meu DeusMas noutra esperançaCom gosto se agarraPensando na barraDo alegre NatalAi, ai, ai, aiRompeu-se o NatalPorém barra não veioO sol bem vermeioNasceu muito alémMeu Deus, meu DeusNa copa da mataBuzina a cigarraNinguém vê a barraPois barra não temAi, ai, ai, aiSem chuva na terraDescamba Janeiro,Depois fevereiroE o mesmo verãoMeu Deus, meu DeusEntonce o nortistaPensando consigoDiz: "isso é castigonão chove mais não"Ai, ai, ai, aiApela pra MarçoQue é o mês preferidoDo santo queridoSinhô São JoséMeu Deus, meu DeusMas nada de chuvaTá tudo sem jeitoLhe foge do peitoO resto da féAi, ai, ai, aiAgora pensandoEle segue outra triaChamando a famiaComeça a dizerMeu Deus, meu DeusEu vendo meu burroMeu jegue e o cavaloNóis vamo a São PauloViver ou morrerAi, ai, ai, aiNóis vamo a São PauloQue a coisa tá feiaPor terras alheiaNós vamos vagarMeu Deus, meu DeusSe o nosso destinoNão for tão mesquinhoAi pro mesmo cantinhoNós torna a voltarAi, ai, ai, aiE vende seu burroJumento e o cavaloInté mesmo o galoVenderam tambémMeu Deus, meu DeusPois logo apareceFeliz fazendeiroPor pouco dinheiroLhe compra o que temAi, ai, ai, aiEm um caminhãoEle joga a famiaChegou o triste diaJá vai viajarMeu Deus, meu DeusA seca terríviQue tudo devoraAi,lhe bota pra foraDa terra natalAi, ai, ai, aiO carro já correNo topo da serraOiando pra terraSeu berço, seu larMeu Deus, meu DeusAquele nortistaPartido de penaDe longe acenaAdeus meu lugarAi, ai, ai, aiNo dia seguinteJá tudo enfadadoE o carro embaladoVeloz a correrMeu Deus, meu DeusTão triste, coitadoFalando saudosoCom seu filho chorosoIscrama a dizerAi, ai, ai, aiDe pena e saudadePapai sei que morroMeu pobre cachorroQuem dá de comer?Meu Deus, meu DeusJá outro perguntaMãezinha, e meu gato?Com fome, sem tratoMimi vai morrerAi, ai, ai, aiE a linda pequenaTremendo de medo"Mamãe, meus brinquedoMeu pé de fulô?"Meu Deus, meu DeusMeu pé de roseiraCoitado, ele secaE minha bonecaTambém lá ficouAi, ai, ai, aiE assim vão deixandoCom choro e gemidoDo berço queridoCéu lindo e azulMeu Deus, meu DeusO pai, pesarosoNos fio pensandoE o carro rodandoNa estrada do SulAi, ai, ai, aiChegaram em São PauloSem cobre quebradoE o pobre acanhadoPercura um patrãoMeu Deus, meu DeusSó vê cara estranhaDe estranha genteTudo é diferenteDo caro torrãoAi, ai, ai, aiTrabaia dois ano,Três ano e mais anoE sempre nos pranoDe um dia vortarMeu Deus, meu DeusMas nunca ele podeSó vive devendoE assim vai sofrendoÉ sofrer sem pararAi, ai, ai, aiSe arguma notíçaDas banda do norteTem ele por sorteO gosto de ouvirMeu Deus, meu DeusLhe bate no peitoSaudade de móioE as água nos óioComeça a cairAi, ai, ai, aiDo mundo afastadoAli vive presoSofrendo desprezoDevendo ao patrãoMeu Deus, meu DeusO tempo rolandoVai dia e vem diaE aquela famiaNão vorta mais nãoAi, ai, ai, aiDistante da terraTão seca mas boaExposto à garoaA lama e o paúMeu Deus, meu DeusFaz pena o nortistaTão forte, tão bravoViver como escravoNo Norte e no SulAi, ai, a(Patativa do Assaré)Meu Deus, meu DeusSetembro passouOutubro e NovembroJá tamo em DezembroMeu Deus, que é de nós,Meu Deus, meu DeusAssim fala o pobreDo seco NordesteCom medo da pesteDa fome ferozAi, ai, ai, aiA treze do mêsEle fez experiênçaPerdeu sua crençaNas pedras de sal,Meu Deus, meu DeusMas noutra esperançaCom gosto se agarraPensando na barraDo alegre NatalAi, ai, ai, aiRompeu-se o NatalPorém barra não veioO sol bem vermeioNasceu muito alémMeu Deus, meu DeusNa copa da mataBuzina a cigarraNinguém vê a barraPois barra não temAi, ai, ai, aiSem chuva na terraDescamba Janeiro,Depois fevereiroE o mesmo verãoMeu Deus, meu DeusEntonce o nortistaPensando consigoDiz: "isso é castigonão chove mais não"Ai, ai, ai, aiApela pra MarçoQue é o mês preferidoDo santo queridoSinhô São JoséMeu Deus, meu DeusMas nada de chuvaTá tudo sem jeitoLhe foge do peitoO resto da féAi, ai, ai, aiAgora pensandoEle segue outra triaChamando a famiaComeça a dizerMeu Deus, meu DeusEu vendo meu burroMeu jegue e o cavaloNóis vamo a São PauloViver ou morrerAi, ai, ai, aiNóis vamo a São PauloQue a coisa tá feiaPor terras alheiaNós vamos vagarMeu Deus, meu DeusSe o nosso destinoNão for tão mesquinhoAi pro