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AULA 01 Disciplina: Gestão do Conhecimento Tema Introdução a Gestão do Conhecimento (GC); Modelo Japonês de GC Introdução a Gestão do Conhecimento (GC);

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1 AULA 01 Disciplina: Gestão do Conhecimento Tema Introdução a Gestão do Conhecimento (GC); Modelo Japonês de GC Introdução a Gestão do Conhecimento (GC); Modelo Japonês de GC Prof. Ronaldo Barbosa 1

2 2 Ronaldo Barbosa Graduado em Engenharia de Computação (UNICAMP) Mestre Geociências Aplicada ao Ensino (UNICAMP) Especialização em Jornalismo Científico (LabJor) Doutorando em Ensino e História da Ciência (Unicamp) Leciona em cursos de graduação e pós- graduação.

3 Objetivo O principal objetivo desta disciplina é capacitar, motivar e instrumentar os alunos sobre os conceitos e práticas da Gestão do Conhecimento, através da análise de conceitos, estudos de caso, ferramentas, métodos e técnicas. 3

4 Aula 1 Fundamentos de Gestão do Conhecimento (GC); Modelo Japonês de GC Aula 2 Capital Intelectual; Fatores promotores e barreiras à criação do conhecimento novo Aula 3 Ferramentas para a Gestão do Conhecimento: redes sociais, desenho de processos, BSC Aula 4 Gestão do Conhecimento no Brasil 4

5 5 LEITURA OBRIGATÓRIA BARBOSA, R. Modelo japonês de Gestão do Conhecimento. Material da 1ª aula da Disciplina Estratégia Executiva, ministrada no Curso de Pós Graduação Latu Sensu TeleVirtual MBA em Gestão de Pessoas – Anhanguera – UNIDERP | REDE LFG, 2010.

6 6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Takeuchi, H., Nonaka, I. Gestão do Conhecimento. Tradução de Ana Thorell. Porto Alegre: Bookman Editora, Santiago Jr., J. R. Satiro. Gestão do Conhecimento – a chave para o sucesso da Empresarial. São Paulo: Novatec Editora, 2004.

7 7 HABILIDADE FAIXA DO FLUIR Desafio Ansiedade Desinteresse DIFICULDADE

8 8 Projeto

9 9 Conhecimento: A Mudança Peter Drucker Escreveu "Uma Era da Descontinuidade" (1970)

10 10 Novas Tecnologias, novas indústrias Indústrias modernas logo se tornam obsoletas Mundo mercado O conhecimento é o capital principal, recurso motor da economia.

11 Criam-se responsabilidades aos novos detentores do poder, chamados Homens do Conhecimento Criam-se responsabilidades aos novos detentores do poder, chamados Homens do Conhecimento Conhecimento Conhecimento é essencial, demais fatores são restrições para que o conhecimento possa existir é essencial, demais fatores são restrições para que o conhecimento possa existir 11

12 Altera forças produtivas, o ensino e o aprendizado Altera forças produtivas, o ensino e o aprendizado Revolução da Produtividade requer aplicação do conhecimento ao conhecimento Revolução da Produtividade requer aplicação do conhecimento ao conhecimento 12

13 Outras Mudanças Novos mercados, fim de outros; Novos mercados, fim de outros; Novos players (concorrentes); Novos players (concorrentes); Novas tecnologias disponíveis; Novas tecnologias disponíveis; Novas necessidades, novos empregos; Novas necessidades, novos empregos; 13

14 14 Barões da Era Industrial

15 15 Bill Gates MICROSOFT Novos Barões Steve Jobs APPLE e PIXAR

16 16 Movimento: materialização da visão de Peter Drucker Globalização, Informatização, Desintermediação, Intangibilização. Tudo em movimento!

17 Da produção para o pensamento Da produção para o pensamento Melhoria do existente Melhoria do existente Só automatizar não é a solução Só automatizar não é a solução Informação passa a ser quase tangível" Informação passa a ser quase tangível" 17

18 18 Mudança no perfil dos empregados Ano Operário Produção Área Pessoal Gerência e Serviços Administrativos Técnicos e Profissionais Universitários Total Nota: dados em porcentagem. Dados do Departamento Nacional de Padrões – EVA

19 Como medir o valor do conhecimento ? Como mostrar que o conhecimento gera riqueza ? 19

20 E onde está o conhecimento ? 20 pessoas, clientes, sistemas (TI, laboratórios, outros)... Por exemplo, entre clientes: Relacionamento, Troca de conhecimento, Confiança, Credibilidade, Retorno financeiro.

