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O ABSOLUTISMO. ESTADO MODERNO Absolutismo poder total reis População novos impostos segurança jurídica patriotismo nacionalismo.

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Apresentação em tema: "O ABSOLUTISMO. ESTADO MODERNO Absolutismo poder total reis População novos impostos segurança jurídica patriotismo nacionalismo."— Transcrição da apresentação:

1 O ABSOLUTISMO

2 ESTADO MODERNO Absolutismo poder total reis População novos impostos segurança jurídica patriotismo nacionalismo

3 TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO Justificar Legitimidade Razão Fé Estado moderno Absolutismo

4 Niccolò Machiavelli ( ) Florença Repúblicas italianas 1º pensador político moderno O príncipe Lorenzo di Medici Sociedade em conflito Vários grupos sociais Desestabilizam o poder

5 Niccolò Machiavelli Governo forte e único Pelo bem comum Os fins justificam os meios rompe com a moral cristã Governo esfera humana O homem determina o real OBS: considerado maldito. Maquiavélico.

6 "O príncipe não precisa ser piedoso, fiel, humano, íntegro e religioso, bastando que aparente possuir tais qualidades. (...) Um príncipe não pode observar todas as coisas a que são obrigados os homens considerados bons, sendo freqüentemente forçado, para manter o governo, a agir contra a caridade, a fé, a humanidade, a religião (...). O príncipe não deve se desviar do bem, se possível, mas deve estar pronto a fazer o mal, se necessário (...) Os fins justificam os meios. (Adaptado de Nicolau Maquiavel, O PRÍNCIPE, em OS PENSADORES, São Paulo, Nova Cultural, 1996, pp )

7 JEAN BODIN ( ) Os Seis livros da República Direito divino Onipotência Poder absoluto O rei faz, porque Deus quer

8 THOMAS HOBBES ( ) Natureza humana má e egoísta O homem é o lobo do homem Estado forte Leviatã limitar a liberdade individual Impedir Guerra de todos contra todos morte destruição da sociedade

9 THOMAS HOBBES Indivíduo Pacto Renunciar a própria liberdade Paz Estado Leviatã OBS: considerado maldito

10 JACQUES BOSSUET ( ) Bispo Corte de Luís XIV príncipe perfeito virtudes cristãs herói Reformas religiosas (contexto)

11 JACQUES BOSSUET Política tirada da Sagrada Escritura Direito divino Vontade de Deus Rebelião contra Deus? Um rei, uma fé, uma lei Só Deus julga o rei OBS: Propagandista de Luís XIV

12 O trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Os reis são deuses e participam de alguma maneira da independência divina. O rei vê de mais longe e de mais alto; deve acreditar-se que ele vê melhor; e deve obedecer-lhe sem murmúrio; pois o murmúrio é uma disposição para a sedição BOSSUET, Jacques-Bénigne ( ). A política inspirada na sagrada escritura. In: FREITAS, G. 900 textos e documentos de história. Lisboa: Plátano. s/d.

13 INGLATERRA Anglos-saxões 7 estados Unificação Centralização política Período de guerras civis Henrique II restringe os nobres common law (direito consuetudinário) conquista a Aquitânia

14 INGLATERRA Ricardo Coração de Leão poder real diminui cruzadas João Sem-Terra ( ) conflito com nobres perca terras para os franceses Magna Carta (1215) nobres burgueses rei X lei Grande Conselho (Parlamento)

15 INGLATERRA Henrique III ( ) Parlamento Complemento Carta Magna Nobreza fragilizada Guerra dos cem anos ( ) Guerra das 2 rosas ( ) Fortalecimento real Exército nacional Nacionalismo

16 INGLATERRA Guerra das 2 rosas Dinastia Lancaster Perde a Guerra dos 100 anos Lancaster X York Nobres contra nobres muitos morrem Parlamento se enfraquece Tudor no poder Início do absolutismo inglês

