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FAMÍLIA Rosa Macedo e Equipe Outubro 2007 O que é família? Exercício de reflexão: 1. Escreva o que é família. 2. Desenhe uma família.

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2 FAMÍLIA Rosa Macedo e Equipe Outubro 2007

3 O que é família? Exercício de reflexão: 1. Escreva o que é família. 2. Desenhe uma família

4 O que é família? 3. Desenhe a sua família 4. Reflita: como são as famílias com que iremos trabalhar? 5. Discuta com os seus colegas sobre as diferenças entre os conceitos de família que apresentaram nas descrições anteriores (exercício 1 e 2), as famílias que conhecem, e com as quais trabalham (exercício 3 e 4).

5 Definições de família segundo Aurélio Pessoas aparentadas, que vivem em geral na mesma casa, particularmente o pai, a mãe e os filhos; Pessoas do mesmo sangue; Ascendência, linhagem, estirpe.

6 Seres humanos em relação, influenciando uns aos outros e ao meio de forma contínua, recursiva, complexa e imprevisível. Que família? De que ponto de vista? A família de cada um (Macedo) Seres humanos em relação, influenciando uns aos outros e ao meio de forma contínua, recursiva, complexa e imprevisível. Que família? De que ponto de vista? A família de cada um (Macedo) A Família do ponto de vista sistêmico:

7 NOVAS CONFIGURAÇÕES FAMILIARES ?

8 CERVENY, (1999) A Família ainda é como era... E a família não é mais a mesma. FIGUEIRA (1986) O moderno e o antigo convivendo na família brasileira, de modos sutis e complexos, mas pouco estudados. Cerveny - Mudanças tecnológicas, aumento da longevidade, mudanças no comportamento sexual, recasamentos e uniões entre pessoas do mesmo sexo e seus impactos nas relações familiares. NOVAS CONFIGURAÇÕES FAMILIARES ?

9 Pesquisa de 97 com famílias de classe média de São Paulo mostrou o casamento como uma forte instituição, marido visto como provedor e mulher como amparo emocional. Por outro lado, aumento da escolaridade e profissionalização da mulher, maior divisão das tarefas, menor ênfase em valores como virgindade antes do casamento. No Brasil a socialização continua sob responsabilidade da família, como estudou Smith na década de 50. Há muitas famílias monoparentais. Em parte delas houve a presença de mais de um homem/pai das crianças. Muitas são patriarcais e matrifocais (muito valor dado ao homem e mulher dirigindo o lar e com o controle das tarefas) - Macedo Pesquisa de 97 com famílias de classe média de São Paulo mostrou o casamento como uma forte instituição, marido visto como provedor e mulher como amparo emocional. Por outro lado, aumento da escolaridade e profissionalização da mulher, maior divisão das tarefas, menor ênfase em valores como virgindade antes do casamento. No Brasil a socialização continua sob responsabilidade da família, como estudou Smith na década de 50. Há muitas famílias monoparentais. Em parte delas houve a presença de mais de um homem/pai das crianças. Muitas são patriarcais e matrifocais (muito valor dado ao homem e mulher dirigindo o lar e com o controle das tarefas) - Macedo NOVAS CONFIGURAÇÕES FAMILIARES ?

10 A família no Brasil Diversidade de modelos, amplitude do território, diferentes colonizações, miscigenação, as imigrações, diferenças socioeconômicas. Modelo patriarcal é o modelo representativo da família brasileira. É o modelo usado tradicionalmente como parâmetro. Mas outras possibilidades existiram. Muitas famílias migrantes, de manor renda, vivem com agrefados e os filhos são cuidados por todos. Diversidade de modelos, amplitude do território, diferentes colonizações, miscigenação, as imigrações, diferenças socioeconômicas. Modelo patriarcal é o modelo representativo da família brasileira. É o modelo usado tradicionalmente como parâmetro. Mas outras possibilidades existiram. Muitas famílias migrantes, de manor renda, vivem com agrefados e os filhos são cuidados por todos.

11 A família no Brasil Instituições formadoras da sociedade: América espanhola: Igreja Estados Unidos: Escola Brasil: Família Instituições formadoras da sociedade: América espanhola: Igreja Estados Unidos: Escola Brasil: Família

12 A família no Brasil Uma reflexão mais crítica sobre a família permite descobrir que, entre nós, ela não é apenas uma instituição social capaz de ser individualizada, mas constitui também e principalmente um valor. Há uma escolha por parte da sociedade brasileira, que valoriza e institucionaliza a família como uma instituição fundamental à própria vida social.

