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AULA 04 1. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo... FERNANDO PESSOA 2.

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1 AULA 04 1

2 Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo... FERNANDO PESSOA 2

3 Á GUAS O CEÂNICAS 3

4 I NTRODUÇÃO Os oceanos e mares cobrem aproximadamente 2/3 da superfície do planeta. Dos 510 milhões de km quadrado da superfície terrestre, 360 milhões de km quadrado correspondem aos oceanos e mares. As águas oceânicas ( 97% de toda água do planeta) abrangem os oceanos e os mares, enquanto as águas continentais ( 3% de toda água do planeta) abrangem as águas situadas nos continentes – rios, lagos, geleiras e águas subterrâneas. 4

5 Á GUAS O CEÂNICAS Oceanos: são as maiores porções de massas liquidas da superfície terrestre separando as massas continentais. São divididos em três porções: Oceano Pacífico: é o mais extenso.Apresenta a maior profundidade de todos os oceanos e separa o continente americano do asiático. Oceano Atlântico: é o mais importante devido a navegação. Separa o continente americano da Europa e da África. Oceano Índico: é um pouco menor do que o Atlântico e banha o sul da Ásia, o oeste da Oceania e o leste da África. 5

6 M ARES São porções menores e mais rasas que os oceanos, inclusive a porção costeira. Apresentam maiores variações de salinidade e sofrem maior influencia dos continentes. Mares costeiros ou abertos: são aqueles que se comunicam amplamente com os oceanos. Mares continentais,interiores ou mediterrâneos: são aqueles que se comunicam com os oceanos através de estreitos e canais,alem de poderem se situar entre continentes. Mares fechados ou isolados: não apresentam comunicação natural com os oceanos e, por esse motivo, podem ser considerados como lagos. 6

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10 C ARACTERÍSTICAS G ERAIS DAS Á GUAS O CEÂNICAS Entre as características das águas oceânicas, destacam-se a temperatura e suas consequências, a coloração e os movimentos. 10

11 T EMPERATURA A temperatura media das águas oceânicas é de aproximadamente 16 graus Celsius. Podem ocorrer variações térmicas em função de profundidade, latitude e correntes marítimas. As duas principais consequências das variações térmicas são: salinidade e congelamento. Salinidade: é a quantidade de sais minerais em solução existente nos oceanos. As águas das chuvas e das neves, ao precipitarem-se sobre os continentes,dissolvem os sais minerais nas rochas,os quais são levados aos mares e oceanos pelas geleiras continentais e rios. Com a constante evaporação da águas oceânicas tendem a tornar-se mais salgadas com o passar de milhões de anos. 11

12 Congelamento: Nas altas latitudes,em razão das baixas temperaturas,as águas oceânicas superficiais congelam durante grande parte do ano,ocasionando a formação das banquisas. Durante o período de degelo, as banquisas fragmentam-se e dão origem aos floesbergs. Banquisa: placas de gelo formadas pelo congelamento superficial das águas oceânicas. Floesberg: banquisa fragmentada durante o degelo nas áreas de altas latitudes. 12

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15 C OLORAÇÃO A coloração das águas oceânicas depende da quantidade e da qualidade dos sedimentos em suspensão. Quando em alto-mar, livres de sedimentos, as águas são azul-escuras (azul- marinho); próximo as costas, tem coloração esverdeada devido a sedimentos de vegetais e detritos de animais; nas proximidades da foz de grandes rios, são avermelhadas ou amareladas ( barrentas). 15

16 M OVIMENTOS Marulhos: são as oscilações suaves de águas oceânicas ocasionadas pelas brisas. Vaga ou Onda: é o movimento oscilatório das águas oceânicas produzido pelos ventos. Vagas Sísmicas: também conhecidas como tsunami,são vagas de grandes proporções ocasionadas por um maremoto. Marés: são movimentos que afetam as massas oceânicas em toda a sua amplitude. São ocasionadas pela atração que a Lua e o Sol exercem sobre a superfície terrestre. 16

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21 Macaréu: é o choque das águas de um rio caudaloso com as ondas durante o inicio da maré enchente.Pode ser chamado também de Pororoca. Correntes Marítimas: são movimentos das águas oceânicas,com direção constante, temperatura e salinidade próprias, ocasionadas pelo movimento de rotação da Terra,pelas diferenças de aquecimento do planeta e também pela ação dos ventos.As correntes marítimas tem influencia nos climas,na disseminação de espécies animais e vegetais,nas rotas marítimas e também na pesca.As correntes marítimas podem ser quentes ou frias e auxiliam na transferência de calor entre as regiões que banham.As correntes que se originam nas baixas latitudes são quentes,e as que se originam nas altas latitudes são frias. 21