17 INGLATERRA Dinastia Tudor Henrique VIII ( ) Ato de Supremacia Igreja Anglicana Conflitos religiosos Elisabeth I ( ) Expansão marítima Manufaturas Burguesia Senhora dos mares América do norte (1584) Pirataria Filipe II Invencível armada Vence a Espanha

18 INGLATERRA Dinastia Stuart rainha sem herdeiros Jaime I da Escócia Conflitos religiosos Conspiração da pólvora Burguesia forte Revolução Inglesa

19 FRANÇA Francos Tratado de Verdun Invasão vinking Feudalismo Linhagem carolíngia Hugo Capeto ( ) Dinastia capetíngios

20 FRANÇA Filipe Augusto ( ) nacionalismo exército profissional burgos independentes fim da vassalagem burocracia Luís IX ( ) 2 últimas cruzadas servos livres moeda nacional paz com Inglaterra

21 FRANÇA Filipe IV, o Belo ( ) Cisma do Ocidente Papa romano X Papa francês Assembleia dos Estados Gerais

22 GUERRA DOS 100 ANOS Inglaterra X França Conflito de terras Questão sucessória Fortalecimento do rei nacionalismo francês Joana DArc

23 CONFLITOS RELIGIOSOS Calvinismo na França Huguenotes proibido em – Noite de S. Bartolomeu mortos a mando da mãe de Carlos IX Guerra civil dos 3 Henriques 1585 religião Henrique IV Bourbon

24 DINASTIA BOURBON Henrique de Navarra Henrique IV conciliação religiosa Edito de Nantes (1898) Liberdade de culto Huguenotes Burgueses Início do absolutismo Crescimento econômico protecionismo Dinastia Bourbon Corte + luxuosa da Europa!

25 DINASTIA BOURBON Luís XIII ( ) 1º ministro Cardeal Richelieu Direito Divino Combate opositores Huguenotes Nobres Combate os Habsburgos Sacro Império Espanha Guerra dos 30 anos

26 DINASTIA BOURBON Luís XIV ( ) Rei Sol O estado sou eu Todos os cargos políticos Ministro das finanças Colbert Mercantilismo

27 Luís XIV ( ) Propaganda Teóricos Príncipe perfeito Virtudes cristãs Herói Luxo Manufaturas de produtos luxuosos Etiqueta cerimonial controle social distinção social

28 (Charge anônima. BURKE, P. A fabricação do rei. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.) Na França, o rei Luís XIV teve sua imagem fabricada por um conjunto de estratégias que visavam sedimentar uma determinada noção de soberania. Neste sentido, a charge apresentada demonstra a) a humanidade do rei, pois retrata um homem comum, sem os adornos próprios à vestimenta real. b) a unidade entre o público e o privado, pois a figura do rei com a vestimenta real representa o público e sem a vestimenta real, o privado. c) o vínculo entre monarquia e povo, pois leva ao conhecimento do público a figura de um rei despretensioso e distante do poder político. d) o gosto estético refinado do rei, pois evidencia a elegância dos trajes reais em relação aos de outros membros da corte. e) a importância da vestimenta para a constituição simbólica do rei, pois o corpo político adornado esconde os defeitos do corpo pessoal.

29 UNICAMP 2014 À medida que as maneiras se refinam, tornam-se distintivas de uma superioridade: não é por acaso que o exemplo parece vir de cima e, logo, é retomado pelas camadas médias da sociedade, desejosas de ascender socialmente. É exibindo os gestos prestigiosos que os burgueses adquirem estatuto nobre. O ser de um homem se confunde com a sua aparência. Quem age como nobre é nobre. (Adaptado de Renato Janine Ribeiro, A Etiqueta no Antigo Regime. São Paulo: Editora Moderna, 1998, p. 12.) O texto faz referência à prática da etiqueta na França do século XVIII. Sobre o tema, é correto afirmar que: a) O jogo das aparências era uma forma de disfarçar os conluios políticos da aristocracia, composta por burgueses e nobres, e negar benefícios ao Terceiro Estado. b) Os sans-culottes imitavam as maneiras da nobreza, pois isso era uma forma de adquirir refinamento e tornar-se parte do poder econômico no estado absolutista. c) A etiqueta era um elemento de distinção social na sociedade de corte e definia os lugares ocupados pelos grupos próximos ao rei. d) Durante o século XIX, a etiqueta deixou de ser um elemento distintivo de grupos sociais, pois houve a abolição da sociedade de privilégios.

