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Aeronautas & Aeronaves 2 Esta é uma cronologia da aviação. Alguns dos principais fatos que se perpetuaram na história:-

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Apresentação em tema: "Aeronautas & Aeronaves 2 Esta é uma cronologia da aviação. Alguns dos principais fatos que se perpetuaram na história:-"— Transcrição da apresentação:

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2 Aeronautas & Aeronaves 2 Esta é uma cronologia da aviação. Alguns dos principais fatos que se perpetuaram na história:-

3 28 de Abril de 1927: João Ribeiro de Barros com seus companheiros registram pioneirismo na travessia aérea do Atlântico Sul, sem escalas, a bordo do hidroavião Jahú. Hidroavião Savoia Marchetti – Modêlo usado pelo comandante João Ribeiro de Barros, batizado por Jahu

4 Início dos anos vinte. Época marcada pela glória de homens aficionados pela aviação. Época que transforma o Oceano Atlântico em um verdadeiro túmulo de heróis, vivida por audazes jovens pilotos com um só intuito: transpor o Oceano Atlântico a bordo de uma aeronave. O tempo se passa, enquanto jovens pilotos formam suas ambições. João Ribeiro de Barros, agora com 14 anos, vê pela primeira vez um avião; cheio de sonhos, se apaixona pela tentativa de alçar vôo. Ainda jovem, ingressou na Faculdade do Largo de São Francisco ( atual Universidade de São Paulo) onde cursou Direito por dois anos. Resolve abandonar os estudos para dedicar-se exclusivamente à aviação. João Ribeiro de Barros Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa (Jaú, 4 de abril de Jaú, 20 de julho de 1947) Nacionalidade : Brasileiro Ocupação :engenheiro, aviador O primeiro aviador das Américas a realizar um vôo transatlântico sem escalas.

5 Em Campinas, na Escola de Aviação, ele consegue o tão ambicionado diploma de piloto aviador expedido pelo Aeroclube do Brasil, e ingressa assim no quadro social da "LIGUE INTERNATIONAL DES AVIATEURS", com sede em Paris. Em 1922, Sacadura Cabral e Gago Coutinho fazem o primeiro vôo transoceânico em comemoração ao Centenário da independência do Brasil, ligando novamente,os dois países Em 21 de Fevereiro de 1923 consegue o brevet internacional nº 88 da Liga Internacional dos Aviadores sediada na França. É a concretização de seu ideal, um grande sonho acalentado desde o primeiro dia em que vira um avião.

6 Seu desejo era que o avião atuasse de forma totalmente independente. Pediu auxílio ao governo brasileiro o que lhe foi negado. Nesta época existia uma disputa não declarada entre vários países pela supremacia nos ares. França, Inglaterra, EUA, Alemanha, entre outros empenhavam- se em vôos transoceânicos. Já que o sucesso destes empreendimentos era duvidoso e como o Brasil não desejava indispor-se com as potências da época, João Ribeiro de Barros não conseguiu ajuda oficial. Seu objetivo foi considerado impossível. Portanto, já que nações mais "avançadas" não o alcançaram, presumiu-se que o Brasil não teria chance. Sem perder o ânimo, vende sua herança a seus irmãos e de posse deste dinheiro parte para a Itália. Aperfeiçoa seus conhecimentos como navegador aéreo e piloto nos EUA e de acrobacias aéreas na Alemanha. Inicia efetivamente sua carreira de piloto neste país. Em 1926 iniciou o projeto que o tornaria famoso: realizar um "reide" (como eram conhecidas na época as travessias aéreas transatlânticas) a partir da Itália a bordo de um hidroavião. E chegar ao Brasil sem utilizar navios de apoio ao longo da viagem. Pensava que as aeronaves seriam inúteis enquanto dependessem de navios. Saiu de Gênova na Itália em 18 de Outubro de 1926, com destino às ilhas Cabo Verde para iniciar a primeira travessia do Atlântico. Os quatro aeronautas partiram de Gênova, em Itália, até Santo Amaro (São Paulo), fazendo escalas em Espanha, Gibraltar, Cabo Verde, e Fernando de Noronha, já em território brasileiro. Com seus companheiros foi pioneiro na travessia aérea do Atlântico Sul, sem escalas, no dia 28 de abril de 1927, a bordo do hidroavião Jahú. Os demais tripulantes foram Arthur Cunha (na primeira fase da travessia) e depois João Negrão (co- pilotos), Newton Braga (navegador), e Vasco Cinquini (mecânico).

