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Um espaço, uma “estória”.  Organização narrativa onde se assegura a coerência dos eventos que se sucedem no tempo e atravessam as necessárias transformações,

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Apresentação em tema: "Um espaço, uma “estória”.  Organização narrativa onde se assegura a coerência dos eventos que se sucedem no tempo e atravessam as necessárias transformações,"— Transcrição da apresentação:

1 Um espaço, uma “estória”

2  Organização narrativa onde se assegura a coerência dos eventos que se sucedem no tempo e atravessam as necessárias transformações, desde o seu estado inicial até a um desenlace.  Uma sequência de transformações organizada de acordo com a relação entre o sujeito e o objecto.

3  Ponto de vista narrativo (1ª pessoa);  Personagem (protagonista);  Narrador (narrador - personagem);  Tempo (cronológico e psicológico);  Espaço (físico e temporal);  Elementos circunstanciais (quem, o quê, como, onde, quando, porquê e porque);  Organização da narrativa (exposição, complicação, clímax e desenlace).

4  Exposição – introdução do personagem, época, lugar e as circunstâncias em que decorre o relato.  Complicação – o estado inicial se transforma de modo aparentemente irreversível, o sentido das coisas passa a ter novas conjunturas.  Gradação – a viragem do enredo  Desfecho – dar ao leitor o que ele quer, mas não de forma como ele espera.

5  Exposição – jovem, espaço físico do quarto, época actual (hoje)  “Deitado na minha cama confortável, de lençóis macios e quentes, vejo as ondas de calor a percorrerem o quarto.”

6  Complicação – quando o jovem se vê obrigado a sair do conforto da cama  “Oiço vozes a chamar por mim. Lá vem a minha mãe outra vez. Confesso que agora ela tem razão, já passa muito das 13horas e tenho mesmo que fazer a minha higiene pessoal, para depois comer a comidinha saborosa que ela nos prepara, mas sempre a lamentar-se. “

7  Gradação – o narrador tem mesmo que decidir, ou sai ou não de casa. Será que vai ter com a Anita?  “Lá vou eu escolher a roupa de domingo, responder às mensagens da Anita e tentar marcar um café com ela para o fim da tarde.”

8  Desfecho – culminar da narração, o narrador decide finalmente sair do quarto  “Já vou, mãe. Estou mesmo a ir. Já saí do meu quarto e estou na direcção certa, a casa de banho para tomar banho. Sim mãe, é rápido. Sim, mãe não demoro. Sim, mãe!”

9  Do personagem - jovem do sexo masculino;  Do ambiente - quarto do jovem;  Descrição das paisagens - mundo exterior visualizado através da janela do quarto;  Ponto de vista afectivo - relação com elementos familiares, amigos;  Ponto de vista físico - estado físico – tempo e espaço - em que se encontra no momento da descrição

10  Ponto de vista afectivo – descrição do quarto do narrador, enquanto este faz referência ao seu passado, presente, relações familiares e de amizades.  Descrição dos personagens –  “...meu gato fiel e selvagem que tantas vezes...;”  “Tem uma vista linda, só de fechar os olhos, consigo ver os meus jardins cheios de cor na primavera, os campos verdes que rodeiam o exterior...”  “…minha égua chama-se Bonita, é de raça Puro Lusitana, castanha de porte altivo,...”

11  Identificação do objecto descrito  a descrição exaustiva feita pelo narrador do seu próprio quarto, visto por dentro e por fora.  Espaço físico  narração feita em tempos actuais, feita no aqui e agora, no que se está a passar no exacto momento, quando o narrador refere que acabara de acordar, embora faça constantes referências a memórias passadas

12  Associação livre;  Escrita automática;  Visualização das imagens


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