mesmo cantinhoNós torna a voltarAi, ai, ai, aiE vende seu burroJumento e o cavaloInté mesmo o galoVenderam tambémMeu Deus, meu DeusPois logo apareceFeliz fazendeiroPor pouco dinheiroLhe compra o que temAi, ai, ai, aiEm um caminhãoEle joga a famiaChegou o triste diaJá vai viajarMeu Deus, meu DeusA seca terríviQue tudo devoraAi,lhe bota pra foraDa terra natalAi, ai, ai, aiO carro já correNo topo da serraOiando pra terraSeu berço, seu larMeu Deus, meu DeusAquele nortistaPartido de penaDe longe acenaAdeus meu lugarAi, ai, ai, aiNo dia seguinteJá tudo enfadadoE o carro embaladoVeloz a correrMeu Deus, meu DeusTão triste, coitadoFalando saudosoCom seu filho chorosoIscrama a dizerAi, ai, ai, aiDe pena e saudadePapai sei que morroMeu pobre cachorroQuem dá de comer?Meu Deus, meu DeusJá outro perguntaMãezinha, e meu gato?Com fome, sem tratoMimi vai morrerAi, ai, ai, aiE a linda pequenaTremendo de medo"Mamãe, meus brinquedoMeu pé de fulô?"Meu Deus, meu DeusMeu pé de roseiraCoitado, ele secaE minha bonecaTambém lá ficouAi, ai, ai, aiE assim vão deixandoCom choro e gemidoDo berço queridoCéu lindo e azulMeu Deus, meu DeusO pai, pesarosoNos fio pensandoE o carro rodandoNa estrada do SulAi, ai, ai, aiChegaram em São PauloSem cobre quebradoE o pobre acanhadoPercura um patrãoMeu Deus, meu DeusSó vê cara estranhaDe estranha genteTudo é diferenteDo caro torrãoAi, ai, ai, aiTrabaia dois ano,Três ano e mais anoE sempre nos pranoDe um dia vortarMeu Deus, meu DeusMas nunca ele podeSó vive devendoE assim vai sofrendoÉ sofrer sem pararAi, ai, ai, aiSe arguma notíçaDas banda do norteTem ele por sorteO gosto de ouvirMeu Deus, meu DeusLhe bate no peitoSaudade de móioE as água nos óioComeça a cairAi, ai, ai, aiDo mundo afastadoAli vive presoSofrendo desprezoDevendo ao patrãoMeu Deus, meu DeusO tempo rolandoVai dia e vem diaE aquela famiaNão vorta mais nãoAi, ai, ai, aiDistante da terraTão seca mas boaExposto à garoaA lama e o paúMeu Deus, meu DeusFaz pena o nortistaTão forte, tão bravoViver como escravoNo Norte e no SulAi, ai, a (Patativa do Assaré)Meu Deus, meu DeusSetembro passouOutubro e NovembroJá tamo em DezembroMeu Deus, que é de nós,Meu Deus, meu DeusAssim fala o pobreDo seco NordesteCom medo da pesteDa fome ferozAi, ai, ai, aiA treze do mêsEle fez experiênçaPerdeu sua crençaNas pedras de sal,Meu Deus, meu DeusMas noutra esperançaCom gosto se agarraPensando na barraDo alegre NatalAi, ai, ai, aiRompeu-se o NatalPorém barra não veioO sol bem vermeioNasceu muito alémMeu Deus, meu DeusNa copa da mataBuzina a cigarraNinguém vê a barraPois barra não temAi, ai, ai, aiSem chuva na terraDescamba Janeiro,Depois fevereiroE o mesmo verãoMeu Deus, meu DeusEntonce o nortistaPensando consigoDiz: "isso é castigonão chove mais não"Ai, ai, ai, aiApela pra MarçoQue é o mês preferidoDo santo queridoSinhô São JoséMeu Deus, meu DeusMas nada de chuvaTá tudo sem jeitoLhe foge do peitoO resto da féAi, ai, ai, aiAgora pensandoEle segue outra triaChamando a famiaComeça a dizerMeu Deus, meu DeusEu vendo meu burroMeu jegue e o cavaloNóis vamo a São PauloViver ou morrerAi, ai, ai, aiNóis vamo a São PauloQue a coisa tá feiaPor terras alheiaNós vamos vagarMeu Deus, meu DeusSe o nosso destinoNão for tão mesquinhoAi pro mesmo cantinhoNós torna a voltarAi, ai, ai, aiE vende seu burroJumento e o cavaloInté mesmo o galoVenderam tambémMeu Deus, meu DeusPois logo apareceFeliz fazendeiroPor pouco dinheiroLhe compra o que temAi, ai, ai, aiEm um caminhãoEle joga a famiaChegou o triste diaJá vai viajarMeu Deus, meu DeusA seca terríviQue tudo devoraAi,lhe bota pra foraDa terra natalAi, ai, ai, aiO carro já correNo topo da serraOiando pra terraSeu berço, seu larMeu Deus, meu DeusAquele nortistaPartido de penaDe longe acenaAdeus meu lugarAi, ai, ai, aiNo dia seguinteJá tudo enfadadoE o carro embaladoVeloz a correrMeu Deus, meu DeusTão triste, coitadoFalando saudosoCom seu filho chorosoIscrama a dizerAi, ai, ai, aiDe pena e saudadePapai sei que morroMeu pobre cachorroQuem dá de comer?Meu Deus, meu DeusJá outro perguntaMãezinha, e meu gato?Com fome, sem tratoMimi vai morrerAi, ai, ai, aiE a linda pequenaTremendo de