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ANTONIO CARLOS FERNANDES DA SILVA Min.Trabalho Registro n.51/12891-3 DIRETOR / INSTRUTOR.

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2 ANTONIO CARLOS FERNANDES DA SILVA Min.Trabalho Registro n.51/ DIRETOR / INSTRUTOR

3 Carga horária: 8 h Obrigatoriedade conforme Portaria de 08/06/78 – Norma Regulamentadora 11- Transporte,movimentação,armazenagem e manuseio de materiais e NR-12 – Ministério do Trabalho Sinopse do Curso Este curso aborda conteúdos e práticas e teórico relativos a operações e procedimentos para reconhecimento, análise e prevenção de risco associado.

4 Conteúdo do Treinamento Programático Conteúdo Programático Teórico: Características da empilhadeira ; Triangulo da estabilidade; Centro de carga; Normas de segurança; NR 11; Atitudes do operador; EPI – para função; Inspeção diária check list; Ambiente de trabalho; Manutenção corretiva e, preventiva; Operação em condições desfavoráveis; Filme sobre segurança; Avaliação de aproveitamento. Carga Horária 04hs Conteúdo Programático Prático: Exercícios evolutivos; Verificação de manutenção diária; Identificação das partes da máquina; Identificação da Alavancas de comando; Instrumento do painel; Operação com a máquina parada; Operação sem carga; Operação com carga; Slalow pequeno; Empilhamento; Rampas; E outros de acordo com suas aplicações. Carga Horária 04hs

5 Contexto Educacional do Treinamento: Treinamento teórico-prático a ser realizado, é com foco no desenvolvimento da percepção de riscos, nas práticas de saúde e segurança e na prevenção de acidentes por meio da apresentação de conceitos, procedimentos e equipamentos utilizados no trabalho.

6 Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber um treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho portarem um cartão de identificação, com o nome e fotografia, em lugar visível O cartão terá a validade de 1 (um) ano, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador. ?

7 Pessoa habilitada e treinada, com conhecimento técnico e funcional do equipamento. É o responsável direto pela segurança da operação, pessoas e demais bens interligados a ela.

8 O grande motivo para segurança no trabalho pode ser um BEM pequeno!

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10 Um veículo autopropulsor com três rodas, pelo menos, projetado para levantar, transportar e posicionar materiais. USO EXCLUSIVO PARA TRANSPORTE DE CARGAS

11 É construída sob o princípio da gangorra, onde a carga colocada nos garfos é equilibrada pelo peso da máquina. O centro de rotação ou o apóio da gangorra é o centro das rodas dianteiras. x y

12 A capacidade de elevação de uma empilhadeira é afetada por: Peso da carga e Distância do centro de gravidade da carga (centro da carga) O contrapeso é formado pela própria estrutura do veículo (combustão) ou pela bateria (elétrica). O contrapeso é formado pela própria estrutura do veículo (combustão) ou pela bateria (elétrica).

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14 Triângulo de estabilidade: É a área formada pelos três pontos de suspensão da máquina: Pino de articulação do eixo traseiro e Cada uma das rodas dianteira.

15 Considerações: Caso o ponto de equilíbrio se desloque para fora da área do triângulo, o veículo capotará nesse sentido.

16 Mastro Retrátil: No caso das empilhadeiras de mastro retrátil, o tombamento para trás é mais fácil de ocorrer do que em outros modelos, visto que o ponto de equilíbrio está mais perto das rodas traseiras e se desloca facilmente para fora da área de estabilidade.

17 Fatores de Estabilidade: O triângulo da estabilidade; Distribuição de peso; Centro de gravidade Vertical; Estabilidade dinâmica X estática; Habilidade em vencer rampas.

18 ABASTECIMENTO As empilhadeiras podem ser movidas a: Gasolina: é a maneira que mais polui o meio ambiente; Diesel: apresenta menor poluição que a anterior; Álcool: apresenta menor poluição que o diesel; Gás: é a que polui menos, por ser perfeita a queima do combustível; Elétrica: não apresenta poluição por não haver combustão;

19 CARCAÇA OU CHASSI É a estrutura metálica, geralmente em chapa de aço, que serve de contrapeso para a carga e de proteção para vários componentes da empilhadeira.

