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2ª Lei de Mendel Segregação independente dos fatores Prof. Emanuelle Grace.

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1 2ª Lei de Mendel Segregação independente dos fatores Prof. Emanuelle Grace.

2 2 a Lei de Mendel Segregação Independente Na herança de duas ou mais características, os fatores, segregados na formação dos gametas, não se fundem no híbrido, mas se distribuem independentemente nos gametas segundo todas as combinações possíveis.

3 2ª Lei de Mendel Válida para genes que se encontram em cromossomos não homólogos A a b B A e a ; B e b são alelos A e B A e b a e B a e b Não são alelos

4 AaBb AA aaBBbb duplicação

5 AA aaBBbb R! I AA aa BB bb

6 AA aaBBbb R! I AA aa bb BB

7 1ª Possibilidade AA aa BB bb A B B A a b R! II a b

8 2ª Possibilidade AA aa bb BB b b A a B A R! II a B

9 AaBb Portanto um indivíduo duplamente heterozigoto (diibrido) - AaBb B b A a B a A b produz 4 tipos de gametas ABAb aB ab

10 Diibridismo Herança determinada por dois pares de alelos independentes que condicionam duas características. Herança determinada por dois pares de alelos independentes que condicionam duas características. Quatro fenótipos diferentes são encontrados em F 2, combinando os caracteres dominantes e recessivos. Quatro fenótipos diferentes são encontrados em F 2, combinando os caracteres dominantes e recessivos. A proporção fenotípica clássica em F 2 é 9:3:3:1. A proporção fenotípica clássica em F 2 é 9:3:3:1. Ex.: cruzamento de sementes de ervilhas amarelas/lisas (puras) com verdes/rugosas (puras). Ex.: cruzamento de sementes de ervilhas amarelas/lisas (puras) com verdes/rugosas (puras). P amarelas/lisas x verdes/rugosas F 1 100% amarelas/lisas (híbridas) F 1 amarelas/lisas x amarelas/lisas VVRRvvrr VvRr

11 Diibridismo amarelas/lisas verdes/lisas amarelas/lisas verdes/lisas amarelas/rugosas verdes/rugosas amarelas/rugosas verdes/rugosas Gametas da F 1 VRVrvRvr VRVVRRVVRrVvRRVvRr VrVVRrVVrrVvRrVvrr vRVvRRVvRrvvRRvvRr vrVvRrVvrrvvRrvvrr Proporção Fenotípica em F 2

12 Poliibridismo Quando são analisados mais de dois pares de alelos que condicionam mais de duas características, temos o triibridismo, tetraibridismo, etc, que constituem o poliibridismo. Quando são analisados mais de dois pares de alelos que condicionam mais de duas características, temos o triibridismo, tetraibridismo, etc, que constituem o poliibridismo. Para se calcular o número de gametas diferentes produzidos por um poliíbrido se utiliza a fórmula 2 n, onde n é o número de pares de genes heterozigotos (híbridos). Para se calcular o número de gametas diferentes produzidos por um poliíbrido se utiliza a fórmula 2 n, onde n é o número de pares de genes heterozigotos (híbridos). Ex.: Quantos gametas diferentes forma o genótipo AaBBCcddEe Número de híbridos: 3 Número de gametas = 2 3 = 8 gametas diferentes

13 Interação Gênica Simples (Herança complementar) Simples (Herança complementar) Ocorre quando dois ou mais pares de genes não alelos se associam (interagem) determinando um dada característica. Os genes tem segregação independente, porém não se manifestam independentemente. Ocorre quando dois ou mais pares de genes não alelos se associam (interagem) determinando um dada característica. Os genes tem segregação independente, porém não se manifestam independentemente.

