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São Borja – 08 de novembro Na noite do dia 08 de novembro de 2010, Suely Caldas Schubert proferiu, na Associação Espírita Dr. José Ferreira de Moraes,

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3 São Borja – 08 de novembro Na noite do dia 08 de novembro de 2010, Suely Caldas Schubert proferiu, na Associação Espírita Dr. José Ferreira de Moraes, uma palestra magnífica, o tema autodescobrimento encantou um público calculado em mais de 700 pessoas. Suely Schubert, como de hábito, fez uma chamada para o atual momento experimentado pela humanidade, onde estão configuradas crises graves e os seres humanos experimentam situações angustiantes, algumas, inclusive, revoltando-se contra Deus. Nesta situação, o autodescobrimento se torna relevante, pois que nos faz despertar para a vida, o mundo espiritual, propiciando que a criatura humana alcance a plenitude.

4 Embasando sua assertiva em O Livro do Espíritos, questões 919 e 919a, discorre sobre a necessidade de se fazer uma viagem interior, conhecendo-se em maior profundidade. Em geral o ser humano não tem consciência de si mesmo. As razões são, segundo a conferencista, as ações que normalmente o ser humano emprega por impulsos, condicionamentos, automatismos; deseja a felicidade mas não sabe como alcançá-la; deixa-se conduzir pelos pensamentos e emoções sem controle; e mantém relacionamentos interpessoais difíceis. Nas questões do que denominamos problemas, há pessoas que afirmam ter problemas, cultivando-os; outras têm problemas e não os enfrentam; outras vivem sob problemas, transferindo-os e adiando-os; e há aquelas que são os problemas, transformando-os em impedimentos e consumindo-se em desequilíbrios íntimos.

5 Avançando em sua proposta de autodescobrimento, Suely apresentou, sob a ótica de Carl Gustav Jung, Joanna de Ângelis e Emmanuel, os conceitos sobre persona e sombra. Trouxe à reflexão do público muito atento e participativo a análise do erro, apresentada por Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. X, item 19. Joanna de Ângelis e Emmanuel, os conceitos sobre persona e sombra. Trouxe à reflexão do público muito atento e participativo a análise do erro, apresentada por Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. X, item 19. Em o livro Dias Gloriosos, de Joanna de Ângelis e psicografado por Divaldo Pereira Franco, Suely apoiou-se na seguinte proposta: O ser humano é a medida de si mesmo. Autoconhecer-se, penetrando-se cada dia com o esforço para a identificação da sua realidade atual como a passada, constitui o grande desafio, que está aguardando resolução firme e dedicação contínua de cada qual. Todo investimento de amor e de interesse pela autoiluminação deve ser aplicado em favor do processo evolutivo, de forma que não cesse o anelo pelo crescimento interior, pela ampliação dos recursos ético-morais e intelectuais, produzindo sem cessar para o bem e para a vida, na qual se encontra incurso. Suely concluiu sua exposição citando Emmanuel no livro Pão Nosso, cap. 68, psicografia de Chico Xavier e Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 25, item 2. Preparando seus expectadores para retornarem aos seus lares com uma mensagem de otimismo e incentivo, Suely Schubert apresentou a mensagem Esperança, do Espírito Eros e psicografia de Divaldo Franco. O público que participou atentamente, e encantado pela oratória argentina de Suely Caldas Schubert, aplaudiu-a entusiasticamente, reconhecendo-lhe o belo trabalho apresentado.

6 Itaqui – 09 de novembro Pela manhã Suely Schubert, em mais um trabalho de esclarecimento aos que se dedicam às atividades nas Instituições Espíritas de Itaqui/RS, e reunidos no Centro Espírita Amor e Caridade, abordou as questões da mediunidade. Introduzindo o assunto, Suely relembrou as três revelações divinas – Moisés, Jesus e Espiritismo. Historiou ligeiramente os primeiros contatos de Allan Kardec com as ditas mesas girantes, as cestas e pranchetas, instrumentos utilizados para as comunicações com os Espíritos. Neste pequeno histórico fez uma abordagem sobre o dinamismo e preparo de Allan Kardec que, em pouquíssimo tempo, entre 1855 e 1857, pesquisou aquelas comunicações e, em 18 de abril de 1857, lançou a obra basilar da Doutrina Espírita O Livro dos Espíritos. Já em 1861 Kardec lançou sua segunda obra sob a orientação dos Benfeitores, O Livro do Médiuns, que se constitui em um conjunto sólido de ensinamentos, isto é, a base para que os médiuns possam, com segurança, se comunicarem com os desencarnados.

