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Luz Solar Ela governa as nossas vidas, estabelecendo os ritmos fisiológicos como acordar, dormir, comer e trabalhar, além de um efeito benéfico sobre.

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2 Luz Solar Ela governa as nossas vidas, estabelecendo os ritmos fisiológicos como acordar, dormir, comer e trabalhar, além de um efeito benéfico sobre o organismo melhorando o humor e a saúde.

3 Podemos dizer que grande parte do desenvolvimento da espécie humana foi dada pela conquista do fogo e da luz. Cada vez mais o homem vem desenvolvendo métodos de iluminação, tendo em vista: - o conforto visual - o melhoramento do exercício de suas atividades

4 A NR-17 remete à Norma brasileira NBR 5413, que trata apenas das luminâncias recomendadas nos ambientes de trabalho. Um iluminamento adequado não depende só da quantidade de lux que incide no plano de trabalho. Depende também da refletância dos materiais, das dimensões do detalhe a ser observado ou detectado.

5 É importante que fique claro que quando falamos sobre acidente em iluminação não estamos falando de uma lâmpada caindo sobre nossas cabeças, estaremos mostrando conceitos de como iluminar adequadamente para que esta iluminação não venha causar danos econômicos ou danos humanos.

6 Determinar a iluminação necessária a um ambiente significa estabelecer a intensidade e distribuição da radiação visível adequada aos tipos de atividades e às características do local.

7 As conseqüências de uma iluminação inadequada são notadas: na segurança - implicando no aumento do número de acidentes; na produtividade - maior desperdício de material, pior qualidade do produto final; no bem-estar - maior fadiga visual e geral, ambiente desagradável baixando o moral dos trabalhadores

8 Fotometria A fotometria realiza medidas da Luz. E este conceito é utilizado para o correto planejamento da iluminação e das cores, contribuindo para aumentar a satisfação no trabalho e melhorar a produtividade, alem de reduzir a fadiga e os acidentes

9 As principais unidades fotométricas são: Intensidade luminosa (I), Fluxo luminoso (F), Iluminamento(E) Luminancia(L)

10 Intensidade Luminosa: Luz emitida por uma fonte ou refletida em uma superfície iluminada. Fluxo Luminoso: Energia luminosa que flui a partir de uma fonte. Iluminamento: É a luz que incide sobre uma superfície, e é medido em Lux. Luminancia: É a luz emitida ou refletida, que incide nos olhos.

11 Efeitos fisiológicos da iluminação Existem vários fatores que influenciam na capacidade visual, que vão desde a faixa etária até as diferenças individuais. Os fatores de maior importância são: A quantidade de luz e contraste entre figura e fundo.

12 Quantidade de luz Durante muito tempo a iluminação dos ambientes de trabalho eram planejadas para poupar o máximo possível de energia. Os valores até a década de 50 eram em torno de 10 a 50 lux

13 A maior conseqüência de uma iluminação deficiente é a fadiga visual, que causa 20% de todos os acidentes ( 1998).

14 EX: uma fábrica de tratores reduziu em 32% o índice de acidente da linha de montagem, aumentando o nível de iluminamento de 50 para 200 lux.

15 Devemos ter cuidado, pois o excesso de iluminamento não apresenta nenhuma melhora no rendimento, podendo provocar a fadiga É recomendado lux como o máximo

16 Os níveis de iluminamento recomendado de um modo geral são: Áreas não produtivas como almoxarifados, corredores utilizam 100 lux Áreas produtivas com presença contínua de trabalhadores utilizam 200 a 600 lux

17 contraste Contraste é a diferença de luminância entre a figura e fundo. Ex: Uma folha de papel em branco em cima de uma mesa com revestimento branco.

18 Ofuscamento Ofuscamento: é uma redução da eficiência visual provocada por um ponto luminoso brando presente no campo visual. Ex sol, janelas, lâmpadas mal colocadas, etc...

19 Ex interessante: A iluminação de um túnel deve ser maior durante o dia, quando os olhos estão acostumado com maior claridade ambiental.

20 Existem vário níveis de ofuscamento, desde o desconforto ate incapacitação visual. Em casos mais grave causa cegueira temporária permanecendo por alguns segundos mesmo após a retirada da fonte. É mais freqüente em pessoas idosas.

21 Redução do ofuscamento Eliminar a fonte de brilho do campo visual; Mudar a posição do trabalhador; Combinação adequada entre as iluminações direta e indireta.

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23 Direta: Incide sobre a tarefa e serve para melhorar o contraste, mas pode provocar sombra. Indireta: É refletida pelo teto, parede ou outras superfícies, ajudando a reduzir as sombras.