14 Interação gênica Genes que segregam independentemente, mas que atuam no mesmo caráter. Genes que segregam independentemente, mas que atuam no mesmo caráter. Ex. Crista de Galinhas Ex. Crista de Galinhas FENÓTIPOSGENÓTIPOS Crista ErvilhaEErr e Eerr Crista RosaeeRR e eeRr Crista NozEERR, EERr, EeRR e EeRr Crista Simpleseerr

15 Exemplo 1 - Crista de galo Exemplo 1 - Crista de galo crista nozE__R__crista rosaeeR crista nozE__R__crista rosaeeR crista ervilhaE__rrcrista simpleseerr crista ervilhaE__rrcrista simpleseerr (puras) Crista simples X Crista noz (puras) eerr EERR eerr EERR F 1 100% crista noz EeRr (intercruzando) x EeRr F2 noz - 9/16 : E__R__ rosa - 3/16:eeR__ Ervilha - 3/16: E__rr simples - 1/16: eerr

16 eerr – SIMPLES EErr e Eerr - ERVILHA eeRR e eeRr - ROSA EERR, EERr, EeRR e EeRr - NOZ

17 Exemplo 2 - Forma do fruto da abóbora Exemplo 2 - Forma do fruto da abóbora discóideA__B__alongadaaabb discóideA__B__alongadaaabb esférica A__bb ou aaB__ esférica A__bb ou aaB__ (puras) esférica X esférica (puras) AAbb aaBB F 1 100% discóide AaBb (intercruzando) x AaBb F2 discóide9/16: A_B_ esférica 6/16: A_bb ou aaB_ alongado 1/16: aabb

18 Epistasia Epistasia Ocorre quando um gene ou par de genes impede (ou mascara) a manifestação de outro gene (s) não alelo (s) e independente. Epistático impede Hipostático impedido

19 Interação Gênica ESPISTASIA ESPISTASIA Efeito epistático = Efeito inibidor Efeito epistático = Efeito inibidor Cor da pelagem de cachorro; Cor da pelagem de cachorro; C – Inibe pigmentação C – Inibe pigmentação c – Permite Pigmentação c – Permite Pigmentação M – Cor preta M – Cor preta m – Cor Marrom m – Cor Marrom GENÓTIPOSFENÓTIPOS CCMM, CCMm, CcMM e CcMm Branco CCmm e CcmmBranco ccMM e ccMmPreto ccmmMarrom

20 ccMM e ccMm – PRETOccmm – MARROM CCMM, CCMm, CcMM e CcMm - BRANCO CCmm e Ccmm – BRANCO

21 Exemplo 1 - Epistasia Dominante – Coloração em abóboras Cor amarela - V_Cor verde - vv Cor amarela - V_Cor verde - vv I_ - epistático (impede a manifestação da cor) I_ - epistático (impede a manifestação da cor) ii - permite a manisfestação ii - permite a manisfestação (puras) branco X verdes (puras) VVII vvii VVII vvii F 1 100% branco VvIi (intercruzando) x VvIi F2 branco 12/16 __I_ amarelo 3/16 V__ii amarelo 3/16 V__ii verde 1/16 vvii verde 1/16 vvii

22 Exemplo 2 - Epistasia Recessiva - pelagem em camundongos Exemplo 2 - Epistasia Recessiva - pelagem em camundongos Cor preta B___parda bb cc epistático (impede a manifestação da cor) C_ permite a manisfestação (puras) branco (albino) X parda (puras) BBcc bbCC BBcc bbCC F 1 100% preto BbCc (intercruzando) x BbCc F2 pretos 9/16 B__C__ brancos 4/16 __cc Pardos 3/16 bbC__

23 Herança Quantitativa (multifatorial, poligênica ou cumulativa) Herança Quantitativa (multifatorial, poligênica ou cumulativa) Dois ou mais pares de genes independentes (não alelos) atuam sobre a mesma característica biológica, somando seus efeitos, podendo determinar diversas intensidades fenotípicas intermediárias. Este tipo de herança relaciona-se, via de regra, a características que variam quantitativamente (exemplo peso, altura, coloração). Os fenótipos variam de modo contínuo e não contrastante. Herança sem dominância, onde AaBB é diferente de AABB. Dois ou mais pares de genes independentes (não alelos) atuam sobre a mesma característica biológica, somando seus efeitos, podendo determinar diversas intensidades fenotípicas intermediárias. Este tipo de herança relaciona-se, via de regra, a características que variam quantitativamente (exemplo peso, altura, coloração). Os fenótipos variam de modo contínuo e não contrastante. Herança sem dominância, onde AaBB é diferente de AABB.