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23 Corrente do golfo: é quente,ameniza os rigores do inverno no noroeste da Europa. Corrente de Humboldt: influencia na formação do Deserto do Atacama (Chile),propicia boas condições de pesca para o Peru e o Chile. Corrente de Benguela: influencia na formação do Deserto da Namíbia e Kalahari (África). Corrente Australiana Ocidental: influencia na formação dos desertos australianos. 23

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25 Ressurgências: são fenômenos em que águas profundas sobem para extratos mais superficiais dos oceanos ou mares – caracterizando o afloramento de águas profundas. O que provoca as ressurgências é o deslocamento das águas superficiais pelos ventos ou por correntes marítimas – o que permite a subida das águas profundas. Nas ressurgências,o afloramento de águas profundas (frias e ricas em nutrientes) determina áreas importantes para a pesca. 25

26 R ELEVO O CEÂNICO O relevo oceânico – plataforma continental, talude continental e fundo oceânico – é constituído de formas semelhantes aquelas encontradas nos continentes. 26

27 P LATAFORMA C ONTINENTAL É a porção do assoalho dos oceanos que vai de 0 a 200 m de profundidade, apresentando largura variável. É recoberto por sedimentos de origem continental trazidos pelos rios,ventos,enxurradas e geleiras, o que determina grandes concentrações de recursos minerais e biológicos. Na plataforma continental brasileira, estão as maiores reservas de petróleo. 27

28 T ALUDE C ONTINENTAL Corresponde a porção intermediaria, recoberta por sedimentos finos e situada entre a plataforma continental e o fundo oceânico propriamente dito. Apresenta grande inclinação, com profundidades entre 200 e m. 28

29 F UNDO O CEÂNICO Constitui-se no assoalho dos oceanos com profundidade superior a m. Apresenta muitas irregularidades e dinâmica intensa,como vulcões ativos, fontes termais,abalos sísmicos e movimentos tectônicos. No fundo oceânico aparecem as fossas,os pítons,os guyots e as dorsais. Fossas: são gigantescas fendas no assoalho dos oceanos,podem ter m à m de profundidade. Pítons: são morros de cumes aguçados que se elevam do fundo dos oceanos. Guyots: são morros de cumes achatados que se elevam no fundo dos oceanos. 29

30 Dorsais: são gigantes cordilheiras submarinas que se estendem pelo fundo oceânico. As dorsais se originam do afastamento das placas litosféricas.Muitas vezes, as porções mais elevadas ultrapassam o nível dos oceanos, ocasionando ilhas oceânicas. Os arquipélagos de Fernando de Noronha e dos Açores são exemplos de ilhas que correspondem a afloramentos da Dorsal Meso-Atlântica. 30

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32 P RINCIPAIS R EGIÕES O CEÂNICAS Nerítica: corresponde ao relevo da plataforma continental e a lâmina de água situada sobre ela. O relevo é recoberto de sedimentos oriundos dos continentes por meio da ação dos ventos,rios, enxurradas e geleiras.As águas que recobrem o fundo são claras, permitindo a fotossíntese. Em decorrência desses fatos, apresenta muitos cardumes e a exploração de petróleo é intensa, sendo a região mais explorada e mais importante economicamente. 32

33 Pelágica: corresponde a lâmina de água situada entre 0 e 200 m de espessura situada fora dos limites da plataforma continental. Batial: corresponde a região situada entre a pelágica e a abissal. Abissal: corresponde ao fundo oceânico e as águas profundas. É constituída de águas escuras, com temperaturas estabilizadas em torno de 4 graus Celsius. O assoalho oceânico é recoberto de sedimentos muito finos e de várias origens. 33

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35 Á GUAS C ONTINENTAIS As águas continentais são aquelas situadas na superfície e no subsolo dos continentes. Através do Ciclo Hidrológico, toda água do planeta é “naturalmente reciclada” portanto é errada a informação de que no futuro a água acabará. Em verdade, é possível faltar água de qualidade e na quantidade necessária. 35

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37 Á GUAS DE SUPERFÍCIE Rios: são as principais formas de águas continentais.Apresentam a seguinte nomenclatura: Nascente ou cabeceira: local onde um rio nasce Curso: caminho percorrido pelo rio,que pode ser subdividido em curso superior,curso médio e curso inferior. Curso superior: trecho situado próximo as nascentes. Curso médio: trecho intermediário situado entre os outros dois cursos. Curso inferior: trecho situado próximo a foz. 37

