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DIPHILOBOTRÍASE HUMANA DIPHILOBOTRÍASE HUMANA. Introdução Uma grande variedade de parasitas tem sido identificada em peixes crus. O crescimento da população.

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1 DIPHILOBOTRÍASE HUMANA DIPHILOBOTRÍASE HUMANA

2 Introdução Uma grande variedade de parasitas tem sido identificada em peixes crus. O crescimento da população de mamíferos marinhos, particularmente focas e leões marinhos no oceano Pacífico e Atlântico norte, está relacionado ao aumento da ocorrência de parasitas de peixes. Também o aumento das infecções marinhas está associado à distribuição mundial e ao aumento da popularidade da ingestão de alimentos marinhos ingeridos crus. Uma grande variedade de parasitas tem sido identificada em peixes crus. O crescimento da população de mamíferos marinhos, particularmente focas e leões marinhos no oceano Pacífico e Atlântico norte, está relacionado ao aumento da ocorrência de parasitas de peixes. Também o aumento das infecções marinhas está associado à distribuição mundial e ao aumento da popularidade da ingestão de alimentos marinhos ingeridos crus. A difilobotriose, ou botriocefalíase, ocorre em áreas onde lagos e rios coexistem com o consumo humano de peixe cru, mal cozido ou defumado. A difilobotriose, ou botriocefalíase, ocorre em áreas onde lagos e rios coexistem com o consumo humano de peixe cru, mal cozido ou defumado.

3 Áreas endêmicas

4 Diphyllobothrium Dos cestódeos que infectam peixes e humanos, o gênero Diphyllobothrium apresenta a maior importância; este parasita desenvolve sua maturidade sexual no trato intestinal de mamíferos. O D. latum é encontrado na carne de peixes frescos de água doce ou de água salgada que migram para água doce para a reprodução; os ursos e os humanos são os hospedeiros definitivos deste parasita. O D. latum, assim como o D. pacificum, normalmente maturam em focas ou outros mamíferos marinhos e alcança a metade do tamanho do D. latum. Dos cestódeos que infectam peixes e humanos, o gênero Diphyllobothrium apresenta a maior importância; este parasita desenvolve sua maturidade sexual no trato intestinal de mamíferos. O D. latum é encontrado na carne de peixes frescos de água doce ou de água salgada que migram para água doce para a reprodução; os ursos e os humanos são os hospedeiros definitivos deste parasita. O D. latum, assim como o D. pacificum, normalmente maturam em focas ou outros mamíferos marinhos e alcança a metade do tamanho do D. latum.

5 Classificação CLASSE: Cestoidea CLASSE: Cestoidea ORDEM: Pseudophyllidea ORDEM: Pseudophyllidea GÊNERO: Diphyllobothium GÊNERO: Diphyllobothium ESPÉCIES: D. latum, D. pacificum ESPÉCIES: D. latum, D. pacificum A classe compreende animais que têm tipicamente o corpo achatado e em forma de fita, segmentado e provido anteriormente de um órgão de fixação - o escólex – dotado de estruturas adesivas

6 Morfologia e Fisiologia As dimensões de D. latum variam entre 3 e 10 metros de comprimento (15m); As dimensões de D. latum variam entre 3 e 10 metros de comprimento (15m); O estróbilo possui de 3 a 4 mil proglótides; O estróbilo possui de 3 a 4 mil proglótides; O escólex não apresenta ventosas nem acúleos, mas somente duas fendas longitudinais e profundas, as pseudobotrídias, ou bótrias, com musculatura pouco desenvolvida. O escólex não apresenta ventosas nem acúleos, mas somente duas fendas longitudinais e profundas, as pseudobotrídias, ou bótrias, com musculatura pouco desenvolvida. As primeiras proglotes são imaturas, mas fazem logo transição para os segmentos maduros e grávidos; As primeiras proglotes são imaturas, mas fazem logo transição para os segmentos maduros e grávidos; Cada proglote apresenta testículos, ovário, um oviduto, oótipo e uma vagina, na região mediana; Cada proglote apresenta testículos, ovário, um oviduto, oótipo e uma vagina, na região mediana; O útero possui orifício próprio para a oviposição, o tocóstomo; O útero possui orifício próprio para a oviposição, o tocóstomo; O estróbilo completo de D. latum elimina cerca de um milhão de ovos diariamente O estróbilo completo de D. latum elimina cerca de um milhão de ovos diariamente Esses ovos são elípticos, envolvidos por uma só casca espessa e com opérculo em um dos pólos; Esses ovos são elípticos, envolvidos por uma só casca espessa e com opérculo em um dos pólos; D. pacificum tem bótrias oblíquas, colo mais alongado e mais espesso, e os ovos, menores. D. pacificum tem bótrias oblíquas, colo mais alongado e mais espesso, e os ovos, menores.