24 Fadiga visual É caracterizada pela irritação dos olhos e lacrimejamento, aumentando a necessidade de piscar os olhos, diminuindo a eficiência visual.

25 Conseqüências Em graus mais avançados provoca: Dores de cabeça, náuseas, irritabilidade emocional. Queda do rendimento e da qualidade do trabalho

26 Os profissionais de maior vulnerabilidade são aqueles cujo trabalho exige grande concentração visual, como em microscópios, computadores, inspeção de peças e revisão de textos.

27 Prevenção da fadiga Pausas constante durante o horário trabalho. Recomenda-se 5 minutos por hora trabalhada ou 1 minuto a cada 10 minutos Planejamento da iluminação.

28 Planejamento da iluminação Os projetos de iluminação devem ser cuidadosamente planejados desde as etapas iniciais do edifício, de forma a fazer o maior aproveitamento da luz natural e suplementando com luz artificial.

29 Um bom sistema de iluminação produz um ambiente agradável, onde as pessoas trabalham confortavelmente, com pouca fadiga, monotonia e acidentes, além de aumentar a produção.

30 Sistema de iluminação Iluminação geral: É obtida pela colocação regular de luminária em toda a área de forma a obter um nível uniforme de iluminamento.

31 Iluminação localizada: É Obtida através da concentração de luminosidade sobre a tarefa. Consegue-se através da colocação de luminária próximas ao local de execução da tarefa.

32 Iluminação Combinada: É uma fonte complementar utilizada para casos especiais como: Tarefas que exigem iluminamento local acima de 1000 lux Locais onde existam obstáculos físicos que dificultem a propagação da iluminação geral

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34 Quando falamos a respeito de segurança no Trabalho é muito importante lembrarmos da Iluminação de Emergência.

35 Objetivo A iluminação de emergência deve clarear áreas escuras de passagens, restabelecendo os serviços essenciais e normais na falta de iluminação normal.

36 A intensidade da iluminação deve ser suficiente para evitar acidentes e garantir a evacuação das pessoas, levando em conta a possível penetração de fumaça nas áreas.

37 A iluminação deve permitir o controle visual das áreas abandonadas para localizar pessoas impedidas de locomover-se.

38 Deve ajudar a distinguir inconfundivelmente as rotas de fuga utilizáveis no momento do abandono do local.

39 No caso do abandono total do edifício, o tempo da iluminação deve incluir, além do tempo previsto para a evacuação, o tempo que o pessoal da intervenção e de segurança necessitam para localizar pessoas perdidas ou para terminar o resgate em caso de incêndio. Este tempo deve ser respaldado pela documentação de segurança do edifício aprovado pelo usuário e do poder público

40 Caracterização das Cores Cor é uma resposta subjetiva a um estímulo luminoso, que penetra nos olhos.

41 A sensação de luz e calor, associada com a forma dos objetos é um dos elementos mais importantes na transmissão de informações. Do ponto de vista físico, as cores do espectro visível podem ser consideradas como ondas eletromagnéticas na faixa de 380nm a 770nm.

42 Cor da luz do objeto A cor da luz é caracterizada pelos comprimentos de onda de intensidades dominantes na fonte. A cor de um objeto é caracterizada pela absorção e reflexão seletiva das ondas luminosas incidentes. A cor que enxergamos é aquela que foi refletida pelo objeto.

43 Características das cores Matiz, tom ou gama (hue) – É aquilo que normalmente chamamos de cor. É caracterizado pelo comprimento de onda dominante na luz refletida. Claridade, luminosidade ou valor – A claridade depende da capacidade da superfície em refletir a luz branca. É a qualidade da cor que classificamos como clara ou escura. Saturação – É a qualidade da cor. Uma cor saturada ou pura é monocromática, ou seja, composta de um único comprimento de onda. As cores insaturadas, tem a aparência de desbotada ou lavada.

44 Cone de cores (Sistema Mussel de cores). Criado por Albert H. Mussel em 1912 é um sistema de padrões de cores, foi criado para resolver o problema da identificação das cores. Este sistema é uma combinação entre a matiz, claridade e saturação representadas por dois cones justapostos pela base.

45 Cone de Cores

46 Círculo de cores É o círculo central do cone de cores, ele faz a representação do diferentes comprimentos de onda, as matizes. As cores diametralmente opostas são complementares entre si. O triângulo assinalado representa as cores primárias das luzes.