medo"Mamãe, meus brinquedoMeu pé de fulô?"Meu Deus, meu DeusMeu pé de roseiraCoitado, ele secaE minha bonecaTambém lá ficouAi, ai, ai, aiE assim vão deixandoCom choro e gemidoDo berço queridoCéu lindo e azulMeu Deus, meu DeusO pai, pesarosoNos fio pensandoE o carro rodandoNa estrada do SulAi, ai, ai, aiChegaram em São PauloSem cobre quebradoE o pobre acanhadoPercura um patrãoMeu Deus, meu DeusSó vê cara estranhaDe estranha genteTudo é diferenteDo caro torrãoAi, ai, ai, aiTrabaia dois ano,Três ano e mais anoE sempre nos pranoDe um dia vortarMeu Deus, meu DeusMas nunca ele podeSó vive devendoE assim vai sofrendoÉ sofrer sem pararAi, ai, ai, aiSe arguma notíçaDas banda do norteTem ele por sorteO gosto de ouvirMeu Deus, meu DeusLhe bate no peitoSaudade de móioE as água nos óioComeça a cairAi, ai, ai, aiDo mundo afastadoAli vive presoSofrendo desprezoDevendo ao patrãoMeu Deus, meu DeusO tempo rolandoVai dia e vem diaE aquela famiaNão vorta mais nãoAi, ai, ai, aiDistante da terraTão seca mas boaExposto à garoaA lama e o paúMeu Deus, meu DeusFaz pena o nortistaTão forte, tão bravoViver como escravoNo Norte e no SulAi, ai, a(Patativa do Assaré)Meu Deus, meu DeusSetembro passouOutubro e NovembroJá tamo em DezembroMeu Deus, que é de nós,Meu Deus, meu DeusAssim fala o pobreDo seco NordesteCom medo da pesteDa fome ferozAi, ai, ai, aiA treze do mêsEle fez experiênçaPerdeu sua crençaNas pedras de sal,Meu Deus, meu DeusMas noutra esperançaCom gosto se agarraPensando na barraDo alegre NatalAi, ai, ai, aiRompeu-se o NatalPorém barra não veioO sol bem vermeioNasceu muito alémMeu Deus, meu DeusNa copa da mataBuzina a cigarraNinguém vê a barraPois barra não temAi, ai, ai, aiSem chuva na terraDescamba Janeiro,Depois fevereiroE o mesmo verãoMeu Deus, meu DeusEntonce o nortistaPensando consigoDiz: "isso é castigonão chove mais não"Ai, ai, ai, aiApela pra MarçoQue é o mês preferidoDo santo queridoSinhô São JoséMeu Deus, meu DeusMas nada de chuvaTá tudo sem jeitoLhe foge do peitoO resto da féAi, ai, ai, aiAgora pensandoEle segue outra triaChamando a famiaComeça a dizerMeu Deus, meu DeusEu vendo meu burroMeu jegue e o cavaloNóis vamo a São PauloViver ou morrerAi, ai, ai, aiNóis vamo a São PauloQue a coisa tá feiaPor terras alheiaNós vamos vagarMeu Deus, meu DeusSe o nosso destinoNão for tão mesquinhoAi pro mesmo cantinhoNós torna a voltarAi, ai, ai, aiE vende seu burroJumento e o cavaloInté mesmo o galoVenderam tambémMeu Deus, meu DeusPois logo apareceFeliz fazendeiroPor pouco dinheiroLhe compra o que temAi, ai, ai, aiEm um caminhãoEle joga a famiaChegou o triste diaJá vai viajarMeu Deus, meu DeusA seca terríviQue tudo devoraAi,lhe bota pra foraDa terra natalAi, ai, ai, aiO carro já correNo topo da serraOiando pra terraSeu berço, seu larMeu Deus, meu DeusAquele nortistaPartido de penaDe longe acenaAdeus meu lugarAi, ai, ai, aiNo dia 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ai, ai, aiSe arguma notíçaDas banda do norteTem ele por sorteO gosto de ouvirMeu Deus, meu DeusLhe bate no peitoSaudade de móioE as água nos óioComeça a cairAi, ai, ai, aiDo mundo afastadoAli vive presoSofrendo desprezoDevendo ao patrãoMeu Deus, meu DeusO tempo rolandoVai dia e vem diaE aquela famiaNão vorta mais nãoAi, ai, ai, aiDistante da terraTão seca mas boaExposto à garoaA lama e o paúMeu Deus, meu DeusFaz pena o nortistaTão forte, tão bravoViver como escravoNo Norte e no SulAi, ai, a (Patativa do Assaré)Meu Deus, meu DeusSetembro passouOutubro e NovembroJá tamo em DezembroMeu Deus, que é de nós,Meu Deus, meu DeusAssim fala o pobreDo seco NordesteCom medo da pesteDa fome ferozAi, ai, ai, aiA treze do mêsEle fez experiênçaPerdeu sua crençaNas pedras de sal,Meu Deus, meu DeusMas noutra esperançaCom gosto se agarraPensando na barraDo alegre NatalAi, ai, ai, aiRompeu-se o NatalPorém barra não veioO sol bem vermeioNasceu muito alémMeu Deus, meu DeusNa copa da mataBuzina a cigarraNinguém vê a barraPois barra não temAi, ai, ai, aiSem chuva na terraDescamba Janeiro,Depois fevereiroE o mesmo verãoMeu Deus, meu DeusEntonce o nortistaPensando consigoDiz: "isso é castigonão chove mais não"Ai, ai, ai, aiApela