13 A família no Brasil Assim, a família é um grupo social, bem como uma rede de relações. Funda-se na genealogia e nos elos jurídicos, mas também se faz na convivência social intensa e longa. É um dado de fato da existência social e também constitui um valor, um ponto do sistema para o qual tudo deve tender. (Da Mata, 1987, p.125)

14 A família no Brasil 3,8 média de pessoas em casa 2,7 média de filhos 91% casados (renda até 10 salários) 35% ganham até 2 salários24% ganham entre 2 e 3 salários 17% dos solteiros já viveram com alguém O que mais gera briga em casa? 14%problemas financeiros 6% ciúmes 4% bebida 4% desorganização 4% divergência de opiniões Assuntos mais discutidos entre parentes: Dinheiro Doença Violência 3,8 média de pessoas em casa 2,7 média de filhos 91% casados (renda até 10 salários) 35% ganham até 2 salários24% ganham entre 2 e 3 salários 17% dos solteiros já viveram com alguém O que mais gera briga em casa? 14%problemas financeiros 6% ciúmes 4% bebida 4% desorganização 4% divergência de opiniões Assuntos mais discutidos entre parentes: Dinheiro Doença Violência Datafolha, 2007

15 A família no Brasil 29, 2% lares chefiados por mulheres Falta vagas em creche; há discriminação no mercado de trabalho p/ 49% entrevistados – mulher só deve trabalhar fora quando O salário dela é realmente necessário p/ 85% é errado fumar maconha (para Velho, na prática é diferente) p/ 87% é errado abortar p/89% é muito grave o filho fazer parte de uma gangue violenta; filha (90%) p/80% é muito grave o filho ser corrupto (83% a filha) Um dos maiores temores nos bairros pobres é que os filhos façam parte das galeras – cobrança de pedágio e disputas por pontos de tráfico. As pessoas com renda superior a 20 salários – aceitam mais a homossexualidade; as mentiras no IR, o comportamento de beber excessivamente e o uso da maconha. Datafolha, , 2% lares chefiados por mulheres Falta vagas em creche; há discriminação no mercado de trabalho p/ 49% entrevistados – mulher só deve trabalhar fora quando O salário dela é realmente necessário p/ 85% é errado fumar maconha (para Velho, na prática é diferente) p/ 87% é errado abortar p/89% é muito grave o filho fazer parte de uma gangue violenta; filha (90%) p/80% é muito grave o filho ser corrupto (83% a filha) Um dos maiores temores nos bairros pobres é que os filhos façam parte das galeras – cobrança de pedágio e disputas por pontos de tráfico. As pessoas com renda superior a 20 salários – aceitam mais a homossexualidade; as mentiras no IR, o comportamento de beber excessivamente e o uso da maconha. Datafolha, 2007

16 A família no Brasil Temas muito importantes : família (69% em 2007 e 61% em 1998);Estudo (65% em 2007 e 61% em 1988, Trabalho 58% em 2007 e 38% em 1998), Religião (45% em 2007 e 38% em 1988), Lazer (32% em 2007 e 38% em 1988, poré mais importante para os de maior renda), Dinheiro (30% em 2007 e 36% em 1988), Casamento (31%) Maior tolerância a orientação homossexual Maior tolerância a namoros com pessoas de outra cor da pele 1 a cada 3 jovens é filho de pais separados A infidelidade é condenada pela maioria Fonte: Folha de São Paulo/Datafolha, 2007 Temas muito importantes : família (69% em 2007 e 61% em 1998);Estudo (65% em 2007 e 61% em 1988, Trabalho 58% em 2007 e 38% em 1998), Religião (45% em 2007 e 38% em 1988), Lazer (32% em 2007 e 38% em 1988, poré mais importante para os de maior renda), Dinheiro (30% em 2007 e 36% em 1988), Casamento (31%) Maior tolerância a orientação homossexual Maior tolerância a namoros com pessoas de outra cor da pele 1 a cada 3 jovens é filho de pais separados A infidelidade é condenada pela maioria Fonte: Folha de São Paulo/Datafolha, 2007

17 O brasileiro segundo ele mesmo Já foi meio malandro, folgado, cordial, afeito ao jeitinho. Carmem Miranda e Zé Carioca Já foi meio malandro, folgado, cordial, afeito ao jeitinho. Carmem Miranda e Zé Carioca

18 O brasileiro segundo ele mesmo É um povo trabalhador, esforçado, sério, honesto, confiável, orgulhoso e otimista acerca do futuro do país. (Veja, 1996) Alegria e espontaneidade são consideradas marcas genéticas, mas não a anarquia. Tem posição ambígua em relação ao sexo e questões raciais. É um povo trabalhador, esforçado, sério, honesto, confiável, orgulhoso e otimista acerca do futuro do país. (Veja, 1996) Alegria e espontaneidade são consideradas marcas genéticas, mas não a anarquia. Tem posição ambígua em relação ao sexo e questões raciais.

