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O CNPq em 2010 Rio de Janeiro Novembro 2010 Carlos Alberto Aragão Presidente do CNPq.

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1 O CNPq em 2010 Rio de Janeiro Novembro 2010 Carlos Alberto Aragão Presidente do CNPq

2 CNPq 2010 A cada início de ano o orçamento do CNPq já está comprometido com os dois grandes instrumentos da Instituição: bolsas e fomento. Os recursos de outras fontes também já chegam comprometidos com ações específicas. Assim, é pequena a margem de manobra que uma diretoria tem para planejar ações especiais e novas. Resta a negociação com aquelas fontes, particularmente os Fundos Setoriais. Essa limitação é agravada para uma diretoria que assumiu com horizonte de apenas um ano. Nesta apresentação foram selecionados itens considerados como de efetiva intervenção da atual Diretoria.

3 CNPq 2010 ESSA ATUAÇÃO OBSERVOU AS SEGUINTES DIRETRIZES GERAIS: NO PLANO POLÍTICO INTERNACIONALIZAÇÃO DA CIÊNCIA BRASILEIRA NO PLANO ADMINISTRATIVO AUMENTO DO ORÇAMENTO E CUMPRIMENTO DAS METAS DO PACTI NO PLANO TÉCNICO DEFESA DO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E AMPLIAÇÃO DA AÇÃO NA AREA TECNOLÓGICA

4 1- ORÇAMENTO EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO 2010 AUMENTO DO ORÇAMENTO 2011

5

6 GOVERNO FEDERAL Ministério da Ciência e Tecnologia

7

8 EDITAIS LANÇADOS PELO CNPq * CONSOLIDADO ANO DO EDITALQTD DE EDITAIS TOTAL DE PROPOSTAS APROVADAS TOTAL PREVISTO (R$ mi) TOTAL APROVADO (R$ mi) ,980467, ,013978, ,078504, ** ,352114,806 Total Global , ,444 Observações: * Editais lançados até 29/09/2010 (Alguns em fase de julgamento ou aprovação); **As quantidades de editais e valores do ano de 2010 são parciais.

9 2 – PROGRAMA DE BOLSAS Novas Bolsas de Pós-graduação Novas Bolsas PQ (+20%/ANO) (90 mil Bolsas até 2011) Aumento do valor das bolsas IC,AT,PQ,DT

10 Bolsas concedidas pelo CNPq

11 PG no orçamento do CNPq

12 Pós-graduaçao no País

13 Bolsas no exterior

14 Bolsas e fomento

15 % de bolsas e fomento

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20 Iniciação C&T,Jr Mestrado Doutorado Bolsas no Exterior Pós-doutorado Produtividade Pesquisa Apoio à Pesquisa Desenv. Tecnológico, Extensão e Inovação / / /2010 Total Evolução do Número de Bolsas do CNPq /2011

21 3- PROGRAMA DE FOMENTO Expansão e regularidade do Edital Universal Apoio a jovens pesquisadores

22 Milhões de R$ Edital Universal Valor do Edital Projetos Aprovados BiêniosNúmero

23 Edital Universal Execução Financeira ano 2010

24 4 - Programas Especiais INCT PRONEX PRONEM PNPD Casadinho (PRONIP) PPP

25 122

26 Recursos liberados e empenhados pela CNPq até julho/2010 (em milhões de R$) * Recursos relativos a custeio e capital

27 INCTs Recursos – Com FAPs Fapemig Faperj Fapesp Fapespa Fapeam Fapesc Fapern Fapepi 36 milhões 112 milhões 8 milhões 10 milhões 9 milhões 2 milhões 1,5 milhões CAPES: 30 milhões Total CNPq FNDCT FAPs TOTAL NOTA: Não estão incluídos os recursos repassados ao CNPq pela PETROBRAS, MSaúde e MEC

28 PRONEX Recursos Total CNPq FNDCT FAPs TOTAL Total CNPq FNDCT FAPs TOTAL

29 PPA Estados Pronex 1996 – 2010 Valores (R$ milhões) FNDCT

30 GOVERNO FEDERAL Ministério da Ciência e Tecnologia PRONEM Programa de apoio a Grupos Emergentes Consolidação de linhas de pesquisa prioritárias Indução a formação de novos núcleos de excelência Em parceria com as FAPs Duração 2010/2011 Valor R$ 20 milhões em 2010 e R$ 20 milhões em 2011