7 Era um S-55 de segunda mão, que já caído na África, modelo 1925, com dois motores de 700 HP cada, 16,51 m de comprimento, 5 metros de altura, envergadura de 24 metros, com velocidade de cruzeiro de 187 km/h, 4 toneladas de peso e autonomia de km. O AVIÃO O hidroavião era fabricado pela Savoia Marchetti, que não quis vender um avião novinho para João Ribeiro Barros por questões políticas. Ele teve que comprar um avião usado. João Ribeiro de Barros, o primeiro aviador das três Américas que fez a travessia aérea da Europa para a América do Sul - Gênova Itália - Santo Amaro São Paulo - Brasil, no dia 28 de abril de 1927

8 O Jahú representado em um selo. O Jahú Com os próprios recursos e sem nenhuma ajuda governamental, João Ribeiro de Barros adquiriu na Itália uma aeronave Savoia-Marchetti S.55 avariada e promoveu, com Vasco Cinquini, diversas reformas na mesma, melhorando assim a sua velocidade e autonomia. Tais reformas foram tão positivas para o desempenho do hidroavião que impressionaram os italianos. Anteriormente esteve na cidade de Nova Iorque onde aconselhou-se com seu amigo Gago Coutinho. Esta mesma aeronave anteriormente fora utilizada pelo conde Casagrande (que possuía apoio do governo italiano) numa frustrada tentativa de travessia transatlântica Itália - Brasil. Esta tentativa foi interrompida em Casablanca na África e o avião foi considerado incapaz de realizar tal façanha. O aparelho, que saiu da fábrica com o nome original de Alcione, foi rebatizado por seu novo proprietário com o nome Jahú (de acordo com a ortografia da época) nome dado em homenagem à sua cidade natal, atual Jaú.

9 A intenção de João Ribeiro de Barros: "Devolver o abraço à mãe pátria", fazendo o vôo inverso do Brasil à Europa. Em 1926, João Ribeiro de Barros e o Mecânico Vasco Cinquini, que ele conhecera no Aeroclube de Campinas, partem para Gênova, na Itália. Barros, com seus próprios recursos, adquire um Hidroavião usado, Savoia Marchetti, modelo S55 Em posse do Hidroavião, Barros faz alterações de aerodinâmica, alguns reparos e o batiza com o nome de sua cidade natal - Jaú. Começa então a grande epopéia que seria seguida por muitos desencontros em seu trajeto. Sabotagens, malária e desentendimentos com a tripulação. Todos os acontecimentos não haveriam de impedir o sucesso da travessia. A partir de então, João Ribeiro de Barros forma sua tripulação tendo como co- piloto, Artur Cunha e o Navegador Newton Braga. Muitos problemas antecedem a travessia. Baía de Guanabara - O JAHÚ ancorado