38 Margens: porções laterais do curso de um rio,chamadas de margem direita e margem esquerda.Identifica-se as margens de um rio, voltando-se as costas para a nascente. Afluente: rio que corre para um outro principal. subafluente: rio que corre para um afluente. Divisor de água: porção mais elevada do relevo que separa as bacias hidrográficas. Foz Delta: tipo de foz em ilhas separadas por canais,indicando acumulação de sedimentos. Foz Estuário: tipo de foz que se apresenta sem ilhas, sendo geralmente profunda. 38

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42 Rede de Drenagem: são os cursos d’ água que escoam as águas de uma região.As redes de drenagem são influenciadas pelo relevo, vegetação, chuvas,etc. Vertente: em geografia, a palavra vertente pode ter vários significados: local onde o rio nasce,direção para a qual os rios de uma bacia se dirigem,encosta ou declive. Débito ou descarga fluvial: quantidade de água que passa por uma secção transversal de um rio em um segundo. 42

43 Regime fluvial: modo pelo qual varia a descarga de um rio durante o ano.Pode ser: Pluvial: quando as variações de descarga depende do índice pluviométrico,ou seja, quando o rio é alimentado pelas águas das chuvas. Térmico (nival ou glacial): quando as variações de descarga dependem do derretimento de geleiras ou de neves. Complexo: quando as variações de descarga depende de diversos fatores, como, por exemplo, os índices pluviométricos e térmicos. Perene: o rio apresenta volume de água o ano inteiro.No Brasil a maioria dos rios é perene. 43

44 Intermitente ou de regime temporário: quando o rio permanece durante algum tempo sem volume de água (região nordeste). Nível de base: é o nível altimétrico da foz de um rio. Pode ser: Geral: quando a foz do rio situa-se no oceano Local ou secundário: quando a foz do rio não situa-se no oceano, ou seja, não deságua no oceano. Montante: sentido contrario ao curso do rio. Jusante: sentido idêntico ao curso do rio. 44

45 Perfil transversal: é o perfil do vale fluvial, em determinado trecho do seu curso. Perfil longitudinal: é o perfil de um rio no sentido nascente – foz. Perfil de equilíbrio: é o período em que o rio tem o seu trabalho de erosão equilibrado com o de deposição. Nesse período, o rio tem um curso retilíneo, ausência de corredeiras e leito definido. Leito: lugar por onde as águas do rio correm, podendo ser maior,menor e médio, dependendo do volume de água. Talvegue: é o canal mais profundo do leito de um rio ao longo de todo o seu curso. 45

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47 Rios de Planaltos: são aqueles que correm predominantemente sobre relevo de planícies e apresentam as seguintes características: presença de quedas e corredeiras, navegabilidade limitada, potencial hidráulico acentuado. Rios de Planície: são aqueles que correm predominantemente sobre relevo de planície e apresentam as seguintes características: poucas quedas d’ água, maior possibilidade de navegação, potencial hidráulico reduzido. Meandros: são curvas apresentadas por rios, regularmente em áreas planas e provocadas pelo acumulo de sedimentos e pela pequena capacidade erosiva de um rio.Com o tempo o meandro pode ser rompido, mudando o curso do rio. 47

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51 L AGOS São depressões continentais onde se verifica o acumulo de água.Podem ser de origem tectônica, vulcânica, de erosão, de barragem, residuais e mistos. 51

52 Tectônicos: são oriundos de movimentos tectônicos, os quais produzem fendas, que podem ser preenchidas por água, determinando a formação desses lagos. Vulcânicos: correspondem a antigas crateras vulcânicas. Lagos de barragem: surgem através de barragens, que podem ser naturais ou artificiais. Lagos de barragens naturais: originam-se da sedimentação ocasionada por geleiras, rios e mares. Lagos de barragem glacial: formados em vales glaciais obstruídos por sedimentos transportados e depositados pelas próprias geleiras. 52

53 Lagos de barragem fluvial: formados quando os rios modificam seus cursos com o passar do tempo,abandonando suas curvas, geralmente são pequenos e temporários. Lagos de barragem fluviomarítima: são formados por sedimentos que os rios transportam e que com o passar do tempo depositam-se na foz. Por meio da ação das correntes vão se transformando em bancos de areia que vão separando o mar e formando lagos. Lagos de barragens artificiais: correspondem a represas e açudes construídos pelo homem. Residuais: são remanescentes de antigos mares que estao em fase de senilidade.Essas lagos apresentam elevado teor de salinidade. Mistos: são oriundos de dois ou mais fatores, como, por exemplo, deslocamento e ação de geleiras. 53