21 Conhecimento organizacional é a base para as inovações. A capacidade de adquirir e aplicar o conhecimento está se tornando fator estratégico para o êxito na transição de uma economia industrial para uma economia de informação. 21 NONAKA, Ikujiro, e TAKEUCHI, Hirotake. Criação de Conhecimento na Empresa: Como as Empresas Japonesas Geram a DinÊmica. Rio de Janeiro: Campus/; Elsevier, 1997

22 22 Cenário ambiental da evolução dos modelos e gestão

23 23 Tese – Antítese - Síntese Empresa inovadora deve ser uma empresa dialética: a contraposição de idéias deve levar a novas idéias

24 24 Tese – Antítese - Síntese Como fabricar produtos de qualidade a preços competitivos ? Empresa: criação de novos produtos e serviços

25 25 A empresa do século XXI deve responder rápido a mudanças cada vez mais aceleradas nos cenários econômicos, sociais e tecnológicos. A empresa deve agora ser criadora de conhecimento: para lidar com tantas mudanças, a empresa deve também saber mudar.

26 26 A empresa na visão tradicional funciona como uma máquina de processamento de informações: ela capta informações do mundo externo e procura se adaptar para atingir uma meta. A empresa na visão moderna funciona como um organismo vivo: por meio de interações internas e externas, transforma-se e se renova para criar novas soluções em processos e produtos.

27 27 Concepções de uma organização Concepção comum Concepção de empresa criadora de conhecimento (modelo Nonaka e Takeuchi) Empresa é maquina de processar informação: busca adaptações ao ambiente com base nos recursos de que dispõe para atingir determinados objetivos. Empresa ao mesmo tempo que busca soluções por meio da interação dinâmica entre seus membros e o ambiente para solucionar problemas. também cria e define novos problemas e conhecimentos. Empregados enxergam apenas a parte que lhes cabe. Empregados tem noção da importância dele para o todo da organização.

28 28 O que é Capital ? Ativos Tangíveis Capital no sentido tradicional: equipamentos, prédios, demonstrativos financeiros… Ativos Intangíveis Capital no sentido moderno: associado a conhecimento Capital Intelectual

29 29 Físico Terra Edifícios Equipamentos Estoque Clientes Canais Afiliados Financeiro Caixa Capital Investimento Dívida Recebíveis Funcionários & Fornecedores Funcionários Parceiros Fornecedores Organização Liderança Inovação Estratégia Conhecimento Estrutura Sistemas Cultura Processos Marcas PI * * Propriedade Industrial Modelo de Dinâmica de Valor - Ativos mais Significativos Fonte: Boulton, Libert e Samek (2000), adaptado

30 30 Onde está o conhecimento ? Como prosperar o conhecimento ? O que é conhecimento ?

31 31 Interações para Conhecimento Organizacional GC é um processo interativo de conhecimento organizacional, a capacidade que uma empresa tem de criar conhecimento, disseminá-lo na organização e incorporá-lo a produtos, serviços e sistemas (Nonaka e Takeuchi, 1997)

32 32

33 33

34 34 Cliente: vontade de consumir novos produtos e serviços Como fabricar produtos de qualidade a preços competitivos ? Empresa: criação de novos produtos e serviços

35 35 Um indivíduo tem o insight criativo que é disseminado e depois apropriado por todos na empresa. Gestão do Conhecimento: - criação do conhecimento - disseminação do conhecimento - apropriação do conhecimento

36 36 Consumidores e Clientes Mercado e Concorrência Tecnologia ? Alta Gerência Empresa Corpo Técnico e Administrativo ?

37 37 Mercado e Concorrência Ambiente Externo Tecnologia Consumidores e Clientes Ambiente Interno Alta Gerência Empresa Corpo Técnico e Administrativo

38 38 Gestão do Conhecimento Ambiente Externo Práticas de Gestão Ambiente Interno

39 39 O que é Gestão do Conhecimento ? Disciplina relacionada à criação, disseminação e apropriação do conhecimento visando excelência organizacional

40 40 Exemplos Como favorecer a criação de conhecimento novo na empresa ? Como fazer com que todos os colaboradores se apropriem desse conhecimento novo ? Como reter o conhecimento do funcionário quando ele se afasta da organização ?

41 41 Dados: são representações do mundo físico, social, psicológico, organizacional... Exemplos: letras e números avulsos. Informações: são dados organizados em um contexto. Exemplos: o catálogo telefônico é uma base de informações. O que constitui informação para uma pessoa pode não passar de dados para uma outra. Informação tem a ver com subjetividade. Conhecimento: Informação relacionada è experiência e a uma ação, portanto tem lado pessoal. Exemplo: com o catálogo telefônico calculo como estão os serviços de saúde e educação em uma cidade.

