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UML 2.0 Workshop Sala 80-81 ITA Charles-Edouard Winandy 2008 Unified Modeling Language version 2.0.

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1 UML 2.0 Workshop Sala ITA Charles-Edouard Winandy 2008 Unified Modeling Language version 2.0

2 UML – Breve Revisão Significa Linguagem de Modelagem Unificada; Ferramenta para especificação de sistemas; Surgiu nos anos 1990s como um esforço para reunir o melhor dos principais modelos existentes na época; Virou logo um padrão para modelagem de software e design;

3 Sucesso da UML Facilita a compreensão de sistemas complexos durante todo o ciclo de vida; Simplifica o reuso de modelos e código; Orientada por natureza para programação O.O. mas usada com sucesso na especificação de programas O.P. (além disso a UML não depende da plataforma);

4 Por trás da UML Rational Software Corporation Hewlett-Packard I-Logix IBM ICON Computing Intellicorp MCI Systemhouse Microsoft ObjecTime Oracle Platinum Technology Taskon Sterling Software Unisys

5 Unified Modeling Language version 2.0 Aumentar a precisão e consistência; Diminuir a dependência nos programadores; Novas notações e semânticas foram adicionadas e agora são 13 os diagramas;

6 O que mudou da 1.x para a 2.0 Diagrama de Classes quase nada; Diagrama de Seqüência praticamente igual; Diagramas de Colaboração e de Estados só mudaram a nomenclatura; São os mais novos diagramas: o de Tempo e o de Estrutura Composta;

7 13 Diagramas Package diagrams. Class or Structural diagrams. Object diagrams. Composite Structure. Component diagrams. Deployment diagrams. Use Case Diagrams. Activity diagrams. State Machine diagrams. Communication diagrams. Sequence diagrams. Timing diagrams. Interaction Overview diagrams.

8 Diagrama de Pacotes Reflete a organização de pacotes; Principal utilidade é a de organizar os diagramas de classes e de casos de uso; Representado graficamente como uma pasta, deve sempre ter o nome do pacote na parte superior.

9 Diagrama de Classes Visão estática do modelo, descrevendo atributos e comportamento dos elementos;

10 Diagrama de Objetos Enfatiza o relacionamento entre as instâncias das classes;

11 Diagrama de Estrutura Composta Permite descrever as relações entre os componentes de uma classe, expondo a estrutura interna da classe e sua colaboração;

12 Estrutura Composta: Elementos O novo diagrama da UML é composto pelos seguintes elementos: - Partes - Portas - Conectores - Colaboradores

13 Elemento: Partes Uma parte representa o papel da instância duma classe ou dum conjunto de instâncias; Uso de encapsulamento: permite multiplicidades [n..m], onde o n especifica quantas instâncias podem ser criadas dentro duma classe e m significa quantas instâncias no máximo podem ser criadas;

14 Elemento: Portas Uma porta é um ponto de interação de uma classe ou uma interface que especifica operações e sinais oferecidos por uma classe; É através das portas que ocorre a comunicação com o ambiente externo;

15 Elemento: Conectores Um conector especifica um vínculo (uma instância de uma associação) que habilita a comunicação entre duas ou mais entidades; Cada conector deve estar conectado a duas ou mais entidades;

16 Elemento: Colaboração Elevado nível de abstração, representado por uma forma ovalar pontilhada nas bordas;

17 Diagrama de Componentes Ilustra o aspecto físico do sistema;

18 Diagrama de Distribuição Também trata do aspecto físico do projeto;

19 Diagrama de Caso de Uso Responsável por capturar os requisitos do sistema;

20 Diagrama de Atividades Demonstra a seqüência de atividades, bastante útil para representar processamento paralelo;

21 Diagrama de Máquina de Estados Antigo Diagrama de Estados, modela o comportamento de um único objeto por vez;

22 Diagrama de Comunicação Antigo Diagrama de Colaboração, ele se concentra na troca de mensagens entre objetos;

23 Diagrama de Seqüência Demonstra os objetos rodando na linha do tempo;

24 Diagrama de Tempo Demonstra a mudança de um estado ou valor de um ou mais elementos na linha do tempo; Com o Timing Diagram é possível visualizar o impacto do tempo em um ou mais objetos e, as condições e os efeitos do tempo nos estados dos objetos.

25 Diagrama de Visão Geral de Integração Focado na visão geral do controle do fluxo de interação;

26 Considerações Finais Segundo Becker (2003), a UML 2.0 incorpora mecanismos novos que valorizam a modelagem dos sistemas de tempo real, já que estes sistemas interagem com o ambiente, são não-determinísticos e altamente concorrentes. Com a UML 2.0 é possível construir modelos a partir da composição hierárquica. De acordo com Maeunier (2003), é possível modelar a dependência entre hardware e software acrescentando características do processador.

27 Conclusão A UML 2.0 suporta modelagem de concorrência, faz uso de objetos ativos e estados de concorrência. Apresenta-se como um padrão mundial que agrega conceitos como portas, protocolos, conectores e o uso de restrições temporais.

28 Bibliografia Seletiva BECKER, L. – Um Método para Abordar todo o Ciclo de Desenvolvimento de Aplicações Tempo Real, 2003, Tese de doutorado – Programa de Pós- Graduação em Computação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. MAEUNIER, J.; LIPPERT, F.; JADHAV, R.; RT Modelling with UML for safety critical applications. Disponível em: Aonix-RTUML.pdf Aonix-RTUML.pdf AMBLER, SCOTT (Ronin International Inc) - "What's New in UML 2", 2004, Disponível em: SELIC, BRAN (IBM Rational software Canada) - "Unified Modeling Language version 2.0", Disponível em:


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