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Termos Técnicos Utilizados em Parasitologia Prof.: Ricardo Laino.

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1 Termos Técnicos Utilizados em Parasitologia Prof.: Ricardo Laino

2 AGENTE ETIOLÓGICO – É o agente responsável pela origem da doença (agente infeccioso). AGENTE INFECCIOSO – Parasito (bactérias, fungos, protozoários, vírus, etc.) capaz de produzir infecção ou doença infecciosa. ANTROPONOSE – Doença exclusivamente humana. Filariose. ANTROPOZOONOSE – Doença primária de animais, que pode ser transmitida ao homem, Exemplo: brucelose, na qual o homem é um hospedeiro acidental. ZOOANTROPONOSE – Doença primária do homem, que pode ser transmitida aos animais. Ex: Esquistossomose mansoni ZOONOSE – Doenças e infecções que são naturalmente transmitidas entre animais vertebrados e o homem. Ex: Doença de Chagas.

3 CADEIA DE TRANSMISSÃO – É a caracterização dos mecanismos de transmissão de um agente infeccioso, envolvendo os suscetíveis, os agentes patogênicos e os reservatórios. CASO – pessoa ou animal infectado/doente apresentando características clínicas, laboratoriais e/ou epidemiológicas específicas. HÁBITAT – É onde o parasito vive (órgão no corpo humano onde tem predileção). HOSPEDEIRO – Organismo que alberga o parasito HOSPEDEIRO DEFINITIVO – É o que apresenta o parasito em fase adulta ou em fase de atividade sexual. HOSPEDEIRO INTERMEDIÁRIO – É o que apresenta o parasito em fases imaturas ou fase assexuada.

4 INFECÇÃO – Penetração e desenvolvimento do agente infeccioso no corpo do homem (Endoparasitos). INFESTAÇÃO – Alojamento e desenvolvimento de artrópodes na superfície do corpo do homem (Ectoparasitos). PARASITISMO – É a assiciação entre os seres vivos onde um tem benefícios (parasito) e o outro não (hospedeiro). Endoparasito (vive dentro do corpo do hospedeiro) e ectoparasito (vive externamente ao corpo do hospedeiro). PARASITO ERRÁTICO OU ECTÓPICO – Vive fora do seu hábitat natural. PARASITO OBRIGATÓRIO – É aquele incapaz de viver fora do hospedeiro. Ex: Plasmodium, T. gondii,etc. PARASITEMIA – É o numero de parasitos no sangue

5 PARASITO HETEROXÊNICO – Possui hospedeiro definitivo e intermediário. PARASITO MONOXÊNICO – Só possui hospedeiro definitivo. PARTENOGÊNESE – Desenvolvimento de um ovo sem interferência de espermatozóide. PATOGENICIDADE – É a habilidade do agente infeccioso provocar lesões. PATOGENIA – Mecanismo de ação do agente patogênico. PROFILAXIA – É o conjunto de medidas que visam a prevenção, controle ou erradicação das doenças parasitárias.

6 VETOR – É um artrópode, molusco ou outro veículo que transmite o parasito entre dois hospedeiros. VETOR BIOLÓGICO – É quando além de ser transmitido, o parasito também se reproduz ou se desenvolve no vetor. VETOR MECÂNICO – É quando só ocorre a transmissão do parasito (não se reproduz nem se desenvolve no vetor). VETOR INANIMADO OU FÔMITE – Quando o parasito é transportado por objetos, tais como lenços, seringas, espéculos, talheres, etc. CASO CONFIRMADO – Pessoa de quem foi isolado e identificado o ag. etiológico ou de quem foram obtidas outras evidências epidemiológicas e/ou laboratoriais da presença do agente etiológico. Ex: dengue CASO IMPORTADO – Caso contraído fora da zona onde se fez o diagnóstico.

7 CEPA População de uma mesma espécie descendente de um único antepassado. DOENÇA METAXÊNICA Parte do ciclo de um parasito se realiza no vetor, ou seja, o vetor não só transporta, mas é elemento obrigatório para maturação e/ou multiplicação do agente. Ex: Leishmaniose ENDEMIA É a presença contínua de uma doença em uma área; doença cuja incidência permanece constante por vários anos. EPIDEMIA É a ocorrência, numa coletividade ou região, de casos que ultrapassam nitidamente a incidência normalmente esperada de uma doença. EPIDEMIOLOGIA É o estudo da distribuição (idade, sexo, raça, geografia, etc) e dos fatores determinantes da freqüência (tipo de patógeno, meios de transmissão, etc) de uma doença.

8 ESTÁGIO É a forma de transição (imaturos) de um artrópode ou helminto para completar o ciclo biológico. FASE AGUDA Período após a infecção em que os sintomas clínicos são mais marcante. Ex: febre alta FASE CRÔNICA Segue à fase aguda; caracteriza-se pela diminuição da sintomatologia clínica e existe um equilíbrio relativo entre o hospedeiro e o agente infeccioso. FONTE DE INFECÇÃO Pessoa, animal, objeto ou substância a partir da qual o agente é transmitido para o hospedeiro. INCIDÊNCIA Número de casos novos de uma doença ocorridos em uma população particular durante um período específico de tempo.

9 LETALIDADE Número de óbitos com relação a determinada doença ou fato e com relação a população. MORBIDADE Número de pessoas doentes com relação a população Mortalidade: número geral de óbitos em determinado período de tempo e com relação a população. PERÍODO DE INCUBAÇÃO Período decorrente entre o tempo de infecção e o aparecimento dos primeiros sintomas clínicos. PORTADOR Hospedeiro infectado que alberga o agente infeccioso, sem manifestar sintomas, mas capaz de transmiti-lo a outrem.

10 PREVENÇÃO Termo que, em Saúde Pública, significa a ação antecipada, tendo por objetivo interceptar ou anular a ação de uma doença. As ações preventivas têm por fim eliminar elos da cadeia patogênica, ou no ambiente físico ou social, ou no meio interno dos seres vivos afetados ou suscetíveis. RESERVATÓRIO São o homem, os animais, as plantas, o solo, onde vive e se multiplica um agente infeccioso. TRANSMISSÃO Transferência de um agente etiológico animado de uma fonte primária de infecção para um novo hospedeiro. A transmissão pode ocorrer de forma direta (sem a interferência de veículos) ou indireta (por meio de veículos animados ou inanimados).


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