20 VOLANTE Dispositivo de controle de direção do veículo. Pode ser girado tanto para a direita como para a esquerda.

21 CONTRAPESO Construído de ferro fundido, situa-se na parte traseira, serve para equilibrar a empilhadeira

22 TORRE DE ELEVAÇÃO Dispositivo utilizado na sustentação dos acessórios de movimentação de materiais. Movimentando-se no sentido vertical, inclinado-se para frente e para trás

23 PEDAIS Dispositivos que auxiliam o comando do veículo. EMBREAGEM: Em empilhadeira com câmbio mecânico, serve para desligar o motor do cambio. FREIO: Serve para parar ou reduzir a velocidade. ACELERADOR: Serve para imprimir maior velocidade ao veículo.

24 MOTOR É o conjunto de força motriz do veículo que também movimenta as bombas hidráulicas e o câmbio mecânico ou hidramático

25 SISTEMA ELÉTRICO É o conjunto formado pelo gerador, bateria, velas. Qualquer avaria nesse sistema é indicado pelo amperímetro ou lâmpada piloto. SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO É o conjunto de peças que serve para fornecer e dosar o combustível utilizado na alimentação do motor de combustão interna. SISTEMA HIDRÁULICO. Conjunto que movimenta o óleo com pressão necessária para elevar e inclinar a torre BATERIA Componente do sistema elétrico, que armazena e fornece energia elétrica à empilhadeira, pode ser: Estacionária ou tracionária. PNEUS Componentes sobre os quais se apoia e movimenta a empilhadeira. Podem ser maciços ou com câmaras. A pressão normal dos pneus é de 100 libras.

26 RADIADOR Em motores de combustão interna serve para alimentar o sistema de arrefecimento do motor. ALAVANCA DE CÂMBIO Dispositivo que serve para transposição de marchas e, em alguns casos, o sentido de direção do veículo. TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA É o conjunto que permite a mudança automática das marcha. DIFERENCIAL É o conjunto de engrenagem que transmite movimento para as rodas, e conserva o veículo em equilíbrio nas curvas, permitindo que as rodas dianteiras movimentem-se com velocidades diferentes uma da outra. CAIXA DE CÂMBIO É o conjunto de engrenagens, que serve para mudar as velocidades e o sentido de movimento do veículo, a partir do posicionamento que se dá à alavanca de câmbio. SISTEMA DE FILTRO É o conjunto dos filtros de ar, combustível, lubrificante, hidráulico e suspiro.

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28 APARELHO GIRATÓRIO: Dispositivo de giro para despejar contendores. EMPILHADOR FRONTAL: Sistema pantográfico que avança a carga permitindo carregar caminhão somente por um lado ou armazenar em prateleiras de dupla profundidade. FIXADOR DE CARGA: Possui placa superior que prensa a carga. Utilizado no transporte de cargas instáveis, para conferir agilidade e segurança as operações.

29 GARRA COM GARFOS GIRATÓRIOS: Os garfos além de abrir e fechar também giram, possibilitando transportar cargas paletes, rolos/bobinas e fardos/caixas. GARRA PARA BOBINA: Modelo com giro e com basculhamento para manuseio de bobinas deitadas ou em pé. GARRA PARA TAMBORES: Para manusear tambores em pé e com giro ou basculhamento.

30 GARRA PARA ELETRODOMÉSTICOS: Equipamento com braços de grande superfície, revestidos com borracha, para manuseio de geladeira, fogões, lavadeiras, condicionadores de ar. POSICIONADOR DUPLO DE GARFOS: Possui 4 garfos e é utilizado para transportar 2 paletes ao mesmo tempo. LANÇA GUINDASTE: Modelo fixos e telescópicos, possibilita que a empilhadeira transporte big-bags e cargas suspensas por cintas ou correntes.

31 PUSH-PULL( EMPURRAR - PUXA CARGA) : Transporta mercadoria sobre uma folha de papelão resistente com gancho no volume e peso de carga transportada, pois substitui o palete de madeira. TOP-SPREADER: Para movimentar containers vazios, possui a característica de engatar os containers somente pelo lado traseiro EMPILHADOR TRI-LATERAL: Gira os garfos para os lados, possibilitando que a empilhadeira opere em corredores muito estreitos.

32 SISTEMA DE ABASTECIMENTO POR SUBSTITUIÇÃO DO BOTIJÃO DE GÁS

33 SISTEMA DE ABASTECIMENTO POR PIT STOP

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35 O operador deverá ser treinado e autorizado a operar a empilhadeira, e deve estar ciente e praticar as normas de segurança.

