A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Lisbela e o Prisioneiro Texto teatral: Osman Lins (1961) Roteiro adaptado: Guel Arraes, Jorge Furtado e Pedro Cardoso (2003)

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Lisbela e o Prisioneiro Texto teatral: Osman Lins (1961) Roteiro adaptado: Guel Arraes, Jorge Furtado e Pedro Cardoso (2003)"— Transcrição da apresentação:

1 Lisbela e o Prisioneiro Texto teatral: Osman Lins (1961) Roteiro adaptado: Guel Arraes, Jorge Furtado e Pedro Cardoso (2003)

2 GÊNEROCARACTERÍSTICAS ÉPICO Narrativa em prosa ou poema longo. O narrador discorre sobre as personagens e seus feitos. Sujeito (quem narra) e objeto (o narrado) não se confundem. LÍRICO Poema curto. O eudo poeta exprime seu estado de alma. Só existe sujeito. DRAMÁTICO Obra dialogada, em que atuam os próprios personagens. Não há sujeito (não se percebe a presença de um narrador). Tudo é objeto (as personagens e seus feitos).

3 Plot Point ou Ponto de Virada: qualquer incidente, episódio ou evento que engancha na ação e a reverte noutra direção. Syd Field

4 ATO 1 Início Apresentação Pag. 1 a 30 PV1 – Pag. 25 a 27 ATO 2 Meio Confrontação / Desenvolvimento Pag. 30 a 90 PV2 – Pag. 85 a 90 ATO 3 Fim Resolução Pag. 90 a 120 Apresentação da história, das personagens, da premissa dramática, da situação e estabelecimento do relacionamento entre a personagem principal e as demais. Obstáculos enfrentados pela personagem principal, que a impedem de alcançar sua necessidade dramática. Solução.

5 O Herói de Mil Faces de Joseph Campbell (1949)

6 ATO I Passo 1 - Mundo Comum Apresentação da personagem dentro do mundo comum. MOSTRAMOS quem ela é. Passo 2 - Chamado à aventura A rotina do herói é quebrada por algo inesperado, insólito ou incomum. É um convite à entrada no mundo especial. Passo 3 – Recusa ao chamado O herói prefere continuar no mundo comum. Passo 4 – Encontro com o Mentor O encontro com o mentor pode ser tanto com alguém mais experiente ou com uma situação que o force a tomar uma decisão. Pode se colocar o primeiro ponto de virada aqui. Passo 5 – Travessia do Limiar Nessa fase, nosso herói decide ingressar no mundo especial. Sua decisão pode ser motivada por vários fatores, entre eles algo que o obrigue, mesmo que não seja essa a sua opção.

7 ATO II Passo 6 – Testes, aliados e inimigos A maior parte da história se desenvolve nesse ponto. No mundo especial – fora do ambiente normal do herói – é que ele irá passar por testes, receberá ajuda (esperada ou inesperada) de aliados e terá que enfrentar os inimigos. Passo 7 – Aproximação do objetivo O herói se aproxima do objetivo de sua missão, mas o nível de tensão aumenta e tudo fica indefinido. É o ponto mais ameaçador do mundo especial. Aqui o herói irá encontrar a morte ou o caminho supremo. Passo 8 – Provação máxima Confrontação. O herói enfrenta o seu maior medo. Luta contra uma grande força hostil. Rito de passagem: experiência terrível e renascimento para a vida adulta. Passo 9 – Conquista da recompensa Passada a provação máxima, o herói conquista a recompensa.

8 ATO III Passo 10 – Caminho de volta Após ter conseguido seu objetivo, ele retorna ao mundo comum. Passo 11 – Depuração ou Ressurreição Aqui o herói pode ter que enfrentar uma trama secundária não totalmente resolvida anteriormente e é onde acontece a batalha final. Passo 12 – Retorno transformado É a finalização da história. O herói volta ao seu mundo, mas transformado – já não é mais o mesmo.

9 Manual do Roteiro de Syd Field (1979) Adaptar significa transpor de um meio para outro. Uma peça de teatro é representada em palavras. Os pensamentos, sentimentos e eventos são descritos em diálogos. Um roteiro lida com exterioridades e detalhes. É uma história contada em imagens. A principal diferença entre teatro e cinema é que no primeiro o público tem que suprir a representação com a sua mente e no segundo tudo está representado através das imagens. Quando um roteirista faz uma adaptação, ele não é obrigado a manter-se fiel ao material original.

10 O material original é uma fonte. O que o roteirista faz com ele para moldá-lo num roteiro é por sua conta. Ele pode ter que acrescentar personagens, cenas, incidentes e eventos. Um roteiro histórico não tem que ser preciso sobre as pessoas envolvidas, mas apenas sobre o evento histórico e o resultado daquele evento. O roteirista pode acrescentar novas cenas. A obra adaptada pode ser mudada em função dos novos valores sociais e de mercado. Porque a ação de uma peça é falada, o roteirista quase sempre tem que ampliá-la para acrescentar uma dimensão visual, ou seja, ele pode ter que acrescentar cenas e diálogos que são apenas referidos no texto. O roteirista normalmente é seletivo. Escolhe apenas uns poucos incidentes ou eventos da vida de sua personagem de forma que eles possam valorizar e ilustrar o roteiro com bons componentes visuais.

11 Ponto de vista do roteirista Sobre o que é a história? Quem é a personagem principal? Qual é o final? BIBLIOGRAFIA CAMPBELL, J. O Herói de Mil Faces. São Paulo: Cultrix/Pensamento, FIELD, Syd. Manual do Roteiro. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, LINS, Osman. Lisbela e o Prisioneiro. São Paulo: Planeta, 2003.


Carregar ppt "Lisbela e o Prisioneiro Texto teatral: Osman Lins (1961) Roteiro adaptado: Guel Arraes, Jorge Furtado e Pedro Cardoso (2003)"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google