pra MarçoQue é o mês preferidoDo santo queridoSinhô São JoséMeu Deus, meu DeusMas nada de chuvaTá tudo sem jeitoLhe foge do peitoO resto da féAi, ai, ai, aiAgora pensandoEle segue outra triaChamando a famiaComeça a dizerMeu Deus, meu DeusEu vendo meu burroMeu jegue e o cavaloNóis vamo a São PauloViver ou morrerAi, ai, ai, aiNóis vamo a São PauloQue a coisa tá feiaPor terras alheiaNós vamos vagarMeu Deus, meu DeusSe o nosso destinoNão for tão mesquinhoAi pro mesmo cantinhoNós torna a voltarAi, ai, ai, aiE vende seu burroJumento e o cavaloInté mesmo o galoVenderam tambémMeu Deus, meu DeusPois logo apareceFeliz fazendeiroPor pouco dinheiroLhe compra o que temAi, ai, ai, aiEm um caminhãoEle joga a famiaChegou o triste diaJá vai viajarMeu Deus, meu DeusA seca terríviQue tudo devoraAi,lhe bota pra foraDa terra natalAi, ai, ai, aiO carro já correNo topo da serraOiando pra terraSeu berço, seu larMeu Deus, meu DeusAquele nortistaPartido de penaDe longe acenaAdeus meu lugarAi, ai, ai, aiNo dia seguinteJá tudo enfadadoE o carro embaladoVeloz a correrMeu Deus, meu DeusTão triste, coitadoFalando saudosoCom seu filho chorosoIscrama a dizerAi, ai, ai, aiDe pena e saudadePapai sei que morroMeu pobre cachorroQuem dá de comer?Meu Deus, meu DeusJá outro perguntaMãezinha, e meu gato?Com fome, sem tratoMimi vai morrerAi, ai, ai, aiE a linda pequenaTremendo de medo"Mamãe, meus brinquedoMeu pé de fulô?"Meu Deus, meu DeusMeu pé de roseiraCoitado, ele secaE minha bonecaTambém lá ficouAi, ai, ai, aiE assim vão deixandoCom choro e gemidoDo berço queridoCéu lindo e azulMeu Deus, meu DeusO pai, pesarosoNos fio pensandoE o carro rodandoNa estrada do SulAi, ai, ai, aiChegaram em São PauloSem cobre quebradoE o pobre acanhadoPercura um patrãoMeu Deus, meu DeusSó vê cara estranhaDe estranha genteTudo é diferenteDo caro torrãoAi, ai, ai, aiTrabaia dois ano,Três ano e mais anoE sempre nos pranoDe um dia vortarMeu Deus, meu DeusMas nunca ele podeSó vive devendoE assim vai sofrendoÉ sofrer sem pararAi, ai, ai, aiSe arguma notíçaDas banda do norteTem ele por sorteO gosto de ouvirMeu Deus, meu DeusLhe bate no peitoSaudade de móioE as água nos óioComeça a cairAi, ai, ai, aiDo mundo afastadoAli vive presoSofrendo desprezoDevendo ao patrãoMeu Deus, meu DeusO tempo rolandoVai dia e vem diaE aquela famiaNão vorta mais nãoAi, ai, ai, aiDistante da terraTão seca mas boaExposto à garoaA lama e o paúMeu Deus, meu DeusFaz pena o nortistaTão forte, tão bravoViver como escravoNo Norte e no SulAi, ai, a(Patativa do Assaré)Meu Deus, meu DeusSetembro passouOutubro e NovembroJá tamo em DezembroMeu Deus, que é de nós,Meu Deus, meu DeusAssim fala o pobreDo seco NordesteCom medo da pesteDa fome ferozAi, ai, ai, aiA treze do mêsEle fez experiênçaPerdeu sua crençaNas pedras de sal,Meu Deus, meu DeusMas noutra esperançaCom gosto se agarraPensando na barraDo alegre NatalAi, ai, ai, aiRompeu-se o NatalPorém barra não veioO sol bem vermeioNasceu muito alémMeu Deus, meu DeusNa copa da mataBuzina a cigarraNinguém vê a barraPois barra não temAi, ai, ai, aiSem chuva na terraDescamba Janeiro,Depois fevereiroE o mesmo verãoMeu Deus, meu DeusEntonce o nortistaPensando consigoDiz: "isso é castigonão chove mais não"Ai, ai, ai, aiApela pra MarçoQue é o mês preferidoDo santo queridoSinhô São JoséMeu Deus, meu DeusMas nada de chuvaTá tudo sem jeitoLhe foge do peitoO resto da féAi, ai, ai, aiAgora pensandoEle segue outra triaChamando a famiaComeça a dizerMeu Deus, meu DeusEu vendo meu burroMeu jegue e o cavaloNóis vamo a São PauloViver ou morrerAi, ai, ai, aiNóis vamo a São PauloQue a coisa tá feiaPor terras alheiaNós vamos vagarMeu Deus, meu DeusSe o nosso destinoNão for tão mesquinhoAi pro mesmo cantinhoNós torna a voltarAi, ai, ai, aiE vende seu burroJumento e o 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gemidoDo berço queridoCéu lindo e azulMeu Deus, meu DeusO pai, pesarosoNos fio pensandoE o carro rodandoNa estrada do SulAi, ai, ai, aiChegaram em São PauloSem cobre quebradoE o pobre acanhadoPercura um patrãoMeu Deus, meu DeusSó vê cara estranhaDe estranha genteTudo é diferenteDo caro torrãoAi, ai, ai, aiTrabaia