10 Motim a bordo Chegando a Lisboa, Artur Cunha, co-piloto do avião, critica os seus companheiros e os desacredita, o que provoca reação imediata do Governo brasileiro. Preso pela ditadura espanhola Foi preso pela ditadura presente na época na Espanha, acusado de ali pousar sem permissão. Teve que ser liberado pelo cônsul do Brasil na Espanha. Nova escala de emergência é feita em Gibraltar onde são feitos novos reparos. Dificuldades Seguiu após alguns dias para Cabo Verde onde, devido a desentendimentos, dispensou o co-piloto Arthur Cunha. Quando se preparava para fazer a travessia contraiu malária e teve que esperar mais um tempo, além de ter que remontar e consertar todo o avião. Recebeu um telegrama do governo brasileiro ordenando que desistisse de sua tentativa de cruzar o Atlântico. Deveria também desmontar a aeronave, encaixotá-la e embarcar a mesma em um navio que seguisse para o Brasil. Indignado com este fato, e até porque não recebera nenhuma espécie de auxílio estatal para realizar sua empreitada, respondeu ao presidente brasileiro: Washington Luis, então Presidente do Brasil, envia um telegrama ao Comandante Barros solicitando-lhe que desistisse de tão arriscado vôo, inclusive para reduzir o impacto causado pelas declarações de Artur Cunha, evitando assim incidências de problemas diplomáticos com a Europa. Indignado, e até por não ter recebido qualquer ajuda do governo, o Comandante Barros sente-se insultado e responde ao Presidente: "Cuide das obrigações de seu cargo, e não se meta em assuntos que não entende e onde não foi chamado" Início do REIDE Lago de Sesto Calende na Itália

11 A sabotagem Seu avião foi sabotado, sendo assim necessária uma parada em Alicante, na Espanha, onde descobriu uma peça de bronze no carter do aparelho que hoje encontra-se no Museu da Aeronáutica, além de água, areia e sabão no sistema de alimentação do motor. Provavelmente tal sabotagem ocorreu ainda na Itália antes da partida de Gênova. Seu irmão, Osório Ribeiro, viaja até Cabo Verde acompanhando o co-piloto substituto contratado por ele, o oficial da força pública de São Paulo, tenente João Negrão. Ao encontrar-se com o irmão e vendo o péssimo estado de saúde deste, após quatro crises de malária, Osório não contém a emoção: vai às lágrimas. Meses de Angustia O Comandante quer provar que é possível transpor o Oceano com recursos da própria aeronave. A etapa mais longa ainda estava por vir: atravessar quilômetros de mar que separam Porto Praia, na África, do Brasil. Os problemas aumentavam. João Ribeiro de Barros sofre quatro acessos de malária e em sua comunicação com a família no Brasil, era latente o seu desânimo. A situação foi divulgada no Brasil onde causou reações de tristeza. Motor Isota Fraschini de 12 Cilindros em corte longitudinalO JAHÚ ancorado em Porto Praia na África

12 Placa comemorativa na cidade de Jaú, que reproduz o telegrama de D. Margarida. O TELEGRAMA DE DONA MARGARIDA No momento em que suas forças se esgotavam, já as portas do desespero, o piloto recebe pelo telégrafo de Porto Praia a mensagem reanimadora de sua mãe, Margarina Ribeiro de Barros: "Aviador Barros. Aplaudimos tua atitude. Não desmontes aparelho. Providenciaremos continuação do reide, custe o que custar. Paralisação do reide será fracasso. Asas avião representam Bandeira Brasileira..." Mantendo inflexivelmente a vida do filho a serviço da Pátria, a atitude heróica dessa mãe paulista reergue as forças de Ribeiro de Barros, o qual, compreendendo o estado de alma do povo brasileiro, reanima-se prontamente, enviando a mãe distante o seguinte telegrama: "A viagem de qualquer maneira será feita. Haveremos de aportar ao Brasil; e se isso não se der, estaremos assim mesmo pagos, completamente pagos porque o JAHÚ terá a mais digna sepultura, o mesmo oceano que haverá de banhar eternamente essa terra, tão grande nas suas riquezas, tão grande na sua História."