7 A história da Humanidade é uma história de mediunidade, de intercâmbio com os Espíritos. Allan Kardec fez muito mais do que comprovar a comunicabilidade com os Espíritos, mostrou-nos como controlar as manifestações, exercendo a prática mediúnica com bem-estar e harmonia. Para que as reuniões mediúnicas sejam produtivas é necessário que os médiuns se moralizem, se evangelizem, conhecendo e vivenciando os ensinamentos de Jesus, salientou Suely. Visando dar mais qualidade à reunião mediúnica, a expositora ressaltou que cada médium deve estudar e bem compreender o item 331, do capítulo 29 de O Livros dos Médiuns, a fim de obterem resultados sérios e verdadeiramente úteis.

8 Abordou, igualmente, as questões que envolvem as reuniões de desobsessão e as de educação mediúnica; os pensamentos inoportunos; as questões da concentração e o controle mental; a pontualidade, chegando com antecedência mínima de 15 minutos para alcançar uma boa harmonização. Após encerrar sua abordagem, Suely respondeu a inúmeras perguntas, atestando o grau de entendimento, permitindo uma aferição da aceitação deste trabalho. Foi um intercâmbio produtivo e salutar. Esgotado o tempo que havia sido planejado, inúmeros participantes se acercaram da nobre e lúcida conferencista para parabenizá- la, felicitando-a pelo belo trabalho e, também, para continuar indagando-a sobre a temática mediúnica.

9 Na noite do dia 09 de novembro No Centro de Tradições Gaúchas Cristóvão Pereira de Almeida, Sueli Schubert apresentou o tema Mecanismos da Justiça Divina. O público estimado em mais de 500 pessoas escutaram a brilhante expositora mineira indagar, a guisa de instigar a reflexão: Existe esta justiça? A Justiça Divina é justa? Será uma justiça perfeita?

10 Esclareceu que nos primeiros tempos de habitabilidade do Planeta Terra, dando seus passos iniciais no exercício do livre-arbítrio, sob os influxos divinos, o ser humano fez e ainda faz esforços para alcançar melhores condições de vida. Dos primórdios, aos dias atuais a violência é praticada pela criatura humana e, apesar de toda a tecnologia e inteligência já alcançada pelo homem, mantem-se ainda nestes patamares de violência, característica de um planeta de provas e expiações.

11 A Justiça Divina, elucida a expositora, é permeada de amor e misericórdia. Atualmente nos encontramos em fase de transição para um mundo regenerador e todas essas dificuldades vivenciadas no momento evidenciam esse período que prepara essa nova categoria. Abordou de forma clara e precisa as desencarnações coletivas, tanto por acidentes aéreos, rodoviários, as ocorrências produzidas pela natureza, tais como, os maremotos, os terremotos, vulcões, etc. Também discorreu sobre os acontecimentos que sãos denominados popularmente de balas perdidas.

12 Esses fatos só serão compreendidos à luz da reencarnação. A Doutrina Espírita, pela sua lógica, pela razão e entendimento explica a ocorrência das desencarnações coletivas e de balas perdidas. O Livro dos Espíritos, a partir da questão 883 trata das catástrofes coletivas, no livro Chico Xavier Pede Licença, no cap. 19, Emmanuel colabora para que o ser humano entenda essas ocorrências.

13 As pessoas que passam por este processo das desencarnações coletivas, são criaturas que tiveram muitas experiências e estiveram comprometidas no passado e, quando prontas para zerar seus débitos para com a Justiça Divina, retornam à Pátria Espiritual por este meio. Salientou Suely que os débitos para com a Justiça Divina são saldados em diversas reencarnações sucessivas e, quando estão conscientes e preparadas, há essas reuniões de pessoas, sempre amparadas pela misericórdia divina.

14 Sobre o desligamento do Espírito de seu corpo físico, disse a esclarecida expositora que depende do grau de desprendimento ou apego à matéria. A Justiça Divina não tem falhas, é equânime, se cumpre inapelavelmente. O ser humano só é infeliz quando se afasta da Lei Divina. (O Livro dos Espíritos, 614). Aclarando mais, Suely trouxe para reflexão o Código Penal da Vida Futura, contido no livro O Céu e o Inferno, que expõe de forma clara os mecanismos da Justiça Divina.

15 Deve-se compreender que a doença é a cura do Espírito, significa dizer que o Espírito precisa trazer para a matéria as suas imperfeições, drenando-as através das reencarnações sucessivas, alcançando assim a cura. Afirmou a nobre expositora que este momento é decisivo. Estamos em plena transição planetária. A humanidade está sendo chamada à regeneração. A cura real deve ser empreendida por cada um, realizando a esforço próprio o ajuste com a Justiça Divina. Assim conclui seu trabalho. O público que deu mostras sobejas de atenção, foi magnânimo, aplaudiu entusiasticamente em agradecimento.

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