dois ano,Três ano e mais anoE sempre nos pranoDe um dia vortarMeu Deus, meu DeusMas nunca ele podeSó vive devendoE assim vai sofrendoÉ sofrer sem pararAi, ai, ai, aiSe arguma notíçaDas banda do norteTem ele por sorteO gosto de ouvirMeu Deus, meu DeusLhe bate no peitoSaudade de móioE as água nos óioComeça a cairAi, ai, ai, aiDo mundo afastadoAli vive presoSofrendo desprezoDevendo ao patrãoMeu Deus, meu DeusO tempo rolandoVai dia e vem diaE aquela famiaNão vorta mais nãoAi, ai, ai, aiDistante da terraTão seca mas boaExposto à garoaA lama e o paúMeu Deus, meu DeusFaz pena o nortistaTão forte, tão bravoViver como escravoNo Norte e no SulAi, ai, a (Patativa do Assaré)Meu Deus, meu 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DeusMas nada de chuvaTá tudo sem jeitoLhe foge do peitoO resto da féAi, ai, ai, aiAgora pensandoEle segue outra triaChamando a famiaComeça a dizerMeu Deus, meu DeusEu vendo meu burroMeu jegue e o cavaloNóis vamo a São PauloViver ou morrerAi, ai, ai, aiNóis vamo a São PauloQue a coisa tá feiaPor terras alheiaNós vamos vagarMeu Deus, meu DeusSe o nosso destinoNão for tão mesquinhoAi pro mesmo cantinhoNós torna a voltarAi, ai, ai, aiE vende seu burroJumento e o cavaloInté mesmo o galoVenderam tambémMeu Deus, meu DeusPois logo apareceFeliz fazendeiroPor pouco dinheiroLhe compra o que temAi, ai, ai, aiEm um caminhãoEle joga a famiaChegou o triste diaJá vai viajarMeu Deus, meu DeusA seca terríviQue tudo devoraAi,lhe bota pra foraDa terra natalAi, ai, ai, aiO carro já correNo topo da serraOiando pra terraSeu berço, seu larMeu Deus, meu DeusAquele nortistaPartido de penaDe longe acenaAdeus meu lugarAi, ai, ai, aiNo dia seguinteJá tudo enfadadoE o carro embaladoVeloz a correrMeu Deus, meu DeusTão triste, coitadoFalando saudosoCom seu filho chorosoIscrama a dizerAi, ai, ai, aiDe pena e saudadePapai sei que morroMeu pobre cachorroQuem dá de comer?Meu Deus, meu DeusJá outro perguntaMãezinha, e meu gato?Com fome, sem tratoMimi vai morrerAi, ai, ai, aiE a linda pequenaTremendo de medo"Mamãe, meus brinquedoMeu pé de fulô?"Meu Deus, meu DeusMeu pé de roseiraCoitado, ele secaE minha bonecaTambém lá ficouAi, ai, ai, aiE assim vão deixandoCom choro e gemidoDo berço queridoCéu lindo e azulMeu Deus, meu DeusO pai, pesarosoNos fio pensandoE o carro rodandoNa estrada do SulAi, ai, ai, aiChegaram em São PauloSem cobre quebradoE o pobre acanhadoPercura um patrãoMeu Deus, meu DeusSó vê cara estranhaDe estranha genteTudo é diferenteDo caro torrãoAi, ai, ai, aiTrabaia dois ano,Três ano e mais anoE sempre nos pranoDe um dia vortarMeu Deus, meu DeusMas nunca ele podeSó vive devendoE assim vai sofrendoÉ sofrer sem pararAi, ai, ai, aiSe arguma notíçaDas banda do norteTem ele por sorteO gosto de ouvirMeu Deus, meu DeusLhe bate no peitoSaudade de móioE as água nos óioComeça a cairAi, ai, ai, aiDo mundo afastadoAli vive presoSofrendo desprezoDevendo ao patrãoMeu Deus, meu DeusO tempo rolandoVai dia e vem diaE aquela famiaNão vorta mais nãoAi, ai, ai, aiDistante da terraTão seca mas boaExposto à garoaA lama e o paúMeu Deus, meu DeusFaz pena o nortistaTão forte, tão bravoViver como escravoNo Norte e no SulAi, ai, a Pois barra não tem Ai, ai, ai, ai Sem chuva na terra Descamba Janeiro, Depois fevereiro E o mesmo verão Meu Deus, meu Deus Entonce o nortista Pensando consigo Diz: "isso é castigo não chove mais não" Ai, ai, ai, ai Apela pra Março Que é o mês preferido Do santo querido Sinhô São José Meu Deus, meu Deus Mas nada de chuva Tá tudo sem jeito Lhe foge do peito O resto da fé Ai, ai, ai, ai Agora pensando Ele segue outra tria Chamando a famia Começa a dizer Meu Deus, meu Deus Eu vendo meu burro Meu jegue e o cavalo Nóis vamo a São Paulo Viver ou morrer Ai, ai, ai, ai Nóis vamo a São Paulo Que a coisa tá feia Por terras alheia Nós vamos vagar Meu Deus, meu Deus Se o nosso destino Não for tão mesquinho Ai pro mesmo cantinho Nós torna a voltar Ai, ai, ai, ai E vende seu burro Jumento e o cavalo Inté mesmo o galo Venderam também Meu Deus, meu Deus Pois logo aparece Feliz fazendeiro Por pouco dinheiro Lhe compra o que tem Ai, ai, ai, ai Em um caminhão