42 42 Dados são fatos, Informação é o sentido que os seres humanos atribuem aos dados. W. Davis INFORMAÇÃO: em busca de uma definição A informação, como a energia, tende a degenerar em entropia - em ruído, redundância e banalidade à medida que o cavalo veloz da informação ultrapassa o cavalo lento do significado. Orrin Klap

43 43 Internet: explosão da informação ou da não informação ? Uma edição atual do The New York Times em um dia da semana contém mais informação do que o comum dos mortais poderia receber durante toda a vida na Inglaterra do século XVII. Mas em uma edição do jornal, encontramos: Notícias sérias somam apenas 13% das páginas

44 44 Conhecimento Relação entre um sujeito consciente e um objeto. É uma relação de apreensão do objeto pelo sujeito e que implica transformação. O conhecimento é relativo, supõe instrumentos, um ponto de vista e limites do sujeito que conhece.

45 45 Educação Corporativa GESTÃO DO CONHECIMENTO Aprendizagem Organizacional Gestão de Competências Gestão do Capital intelectual Inteligência Empresarial

46 46 Conhecimento : é a máxima utilização de informações e de dados acoplados ao potencial das pessoas, suas competências, idéias, intuições, compromissos e motivações.

47 47 Video: Aqueduto romano

48 48 Aqueduto

49 49 Arco

50 50 Video: Ponte Tacoma

51 51 Alguns tipos de conhecimento Conhecimento concreto Conhecimento abstrato Conhecimento sensível: obtido pela sensação e percepção Conhecimento inteligível : é conceitual e racional e só pode ser obtido por meio do uso da razão

52 52 Alguns tipos de conhecimento O conhecimento abstrato nos ajuda a a organizar e a compreender um número imenso de acontecimentos, mas por outro lado ele nos afasta da realidade concreta. O verdadeiro conhecimento se dá dentro do processo dialético de ida e vinda do concreto para o abstrato, processo que jamais tem fim e que vai revelando o mundo humano na sua riqueza e diversidade.

53 53 Informação Conhecimento Dados Ação Observação MUNDO REAL

54 54 Conhecimento Ocidental Ocidente: valoriza o conhecimento quantificável, objetivo, fácil de comunicar (chamaremos de conhecimento explícito). Oriente: valoriza o conhecimento inexato, pessoal, de difícil representação (chamaremos de conhecimento tácito). X Conhecimento Oriental

55 55 Conversão do Conhecimento Opostos: Ocidente valoriza explícito Oriente valoriza tácito Conversão é a interação entre o conhecimento tácito e o explícito

56 56 Filme: Fábrica de Loucuras

57 57 Conhecimento Tácito Conhecimento Explícito

58 58 Três condições iniciais para valorização do conhecimento Valorização dos insights e palpites dos funcionários Utilização de símbolos, imagens e slogans Envolvimento de todos os empregados

59 59 Duas formas de conhecimento: Conhecimento Explícito Conhecimento Tácito

60 60 Conhecimento Tácito: difícil de ser articulado, é incorporado à experiência individual (exemplo: crenças pessoais, juízos de valor) Duas formas de conhecimento complementares: Explícito e Tácito Conhecimento Explícito: pode ser facilmente transmitido (exemplo: conteúdo dos livros e manuais)

61 61 Conhecimento Explícito É o conhecimento que comunicamos com palavras e gestos, é registrado em livros, revistas, s, etc. Exemplo: quando um funcionário consulta um manual ou um colega sobre como operar uma máquina.

62 62 Conhecimento Tácito É o conhecimento conquistado pela experiência, difícil de comunicar, depende do contexto. Exemplo: quando um funcionário opera melhorar a máquina porque adquiriu certos macetes pela experiência que acumulou.

63 63 Dois tipo de Conhecimento Ikujiro Nonaka e Hirotaka Takeuchi Conhecimento Tácito (Subjetivo) Conhecimento Explícito (Objetivo) Conhecimento da experiência (corpo) Conhecimento da racionalidade (mente ) Conhecimento simultâneo (aqui e agora) Conhecimento sequencial (lá e então) Conhecimento análogo (prática) Conhecimento digital (teoria)

64 64 Filme: Quem quer ser um milionário?

65 65 A valorização do conhecimento tácito é considerada um importante fator de competitividade entre as organizações e o principal motor da empresa inovadora moderna

66 66 Externalização Quatro processos de Conversão do Conhecimento Exemplo: Segredos do mestre-padeiro SocializaçãoCombinaçãoInternalização

67 67 Espiral do Conhecimento

68 68 Diálogo dialético Essencial para a criação de novos conceitos Parte do ambiente ba Exemplo: Por que fazemos isso ?

69 69 Espiral do Conhecimento início indivíduo (pesquisador, analista, operário); campo de interação socialização diálogo externalização rede conhecimento combinação aprender fazendo internalização

70 70 Indivíduo Grupo OrganizaçãoInterorganização Conhecimento Explícito Conhecimento Tácito Epistemologia Estrutura Nível de Conhecimento

71 71 Espiral do Conhecimento

72 72 Enquete, fórum e 1ª.parte da AD desta disciplina: Dê exemplos das 4 formas de conversão de conhecimento segundo experiências que você vive ou viveu em seu ambiente de trabalho.