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61 Á GUAS S UBTERRÂNEAS Localizadas no subsolo dos continentes, são formadas pela infiltração e deposição das águas superficiais nos interstícios de rochas.Recebem varias denominações:lençóis subterrâneos, lençóis de infiltração, lençol de água ou lençol freático. Quando porções do lençol freático atingem a superfície, há a presença de fontes ou olhos d’ água, que podem ser denominados de ressurgência.Muitas vezes, as águas do lençol freático podem ser aquecidas por rochas vulcânicas e, ao chegar a superfície, formam as fontes termais. 61

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63 Gêiseres: são fontes termais que interrompem periodicamente, devido ao aumento da pressão da água no subsolo provocado por rochas vulcânicas com temperaturas elevadas.As águas aquecidas ultrapassam o ponto de ebulição e são expelidas para a superfície.A periodicidade relaciona-se com o tempo necessário para que as águas sejam aquecidas. 63

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65 G EOLOGIA – I E RAS G EOLÓGICAS E R OCHAS A idade da Terra é calculada em 4,6 bilhões de anos,e, entre os seres vivos, a espécie humana foi a ultima a surgir.A datação das rochas é importante para o estudo da evolução da Terra, permitindo conhecimentos acerca da dinâmica dos climas e dos seres vivos.A idade terrestre é dividida em éons, eras, período, épocas e idades. O tempo geológico é subdividido em dois éons: Éon Criptozoico, que abrange toda a era Pré- Cambriana, e Éon Fanerozoico, que abrange as Eras Paleozoica,Mesozoica e Cenozoica.No Fanerozoico verifica-se praticamente todas as formas de vida com intensidade. 65

66 C LASSIFICAÇÃO K ULP A classificação mais utilizada é a de Kulp (1960), que divide em eras, períodos, e épocas. As eras são denominadas Pré-Cambriana, Paleozoica, Mesozoica e Cenozoica 66

67 E RA P RÉ -C AMBRIANA Denominada também de Primitiva, a Pré- Cambriana é a mais extensa, com mais de 2/3 da idade da Terra,ou seja, quase 3,1 bilhões de anos, sendo subdividida em Período Arqueozoico e Período Proterozoico. Apresenta predomínio de granito e gnaisse e poucos indícios de vida. Presume-se que tenham existido animais e plantas rudimentares. 67

68 A RQUEOZOICO Também denominada Arqueano, o Arqueozoico apresenta rochas graníticas, solos de fertilidade mediana e pobreza de recursos minerais. As serras do Mar,da Mantiqueira e grande parte dos planaltos residuais Norte - Amazônicos (planalto das Guianas) são constituídos de terrenos arqueozoicos. 68

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71 P ROTEROZOICO Também denominada Algonquiano,o Proterozoico é rico em minerais ( ferro, cobre, chumbo,ouro, prata, etc.)A serra do Espinhaço, onde se localiza o Quadrilátero Ferrífero, é constituída de terrenos algonquianos, assim como a serra dos Carajás (PA), o maciço de Urucum (MS) e a chapada Diamantina (BA). 71

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74 E RA P ALEOZOICA Também denominada Era Primaria, a Paleozoica teve duração de aproximadamente 600 milhões de anos e se subdivide-se em: Paleozoico Inferior : período Cambriano, Ordoviciano e Siluriano; e Paleozoico Superior : período Devoniano, Carbonífero e Permeano. A Era Paleozoica caracteriza-se por intensos processos de sedimentação, que deram origem a varias rochas sedimentares e metamórficas, e surgimento de varias formas de vida animal e vegetal, principalmente nos ambientes marinhos. No paleozoico Superior,ocorreram as últimas glaciações no território brasileiro. Entre as formas de vida animal,surgem nessa Era os peixes, os anfíbios e alguns poucos repteis. Na Era Paleozoica, ocorreu, no território brasileiro, intensa sedimentação em varias regiões, o que determinou a formação de vários planaltos, o início da planície Amazônica e a depressão da Amazônia Ocidental 74

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76 P ANGEIA Durante as Eras Pré-Cambrianas e Paleozoica, os continentes apresentam configuração diferentes da atual e estavam unidos, formando um gigante continente denominado Pangeia, envolvido por um grande oceano chamado de Pantalassa. Na Era Mesozoica ( no Triássico ) o continente Pangeia foi dividido, formando Gondwana ao sul (que corresponde ao território atual da África, America do Sul, Austrália, Antártica e Índia) e Laurásia ao norte ( atual América do Norte, Ásia Europa e Groenlândia ). 76