53 Ele joga a famia Chegou o triste dia Já vai viajar Meu Deus, meu Deus A seca terrívi Que tudo devora Ai,lhe bota pra fora Da terra natal Ai, ai, ai, ai O carro já corre No topo da serra Oiando pra terra Seu berço, seu lar Meu Deus, meu Deus Aquele nortista Partido de pena De longe acena Adeus meu lugar Ai, ai, ai, ai No dia seguinte Já tudo enfadado E o carro embalado Veloz a correr Meu Deus, meu Deus Tão triste, coitado Falando saudoso Com seu filho choroso Iscrama a dizer Ai, ai, ai, ai De pena e saudade Papai sei que morro Meu pobre cachorro Quem dá de comer? Meu Deus, meu Deus Já outro pergunta Mãezinha, e meu gato? Com fome, sem trato Mimi vai morrer Ai, ai, ai, ai E a linda pequena Tremendo de medo "Mamãe, meus brinquedo Meu pé de fulô?" Meu Deus, meu Deus Meu pé de roseira Coitado, ele seca E minha boneca Também lá ficou Ai, ai, ai, ai E assim vão deixando Com choro e gemido Do berço querido Céu lindo e azul Meu Deus, meu Deus O pai, pesaroso Nos fio pensando E o carro rodando Na estrada do Sul Ai, ai, ai, ai Chegaram em São Paulo Sem cobre quebrado E o pobre acanhado Percura um patrão Meu Deus, meu Deus Só vê cara estranha De estranha gente Tudo é diferente Do caro torrão Ai, ai, ai, ai Trabaia dois ano, Três ano e mais ano E sempre nos prano De um dia vortar Meu Deus, meu Deus Mas nunca ele pode Só vive devendo E assim vai sofrendo É sofrer sem parar Ai, ai, ai, ai Se arguma notíça Das banda do norte Tem ele por sorte