31 RHAE – Pesquisador na Empresa Edital MEC/CAPES e MCT/CNPq/FINEP nº 28/2010 Programa Nacional de Pós-Doutorado PNPD 2010 (R$ 20M ) Propostas Inscritas por Grande Área: AGRÁRIASBIOLÓGICASSAÚDEENGENHARIAS EXATAS/ TERRA HUMANAS/ SOCIAIS APLICADAS TOTAL LINHA LINHA TOTAL Programa Nacional de Pós-Doutorado – PNPD 2010

32 Demanda BrutaRecomendação - ComitêAprovação - Diretoria LinhasNº propostas Val or (R $ mil ) Nº propostas Val or (R $ mil ) Nº propostas Valor (R$ mil) Linha 2 - Projetos vinculados a empresas (FINEP) , , ,6 0 Linha 3 - Projetos vinculados a grupos de pesquisas liderados por bolsistas de PQ-1 ou DT-1 (CNPq) , , , 45 TOTAL , , , 05 Edital MEC/CAPES e MCT/CNPq/FINEP nº 28/2010 Programa Nacional de Pós-Doutorado PNPD 2010

33 Cooperação entre Grupos de Pesquisa Programas de Pós-Graduação Capes 3/4 (NO, NE, CO e ES) com Capes 6/7 Mínimo de 70% para o não consolidado 2004: CT-Infra/PADCT) 2006: (CT-Infra/CT-Energ) Casadinho-PRONIP (R$30 M-10/11) CT Petro CT-Infra Transversal Total 3 milhões 10 milhões 2 milhões 15 milhões 3 milhões 10 milhões 2 milhões 15 milhões 6 milhões 20 milhões 4 milhões 30 milhões Total

34 FAP'SUFProcesso Total do Convênio Projetos Aprovados CNPq/FAP'sCNPq GOV/ACAC / , ,00 6 FAPEAM/AMAM / , ,00 41 FAPESB/BABA / , ,00 84 FUNCAP/CECE / , ,00 48 FAPEG/GOGO / , ,00 10 FAPEMA/MAMA / , ,00 16 FAPEMIG/MGMG / , , FUNDECT/MSMS / , ,00 40 FAPEMAT/MTMT / , ,00 95 FAPESPA/PAPA / , ,00 27 FACEPE/PEPE / , ,00 14 FAPEPI/PIPI / , ,00 32 FAADCT/PRPR / , ,00 94 FAPERN/RNRN / , ,00 Prorrogação SEPLAD/RORO / , ,00 ? FEMACT/RRRR / , ,00 ? FAPESC/SCSC / , ,00 48 FAPITEC/SESE / , ,00 24 SECT/TOTO / , ,00 Em seleção Total (PPP2008) , , PPP (R$30M-10/11)

35 5 – Desenvolvimento Tecnológico RHAE BITEC Pró – Inova NITs

36 Inserir pesquisadores (mestre e doutores) nas empresas de pequeno porte A inovação acontece na empresa O projeto é da empresa O pesquisador aprende com o empresário e vice- versa Executado em 3 rodadas Até R$ 300 mil - 24 meses de duração o Pesquisador: bolsa SET o Equipe: bolsas DTI, ITI, EV, ATP Da empresa exigem-se condições mínimas para o desenvolvimento do projeto (contra-partida) RHAE – Pesquisador na Empresa

37 Programa RHAE Volume de Recursos por Edital ,4 29 5,4 R$ milhões Estados FNDCT

38 RHAE – Pesquisador na Empresa Edital Recursos (milhões de R$) Projetos e bolsas Doutores,112 Mestres, 96 graduados e 84 graduandos Doutores,182 Mestres, 155 graduados e 223 graduandos (duas rodadas) 81 Doutores,122 Mestres, 130 graduados, 116 graduandos e 6 especialistas visitantes ?

39 R$ 40 milhões em R$ 40 milhões em Projetos de até R$ 300 mil (somente bolsas) Projetos de até R$ 300 mil (somente bolsas) 3 rodadas ao longo de rodadas ao longo de 2011 RHAE – Edital 2010 (a ser lançado brevemente)

40 R$ 40 milhões em projetos de até R$ 300 mil (somente bolsas) R$ 30 milhões Edital CNPq/RHAE – Nacional Primeira rodada, julgamento em mar/2010 R$ 15 milhões editais regionais em parceria com as FAPs das regiões N/NE/CO RHAE – Pesquisador na Empresa Edital 62/2009