73 73 Socialização Externalização CombinaçãoInternalização

74 74 Externalização é um processo de articulação do conhecimento tácito em termos explícitos. Para converter o conhecimento tácito em conhecimento explícito são utilizadas metáforas e analogias. Externalização é a chave para a criação do conhecimento pois cria o conceito novo. O engenheiro anota como o mestre padeiro trabalha: as máquinas de pão caseiro deveriam imitar a forma como o mestre padeiro mistura a massa. Externalização Do Conhecimento Tácito para Conhecimento Explícito

75 75 A socialização é um processo de aquisição do conhecimento por meio da experiência compartilhada. Ocorre por meio da observação, imitação e prática. Socialização está associada a aprender pelo exemplo e a aprender fazendo. O engenheiro apreende o segredo do mestre-padeiro observando que ele estica e também torce a massa. Socialização Do Conhecimento Tácito para Conhecimento Tácito

76 76 Combinação é um processo de sistematização de conceitos em um sistema de conhecimento pré- existente. Esse modo de conversão do conhecimento envolve a combinação de conjuntos diferentes de conhecimento explícito, indivíduos combinam conceitos através de meios como documentos, reuniões, s, tel, etc. O engenheiro discute com seus colegas como imitar o trabalho do mestre padeiro no projeto das novas máquinas de pão caseiro. Combinação Do Conhecimento Explícito para Conhecimento Explícito

77 77 Internalização é o processo de incorporação do conhecimento explícito que se converte em conhecimento tácito para o grupo e para a empresa (nova cultura, novos modelos mentais). O conhecimento foi internalizado por todos os colaboradores da empresa, isto é, a empresa incorporou um novo conhecimento. Agora faz parte do conhecimento da organização que projetos de máquinas de fazer pão caseiro devem se basear na arte dos mestres padeiros. Internalização Do Conhecimento Explícito para Conhecimento Tácito

78 78 Socialização Externalização Combinação Internalização

79 79 Espiral do Conhecimento

80 80 Externalização: uso de Métaforas e de analogia Metáfora: É uma forma de perceber ou entender uma coisa imaginando outra simbolicamente, serve de inspiração para os desenvolvedores pensarem o novo conceito. Ex: slogan para redefinir seus modelos de veículos: Teoria da Evolução do Automóvel, idéia da Honda. Analogia: Na analogia as contradições da metáfora são amenizadas, concentra-se nas semelhanças estruturais/funcionais entre as duas coisas. Ex: tonner de impressora análogo a uma lata de cerveja, idéia da Canon.

81 81 MODELO DE CRIAÇÃO DO CONHECIMENTO ESPIRAL DO CONHECIMENTO

82 82 Filme: Adeus Lenin

83 83 Avaliação Obrigatória à distância (AD) da disciplina Gestão do Conhecimento: Semana 1: Dê exemplos das 4 formas de conversão de conhecimento segundo experiências que você vive ou viveu em seu ambiente de trabalho.

84 84 Ambientes Ba O conceito de Ba exerce um papel fundamental sobre a maneira japonesa de criação de conhecimento. Esse conceito carrega forte marca da cultura japonesa. Ba é o espaço onde as interações devem ocorrer para criação de conhecimento. Pode ser um ambiente físico, virtual, mental ou uma combinação de todos esses.

85 85 Ambientes Ba Ba: espaço compartilhado que serve de base para a criação de conhecimento: salas de reunião, sala de bate-papo, fóruns, etc.

86 86 Exemplo : Brainstorming no campus da Honda: Local fora do ambiente de trabalho, descontraído, aberto a todos; "Criticar sem apresentar solução não vale"; eficaz compartilhamento tácito (modelos mentais)

87 87 Ambiente Ba da empresa Google

88 88 Ambiente Ba criado pela Fiat

89 89 Configuração orgânica do Ba Exemplos de redes de interações entre organizações que constituem Ba´s

90 90 Ba interorganizacional - Toyota O Ba do modelo Toyota para criação do conhecimento interorganizacional ocorre baseado em empresas vinculadas através do intercâmbio de funcionários, de uma história compartilhada, vínculos de propriedade e dos esforços ativos para difundir cultura e valores, bem como o conhecimento através das associações formais como sindicatos. Inovações são predominantemente incrementais.

91 91 Ba interorganizacional – Empresas de tecnologia do Vale do Silicio Nota-se um conjunto amplo de redes e uma cultura compartilhada, a cultura não é própria das empresas, mas da própria região, baseando-se na educação, experiência de trabalho, sucessos e insucessos...isso ultrapassa completamente a fronteira entre as empresas.

92 92 Obrigado! Até a próxima semana !


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