54 O gosto de ouvir Meu Deus, meu Deus Lhe bate no peito Saudade de móio E as água nos óio Começa a cair Ai, ai, ai, ai Do mundo afastado Ali vive preso Sofrendo desprezo Devendo ao patrão Meu Deus, meu Deus O tempo rolando Vai dia e vem dia E aquela famia Não vorta mais não Ai, ai, ai, ai Distante da terra Tão seca mas boa Exposto à garoa A lama e o paú Meu Deus, meu Deus Faz pena o nortista Tão forte, tão bravo Viver como escravo No Norte e no Sul Ai, ai, a

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57 NOMES:Guilherme Moraes e Gabriela TURMA:31

58 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro 1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara, na cidade de Exu,em Pernambuco Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca, Xote das meninas e Vida de viajante. Curiosidades Seu apelido era Lua. Data de falecimento 2 de agosto de1989 FOTO

59 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

60 Hora do Adeus (Onildo de Almeida/Luiz Queiroga) O meu cabelo já começa pratiando Mas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantando Que é a mesma voz de quando meu reinado começou Modéstia à parte é que eu não desafino Desde o tempo de menino Em Exu no meu sertão Cantava solto que nem cigarra vadia E é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baião Eu agradeço ao povo brasileiro Norte Centro Sul inteiro Onde reinou o baião Se eu mereci minha coroa de rei Esta sempre eu honrei Foi a minha obrigação Minha sanfona minha voz o meu baião Este meu chapéu de couro e também o meu gibão Vou juntar tudo dar de presente ao museu É a hora do Adeus De Luiz rei do baião