7 Ciclo Biológico Os ovos imaturos são liberados nas fezes e, em contato com a água, liberam, em dez dias ou mais, uma larva esférica, provida de 3 pares de acúleos e revestida por um epitélio ciliado, denominada coracídeo. Os coracídios que são ingeridos por pequenos crustáceos ( Cyclops e Diaptomus), em cujo intestino perdem o revestimento ciliado, e ganham acesso à cavidade geral. Forma-se então, uma larva sólida e alongada, com um apêndice caudal, a larva procercóide. Os artrópodes contaminados são ingeridos por peixes, e ao atingirem seu intestino, as larvas procercóides atravessam a mucosa e invadem os músculos, as vísceras ou o tecido conjuntivo de qualquer órgão, onde se transformará em um organismo vermiforme: a larva plerocercóide. No homem, o verme adulto se localiza no duodeno, no jejuno ou no íleo e os ovos imaturos são liberados pelos proglotes e são passados para as fezes cinco a seis semanas após a infecção. Os humanos são os hospedeiros definitivos e a infecção se dá pelo consumo de peixe cru contendo esparganos. O salmão é o peixe que mais comumente transmite a difilobotriose, que também pode ser transmitida por trutas. Os ovos imaturos são liberados nas fezes e, em contato com a água, liberam, em dez dias ou mais, uma larva esférica, provida de 3 pares de acúleos e revestida por um epitélio ciliado, denominada coracídeo. Os coracídios que são ingeridos por pequenos crustáceos ( Cyclops e Diaptomus), em cujo intestino perdem o revestimento ciliado, e ganham acesso à cavidade geral. Forma-se então, uma larva sólida e alongada, com um apêndice caudal, a larva procercóide. Os artrópodes contaminados são ingeridos por peixes, e ao atingirem seu intestino, as larvas procercóides atravessam a mucosa e invadem os músculos, as vísceras ou o tecido conjuntivo de qualquer órgão, onde se transformará em um organismo vermiforme: a larva plerocercóide. No homem, o verme adulto se localiza no duodeno, no jejuno ou no íleo e os ovos imaturos são liberados pelos proglotes e são passados para as fezes cinco a seis semanas após a infecção. Os humanos são os hospedeiros definitivos e a infecção se dá pelo consumo de peixe cru contendo esparganos. O salmão é o peixe que mais comumente transmite a difilobotriose, que também pode ser transmitida por trutas.

8 Ciclo Biológico

9 Infectividade e Resistência A infecção humana é devida ao consumo de peixe cru que contenha os esparganos. Costuma haver um só espécime em cada paciente, algumas vezes 2 ou 3 e raramente mais. Quando o número aumenta, os helmintos apresentam menor tamanho. A infecção humana é devida ao consumo de peixe cru que contenha os esparganos. Costuma haver um só espécime em cada paciente, algumas vezes 2 ou 3 e raramente mais. Quando o número aumenta, os helmintos apresentam menor tamanho. No homem a imunidade é temporária. Dois terço das pessoas tratadas, e que permanecem em áreas endêmicas, reinfectam-se dentro de 3 anos. No soro de pacientes com difilobotríase demonstra-se presença de anticorpos precipitantes e fixadores de complemento, grupo-específicos para cestóides. No homem a imunidade é temporária. Dois terço das pessoas tratadas, e que permanecem em áreas endêmicas, reinfectam-se dentro de 3 anos. No soro de pacientes com difilobotríase demonstra-se presença de anticorpos precipitantes e fixadores de complemento, grupo-específicos para cestóides.

10 Diagnóstico A infecção é diagnosticada pelo encontro de ovos operculados nas fezes dos pacientes por avaliação microscópica. Estes ovos podem ser concentrados por sedimentação e são dificilmente distinguidos dos ovos de Nanophyetus spp. As larvas destes parasitos são encontradas em larvas de peixes A infecção é diagnosticada pelo encontro de ovos operculados nas fezes dos pacientes por avaliação microscópica. Estes ovos podem ser concentrados por sedimentação e são dificilmente distinguidos dos ovos de Nanophyetus spp. As larvas destes parasitos são encontradas em larvas de peixes

11 Patologia e Sintomatologia O quadro clínico pode simular o da úlcera péptica, da colelitíase, da ileíte ou de uma apendicite. Além dos transtornos digestivos, podem estar presentes manifestações gerais de caráter neurológico, tóxico ou obstrutivo O quadro clínico pode simular o da úlcera péptica, da colelitíase, da ileíte ou de uma apendicite. Além dos transtornos digestivos, podem estar presentes manifestações gerais de caráter neurológico, tóxico ou obstrutivo A difilobotriose é caracterizada por distensão abdominal, flatulência, dor epigástrica, anorexia, náuseas, vômitos, astenia, perda de peso, eosinofilia e diarréia após 10 dias do consumo de peixe cru ou mal cozido. Uma complicação peculiar dessa helmintose é o desenvolvimento de anemia microcítica e megaloblástica, principalmente em pessoas geneticamente susceptíveis, usualmente de origem Escandinávia, pois o parasita adulto tem a capacidade de absorver intensamente a vitamina B12 no intestino do hospedeiro com prolongada infestação. A maioria das infecções são assintomáticas. A difilobotriose é caracterizada por distensão abdominal, flatulência, dor epigástrica, anorexia, náuseas, vômitos, astenia, perda de peso, eosinofilia e diarréia após 10 dias do consumo de peixe cru ou mal cozido. Uma complicação peculiar dessa helmintose é o desenvolvimento de anemia microcítica e megaloblástica, principalmente em pessoas geneticamente susceptíveis, usualmente de origem Escandinávia, pois o parasita adulto tem a capacidade de absorver intensamente a vitamina B12 no intestino do hospedeiro com prolongada infestação. A maioria das infecções são assintomáticas.

