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Companhia Vale do Rio Doce 57 o Congresso Anual da ABM 22-25 Julho 2002, São Paulo, Brasil Preparado por Eduardo Faria (Diretor Comercial - CVRD), Eugênio.

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1 Companhia Vale do Rio Doce 57 o Congresso Anual da ABM 22-25 Julho 2002, São Paulo, Brasil Preparado por Eduardo Faria (Diretor Comercial - CVRD), Eugênio Mamede (Gerente Geral de Vendas para América do Sul), Armindo de Souza (Gerente de Informação de Mercado - CVRD) Apresentado por Eduardo Faria, Diretor Comercial da Companhia Vale do Rio Doce

2 Companhia Vale do Rio Doce A produção mundial de aço tem apresentado uma tendência de crescimento nos últimos 10 anos. Mt Taxa cresc.: 2% a.a. Taxa cresc.: 3% a.a. Fontes: Produção de Aço: IISI ; Transoceânico: Fearnleys (p) Previsão CVRD

3 Companhia Vale do Rio Doce 2000 2005 135 141 6 América do Norte África / O. Médio 2000 2005 25 29 4 2000 2005 179 178 -1 Europa Ocidental 2000 2005 China 127139 12 Japão 106 98 -8 Outros 107130 22 Total 341 367 26 Ásia / Oceania TOTAL 2000 2005 847 890 43 Fontes: IISI; Previsões CVRD 2000 2005 39 46 7 América do Sul 2000 2005 129 130 1 CEE/Europa do Leste 1 A previsão é de que a produção de aço continue crescendo a uma taxa de 1%. Apresentado no Congresso ABM 2001 Mt

4 Companhia Vale do Rio Doce Revisão na Produção Mundial de Aço Bruto AMÉRICAS

5 Companhia Vale do Rio Doce EUROPA ÁFRICA / O. MÉDIO Revisão na Produção Mundial de Aço Bruto

6 Companhia Vale do Rio Doce Revisão na Produção Mundial de Aço Bruto ÁSIA / OCEANIA

7 Companhia Vale do Rio Doce 2%. A previsão é de que a produção de aço continue crescendo a uma taxa de 2%. Fontes: IISI; CVRD 2001 2005 119 134 14 América do Norte África / Oriente Médio 2001 2005 27 30 4 2001 2005 177 180 3 Europa Ocidental 2001 2005 38 43 8 América do Sul 2001 2005 128 134 6 ex-URSS/ Leste Europeu Mt 2001 2005 China 149175 26 Japan 103 98 -5 Others 106116 10 Total 358 389 31 Ásia / Oceania TOTAL 2001 2005 847 910 63 Atualizada em Julho/2002

8 Companhia Vale do Rio Doce Após o recorde observado em 2000, a demanda transoceânica de MF permaneceu forte, registrando outro resultado expressivo em 2001. TOTAL África / O. Médio 2000 2001 2002 18 1617 Ásia / Oceania 2000 2001 2002 454 450465 Fontes: Fearnleys; Mercado; CVRD 2000 2001 2002 21 1517 América do Norte ** 2000 2001 2002 6 55 América do Sul 2000 2001 2002 145 132132 Europa 2000 2001 2002 China 70 92 108 Japão * 127 123 120 Outros 67 67 68 Total 264 282 296 Mt * Exclui sinter proveniente da PSC. ** Inclui exportações do Canadá para os EUA via Grandes Lagos.

9 Companhia Vale do Rio Doce Mt ´01 ´05 China 92 135 +43 Japão * 123 116 -7 Outros 67 69 +2 Total 282 320 +38 TOTAL África / O. Médio Ásia / Oceania ´01 ´05 15 17 +2 América do Norte ** Améric a do Sul Europa Ocidental ´01 ´05 5 6 +1 ´01 ´05 16 20 +4 ´01 ´05 124 128 +4 ´01 ´05 8 10 +2 ´01 ´05 450 505 +55 ex-URSS/ Leste Europeu O crescimento do Mercado Transoceânico de Minério de Ferro localiza-se principalmente na Ásia. Fontes: Fearnleys; Mercado; CVRD * Exclui sinter proveniente da PSC. ** Inclui exportações do Canadá para os EUA via Grandes Lagos.

10 Companhia Vale do Rio Doce Particularmente, as importações da China foram responsáveis por mais da metade do aumento da demanda transoceânica na última década. Fonte:Tex Report Mt 78 Mt 108

11 Companhia Vale do Rio Doce Austrália e Brasil são os principais produtores que participam do mercado mundial de minério de ferro. CANADÁ 27,9 VENEZUELA 19,0 MAURITÂNIA 10,3 SUÉCIA - 19,5 BRASIL 208,7 AUSTRÁLIA 180,5 ÁFRICA DO SUL 34,8 Fonte: UNCTAD, Maio/2002 ÍNDIA 79,2 EUA 45,8 Ex-URSS 151,3 CHINA 102,0 MÉXICO 11,5 CHILE 8,0 PERU 4,5 TOTAL 2001: 931 Mt Mt

12 Companhia Vale do Rio Doce 52%70%. De 1980 a 2001 a participação da Austrália e do Brasil no mercado transoceânico cresceu de 52% para 70%. *Grupo CVRD: a partir de 2000 incorporação da Samitri, Socoimex e Urucum ao grupo (CVRD + JVs) 2001 450 Milhões tons 1980 314 Milhões tons

