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Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Processos de Fabricação I Prof. Jorge Marques.

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1 Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Processos de Fabricação I Prof. Jorge Marques dos Anjos Aula 7 – Parâmetros de Usinagem Ferramentas de corte Slides gentilmente cedidos pelo prof. Vitor, com adaptações minhas.

2 Conceito de Usinagem Operação de modificação de uma peça metálica ou não, com remoção progressiva de cavaco. Do ponto de vista da estrutura do material, na usinagem ocorre o cisalhamento de parte da peça pela ferramenta de corte através da pressão da pressão da ferramenta sobre a peça.

3 Cisalhamento

4 Cunha Quanto menor for o ângulo de corte (ou de cunha), mais fácil será a operação de corte.

5 Propriedades dos materiais Qual material a faca consegue cortar? Por que?

6 Propriedades dos materiais Dureza: Capacidade do material de resistir ao desgaste mecânico Tenacidade: Capacidade de resistir à quebra ou quantidade de energia para realizar a ruptura.

7 Geometria de corte Ângulo da cunha (c) Ângulo de folga (f) Ângulo de saída ou ataque (s)

8 Geometria de corte Ângulo de saída maior usina material de menor resistência Ângulo de saída menor usina material de maior resistência Ângulo de saída negativo usina materiais plásticos

9 Ferramenta de corte Um boa ferramenta de corte deve manter as suas características iniciais por mais tempo.

10 Ferramenta de corte Com o aquecimento pelo atrito: Encruamento: endurecimento do metal após o aquecimento, seguido de resfriamento rápido Microsoldagem: fusão de partículas da peça à ferramenta de corte

11 Ferramenta de corte Fatores de escolha Tipo do material a ser usinado Volume de produção Tipo de operação: intermitente, contínuo, rápido, desbaste ou acabamento Detalhes construtivos da ferramenta: ângulos, material

12 Classificação de ferramentas Aço carbono: ferramentas pequenas para trabalhos de baixa velocidade (200 ºC) Aços ligas médios (cromo e milibidênio): fabricação de brocas, alargadores. Boa resistência ao desgaste (400 ºC) Aço rápidos (tungstênio, cobalto, molibidênio): velocidades médias (600 ºC). Bastante usado em torno

13 Classificação de ferramentas Ligas não ferrosas (elevado teor de cobalto): bastante quabradiças mas trabalha com temperaturas elevadas (900 ºC) bom desempenho para usinagem de ferro fundido.

14 Classificação de ferramentas Metal duro ou carboneto metálico sinterizado: Este material é muito quebradiço. Exige boa fixação. Velocidade de corte elevadas (1300 ºC). Ferro fundido, ligas abrasivas não ferrosas, aço temperado.

15 Classificação de ferramentas Cermets: Grupo intermediário entre os metais duros e as cerâmicas. Baixa resistência a choque térmico. Operação de acabamento. Baixo avanços, altas velocidades e pequenas profundidades

16 Classificação de ferramentas Cerâmicos: Baixa condutividade térmica, alta dureza, estabilidade química, altas temperaturas. Muito quebradiços (mistas)

17 Classificação de ferramentas Diamantes sintéticos: alto custo (aproximadamente 80 vezes mais caros que os aços rápidos). Velocidade de corte altíssimas, geralmente limitadas pelas condições operacionais.

18 Classificação de ferramentas

19 Resistência a quente dos principais materiais de ferramentas

20 Evolução das Velocidades de Corte


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