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“O Lugar do Homem no Universo” Filosofia Dezembro 2008.

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Apresentação em tema: "“O Lugar do Homem no Universo” Filosofia Dezembro 2008."— Transcrição da apresentação:

1 “O Lugar do Homem no Universo” Filosofia Dezembro 2008

2 Carl Edward Sagan ( ) foi um cientista e astrónomo Americano que se dedicou à pesquisa e à divulgação da astronomia. Foi um excelente divulgador da ciência, sendo considerado por muitos o maior divulgador da ciência que o mundo já conheceu. Morreu aos 62 anos, de pneumonia, depois de uma batalha de dois anos com uma rara e grave doença na medula óssea. A Ciência perdeu um grande defensor, divulgador e incentivador seu na actualidade.

3 Sagan Memorial Station - Marte Carl Sagan teve um papel significativo no programa espacial americano desde o seu início. Foi consultor e conselheiro da NASA desde os anos 50, trabalhou com os astronautas do Projecto Apollo antes das suas idas à Lua, e chefiou os projectos Mariner e Viking, pioneiras na exploração do sistema solar, que permitiram obter importantes informações sobre Vénus e Marte.

4 O francês Roger-Pol Droit é um filósofo e pesquisador do Centre National de la Recherche Scientifique (Centro Nacional de Pesquisa Científica) e que escreve regularmente para o jornal Le Monde. O seu estilo é pessoal e filosófico, unindo ficção, realidade, conhecimento prático e mitologia mas, longe de escrever um tratado sobre questões grandiosas e complexas, consegue falar do que é importante de forma simples, divertida e interessante.

5 “O Ponto Azul Pálido” “Considerar a Humanidade como um Erro”

6 Pontos Convergentes “Considerar a Humanidade como um Erro”, de Roger-Pol Droit “O Ponto Azul Pálido”, de Carl Sagan “… não compreendemos os nossos desaires, as nossas baixezas, as nossas guerras intermináveis e infâmias sem nome.” “Pensemos nas crueldades infindáveis infligidas pelos habitantes de uma parte do ponto (Terra) aos dificilmente distinguíveis habitantes da outra parte do ponto. (…)” “Centro do mundo, filhos de Deus, consciência do Todo, sal da Terra, inteligência, seres falantes, espírito das ciências, vector do progresso.” “As nossas posições, a nossa imaginária importância, a ilusão de que temos um lugar privilegiado no Universo...” “Um dia, (a humanidade) desaparecerá para sempre sem que ninguém dela guarde memória, sem que ninguém se preocupe.” “Na nossa obscuridade, em toda esta vastidão, não há nenhum indício de que virá alguém para nos salvar de nós próprios.”

7 “Considerar a Humanidade como um Erro”, de Roger-Pol Droit “O Ponto Azul Pálido”, de Carl Sagan A humanidade é considerada uma falha, um acidente biológico. Existimos por mero acaso, por uma questão de sorte. O Homem é considerado um ser insignificante em todo o espaço cósmico; apenas um pequeníssimo ponto, num ponto azul pálido, na enorme vastidão do universo. “… a humanidade não tem razão de ser nem futuro.” A espécie humana tem de preservar e acarinhar o planeta Terra, para que no futuro possa viver melhor no único lar que conhece. Pontos Divergentes

8 Após a leitura e análise dos textos de Roger-Pol Droit e de Carl Sagan, percebemos que o Homem, apesar de se achar o centro do Universo, não passa de um ser insignificante. O planeta Terra onde vivemos, visto do espaço, é um ínfimo “ponto azul pálido” e a humanidade é, simplesmente, um acidente biológico. O Homem pensa que é superior, poderoso, sábio, perfeito, o senhor do mundo. Contudo, se repararmos bem, um dia desaparecemos sem que ninguém se recorde e se preocupe com isso. Estamos a perder tempo com guerras sem sentido, interesses políticos que só prejudicam as pessoas. Cada vez mais a humanidade está mais desunida. Cada vez mais se notam as fronteiras entre os países. Tornámo- nos absurdos e violentos.

9 Mas na verdade, aquilo com que nos devíamos preocupar passa-nos completamente ao lado: preservar a nossa natureza, o nosso habitat, sermos seres mais gentis e humildes, ajudando-nos uns aos outros. Devemos reflectir em tudo o que a nossa espécie tem feito, a fim de alterarmos o nosso comportamento. O nosso intuito deverá ser não destruir o que há, mesmo que venhamos a deixar de existir. Não podemos ser egoístas. O nosso planeta, esse “ponto azul pálido”, deveria ser um espelho do nosso mundo, onde não se notariam as diferenças existentes.

10 Resta-nos fazer o que nos compete para que tal aconteça …

11 Trabalho realizado por: Catarina CaladoNº º C Catarina AlmeidaNº º C João NetoNº º C


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