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Empreendedorismo Aula 1 Professor Paulo Sertek Doutor em Educação Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento

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Apresentação em tema: "Empreendedorismo Aula 1 Professor Paulo Sertek Doutor em Educação Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento"— Transcrição da apresentação:

1 Empreendedorismo Aula 1 Professor Paulo Sertek Doutor em Educação Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento

2 2 Currículo PAULO SERTEK PhD. Engenheiro Mecânico (Escola de Engenharia Maua), Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento (UTFPR). Doutor em Educação em Cognição, Aprendizagem e Desenvolvimento Humano (UFPR). Consultor da Bellatrix Planejamento e Marketing em Desenvolvimento Organizacional e programas de capacitação de diretores e gerentes. Conduz programas de Gestão por Competências e Programas de Gestão por Missões Compartilhadas. Professor de cursos de graduação e pós- graduação em Administração e Pedagogia. Autor dos livros: Empreendedorismo.Ibpex, 2007, Administração e Planejamento Estratégico. Ibpex, 2007 e Responsabilidade Social e Competência Interpessoal, Ibpex, 2006

3 3 3 CONTEÚDO - AULA 01 GLOBALIZAÇÃO – PERSPECTIVA GERENCIAL LOCAL E NACIONAL ESTRATÉGIAS DE GLOBALIZAÇÃO DE EMPRESAS Texto no livro: Empreendedorismo.Ibpex, 2007, p. 22 a 56. GLOBALIZAÇÃO – PERSPECTIVA GERENCIAL LOCAL E NACIONAL ESTRATÉGIAS DE GLOBALIZAÇÃO DE EMPRESAS Texto no livro: Empreendedorismo.Ibpex, 2007, p. 22 a 56.

4 GLOBALIZAÇÃO Fenômeno da globalização e as mudanças nas organizações

5 GLOBALIZAÇÃO Ciclo menor tempo x novos produtos e novas tecnologias Alta interação da empresa com o meio externo Foco no mercado global

6 GLOBALIZAÇÃO Organogramas achatados Diminuição de níveis hierárquicos – soluções em equipe – decisões negociadas – operações via rede de influência

7 INOVAÇÃO & MUDANÇA Inovação passou a ser um diferencial competitivo chave! Rapidez de adaptação às mudanças torna-se um fator diferencial competitivo.

8 INOVAÇÃO & MUDANÇA Fatores como criatividade e inovação são decisivos para a competitividade.

9 Promove inovação Conhecimento Mudança por inovação Processos mais eficientes ou atrativos Imposição de mudanças para os outros agentes Pressão para a mudança aumenta Impõe mudanças Uso do conheci- mento Desencadeia mais aprendizado INOVAÇÃO

10 LIDERAR HOJE Novas tecnologias Mais aprendizado Maior concorrência Mais agilidade Maior inovação Aprender coisas novas Mudar comportamentos Criar vínculos Trabalhar em equipe Desenvolver pessoas ESFORÇO

11 MUDANÇAS Ameaças externas Mudanças ambientais como oportunidades de crescimento Rapidez de resposta Com a alta competitivi- dade é preciso ser mais ágil na implementação de mudanças.

12 APRENDIZADO Desenvolver capacidades competitivas dificilmente imitáveis.

13 EQUIPES SINÉRGICAS Tem-se procurado novas formas de estrutura, mais flexíveis com menos níveis hierárquicos.

14 NÍVEIS HIERÁRQUICOS Nível Institucional Nível intermediário Nível operacional Execução Presidentes Diretores Gerentes Supervisores Funcionários Operários

15 ORGANIZAÇÃO VERTICAL

16 ORGANIZAÇÃO EM REDE REDE INTERNA

17 ORGANIZAÇÃO EM REDE REDE ESTÁVEL

18 ORGANIZAÇÃO EM REDE REDE DINÂMICA

19 ORGANIZAÇÃO HORIZONTAIS ORIENTADAS POR PROCESSOS

20 20 ESTRATÉGIAS DE GLOBALIZAÇÃO DE EMPRESAS Paulo Sertek Texto no livro: Empreendedorismo.Ibpex, 2007, p. 40

21 21 1.Estratégias de globalização das empresas; 2.Fatores críticos para a globalização; 3.Estratégias de expansão, mercados, fusões e a apresentação de diferenciais competitivos ESTRATÉGIAS

22 22 DIVERSIFICAÇÃO IRFM –Industrias Reunidas Francisco Matarazzo atendimento de necessidades do mercado interno Grupo imenso: 15 mil trabalhadores, em 365 fábricas Estratégia era de DIVERSIFICAÇÃO DE PRODUTOS

23 23 DIVERSIFICAÇÃO A falha foi não ter percebido a mudança no cenário industrial. Era preciso se especializar. De que adiantava fabricar uma imensa variedade de produtos sem liderar as vendas de nenhum?

24 24 ESPECIALIZAÇÃO Deixar aquilo que não é a competência essencial da empresa para outros e empenhar-se em ser bom em algumas coisas.

25 25 ESPECIALIZAÇÃO Competência essencial da empresa Ser bom em algumas coisas

26 26 Vantagem Competitiva Diferenciação Qualidade Custos (SC) desempenho superior

27 27 Estratégias Genéricas CUSTOS DIFERENCIAÇÃO FOCO

28 28 EXPECTATIVA DO CLIENTE QUANTO AO SERVIÇO PERCEPÇÃO DO CLIENTE QUANTO AO SERVIÇO PRESTADO COMPARAÇÃO QUALIDADE PERCEBIDA PELO CLIENTE QUALIDADE PERCEBIDA PELO CLIENTE

29 29 VALOR FORNECIDO AO CLIENTE VALOR FORNECIDO VALOR PERCEBIDO produto serviços pessoal imagem PREÇO Valor monetário custos de tempo energia desgaste psicológico desempenho recursos confiabilidade conformidade estética

30 30 A REGRA DOS 15% Motiva os funcionários a dedicar até 15% de seu tempo a projetos de iniciativa própria. Estimula a experimentação 3 M

31 31 A REGRA DOS 30%: 30% do faturamento total seja proveniente de produtos que estão no mercado há menos de quatro anos. Assim, estimula-se o desenvolvimento de novos produtos. 3 M

32 32 EMBRAER- DESENVOLVIMENTO DE PARCERIAS TECNOLÓGICAS Foram vários os casos na história da empresa de parcerias com institutos de pesquisas e universidades nacionais e estrangeiras, de acordos de cooperação com fornecedores, clientes e potenciais concorrentes.

33 33 INSERÇÃO NA COMUNIDADE LOCAL E INTERNACIONAL APRENDIZADO COM CONCORRENTES APRENDIZADO COM CLIENTES

34 34 Hoje a WEG é a maior indústria de motores elétricos da América Latina, está presente em mais de 50 países nos cinco continentes. Tem os processos de produção mais avançados e os mais exigentes programas de qualidade total.

35 35 E, mais importante que tudo isso. Tem o mesmo capital inicial, baseado no trabalho e na disciplina, multiplicado por cada um de seus colaboradores comprometidos com a plena satisfação dos clientes.

36 36 Professor: Dr..Paulo Sertek


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