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AVALIAÇÃO ECONÔMICA DO ENSINO MÉDIO PROFISSIONAL Naercio Menezes Filho: CPP – INSPER & USP Ligia Vasconcellos: Itau- Unibanco Fernanda Lima: Itaú Unibanco.

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Apresentação em tema: "AVALIAÇÃO ECONÔMICA DO ENSINO MÉDIO PROFISSIONAL Naercio Menezes Filho: CPP – INSPER & USP Ligia Vasconcellos: Itau- Unibanco Fernanda Lima: Itaú Unibanco."— Transcrição da apresentação:

1 AVALIAÇÃO ECONÔMICA DO ENSINO MÉDIO PROFISSIONAL Naercio Menezes Filho: CPP – INSPER & USP Ligia Vasconcellos: Itau- Unibanco Fernanda Lima: Itaú Unibanco

2 Introdução EDUCAÇÃO Mercado de Trabalho Pobreza Produtividade Crescimento Econômico Desigualdade Bolsa-Familia S D Cidadania

3 Educação tem melhorado no Brasil Fonte: PNAD 1977, 1987, 1997 e Elaboração Própria Gráfico 1a Gráfico 1b Gráfico 1cGráfico 1d

4 População com 22 anos de idade que conclui os ciclos

5 Queda na Desigualdade

6 Fonte: PNAD e Censo Escolar. Elaboração Própria

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8 Introdução Avaliar o impacto e o retorno econômico de cursar o ensino médio profissional Censo Escolar: 8 milhões de alunos no ensino médio regular no Brasil. 175 mil (2% do total) estão em escolas em que o ensino profissional (técnico) é integrado ao ensino médio tradicional. 860 mil alunos em algum tipo de educação profissional -> concomitante ao ensino médio tradicional (35% deles) ou subsequente a ele.

9 Introdução Assim, há hoje em dia cerca de 1 milhão de alunos matriculados em cursos de educação profissional no Brasil. As escolas privadas são responsáveis por metade dessas matrículas, as estaduais por 35% e as federais por 15%. A grande maioria das escolas privadas oferece cursos profissionais subsequentes ao ensino médio tradicional, para complementar a formação do aluno.

10 Metodologia Fonte de Dados PNAD 2007 e Censo Escolar 2007 Questão chave Qual é o efeito de concluir o EM profissional, em relação ao EM comum, sobre o salário dos indivíduos que trabalham. Metodologia i. Seleção em observáveis (variável dependente=log do salário anual) MQO controlando por diferenças observáveis Estimativas calculando efeitos heterogêneos Propensity score matching para efeito médio ii. Seleção em não observáveis (variável dependente=log do salário anual) Variável instrumental. Em que o instrumento é uma variável binária que indica se algum dos pais de cada indivíduo cursou Ensino profissional.

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16 Resultados 1.Principal Os resultados encontrados nas diversas estimativas de seleção em observáveis são muito semelhantes e indicam um impacto médio positivo e estatisticamente significativo de 12,5% no salário anual. Ao controlar por variáveis não observáveis, o impacto de cursar o EM profissional aumenta para 37,5% -> alunos menos qualificados em variáveis não observáveis optariam por esta modalidade de ensino. 2. Variáveis Instrumentais

17 Resultados - efeitos heterogêneos Nível de escolaridade. O impacto estimado aumenta para 19,5% ao considerarmos apenas pessoas com EM completo. Já na amostra de indivíduos com graduação e pós graduação o efeito estimado é negativo, -6,3%. Regressão quantílica. Resultado revela pouca variação no efeito estimado de ter cursado ensino profissional entre os diferentes decis, e em média, o efeito se aproxima do resultado principal. Setor do curso. O impacto estimado é maior para concluintes do ensino profissional na área de indústria (18,8%) e menor no caso de serviços (9,3%). Já para o setor agropecuário o efeito estimado é o mesmo do principal (12,5%).

18 Retorno Econômico Hips: dos 15 aos 17 anos, eles cursam o Ensino Médio (profissional ou comum). Somente aos 18 anos, quando concluem o Ensino Médio, o impacto sobre o salário de quem trabalha pode ser observado. O impacto dura até os 65 anos Salários observados dos indivíduos com idades entre 18 e 65 anos que concluíram Ensino Médio profissional incluem uma parcela referente ao ganho de se ter cursado ensino profissional. Calcula-se a média do salário recebido pelos indivíduos com ensino profissional em cada idade entre 18 e 65 anos, e então se divide esta média por 1,1256

19 Retorno Econômico O fluxo encontrado é o ganho, a cada ano de trabalho, de se concluir Ensino Médio comum, para a população que concluiu Ensino Médio profissional. A uma taxa de desconto de 5% ao ano, o valor presente de se cursar ensino profissional em relação a cursar Ensino Médio comum é R$32.713,09. O custo do Ensino Médio regular para 2009 foi obtido a partir da base do custo de 2008 divulgado pelo Inep A partir destas informações, consideramos um custo de R$5.100,00 por aluno por ano no Ensino profissional e de R$2.213,50 no Ensino Médio comum. Assim, a diferença de custos é de R$2.886,50 por ano. A uma taxa de desconto de 5% ao ano, o valor presente do custo de se cursar Ensino profissional em relação a Ensino Médio comum é de R$8.253,69.

20 Investimento não vale a pena Valor Econômico Fundeb SICA- MG Custo Ensino Médio regular (R$) ¹ 2.213,50 Custo Ensino Médio profissional (R$) , , , ,47 VP do Benefício líquido ,09 VPL (R$) 0, , , ,55 TIR (% a.a.) 5,00 14,16 84,62 58,66 Custos por base Custo Ensino Médio profissional (R$) 5.100, , ,27 Custo Ensino Médio regular (R$) 2.663, ,59 Proporção (EMprof/ EMregular) por base 1,08 1,15 Retorno Econômico Dado Impacto estimado : 12,53 % Taxa de desconto: 5% a.a. ¹Custo EM regular INEP 2009(R$) : 2.213,50

21 Conclusões Impacto significativo do ensino técnico sobre os salários – 12,5% Impacto maior para quem vai direto para o mercado de trabalho Impacto maior na indústria Retorno econômico elevado para nossas estimativas de custo. Custos superiores a R$13500 são inviáveis.


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