47 Círculo das Cores

48 As cores primárias de luzes São aquelas que não se anulam e nem podem ser reproduzidas pela mistura das outras e se misturadas em quantidades iguais, produzem a sensação da luz branca. Se as misturarmos podemos reproduzir quase todas as outras cores (menos as metálicas como ouro, prata e cobre). As mais usadas são azul, vermelha e verde.

49 Efeito subtrativo de cores As cores dos pigmentos, presentes nas superfícies refletoras, têm efeito subtrativo. Elas resultam de um processo de absorção e reflexão. Esse efeito diferencia-se das luzes, que apresentam um efeito aditivo. A percepção das luzes resulta da adição dos efeitos neurais provocados por comprimento de ondas diferentes.

50 Características fisiológicas das cores A capacidade que o olho humano tem em integrar estímulos, podem ser classificadas como: Contraste simultâneo – As cores apresentam sensações de modificação da claridade e saturação,na presença de outras cores. Contraste sucessivo – Ocorre devido à memória visual que se mantém por alguns segundos.

51 Visibilidade de cores A cor atrai a atenção e prende a vista, de acordo com o grau de visibilidade, este depende do contraste e da pureza da cor. Cores de grande visibilidade são vibrantes e de forte efeito em propaganda, embalagens e demarcações de áreas perigosas. Devem ser usadas para atrair a atenção porém, de uma forma que não seja permanente para não se tornar fatigante.

52 Legibilidade de cores Estudos realizados sobre a visibilidade das cores apresentam os seguintes resultados em ordem decrescente: 1) Azul sobre branca 2) Preta sobre amarela 3) Verde sobre branca 4) Preta sobre branca 5) Verde sobre vermelha

53 Memória das cores A percepção das cores depende também das experiência anteriores e das associações que se fazem entre certos objetos e cores. As cores podem ser usadas para criar as seguintes vantagens: Chamar a tenção Acrescentar uma nova dimensão Agrupar informações Diminuir o tempo de reação Reduzir erros.

54 Características psicológicas e simbólicas das cores Estudos comprovam a influência das cores sobre os estado emocional, produtividade e qualidade do trabalho. O homem apresenta diversas reações a cores, que o podem deixar triste, alegre, calmo ou irritado, etc. As cores também possuem diferentes simbologias, associações e supertições que variam de acordo com a região e a cultura.

55 Deve-se considerar também que certas cores tem significados culturalmente arraigados em nossa sociedade. A cor vermelha geralmente é associada a perigo ou pare, etc. Contudo, a dicotomia vermelho/verde apresenta problema para as pessoas daltônicas. Cerca de 8% da população masculina apresenta deficiência na percepção de cores e 4% não conseguem fazer a distinção entre a vermelha e a verde.

56 Aplicação das cores Com o planejamento adequado das cores e utilizando bem o contraste dentro do ambiente de trabalho pode-se obter até 30% de economia de energia, e aproximadamente um aumento da produtividade em torno de 80 a 90 %

57 Aplicação da cores nos equipamentos Existem normas que regulamentam a pintura de equipamentos, destacando as partes móveis e perigosa do restante do equipamento, com o objetivo de advertir contra o risco e de prevenir acidente.

58 Norma brasileira Existem algumas cores de uso padronizado que são: Vermelha: Utilizada em materiais de proteção e combate ao incêndio, como portas de saída de emergência. Alaranjada: A cor alaranjada Indica Perigo, é utilizada em equipamentos como polia.

59 Amarela: Indicando cuidado, é utilizada em escadas, postes, ou partes salientes em estrutura. Verde: Indica segurança. Utilizada para identificar caixa ou equipamento de primeiros socorros.

60 Azul: Indica ação obrigatória como a utilização de EPI. Púrpura: Indica radiação eletromagnética. Branca: è usada para demarcar setor que circulam exclusivamente pessoas. Preta: indica coletores de resíduo.

61 Norma de regulamentações das tubulações As tubulações não precisam ser pintadas em toda sua extensão e sim com faixas intercaladas de 40 cm, situando-se da forma mais visível possível

62 Alaranjada: Produtos químicos não Gasosos Amarela: Gases não liquefeito Azul: Ar comprimido Branca : Vapor Cinza Claro: Vácuo Cinza Escuro: Eletroduto

63 Marrom: Materiais fragmentados, Petróleo bruto Verde: Água, exceto para combate ao incêndio Vermelha: Água ou outras substancia de combate ao incêndio.

64 O uso adequado da cores facilita a comunicação, contribui para reduzir os erros e conseqüentemente aumenta a eficiência do trabalho.


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