24 Interação Gênica HERANÇA QUANTITATI VA HERANÇA QUANTITATI VA Herança Aditiva ou poligênica. Herança Aditiva ou poligênica. Quem define a características é o número de genes efetivos. Quem define a características é o número de genes efetivos. Cálculos: Número de Classes fenotípicas N° de Classes = 2N+1 onde N = número de pares de genes envolvidos. Número de poligenes N° de Poligênes = N° de Classes – 1

25 Exemplo Clássico 1: cor de pele Exemplo Clássico 1: cor de pele mmbb branco (quantidade mínima de melanina) Mmbb / mmBb mulato claro (efeito acrescentador de + 1 gene) MmBb / MMbb / mmBB mulato médio (efeito acrescentador de 2 gene) MMBb / MmBB mulato escuro (efeito acrescentador de + 3 gene) MMBB negro (efeito acrescentador de + 4 (todos) genes)

26 GENÓTIPOFENÓTIPOGENES ADITIVOS nnbbBrancoSem genes efetivo Nnbb ou nnBbMulato ClaroUm gene efetivo NNbb, nnBB e NnBb Mulato MédioDois genes efetivos NNBb e NnBBMulato EscuroTrês genes efetivos NNBBNegroQuatro genes efetivos

27

28 Quando cruzamos dois indivíduos com fenótipos extremos, 100% da prole será composta por indivíduos com fenótipo intermediário. Quando cruzamos indivíduos heterozigotos, aparecem na geração subseqüente todos os genótipos possíveis, obedecendo a uma distribuição normal. Exemplo: MmBb (mulato médio) X MmBb (mulato médio) na descendência tem-se: 1 negro, 1 negro, 4 mulatos claros 4 mulatos claros 6 mulatos médios 6 mulatos médios 4 mulatos escuros 4 mulatos escuros 1 negro 1 negro

29 *** A maneira mais fácil e segura de se obter as distribuições fenotípicas do cruzamento de dois heterozigotos é através de um Triângulo de Pascal. Isso evita o desenvolvimento do binômio de Newton e da construção do gráfico. linha número de fenótipos

30 1 1 fenótipo fenótipos fenótipos fenótipos fenótipos fenótipos fenótipos

31 Cor da Pele em Humanos Outra forma de resolução = Aplicação de triângulo de Pascal Número de fenótipos : 5ª linha = 5 fenótipos Negro Mulato escuro Mulato médio Mulato claro branco

32 Exemplo Na formação da haste principal de uma planta atuam dois pares de genes, C_ e D_, aditivamente e sem dominância. Que descendentes podem ser obtidos do cruzamento entre indivíduos de genótipos Ccdd e CCDd, sabendo que cada gene contribui com a proporção: C =2cm ; c = 1cm; D = 6 cm; d = 3cm? Na formação da haste principal de uma planta atuam dois pares de genes, C_ e D_, aditivamente e sem dominância. Que descendentes podem ser obtidos do cruzamento entre indivíduos de genótipos Ccdd e CCDd, sabendo que cada gene contribui com a proporção: C =2cm ; c = 1cm; D = 6 cm; d = 3cm?

33 Resultado Cdcd CDCCDD16cmCcDd12cm CdCCdd10cmCcdd9cm ¼ = 16cm ¼= 12 cm ¼= 10 cm ¼= 9 cm


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