13 Companhia Vale do Rio Doce Oferta x Demanda Transoceânica de MF Grupo CVRD Outros Ferteco Grupo CAEMI Grupo BHP Grupo RIO TINTO OFERTA TRANSOCEÂNICA DE MF DEMANDA TRANSOCEÂNICA DE MF Quando comparamos a oferta com a demanda transoceânica de MF, usando dados de 2001 e a estrutura conhecida da indústria, percebemos que: 3 5 maiores produtores de MF somam 68% do total do mercado transoceânico de 450 Mt 3 6 maiores consumidores de MF somam 75% do total do mercado transoceânico de 450 Mt Fonte: Fearnleys Outros JSM CORUS TKS/HKM POSCO ARCELOR CHINA

14 Companhia Vale do Rio Doce Estabilidade dos preços de minério de ferro (Preço dos Finos de Carajás na Europa) Fonte: CVRD

15 Companhia Vale do Rio Doce Os preços de Minério de Ferro não têm acompanhado as Taxas de Inflação nos últimos 20 anos Preços Nominais x Reais (US$/t) Mercado Europeu Fonte: CVRD 1) Preços Nominais deflacionados pelo Producer Price Index - USA (base 1980) Nota: PPI preliminar para 2001: 2.0% Perda Preços Reais Preços Nominais Preços de Minério de Ferro na Europa Não há expectativa de recuperação desta perda. Esta vem sendo e deverá continuar a ser compensada com reduções de custo por parte da Mineração

16 Companhia Vale do Rio Doce Recuperação no Preço do Aço * Índice baseado em uma cesta de produtos siderúrgicos, tais como bobinas a frio e a quente, chapas galvanizadas e barras (EUA, Ásia e Europa). Fonte: CRU International O índice CRUspi* apresenta uma recuperação de 15,4% (base anual) e de 19,3 % (base trimestral), evidenciando uma retomada da demanda por produtos siderúrgicos.

17 Companhia Vale do Rio Doce Vendas do Grupo CVRD Os produtos do Sistema Norte são preferencialmente destinados ao mercado externo.

18 Companhia Vale do Rio Doce O Sistema Sul abastece preferencialmente o mercado interno brasileiro. Nota: sem considerar pellet feed para JV´s. Vendas do Grupo CVRD

19 Companhia Vale do Rio Doce As siderúrgicas brasileiras possuem uma grande vantagem competitiva em relação às concorrentes internacionais. Tal vantagem é decorrente da localização de cada usina, instaladas nas proximidades das estradas de ferro e minério de ferro de alta qualidade. A CVRD e o Mercado Interno

20 Companhia Vale do Rio Doce Reservas e Recursos Bilhões de Toneladas LOCALIDADE HEMATITAITABIRITOTOTAL Sistema Norte 17.5 - 17.5 Sistema Sul 1.724.4 26.1 TOTAL 19.224.4 43.6 A CVRD possui uma posição confortável em termos de reservas de minério de ferro, garantindo assim o suprimento da indústria siderúrgica no longo prazo.

21 Companhia Vale do Rio Doce Plano de Produção - Sistema Sul Planos de produção de longo prazo são preparados de modo a se ter uma melhor combinação de produção que garanta o atendimento às necessidades da indústria siderúrgica.

22 Companhia Vale do Rio Doce Complexo ITABIRA O Complexo Itabira tem previsão de manutenção da produção por mais de 20 anos no nível de 42,0 Mton/ano.

23 Companhia Vale do Rio Doce Capanema: O término da produção desta mina está previsto para o ano 2003. Sua produção será substituída pelo projeto de Fábrica Nova. Fábrica Nova: O ROM será beneficiado nas instalações de Timbopeba distante 10 km, utilizando o sistema de transportadores de correia de Capanema. Timbopeba: Término de produção previsto para o ano 2006 e será substituída também por Fábrica Nova. Alegria / Fazendão: Está previsto dentro de alguns anos que o ROM de Fazendão passará a alimentar as instalações de Alegria. Complexo MARIANA

24 Companhia Vale do Rio Doce MINAS CENTRAIS Gongo Soco: Produção prevista para se encerrar por volta de 2010, devendo ser substituído pela mina de Brucutu. Brucutu: Produção prevista inciar no ano de 2006, elevando sua produção continuamente até 18 Mt/ano em 2010. Ainda nesta região temos as reservas de Gandarela que devem ter seu aproveitamento em projeto conjunto com Ferteco e MBR futuramente.

25 Companhia Vale do Rio Doce SISTEMA SUL Otimização das sinergias após aquisições priorização do mercado doméstico com melhor mix de produtos garantia de quantidades e qualidade disponibilização de pellets para o mercado interno através da planta de pelotização da FERTECO Desafio aproveitamento dos finos gerados e estocados na região de Serra Azul / Itatiaiuçu - Grave Problema Ambiental

26 Companhia Vale do Rio Doce Conclusões F A Mineração de Ferro, é uma atividade de Capital Intensivo exigindo empresas mais fortes e capitalizadas F Brasil e Austrália continuarão sendo os grandes players no mercado internacional de minério de ferro F O demanda de minério de ferro crescerá na China e para o consumo de pelotas F A CVRD vem buscando consolidar sua posição no cenário internacional de minério de ferro, através de: J grandes reservas J economias de escala J logística eficiente J baixos custos operacionais J vasto portfólio de produtos de alta qualidade F A nova estrutura da indústria de mineração beneficiará a indústria siderúrgica, assegurando confiabilidade no suprimento de minério de ferro de alta qualidade através de empresas mais competitivas

27 Companhia Vale do Rio Doce


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