41 Ações específicas Edital 13/2009 – Pró-Inova - Eventos em tecnologia e inovação Demanda: 200 Aprovados: 118 R$ 8 milhões Edital 27/2009 – Capacitação Empresarial para a Inovação Demanda: 94 Aprovados: 8 R$ 8 milhões Edital 65/2009 – Entidades Setoriais de Apoio a PD&I nas Empresas Demanda: 134 Aprovados: 20 R$ 7 milhões

42 Ações específicas Programa de Iniciação Científica e Tecnológica para Micro e Pequenas Empresas (BITEC), operado pelo IEL Ultima edição contou com 400 bolsas (R$ 720 mil) Convênio para capacitação empresarial com o IEL e SEBRAE R$ 4,5 milhões

43 6 – OUTRAS AÇOES FORTALECIMENTO DAS PARCERIAS EXPANSÃO DA COOPERACÃO NACIONAL E INTERNACIONAL NOVA SEDE

44 Ações específicas Cooperação com SENAI e SESI em seus editais de inovação 2009 – R$ 2,5 milhões 2010 – R$ 2,5 milhões

45 Convênios & Programas Bilaterais 30 Convênios bilaterais com diversas agências/países Em atividadeEm negociação

46 Formação de Recursos Humanos - Brasileiros no exterior: Alemanha (GDE, SWE) - Bolsas em Projetos: Espanha (SWE, PDE) Suíça (SWE, PDE) Finlândia (SWE, PDE) França (SWE, PDE) - Estrangeiros no Brasil: PEC-PG (ME) Moçambique (ME, GD) TWAS (GD, PDJ, SWP) Cuba (PDJ, PDS) - Intercâmbio SWE: Coimbra Porto

47 Programas Multilaterais - CIAM: Projetos - PROSUL: Projetos Redes temáticas Eventos - CYTED Projetos Projetos consorciados Rede temática - PROAFRICA Missões exploratórias Projetos Eventos - PCS/CPLP Missões exploratórias Projetos Eventos -IBAS: Projetos

48 Novas ações Plano de Ação Brasil-Suíça: - Internacionalização dos INCTs nas áreas de saúde, neurociências, energia e meio ambiente - Mobilidade, bolsas (PDE, SWE) e outros custeios - 10 projetos aprovados, mais de R$ 2,7 M (CNPq) -Novo edital em preparação

49 Novas ações – União Europeia APORTA: - Integração da União Europeia aos Programas de Pesquisa Brasileiros - Divulgação das oportunidades brasileiras para a comunidade científica da EU (www.access4.eu/brazil)www.access4.eu/brazil EULARINET: - Integração da América Latina aos Programas de Pesquisa da UE - Divulgação das oportunidades da UE na AL

50 Novas ações – União Europeia Edital Brasil-União Europeia em Biocombustíveis (2ª geração) - Parceria de financiamento com 8 FAPs - Mobilidade, bolsas (PDE, SWE) e outros custeios - Avaliação por comitê conjunto Brasil-UE - R$ 11,6 milhões pela parte brasileira

51 Novas ações – União Europeia Edital Brasil-União Europeia em TICs - Mobilidade, bolsas de fomento tecnológico, equipamentos e outros custeios - R$ 11,5 milhões pela parte brasileira - Lançamento em breve

52 Novas ações Edital Brasil-Japão em Biomassa e Biotecnologia - Resultado de workshop CNPq/JST em março -Mobilidade, bolsas (PDE, SWE) e outros custeios - R$ 1,5 milhão para até 3 projetos -Previsão de lançamento em dezembro, durante a Comista

53 Novas ações Novo edital com Alemanha (BMBF, DFG) R$ 1,5 M Renovação do convênio de matemática-França Editais para internacionalização dos INCTs: -Alemanha (DAAD) -França (CNRS, INSERM, IRD) Novos Convênios em negociação: - França: ANR - China: NSFC - Reino Unido: BBRSC, ESRC - Holanda: NWO - Canadá

54 Novas ações – CCCI Criado Conselho Científico de Cooperação Internacional -propor e definir estrat é gias e pol í ticas para a coopera ç ão internacional; - elaborar e propor ao CNPq linhas, a ç ões, programas e projetos priorit á rios de coopera ç ão em C,T&I; - propor e aprovar parcerias institucionais e a ç ões cooperativas para ampliar as colabora ç ões internacionais; - organizar e coordenar o processo de A&A dos programas e projetos, podendo nomear ad-hocs e/ou comitês; - acompanhar e avaliar as a ç ões de coopera ç ão internacional do CNPq, segundo as metas e prioridades adotadas.

55 O CNPq em 2011


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