12 Tratamento O tratamento é feito com praziquantel ou com niclosamida. Nos casos graves, com de hemácias por mm 3 ou menos, além do tratamento antiparasitário, é necessário administrar ao paciente vitamina B 12 para restabelecer a normalidade sangüínea. O tratamento é feito com praziquantel ou com niclosamida. Nos casos graves, com de hemácias por mm 3 ou menos, além do tratamento antiparasitário, é necessário administrar ao paciente vitamina B 12 para restabelecer a normalidade sangüínea.

13 Epidemiologia A prevalência de casos é elevada nos Países Bálticos, de onde o parasitismo estendeu-se a numerosas outras regiões com a mesma paisagem epidemiológica (rios e lagos de água doce, clima frio ou temperado), graças à migração de pacientes portadores do cestóide. Nos lagos andinos da Argentina e do Chile, foi o povoamento artificial com peixes salmonídeos procedentes do hemisfério norte que contribuiu para a implantação de novos focos. A prevalência de casos é elevada nos Países Bálticos, de onde o parasitismo estendeu-se a numerosas outras regiões com a mesma paisagem epidemiológica (rios e lagos de água doce, clima frio ou temperado), graças à migração de pacientes portadores do cestóide. Nos lagos andinos da Argentina e do Chile, foi o povoamento artificial com peixes salmonídeos procedentes do hemisfério norte que contribuiu para a implantação de novos focos. Outro fator importante para a ocorrência de casos é o hábito de comer peixe cru ou insuficientemente cozido. O transporte de peixe para consumo em regiões distantes permite, hoje, que surjam casos em áreas não - endêmicas. Outro fator importante para a ocorrência de casos é o hábito de comer peixe cru ou insuficientemente cozido. O transporte de peixe para consumo em regiões distantes permite, hoje, que surjam casos em áreas não - endêmicas.

14 Casos registrados no Brasil No Brasil, dois casos já foram observados. Um, em 1915 por Pirajá da Silva, na Bahia, em um marinheiro escandinavo, e outro por Samuel Pessoa em São Paulo, numa francesa que residia na Suíça. No Brasil, dois casos já foram observados. Um, em 1915 por Pirajá da Silva, na Bahia, em um marinheiro escandinavo, e outro por Samuel Pessoa em São Paulo, numa francesa que residia na Suíça. O paciente CGF, de 65 anos, residindo em Porto Alegre viajou para New Orleans no início do ano de 2004, onde algumas de suas refeições foram pratos com camarão e peixe (aparentemente não cru) e também relatou uma passagem pelo continente europeu no ano de 2003 em países como Itália, Inglaterra e Espanha. No mês de julho, relatou dores abdominais leves e azia. Ao evacuar, suas fezes apresentavam os proglotes. O paciente CGF, de 65 anos, residindo em Porto Alegre viajou para New Orleans no início do ano de 2004, onde algumas de suas refeições foram pratos com camarão e peixe (aparentemente não cru) e também relatou uma passagem pelo continente europeu no ano de 2003 em países como Itália, Inglaterra e Espanha. No mês de julho, relatou dores abdominais leves e azia. Ao evacuar, suas fezes apresentavam os proglotes.

15 Controle Para controle, conta-se atualmente com medicamentos eficientes, para reduzir as fontes de infecção humana, e outras medidas preventivas, tais como: A necessidade de cozer bem a carne de peixe e evitar os pratos onde ela é utilizada sem cocção; A necessidade de cozer bem a carne de peixe e evitar os pratos onde ela é utilizada sem cocção; Dar destino higiênico aos excretos humanos e tratamento adequado aos esgotos, antes de seu lançamento em rios ou lagos; Dar destino higiênico aos excretos humanos e tratamento adequado aos esgotos, antes de seu lançamento em rios ou lagos; Assegurar a inspeção sanitária do pescado e a condenação dos peixes que apresentarem esparganose; Assegurar a inspeção sanitária do pescado e a condenação dos peixes que apresentarem esparganose; Desenvolver programas de educação sanitária. Desenvolver programas de educação sanitária. Os produtos frigorificados oferecem segurança, pois as larvas plerocercóides não resistem à congelação.


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