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U NIVERSO, M ATÉRIA E E NERGIA. E XPLORANDO O SISTEMA SOLAR O Sistema Solar é um conjunto de planetas, asteróides e cometas que giram ao redor do Sol.

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1 U NIVERSO, M ATÉRIA E E NERGIA

2 E XPLORANDO O SISTEMA SOLAR O Sistema Solar é um conjunto de planetas, asteróides e cometas que giram ao redor do Sol. Cada um se mantém em sua respectiva órbita em virtude da intensa força gravitacional exercida pelo astro, que possui massa muito maior que a de qualquer outro planeta. Os corpos mais importantes do sistema solar são os oito planetas que giram ao redor do Sol, descrevendo órbitas elípticas, isto é, órbitas semelhantes a circunferências ligeiramente excêntricas.

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4 E STRELAS DO U NIVERSO Estrela é um astro luminoso, formado principalmente por materiais gasosos, com temperaturas elevadíssimas. No interior da estrela ocorrem constantemente explosões, que libertam energia e provocam um fortíssimo calor. Essa energia que as estrelas libertam toma a forma de raios luminosos, que fornecem luz e calor.

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6 G ALÁXIAS DO U NIVERSO As galáxias que antigamente eram pouco conhecidas e chamadas de nebulosas, são partes ou regiões do universo onde se agrupam bilhões de estrelas e outros astros. A galáxia onde vivemos chama-se Via-Láctea. Dela fazem parte o Sol e Terra. Existem na Via Láctea cerca de 150 milhões de estrelas - incluindo o Sol - e um numero gigantesco de outros planetas e astros em geral de menor tamanho.

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8 T EORIA DO B IG -B ANG O Big-Bang teria sido o explosão de um "átomo primordial" ou "ovo cósmico", ocorrida a aproximadamente 18 bilhões de anos atrás. Ao se despedaçar esse átomo teria dado origem ao universo. Essa teoria baseia-se na hipótese de que há um afastamento gradativo das estrelas, que parecem estar se distanciando de um centro, e dirigindo-se cada vez para mais longe dele.

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10 G RAVITAÇÃO U NIVERSAL É a forca de atração que age entre todos os objetos por causa da sua massa - a quantidade de matéria de que são constituídos. A gravitação mantém o universo unido. Ela mantém juntos os gases quentes no sol e faz os planetas permanecerem em suas órbitas. A gravidade da lua causa as marés oceânicas na terra. Por causa da gravitação, os objetos sobre a terra são atraídos em sua direção. A atração física que um planeta exerce sobre os objetos próximos é denominada forca da gravidade.

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12 O NDAS G RAVITACIONAIS Em 1969, o físico norte-americano Joseph Weber relatou os resultados de uma experiência para detectar ondas gravitacionais. Weber usou dois detectores de radiação gravitacional por ele desenvolvidos. Foram colocados a mais de 970km de distancia um do outro, de modo que as vibrações ou outras variações locais no campo gravitacional da Terra não seriam indicados por ambos detectores no mesmo instante. Quando os dois detectores foram ativados ao mesmo tempo, Weber concluiu ondas pelos detectores.

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14 U RSA MAIOR E U RSA MENOR Ursa Maior (também conhecida por Ursa Major) é uma das constelações mais conhecidas do hemisfério norte celeste. Esta é uma constelação grande, com estrelas razoavelmente brilhantes, sendo esta uma constelação relativamente fácil de localizar no céu noturno. A Ursa Menor (também conhecida como Ursa Minor) é uma constelação do hemisfério norte celeste. Suas principais estrelas são relativamente pouco brilhantes, mas apesar disso a Ursa Menor é uma constelação conhecida, dado que sua estrela mais brilhante é a Polaris, mais conhecida como estrela Polar.

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16 C RUZEIRO DO S UL Constelação do Cruzeiro do Sul, também conhecida como Crux, é uma conhecida constelação do hemisfério sul celeste, apesar de ser a constelação mais pequena das 88 reconhecidas pela União Astronómica Internacional. A constelação do Cruzeiro do Sul tem um papel importante, pois é bastante útil para indicar o sul. Seguindo uma linha imaginária a ligar a estrela Gacrux (conhecida como Rubídea) à estrela Acrux (conhecida como Estrela de Magalhães), estará próximo do Pólo Sul Celeste se continuar com essa linha, a partir da estrela Acrux, até ter um comprimento de cerca 4,5 vezes a distância entre essas duas estrelas.

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18 E NXAME G LOBULAR DE H ÉRCULES Também conhecido como Aglomerado Globular de Hércules, Messier 13, M13, ou ainda NGC 6205) é um enxame globular de estrelas que pode ser observado na constelação de Hércules. Ele foi descoberto em 1714 pelo astrónomo Edmond Halley, sendo mais tarde incluído no catálogo elaborado pelo astrónomo Charles Messier. O M13 situa-se a cerca de anos-luz de nós, e possui um diâmetro de aproximadamente 150 anos-luz. O número exato de estrelas deste enxame de estrelas é incerto, porém anda na ordem das centenas de milhares. A magnitude aparente de M13 é de +5,8, estando portanto no limiar do que é visível à vista desarmada.

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20 B IBLIOGRAFIA

21 N OMES Bianca de Sousa n 01 Mariane Carvalho n 14


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