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Amazônia. Características físicas Relevo: predomínio de baixas altitudes (planícies, depressões e baixos planaltos). Clima: Equatorial (quente e úmido.

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1 Amazônia

2 Características físicas Relevo: predomínio de baixas altitudes (planícies, depressões e baixos planaltos). Clima: Equatorial (quente e úmido o ano inteiro). Hidrografia: a bacia amazônica corresponde a maior rede hidrográfica do mundo sendo predominantemente de planalto, ou seja, com elevado potencial hidráulico, sendo pouco aproveitado principalmente devido ao impacto ambiental que seria muito forte e a distância dos principais centros urbanos do país.

3 Características físicas Vegetação: é o traço mais marcante da paisagem natural da região sendo habitat natural de milhares de espécies animais, sendo composta pela maior diversidade de espécies vegetais do mundo, se caracteriza por ser uma vegetação DENSA, PERENE, HETEROGÊNEA, LATIFOLIADA, ARBÓREA etc. Solo: possui pouca espessura tornando-se frágil em relação ao sustento de toda a floresta, necessitando dos restos de animais e vegetais que ficam sobre o solo sendo assim um solo frágil, principalmente devido ao processo de lixiviação.

4 Amazônia brasileira A Amazônia propriamente dita estende-se por oito países do norte da América do Sul. Cerca de 60% da Floresta Amazônica encontra-se no Brasil. O conceito de Amazônia Brasileira, que compreende uma área de 3,7 milhões de Km 2 ocupada pela Floresta Tropical Úmida Densa e Não Densa, é substituído no Brasil por Amazônia Legal, que é um conceito essencialmente político, e que aumenta 1,3 milhões de Km 2 a área da Amazônia Brasileira, englobando nela uma longa faixa de vegetação de transição, com cerca de 700 mil Km 2, como os cerrados no sul da região e os campos no norte, em Roraima, Pará e Amapá.

5 Amazônia legal A chamada Amazônia Legal brasileira abrange os Estados do Amazonas, Amapá, Acre, Mato Grosso, oeste do Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, com uma superfície de aproximadamente 5 milhões de Km 2, ou seja, 60% do território nacional. Ela abriga metade das espécies conhecidas de plantas tropicais, uma variedade de peixes maior que a do Oceano Atlântico e a maior bacia hidrográfica do mundo, com aproximadamente 80 mil quilômetros de rios navegáveis.

6 Ocupação e povoamento da Amazônia A primeira fase, iniciada com a descoberta do território amazônico por parte dos colonizadores portugueses, desenvolveu-se até a expulsão completa dos demais grupos europeus que tentavam se estabelecer na Região. A ocupação teve como características principais a distribuição e a dispersão da população ao longo dos rios e principais afluentes. A partir do momento que os portugueses tiveram a posse definitiva da região, a mesma passou a ser considerada apenas como reservatório de produtos florestais e das drogas do sertão.

7 Ocupação e povoamento da Amazônia A segunda fase corresponde ao período imperial e cuja economia baseou-se, principalmente, na coleta de espécies florestais, passando do ciclo das drogas do sertão para o ciclo da borracha. Na segunda metade do século XIX até 1920, a região alcançou um crescimento econômico considerável com base na exploração da borracha, o que provocou uma intensa demanda de mão-de-obra e, por sua vez, uma grande migração de nordestinos expulsos pelas secas.

8 Ocupação e povoamento da Amazônia Apesar das grandes transformações que estas duas fases trouxeram para a Região como um todo, elas foram relativamente pequenas quando comparadas às do período que se inicia na década de 1960, tanto em termos populacionais, quanto econômicos. Foram implantadas políticas governamentais (a Operação Amazônia e, posteriormente, o Programa de Integração Nacional) que tinham por objetivo desenvolver e povoar a Região Norte de forma a promover, de maneira definitiva, sua integração à economia brasileira.

9 É a partir dessa década que irão acontecer profundas modificações na dinâmica demográfica da Região Norte. A população, que estava próxima a 1,9 milhão, em 1960, passou, em 1980, para quase 6 milhões de habitantes. Delinearam-se, de forma mais nítida, novas tendências demográficas na Região, com a migração de nordestinos e sulistas em busca de novas fronteiras para explorar, e a maior urbanização que surge com a impossibilidade de fixação da crescente população nas zonas rurais. Principalmente na década de 70, verifica-se o impacto dos programas governamentais sobre a dinâmica demográfica da Amazônia. Ocupação e povoamento da Amazônia

10 Foi lançado em 1979 com o objetivo de produzir minérios em escala industrial para o abastecimento do mercado internacional. Esse programa tem como base a Serra dos Carajás, uma grande província mineralógica que contém a maior reserva mundial de minério de ferro de alto teor, além de importantes reservas de manganês, cobre, ouro e minérios raros. A prospecção de minério na Serra dos Carajás, no leste do Pará, começou em 1966 com a participação de empresas transnacionais. Em 1970 os minérios já tinham sido localizados e constituiu-se a Amazônia Mineração S.A., que associava empresas estrangeiras com a Companhia Vale do Rio Doce. No final dos anos 70 a CVRD pagou uma vultuosa indenização às suas parceiras, assumiu o controle total do empreendimento e lançou o Programa Grande Carajás. Grande Carajás

11 Para a consolidação desse ambicioso projeto, foi implantada uma importante infra-estrutura, que inclui a Usina hidrelétrica de Tucuruí, a Estrada de ferro Carajás-Itaquí e oPorto de Ponta da Madeira, localizado em Itaqui, (MA). Grande Carajás

12 O projeto Grande Carajás é um projeto de exploração mineral, implantado entre 1980 e 1986, daquela que é considerada a mais rica área mineral do planeta. Estende-se por 900 mil km², numa área que abrange o Maranhão, parte do Tocantins e do Pará e que corresponde a um décimo do território brasileiro. Uma das maiores áreas de exploração de minérios, localizada no estado do Pará, também faz parte do complexo do projeto Carajás, hoje ligado à companhia Vale do Rio Doce, que é a maior mineradora de ferro do mundo, recentemente privatizada.

13 Grande Carajás Também dentro do Projeto Carajás, e no coração da Amazônia, está a maior reserva de minério de alto teor de ferro do mundo. Além de ferro, encontra-se nessa reserva o manganês, cobre, níquel, ouro, bauxita e cassiterita. As hídricas dos rios amazônicos como o grande volume de águas é fundamental para o escoamento dos minerais extraídos, e também determina o grande potencial hidrelétrico da região, tornando possível a construção da usina de Tucuruí, necessária para o funcionamento das indústrias de transformação de minerais.

14 Grande Carajás De Carajás até o porto de Itaqui, em São Luís foi construída uma ferrovia para facilitar o escoamento dessas riquezas minerais, que são em sua grande maioria exportadas. Essa área exporta atualmente cerca de 30 milhões de toneladas de ferro por ano, principalmente para o Japão, além de quantidades bem pequenas de manganês e cobre. Os preços do minério de ferro, principal riqueza de Carajás no mercado internacional, estão baixos e tendem a cair ainda mais devido ao grande número de países produtores e exportadores desse minério. Carajás não se limita apenas a explorar a mineração; existem outros projetos agropecuários de extração florestal, que tem por objetivo o desenvolvimento da região.


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