13 João Ribeiro de Barros então, forma sua tripulação com o mecânico Vasco Cinquini, o navegador Newton Braga, e o co-piloto João Negrão (vindo do Brasil). São feitos testes no aparelho, e os últimos preparativos para a viagem são realizados. Na madrugada de 28 de abril de 1927, carregando mil litros de gasolina e 262 quilos de óleo, é dada a partida nos motores. Às 04h40min o JAHÚ levanta vôo rumo ao Brasil. Nessa manhã histórica, o mundo foi acordado pelo telégrafo de Porto Praia, noticiando a partida dos brasileiros. Voando a 150 metros de altura, a uma velocidade recorde de 190 km/h, no rumo 223º magnéticos, o JAHÚ permaneceu durante 12 horas no ar e, ao entardecer, mesmo com problemas em uma das hélices, o avião pousa vitorioso próximo a Ilha de Fernando de Noronha. Os aviadores são recebidos como heróis. Nas três Américas, ao que consta, apenas o italiano Francesco Di Pinedo realizou antes que Ribeiro de Barros, e Charles Lindbergh conseguiu tal honraria, realizando seu vôo solitário pelo Atlântico Norte. Ainda que não tenha sido o primeiro no mundo, o foi nas Américas, embora muitos ainda não atribuam a ele esta façanha. O JAHÚ abandonado - esquecimento matam sua história

14 A IMPRENSA DOCUMENTA Do "Rio Sportivo", edição de , transcrevemos os trechos abaixo: "...não sabemos como descrever a alegria da nossa mocidade em sua consagração aos bandeirantes do espaço. Os grupos sucediam-se em frêmitos de júbilo incontido, deixando transparecer aos gritos de Jahu! Jahu! Jahu! A emoção que ia nas almas dos seus componentes." "Aqui eram bandos de rapazes do nosso comércio, precedidos de estandartes significativos, que, em saudações a Ribeiro de Barros, Newton Braga, Negrão, Mendonça e Cinquini, davam expansão ao seu entusiasmo. Ali eram levas de acadêmicos e colegiais que no mesmo diapasão exteriorizavam os seus impulsos patrióticos pela consecução do brilhante feito." "Antes de ingressarem na nossa principal artéria, em direção a praia do Flamengo, aonde deveria amerissar o JAHÚ, esses percorreram o centro da cidade, fazendo fechar os raros estabelecimentos que se conservavam abertos.... "...Às 13 horas, a nossa principal artéria tinha o seu curso quase intransitável, dada a mole humana que nela expandia- se de permeio com a extensa fila de automóveis, que formavam um corso infindável". "Os foguetes e morteiros espocavam no espaço... Os prédios da Avenida Rio Branco tinham as suas sacadas abarrotadas de gente..." Da esquerda para a direita João Negrão, Cinquini, Ribeiro de Barros e Braga.

15 A IMPRENSA DOCUMENTA "Eram precisamente 15 horas... A multidão fremiu de entusiasmo e todas as atenções voltaram-se para a entrada de nossa baía, à cata da silhueta do JAHÚ. Já a esse tempo as sirenes estridulavam, os foguetes e morteiros baralhavam, enquanto que os sinos das igrejas repicam festivamente... "Eis que um ponto quase imperceptível se divisa, assomando às colinas que cercam a nossa barra em sua margem esquerda, guardada por dois aviões navais, em posição de honrarias. Era, não havia dúvida, o JAHÚ... Uma vez avistado o JAHÚ, o movimento no Arsenal de Marinha assumiu proporções nunca vistas, preparando-se a recepção aos bravos aviadores... Os pilotos do JAHÚ foram ali recebidos sob aclamações estridentes, sendo carregados em triunfo nos braços do povo..." "Enquanto das sacadas eram atiradas pétalas de flores sobre as cabeças dos heróis do ar, os gritos e palmas ecoavam de um modo ensurdecedor. As bandas de música executaram a marcha "Salve Jahu", que era entrecortada de aplausos frenéticos da multidão". Palácio do Catete - RJ - Recebendo homenagens.

