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FERNANDO CHAVES LINS CAPÍTULO 4.

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Apresentação em tema: "FERNANDO CHAVES LINS CAPÍTULO 4."— Transcrição da apresentação:

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2 FERNANDO CHAVES LINS CAPÍTULO 4

3 ECOS DA CHEGADA DO JAHÚ Meus queridos e bravos patrícios. Esta reunião íntima eu vo-la offereço, heróicos brasileiros do "Jahú", em carácter bem menos official do que fraternal. Vós, intrépidos contendores das nuvens e dos ventos, vós que praticais o heroísmo, com galanteria aristocrática tão ao savor da gente nova dos trópicos; vós que nos destes num tempo de prosa banal o sabor das velhas epopéas cavalheirescas; vós que trouxestes á pátria no "Jahú", das terras latinas que viram o gênio encyclopédico de Leonardo da Vinci e esta verde Chanaan, em que os campeadores guascos, os paulistas das monções, os praieiros pernambucanos e os domadores da "Selva Selvagem" do Amazonas, semearam tradições-heróicas que nos cumpre manter a todo transe... Falo-vos como o symbolo vivo do Brasil - novo na sua ânsia de ser digno das glórias dos seus ancestrais, de affirmar também a sua vontade de ser no concerto dos povos. E saudando-vos é como se saudasse directamente a imagem plástica o meu Brasil, do nosso Brasil, do adorável Brasil de todos nós". MINISTRO VICTO KONDER

4 De 1927 a 1939 o Aeroporto do Recife, no Caís de Santa Rita, recebia no caís, hoje ocupado pela Mesbla Náutica, os hidroaviões da Condor e da Panair. Os pousos e decolagens eram feitos a partir das imediações da ponte Giratória. Os hidros da Condor, os Junkers F-13 e Ju-52 tinham flutuadores e os da Panair eram aerobotes. Nas proximidades do cais de atracação, os hidros eram conduzidos, depois do pouso, por lanchas das companhias. Um som estridente era emitido pouco antes do pouso advertindo os navegantes para se afastarem do local da amerissagem. Antes disso...

5 Iniciativa audaciosa a restauração do JAHU que há três anos tinha tudo para ser melancólica – tornou-se uma autêntica celebração. Depois de dois anos e meio sob os cuidados de uma equipe de cinco funcionários da Helipark, empresa especializada em manutenção de helicópteros, o hidroavião Jahú, a aeronave pilotada por Barros na travessia histórica, voltou a ser o avião que, em 28 de abril de 1927, partiu da África e sobrevoou o oceano rumo à costa brasileira. Nas fotos o JAHU e local onde aportavam os hidros na Bacia do Pina, no Recife, onde nas imediações amerissou sob apoteose a aeronave que realizou a travessia do Atlântico. Fato pioneiro da aviação mundial

6 NÃO É VERDADE que Charles Lidenberg tenha sido, "o primeiro homem a cruzar o oceano Atlântico em um avião". O primeiro AMERICANO a cruzar o Atlântico foi realmente João Ribeiro de Barros, hoje patrono do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica (INCAER). Ribeiro, segundo a direita Em 1919 abandona o curso e decide dedicar-se ao estudo de engenharia mecânica nos EUA. Em 27 DE DEZEMBRO de 1923 consegue o brevet internacional nº 88 da Liga Internacional dos Aviadores sediada na França. Aperfeiçoa seus conhecimentos como navegador aéreo e piloto nos EUA e de acrobacias aéreas na Alemanha. Adquiriu na Itália uma aeronave Savoia-Marchetti S.55 avariada. Foi rebatizada por seu novo proprietário com o nome Jahú em homenagem à sua cidade natal. Apesar de um dos motores apresentar problemas durante a viagem e enfrentar chuva, conseguiu estabelecer um recorde de velocidade. Após essa etapa, foi pousando em cada uma das grandes cidades do litoral, (Natal, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Santos e São Paulo) onde foi recebido com grandes festas e honras.

7 O JAHU na aproximação para o pouso no porto do Recife e ali rebocado com a tripulação é saudado efusivamente pelos pernambucanos

8 JAHU AGUATIZARÁ NO CAPIBARIBE No porto, o povo pernambucano recepciona os herois do JAHU Ribeiro, Braga, Negrão Cinquini, a tripulação Do Jahú saúda ufana A terra pernambucana

9 Rede Gênova - São Paulo À heróica tripulação do JAHU Homenagem do povo da Encruzilhada Recife, 25/9/1927 Projeto original: Escultor Emílio Florentino - Erguido em homenagem aos brasileiros: Comandante João Ribeiro de Barros, Newton Braga, Vasco Cinquini e João Negrão, Tripulantes da aeronave JAHU. MONUMENTO AO JAHÚ

10 Fotos que encontrei nas coisas da minha avó quando do falecimento dela. Medalha sem valor facial, em bronze - diâmetro de 29 mm, peso de 8,7 g -, oferecida pelo senhor José Duarte Serrano, de Lisboa, Portugal, encontrada nas coisas antigas da família, em Alcobaça, cidade portuguesa. Em um dos lados, tem o título A Pátria vos glorificará e a figura de Ícaro, contornada pelos nomes dos homenageados: Santos Dumont – 1906 e João Ribeiro de Barros – Mapas do Brasil e da Itália, com inscrições dos dois países e indicação do trajeto feito sobre o Atlântico. No centro, as imagens cunhadas dos tripulantes e abaixo a do hidroavião "Jahú". A renovação da medalha foi feita por Alberto Joalheiros, em Brasília. Abaixo o JAHU no porto do Recife.

11 Com os jornais abaixo do braço, Severiano não se cansava de comentar em Palmares, Pernambuco, o sucesso da aventura sensacional dos brasileiros do JAHÚ que, além de tudo, havia estabelecidos na travessia um recorde de velocidade. Aos amigos de infância confessava sua decisão de abraçar a carreira de aviador.


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