30 SACRO IMPÉRIO ROMANO-GERMÂNICO Tratado de Verdun Germânia Luís, o Germânico Monarquia eletiva não-hereditário Força da Igreja (séc. XI-XII) Querela das Investiduras Rei escolha dos clérigos X Papa escolhe excomungado se arrepende conciliação

31 SACRO IMPÉRIO ROMANO-GERMÂNICO Habsburgos Séc. XVI Espanha e Sacro Império Carlos V Lutero protestantismo

32 SACRO IMPÉRIO ROMANO-GERMÂNICO Guerra dos 30 anos Boêmia Luterana República Tcheca Independência X Sacro Império Representantes do imperador pela janela!! Começa a guerra

33 SACRO IMPÉRIO ROMANO-GERMÂNICO Guerra europeia Sacro Império + Espanha X França, Dinamarca, Suécia e Holanda Guerra religiosa Protestantes X Católicos Guerra dinástica Bourbons X Habsburgos (muitos territórios) Paz de Vestfália 1648 Fim do conflito

34 SACRO IMPÉRIO ROMANO-GERMÂNICO Consequências Diplomacia internacional Surge a Suíça Fim dos conflitos religiosos Países baixos independentes Devastação populacional mosquete canhões Barroco impressionar os sentidos contrarreforma OBS: Alemanha unificada? Fragilidade imperial!

35 MONARQUIAS IBÉRICAS Invasão islâmica mouro invasor séc. VIII Reino das Astúrias 722 sobrevivência cristã

36 MONARQUIAS IBÉRICAS Reinos Leão Castela Navarra Aragão Guerra de Reconquista cruzada ibérica

37 Condado Portucalense Henrique de Borgonha (francês) Afonso Henriques Portugal Dinastia de Borgonha 1135 MONARQUIAS IBÉRICAS

38 Problemas Nobreza + Castela Expansão sobre os mouros Nobreza + Burguesia Expansão comercial Revolução de Avis 1º Estado Nacional 1383 d.C. MONARQUIAS IBÉRICAS

39 Reconquista total Fernando de Aragão Isabela de Castela Casamento Reino de Espanha 1469 d.C.

40 UNICAMP – 2013 Tradicionalmente, a vitória dos cristãos sobre os muçulmanos na Batalha de Covadonga, na região da Península Ibérica, em 722, foi considerada o início da chamada Reconquista. Mais do que um decisivo confronto bélico, Covadonga foi uma luta dos habitantes locais por sua autonomia. A aproximação ideológica desta vitória, feita mais tarde por clérigos das Astúrias, conferiu à batalha a importância de um fato transcendente, associado ao que se considerava a missão da monarquia numa Hispânia que tombara diante dos seus inimigos. (Adaptado de R. Ramos, B. V. Sousa e N. Monteiro (orgs.), História de Portugal. Lisboa: A Esfera dos Livros, 2009, p ) a)Explique o que foi a Reconquista. b) De que maneiras a Batalha de Covadonga foi reutilizada no discurso histórico e político pelos clérigos das Astúrias?

41 O ESTADO MODERNO No Estado bem moderno O rei reina com poder. Mercantilismo é a economia. Disse então Maquiavel: Os fins justificam os meios Tudo bem com o poder do rei bem fortão. O Estado sou eu disse o Sol alegre então.


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