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63 NOMES: João Pedro Ganem e Maria Eduarda Novaes TURMA:31

64 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara, na cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa branca Curiosidades Foi consagrado o Rei do Baião. Data de falecimento Morreu em 2 de Agosto de 1989 FOTO

65 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

66 Pobreza por pobrezaABC do Sertão ( Zé Dantas / Luiz Gonzaga) Lá no meu sertão pros caboclo lê Têm que aprender um outro ABC O jota é ji, o éle é lê O ésse é si, mas o érre Tem nome de rê Até o ypsilon lá é pssilone O eme é mê, O ene é nê O efe é fê, o gê chama-se guê Na escola é engraçado ouvir-se tanto "ê" A, bê, cê, dê, Fê, guê, lê, mê, Nê, pê, quê, rê, Tê, vê e zê.

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69 NOMES:Maria Clara e Ludmila TURMA: 31

70 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro 1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara, na cidade em Exu, em Pernambuco Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca, Xote das meninas, Vida de viajante Curiosidades Seu apelido era Lua. Data de falecimento 2 de agosto de 1989 FOTO

71 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

72 Aquarela Nordestina (Rosil Cavalcanti) No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra, Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra. Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte, Como que reclamando sua falta de sorte. Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida. Não tem água a lagoa, já está ressequida. E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste. Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste. Ai, ai, ai, ai meu Deus Ai, ai, ai, ai meu Deus No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra, Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra. Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte, Como que reclamando sua falta de sorte. Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida. Não tem água a lagoa, já está ressequida. E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste. Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste. Ai, ai, ai, ai meu Deus Ai, ai, ai, ai meu Deus AQUARELA NORDESTINA; 1989; Copacabana

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75 NOMES:Maria Eduarda Lopes e David TURMA:31

76 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara,na cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca,Baião e Olha a pisada Curiosidades Ele tinha um companheiro chamado Humberto Teixeira. Data de falecimento 2 de agosto de 1989 FOTO

77 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

78 A Vida de Viajante (Luiz Gonzaga e Hervê Cordovil) Minha vida é andar Por esse país Pra ver se um dia Descanso feliz Guardando as recordações Das terras por onde passei Andando pelos sertões E dos amigos que lá deixei. Chuva e sol Poeira e carvão Longe de casa Sigo o roteiro Mais uma estação E alegria no coração. Minha vida é andar... Mar e terra Inverno e verão Mostra o sorriso Mostra a alegria Mas eu mesmo não E a saudade no coração Minha vida é andar RPM V801221b

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81 NOMES:Mariana Negrão e Gabriel Santos TURMA:31

82 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento. Data de nascimento 13 de dezembro de Local onde nasceu Fazenda Caiçara, na cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana. Músicas mais conhecidas Asa Branca, Baião e Olha a pisada. Curiosidades Ele tinha um companheiro para criar músicas, chamado Humberto Teixeira. Data de falecimento 02 de agosto de FOTO

83 Luiz Gonzaga ( ) foi um músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira e gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército onde passa a ser o corneteiro da tropa. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe". Em 11 de abril de 1945 grava o seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Depois de 16 anos, Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti e em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país. Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em Paris a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece. Texto coletivo da turma 31

84 Sangue de Nordestino ( Luiz Guimarães) Quando eu vim da minha terra Foi com dor no coração Quando lá deixei meus pais Meus parentes, e meus irmãos Aquela gente querida Faz parte da minha vida Como vou dizer que não } bis Se eu não sentisse saudade Tanto assim eu não diria Minha história era sem versos Inspiração não teria Era uma dor sem jeito Que rojando no meu peito Coração se afogaria } bis Se passaram muitos anos Mas a saudade ficou Levo a vida assim cantando Sufocando a minha dor Sou sangue de nordestino Marcado pelo destino De ser sempre um sofredor Santo Antonio nunca casou SANGUE NORDESTINO; 1974; Odeon

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