36 No início de cada turno, certifique-se de que a buzina, os freios, os pneus e todos os outros controles estejam em bom funcionamento, e que não haja folgas excessivas nas correntes e comandos; Quando uma empilhadeira está movimentando, os seus garfos devem estar a cerda de 150 mm do piso; Quando uma empilhadeira está movimentando, os seus garfos devem estar a cerda de 150 mm do piso;

37 A verificação quanto à segurança, para dar a partida, é realizada pelo operador no começo de cada turno, com a conclusão da inspeção antes da partida.

38 Somente transporte cargas que os garfos ou o guarda-carga suportem e nunca remova as proteções; Dirija a uma velocidade compatível com as condições existentes. Diminua a marcha em superfícies molhadas ou escorregadias; Dirija a uma velocidade compatível com as condições existentes. Diminua a marcha em superfícies molhadas ou escorregadias;

39 Não use paletes com defeito ou danificados, muito menos armazene paletes com as ripas soltas ou mal fixadas; Se em algum momento a empilhadeira estiver falhando ou se houver motivo para considerá- la insegura, suspenda as operações e informe imediatamente a supervisão; Se em algum momento a empilhadeira estiver falhando ou se houver motivo para considerá- la insegura, suspenda as operações e informe imediatamente a supervisão;

40 Não passe por cima de objetos deixados no chão. Pare a empilhadeira coloque os objetos fora da rota e avise o supervisor; Remova os obstáculos antes de seguir viagem;

41 Os garfos devem ser sempre bem colocados sob a carga, de preferência no comprimento total deles. Ao andar, a parte de trás da carga deve estar firmemente localizada contra o guarda- carga e o mastro inclinado para trás; Certifique-se de que há espaço suficiente para levantar e manobrar a carga, preste atenção ao patrimônio da empresa!

42 Verifique se a carga está segura, especialmente no caso das soltas; Faça um teste na carga, erguendo-a um pouco, se ela inclinar para o lado, abaixe-a e mude a posição dos garfos para melhor balanceamento; Faça um teste na carga, erguendo-a um pouco, se ela inclinar para o lado, abaixe-a e mude a posição dos garfos para melhor balanceamento; Erga os garfos lentamente para que a carga se mantenha estável e nunca use apenas um deles; Erga os garfos lentamente para que a carga se mantenha estável e nunca use apenas um deles;

43 Não passe a carga por cima de pessoas e não permita que as pessoas passem sob os garfos ou permaneçam nas proximidades; Tenha especial cuidado ao elevar ou posicionar carga muito próxima a empilhamentos, a fim de evitar batidas e tombamentos; Tenha especial cuidado ao elevar ou posicionar carga muito próxima a empilhamentos, a fim de evitar batidas e tombamentos;

44 Não arraste a carga sobre o piso, muito menos a empurre; Evite Evite carregar material solto, este deverá ser transportado em recipiente próprio ou plataforma com proteção lateral;

45 Nunca tente movimentar cargas em excesso ou acrescentar mais contrapeso à empilhadeira; Tome Tome cuidado ao brecar, pois a empilhadeira carregada pode tombar ou projetar a carga;

46 Não faça curvas em alta velocidade, a empilhadeira não tem suspensão, e pode capotar; Não Não arranque de forma brusca ou pare nessa condição; Não Não obstrua a passagem das pessoas ou equipamentos de incêndio;

47 Jamais permita passageiros nos garfos ou em qualquer outra parte da empilhadeira, ela só tem um assento, e é o do operador!

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49 Aproxime-se da pilha com a carga abaixada e inclinada para trás; Reduzir a velocidade e parar na frente da pilha, brecar e diminuir a inclinação para trás até um ponto suficiente para manter a estabilidade da carga;

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51 Parar na frente da pilha e brecar. Colocar o mastro na posição vertical. Se necessário, ajustar a abertura dos garfos à largura da carga e assegurar-se de que o peso da carga está dentro da capacidade do veículo;

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53 NÃO SALTE

54 INCLINE-SE AO CONTRÁRIO

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56 Ao fim deste programa de treinamento, você está apto a desenvolver as atividades pertinentes ao empilhamento, mas não se esqueça que nossos atos são importantes peças em um conjunto maior de ações, e resultam em benefícios mútuos (empresa/colaborador), portanto, seja prudente em suas tarefas, VOCÊ É RESPONSÁVEL SUCESSO!


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