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78 E RA M ESOZOICA Também denominada Era Secundária, a Mesozoica teve duração de aproximadamente 150 milhões de anos e divide- se em: Triássico, Jurássico e Cretáceo.Nessa Era, ocorreram intensos e prolongados processos de erosão e sedimentação,enquanto imensas e exuberantes florestas alimentavam uma crescente e variada fauna de gigantescos lagartos:os sáurios.Também surgem as aves e os primeiros mamíferos.A separação de Gondwana determinou o surgimento de fossas tectônicas na África e, no Centro-Sul do Brasil, fendas enormes e numerosas denominadas: diastrofismo rético. Através do diastrofismo rético,ocorreu o maior derrame de lavas vulcânicas do planeta,recobrindo as bacias sedimentares paleozoicas desde o sul de MG até o Uruguai.As lavas vulcânicas, decompondo-se em climas tropicais úmidos, originaram a terra-roxa,de grande fertilidade.Esse derrame basáltico pode ser denominado de Derrame de Trp. 78

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80 E RA C ENOZOICA Com 70 milhões de anos de duração a Cenozoica apresenta dois períodos: Terciário e Quaternário. Nessa Era, ocorreu o predomínio dos mamíferos e os continentes tomaram a forma atual. 80

81 P ERÍODO T ERCIÁRIO Teve a duração de 69 milhões de anos, sendo dividido em cinco épocas: Paleoceno, Eoceno, Oligoceno, Mioceno e Piloceno. Nesse período, ocorreram as formações das maiores cadeias montanhosas: Himalaia, Andes, Cáucaso, Montanhas Rochosas, Alpes e outras. No território brasileiro, verificou-se a sedimentação de grande parte do litoral e a formação de 90% das terras firmes da Amazônia. 81

82 P ERÍODO Q UATERNÁRIO O Quaternário durou 1 milhão de anos e vai do Terciário até nossos dias. Esse período abrange duas épocas: Pleistoceno e Holoceno, verificando- se no Pleistoceno a ocorrência das ultimas glaciações: Gunz, Mundel, Russ e Wurn. No Brasil,houve a sedimentação final do Pantanal e a formação do litoral do Rio Grande do Sul e da Bacia Sedimentar de Curitiba. Apesar das varias divergências entre antropólogos, o ser humano surgiu no fim do Pleistoceno entre 5 a 1 milhão de anos. 82

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85 M INERAIS E R OCHAS Minerais: substâncias inorgânicas encontradas na natureza, com propriedades físicas e químicas definidas.Os principais minerais são: feldspato, anfibólios, piroxênios, quartzo e mica. Rochas: agregados de dois ou mais minerais. 85

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87 C LASSIFICAÇÃO DAS R OCHAS De acordo com a origem (gênese), as rochas podem ser classificadas em: Magmáticas; Sedimentares; Metamórficas. 87

88 R OCHAS M AGMÁTICAS Denominadas também de rochas ígneas,são formadas pelo magma, podendo ser solidificadas na superfície ou abaixo dela.As rochas magmáticas podem ser subdivididas em intrusivas e extrusivas. Rochas magmáticas intrusivas: podem ser chamadas de rochas infusivas, plutônicas ou abissais e correspondem aquelas que se solidificam nas maiores profundidades, como, por exemplo, o granito,que é a rocha mais comum de todas. Rochas magmáticas extrusivas: podem ser denominadas de efusivas ou vulcânicas e correspondem aquelas que se solidificam na superfície,como,por exemplo,o basalto, que é a mais comum das efusivas. 88

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91 R OCHAS S EDIMENTARES São formadas de sedimentos oriundos de outras rochas ou de materiais orgânicos.Podem ser divididas em clásticas, orgânicas e químicas. Clásticas: são denominados também de detríticas, sendo formadas por sedimentos oriundos de rochas pré-existentes.Exemplo: arenito,argila,conglomerado, tilito, etc. Orgânicas: são formadas por sedimentos de origem biológica, ou seja, sedimentos provenientes de vegetais ou de animais.Exemplo: calcário,carvão, petróleo,etc. Químicas: são oriundas de processos químicos, como por exemplo, o sal-gema que corresponde a jazidas de sais nos continentes. 91

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94 R OCHAS M ETAMÓRFICAS São aquelas que sofreram profundas modificações estruturais pelo calor ou pressão. Exemplos: quartzita (do arenito), mármore (do calcário), gnaisse (sedimentos e rochas ígneas), etc. 94

95 P ARA L EMBRAR : Constará em nosso site todo o material apresentado nesta aula. Cursinhopopularpaulofreire.wordpress.com 95

96 Obrigado!!!! 96


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