19 Em relação aos outros povos, o brasileiro se julga: Mais alegre Mais hospitaleiro Mais carinhoso Mais religioso Igual ou mais inteligente Mais esforçado Mais alegre Mais hospitaleiro Mais carinhoso Mais religioso Igual ou mais inteligente Mais esforçado

20 Característica mais marcante do brasileiro Trabalhador e lutador Divertido Acomodado Solidário e hospitaleiro Sofredor Malandro Honesto Desonesto Trabalhador e lutador Divertido Acomodado Solidário e hospitaleiro Sofredor Malandro Honesto Desonesto

21 Razões para orgulho do Brasil Natureza e clima Os esportes Honestidade do povo Nenhum motivo de orgulho A amizade e a solidariedade Ausência de guerras e catástrofes A liberdade Natureza e clima Os esportes Honestidade do povo Nenhum motivo de orgulho A amizade e a solidariedade Ausência de guerras e catástrofes A liberdade

22 Razões para vergonha Fome, miséria e pobreza Os políticos A corrupção A violência urbana Desemprego e salário baixo Nenhum motivo de vergonha Fome, miséria e pobreza Os políticos A corrupção A violência urbana Desemprego e salário baixo Nenhum motivo de vergonha

23 Desigualdade e preconceito Exercício de reflexão: Quais as narrativas, que na sua opinião, contribuem para a manutenção dos padrões desiguais presentes na nossa sociedade? De que forma a ideologia dominante ajuda a manter tais padrões? Como o profissional que trabalha com e para a família pode contribuir para a mudança deste cenário social tão desigual? Exercício de reflexão: Quais as narrativas, que na sua opinião, contribuem para a manutenção dos padrões desiguais presentes na nossa sociedade? De que forma a ideologia dominante ajuda a manter tais padrões? Como o profissional que trabalha com e para a família pode contribuir para a mudança deste cenário social tão desigual?

24 O USO DO GENOGRAMA NAS PRÁTICAS SISTÊMICAS Conhecendo a família e ampliando contextos

25 ABORDAGENS MULTIGERACIONAIS Bowen - busca de diferenciação do self, que depende do grau de diferenciação dos pais/da pressão do sistema relacional Individualidade x fusão Borzomenyi-Nagy – conflitos de lealdade, expectativas, culpa (entre gerações e entre irmãos e cônjuges) Mc Goldrick – ciclo vital, aspectos estressores Cerveny – repetições, segredos, vínculos, alianças, mitos, legados, padrões das famílias de origem – leitura e releitura da história Bowen - busca de diferenciação do self, que depende do grau de diferenciação dos pais/da pressão do sistema relacional Individualidade x fusão Borzomenyi-Nagy – conflitos de lealdade, expectativas, culpa (entre gerações e entre irmãos e cônjuges) Mc Goldrick – ciclo vital, aspectos estressores Cerveny – repetições, segredos, vínculos, alianças, mitos, legados, padrões das famílias de origem – leitura e releitura da história

26 Categoria de Famílias FAMÍLIA DE ORIGEM- FO FAMÍLIA EXTENSA –FE FAMÍLIA ATUAL – FA FAMÍLIA SUBSTITUTA – FS FAMÍLIA CONSULTANTE – FC Outras famílias…………

27 GENOGRAMA Mapa/instrumento gráfico que facilita o conhecimento da história da família ao longo das gerações (geralmente 3), facilitando a visualização e a expressão de segredos, repetições, lealdades, rupturas nos relacionamentos, formas de se relacionar, seqüência de eventos, narrativas construídas.

28 CONSTRUÇÃO DO GENOGRAMA Geralmente iniciamos pelos acontecimentos mais recentes (família nuclear) e subimos para as demais seguindo a cronologia Perguntamos sobre os nomes, apelidos, profissões, características pessoais, datas (nasc. casamento, morte), doenças, separações, acontecimentos marcantes, qualidade das relações, distância geográfica, migrações, contexto socioeconômicocultural. Geralmente iniciamos pelos acontecimentos mais recentes (família nuclear) e subimos para as demais seguindo a cronologia Perguntamos sobre os nomes, apelidos, profissões, características pessoais, datas (nasc. casamento, morte), doenças, separações, acontecimentos marcantes, qualidade das relações, distância geográfica, migrações, contexto socioeconômicocultural.