16 O avião JAHÚ – Único remanescentes do grande delírio transoceânico da década de 1920 – encontra-se hoje no Museu da Aeronáutica, Ibirapuera – São Paulo, juntamente com todos os prêmios recebidos pelo piloto jauense. A notável façanha de Ribeiro de Barros ensejou também grandes demonstrações de admiração e carinho fora do Brasil: Ordem do Tosão de Ouro, de Portugal; de São Francisco e São Lourenço, da Itália; Cavalheiro da Legião da Honra, da França e dezenas de outras, além da mais alta honraria da Coroa da Bélgica. Durante a sessão cívica solene, realizada no dia 2 de agosto de 1927, no Teatro Municipal de São Paulo, em homenagem aos tripulantes do JAHÚ, o deputado Hilário Freire, em seu discurso oficial, referindo-se a importância do reide, assim se manifestou: "... o vôo do JAHÚ, é uma arrancada e uma primícia continental. Foi a primeira jornada, através do Atlântico Sul, realizada por americanos do Sul. Os técnicos da América do Norte elogiosamente proclamaram pelos seus órgãos mais autorizados e unânimes mandando-nos declarar "que o brilhante feito dos aviadores brasileiros veio demonstrar que a nossa irmão do Sul é constituída por homens a quem todos os americanos podem, com justo orgulho, chamar americanos". "Vede a história da aeronáutica, desde o seu crepúsculo matutino até a arraiada de nossos dias. Da América do Sul só o Brasil figura na vanguarda dos decifradores do espaço. Só o Brasil representa o continente nas páginas fundamentais de sua epopéia. Recebendo diploma na Ligue Internationale Des Aviateurs.

17 As honrarias Placa comemorativa na cidade de Jaú. Graças às suas façanhas, João Ribeiro de Barros conquistou títulos, prêmios e recebeu várias homenagens, entre as quais se destacam: Legião de Honra - concedida pela França. Cruz Gamada - a mais elevada condecoração dada a um civil à época pela Alemanha. Comenda da Cruz de Malta - concedida pela Itália. Sócio Honorário do Aeroclube do Brasil. Um telegrama de congratulações enviado por Alberto Santos Dumont. Barros em festiva comemoração pela chegada do JAHÚ.

18 Todos os grandes nomes sul-americanos são nomes brasileiros. Não escapou essa significação continental ao comandante Júlio Merino, da galharda corveta chilena "General Baquedano", quando exclamou: glória conquistada pela aviação brasileira foi um triunfo americano..." A "Ligue Internationale des Aviateurs", sediada em Paris, confere ao comandante João Ribeiro de Barros, em 1937, a sua distinção máxima – o troféu "Harmon". João Ribeiro de Barros e Italo Balbo na Itália. Nas três Américas, ao que consta, apenas Charles Lindbergh conseguiu tal honraria, após realizar seu vôo solitário pelo Atlântico Norte, 23 dias depois do reide do JAHÚ. Dentre as inúmeras condecorações e distinções legadas pela família Ribeiro de Barros ao Museu da Aeronáutica de São Paulo, destacamos uma coroa de louros, com os dizeres: "Após Ruy Barbosa – Ribeiro de Barros foi o segundo brasileiro a cingir uma coroa de louros.

19 João Ribeiro de Barros faleceu na fazenda Iriçanga em sua cidade natal, Jaú, a 20 de julho de 1947 devido a problemas hepáticos provocados pela malária contraída anos antes. Não casou-se nem deixou filhos. Seu corpo estava sepultado no cemitério municipal. Mais tarde seus restos mortais foram transferidos para a praça Siqueira Campos na mesma cidade e alojados no monumento erigido no local em respeito à memória de sua pessoa e de suas grandes realizações. Falecimento

20 Musicas: Paul Whitemans Orchestre - Three o´ clock in the morning. Ernesto Cortazar - A waltz towards eternity Pesquisas/Ilustrações: Google, gem.html forum.org/Historias_da_Aviacao_257206/A_Travessia_Aerea_do_Atlntico_Sul__19 22_384.html shtml

21 FIM Formatação: José Carlos Suman


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