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Que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os Seus.

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3 Que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os Seus santos. 1 Tessalonicenses 3:13

4 1.Termos a certeza do amor de Cristo por nós apesar das tribulações e perseguições; 2.Cada cristão se preocupar com a salvação de seu irmão; 3.Termos uma amizade verdadeira com todas as pessoas, para as aproximarmos de Cristo, preparando- as para estarem, isentas de culpa, na presença de Deus na vinda do nosso Senhor Jesus.

5 Devemos amar a todos, demonstrando nosso amor por Cristo, para que todos estejam no Céu quando o Senhor Jesus voltar. Esse amor se demonstrará em verdadeira amizade, amizade por toda eternidade.

6 DOMINGO

7 DOMINGO: O EXEMPLO DA JUDEIA Que exemplo devemos imitar no contexto da perseguição aos cristãos? Devemos nutrir ódio contra os perseguidores? O que devemos fazer? 1 Ts. 2:14-16 A ira de Deus é que recai sobre os perseguidores, não a nossa. Os cristãos da Judeia, os de Tessalônica e Cristo, são o exemplo para nós hoje. Da mesma forma não devemos repudiar as pessoas, mas como Cristo, nos preocuparmos com a salvação de todas as pessoas, até daquelas que nos perseguem.

8 SEGUNDA

9 SEGUNDA-FEIRA: A ESPERANÇA E A ALEGRIA DE PAULO Paulo desejava rever os tessalonicenses, mas o que o impedia? Por que ele desejava revê-los? O que podemos aprender sobre as nossas prioridades? 1 Ts. 2:17-20 Satanás impediu a Paulo de revê-los, mostrando claramente o Grande Conflito. Para garantir que eles se salvassem, pois eles eram a coroa de glória de Paulo na volta de Cristo. Para Paulo, a salvação deles era a sua prioridade de vida, a sua preocupação dia e noite.

10 TERÇA

11 TERÇA-FEIRA: A VISITA DO SUBSTITUTO DE TIMÓTEO O que Paulo temia que ocorresse quando os cristãos de Tessalônica sofressem? Como podemos relacionar esta preocupação conosco hoje? 1Ts. 3:1-5 Paulo temia que eles, por causa das tribulações, se afastassem de Cristo. A preocupação era que eles continuassem firmes na fé que haviam aprendido de Paulo. Hoje devemos ter a certeza em Cristo e no seu amor, entendendo o que acontecerá no fim dos tempos, para não nos afastarmos de Cristo ao sermos perseguidos, ou passarmos por tribulações.

12 QUARTA

13 QUARTA-FEIRA: O RESULTADO DA VISITA DE TIMÓTEO Paulo se regozijava com os tessalonicenses, como vemos em 1Ts. 3:8, mas ainda assim ele não deixou de orar por eles, por quê? O que podemos aprender desse exemplo? 1Ts. 3:9-10 A preocupação era que eles tivessem uma fé firme em Cristo. Apesar de boas notícias, ele orava sempre. Estava preocupado com a salvação deles. Nós também deveríamos orar abundantemente todo o momento para a salvação de nossos amigos e vizinhos.

14 QUINTA

15 QUINTA-FEIRA: ORAÇÕES RENOVADAS DE PAULO Qual era outro motivo de oração de Paulo pelos tessalonicenses? 1Ts. 3:11-13 Para que o amor entre eles crescesse. Que esse amor fosse por todos como era o amor de Paulo para com eles – confirmando assim o amor deles por Cristo. E que dessa forma, quando Cristo voltar, eles pudessem ser irrepreensíveis em santidade.

16 CONCLUSÃO 1.A amizade com outras pessoas deve ser profunda, uma amizade para toda a eternidade. 2.Devemos demonstrar amor e preocupação com a salvação daquelas pessoas que são o meio pela qual somos tribulados ou perseguidos. 3.Apesar de tribulações e perseguições, a nossa fé deve se manter firme no Senhor Jesus Cristo, pois Ele também sofreu e morreu por nós, e virá para nos resgatar, muito em breve. 4.Devemos suprir a falta de fé de nossos irmãos, para que todos juntos, como amigos, possamos nos salvar.

17 CONCLUSÃO "O amor verdadeiro, oriundo do alto, não é egoísta nem mutável. Não é dependente do louvor humano. O coração daquele que recebe a graça de Deus transborda de amor a Deus e àqueles por quem Cristo morreu. O eu não luta por nenhum reconhecimento. Não ama os outros porque o amam e o agradam, por apreciarem seus méritos, mas por serem propriedade adquirida de Cristo. Se seus motivos, palavras ou atos são mal compreendidos ou mal interpretados, não se ofende mas prossegue na idêntica maneira de proceder. É bondoso e ponderado, humilde no conceito próprio; contudo é cheio de esperança, sempre confiante na graça e no amor de Deus" (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 101, 102).

18 CRÉDITOS Coordenação: Escola Sabatina USB/2012 Texto: Pr. Éber Marski Pastor do Distrito de Canguçu – pertencente à Associação Sul-riograndense – ASR Programação Visual: Marcos A. G. de Castro


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