29 Símbolos casados 2 filhas gêmeos Gêmeos idênticos adotado Aborto espontâneo Aborto provocado gravidez Homem Mulher

30 Falecidos Separação Rompimento Conflito Distância Fusão Divórcio Fusão e conflito

31 GENOGRAMAS TEMÁTICOS Dificuldades Conjugais Questões de gênero/poder/violência Doenças Abuso de substâncias Luto Resiliência Questões Etnico/Culturais/Religiosas Dificuldades Conjugais Questões de gênero/poder/violência Doenças Abuso de substâncias Luto Resiliência Questões Etnico/Culturais/Religiosas

32 Exercício Faça o genograma da sua família atual (FA). Ao olhar para a representação da sua família atual, percebe algo contextual relacionado a alguma dificuldade vivida? Há algo que dificulta ou facilita a sua atuação no campo e a compreensão das famílias atendidas? Faça o genograma da sua família atual (FA). Ao olhar para a representação da sua família atual, percebe algo contextual relacionado a alguma dificuldade vivida? Há algo que dificulta ou facilita a sua atuação no campo e a compreensão das famílias atendidas?

33 Aula sobre família - SMADS/out.2007 A presente aula aborda conceitos de família, gerando uma reflexão sobre a existência de diversas configurações familiares no Brasil e sobre a necessidade de se trabalhar com a família de cada um de forma sistêmica; gera também reflexão sobre as diferenças culturais e sobre a desigualdade para que os profissionais possam contribuir para a construção de novas narrativas e consequentemente, de relações com maior equidade. A aula introduz o conhecimento sobre o genograma, e sobre as possibilidades de uso deste para conhecimento das famílias dos profissionais e daqueles que por eles serão atendidos. Objetivos: Sensibilizar os profissionais para a necessidade de ampliar o olhar sobre as famílias, e de assumir postura mais sistêmica, buscando o entendimento de aspectos contextuais, processuais e relacionais dos dilemas humanos; incrementar a sua atuação em campo a partir da aquisição do conhecimento sobre o uso do genograma. Método: Exercícios reflexivos: Descrição do conceito de família, desenho de uma família, desenho da sua família (em papel sulfite, separados, para fixar na parede e entregar ao programa); reflexão e discussão sobre as famílias com as quais trabalham – slides 1 e 2 Aula expositiva com participação do grupo exercício reflexivo sobre manutenção da desigualdade (narrativas e relações de poder) – slide 19 Aula expositiva com participação do grupo Exercício de construção do genograma da família atual do profissional com reflexões sobre aspectos contextuais das dificuldades familiares e sobre as possíveis interfaces no trabalho em campo- slide 28 Material – datashow, powerpoint, 3 sulfites para cada, lápis de cor, flipchart A presente aula aborda conceitos de família, gerando uma reflexão sobre a existência de diversas configurações familiares no Brasil e sobre a necessidade de se trabalhar com a família de cada um de forma sistêmica; gera também reflexão sobre as diferenças culturais e sobre a desigualdade para que os profissionais possam contribuir para a construção de novas narrativas e consequentemente, de relações com maior equidade. A aula introduz o conhecimento sobre o genograma, e sobre as possibilidades de uso deste para conhecimento das famílias dos profissionais e daqueles que por eles serão atendidos. Objetivos: Sensibilizar os profissionais para a necessidade de ampliar o olhar sobre as famílias, e de assumir postura mais sistêmica, buscando o entendimento de aspectos contextuais, processuais e relacionais dos dilemas humanos; incrementar a sua atuação em campo a partir da aquisição do conhecimento sobre o uso do genograma. Método: Exercícios reflexivos: Descrição do conceito de família, desenho de uma família, desenho da sua família (em papel sulfite, separados, para fixar na parede e entregar ao programa); reflexão e discussão sobre as famílias com as quais trabalham – slides 1 e 2 Aula expositiva com participação do grupo exercício reflexivo sobre manutenção da desigualdade (narrativas e relações de poder) – slide 19 Aula expositiva com participação do grupo Exercício de construção do genograma da família atual do profissional com reflexões sobre aspectos contextuais das dificuldades familiares e sobre as possíveis interfaces no trabalho em campo- slide 28 Material – datashow, powerpoint, 3 sulfites para cada, lápis de cor, flipchart

34 Bibliografia Cerveny, A Família como Modelo. Ed. Psy. Macedo, Rosa Maria, Família. Lugar seguro para crescer? Caderno da Fundação Carlos Chagas - artigo Cerveny, C. (org) Família e... Casa do Psicólogo, Cerveny, C. (org) Família e... Casa do Psicólogo, Moré e Macedo. A Psicologia na Comunidade Casa do Psicólogo, Revista da Folha de 7 de outubro de Jornal Folha de São Paulo. Cerveny, A Família como Modelo. Ed. Psy. Macedo, Rosa Maria, Família. Lugar seguro para crescer? Caderno da Fundação Carlos Chagas - artigo Cerveny, C. (org) Família e... Casa do Psicólogo, Cerveny, C. (org) Família e... Casa do Psicólogo, Moré e Macedo. A Psicologia na Comunidade Casa do Psicólogo, Revista da Folha de 7 de outubro de Jornal Folha de São Paulo.


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