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Revisão Segundas Fases Transformação de discursos CASDVest - 2012.

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Apresentação em tema: "Revisão Segundas Fases Transformação de discursos CASDVest - 2012."— Transcrição da apresentação:

1 Revisão Segundas Fases Transformação de discursos CASDVest

2 Um músico ambulante toca sua sanfoninha no viaduto do Chá, em São Paulo. Chega o rapa* e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 Leia o seguinte texto: a) Para o efeito de humor dessa anedota, contribui, de maneira decisiva, um dos verbos do texto. De que verbo se trata? Justifique sua resposta. *rapa: carro de prefeitura municipal que conduz fiscais e policiais para apreender mercadorias de vendedores ambulantes não licenciados. Por extensão, o fiscal ou o policial do rapa. b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com: O fiscal do rapa perguntou ao músico... Trata-se do verbo acompanhar (na forma acompanhe). Ele é fundamental ao texto por gerar a ambiguidade que origina o humor, já que o verbo é polissêmico e foi interpretado pelo ambulante como cantar junto a um instrumentista e pelo policial como ir junto. O humor vem do aparente desrespeito à ordem policial.

3 Um músico ambulante toca sua sanfoninha no viaduto do Chá, em São Paulo. Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico...

4 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico...

5 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico...

6 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se...

7 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se...

8 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele...

9 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele...

10 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença.

11 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença.

12 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha.

13 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz...

14 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz...

15 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz o...

16 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz o...

17 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz o acompanhasse.

18 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz o acompanhasse.

19 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz o acompanhasse. O ambulante respondeu confirmando e perguntou qual música...

20 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz o acompanhasse. O ambulante respondeu confirmando e perguntou qual música...

21 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz o acompanhasse. O ambulante respondeu confirmando e perguntou qual música o policial...

22 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz o acompanhasse. O ambulante respondeu confirmando e perguntou qual música o policial...

23 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz o acompanhasse. O ambulante respondeu confirmando e perguntou qual música o policial iria cantar.

24 (...)Chega o rapa e o interrompe: – Você tem licença? – Não, senhor. – Então me acompanhe. – Sim, senhor. E que música o senhor vai cantar? 2010 – Questão 05 b) Reescreva o diálogo que compõe o texto, usando o discurso indireto. Comece com O fiscal do rapa perguntou ao músico... O fiscal do rapa perguntou ao músico se ele tinha licença e o músico respondeu que não a tinha. O policial pediu que o rapaz o acompanhasse. O ambulante respondeu confirmando e perguntou qual música o policial iria cantar.

25 2010 – Questão 03 (...) No geral, o turista é visto como rude, grosseiro, invasivo, pouco interessado na vida da comunidade, preferindo visitar o espaço como se visita um zoológico e decidido a gastar o mínimo e levar o máximo. Conforme relata um guia, O turismo na favela é um pouco invasivo, sabe? Porque você anda naquelas ruelas apertadas e as pessoas deixam as janelas abertas. E tem turista que não tem desconfiômetro: mete o carão dentro da casa das pessoas! Isso é realmente desagradável. Já aconteceu com outro guia. A moradora estava cozinhando e o fogão dela era do lado da janelinha; o turista passou, meteu a mão pela janela e abriu a tampa da panela. Ela ficou uma fera. Aí bateu na mão dele. (Adaptado de Carlos Haag, Laje cheia de turista. Como funcionam os tours pelas favelas cariocas. Pesquisa FAPESP no. 165, 2009, p ) (...) b) O trecho em itálico, que reproduz em discurso direto a fala do guia, contém marcas típicas da linguagem coloquial oral. Reescreva a passagem em discurso indireto, adequando-a à linguagem escrita formal.

26 2010 – Questão 03 (...) No geral, o turista é visto como rude, grosseiro, invasivo, pouco interessado na vida da comunidade, preferindo visitar o espaço como se visita um zoológico e decidido a gastar o mínimo e levar o máximo. Conforme relata um guia, O turismo na favela é um pouco invasivo, sabe? Porque você anda naquelas ruelas apertadas e as pessoas deixam as janelas abertas. E tem turista que não tem desconfiômetro: mete o carão dentro da casa das pessoas! Isso é realmente desagradável. Já aconteceu com outro guia. A moradora estava cozinhando e o fogão dela era do lado da janelinha; o turista passou, meteu a mão pela janela e abriu a tampa da panela. Ela ficou uma fera. Aí bateu na mão dele. (Adaptado de Carlos Haag, Laje cheia de turista. Como funcionam os tours pelas favelas cariocas. Pesquisa FAPESP no. 165, 2009, p ) (...) b) O trecho em itálico, que reproduz em discurso direto a fala do guia, contém marcas típicas da linguagem coloquial oral. Reescreva a passagem em discurso indireto, adequando-a à linguagem escrita formal.

27 O turismo na favela é um pouco invasivo, sabe? Porque você anda naquelas ruelas apertadas e as pessoas deixam as janelas abertas. E tem turista que não tem desconfiômetro: mete o carão dentro da casa das pessoas! Isso é realmente desagradável. Já aconteceu com outro guia. A moradora estava cozinhando e o fogão dela era do lado da janelinha; o turista passou, meteu a mão pela janela e abriu a tampa da panela. Ela ficou uma fera. Aí bateu na mão dele. O turismo na favela é um pouco invasivo porque se anda naquelas ruelas apertadas e as pessoas deixam as janelas abertas. Há turistas que não têm sutileza e olham sem pudor pelas janelas alheias. Outro guia conta que uma moradora estava cozinhando num fogão próximo à janela, quando o turista que passava abrira a panela daquela mulher, alcançando a cozinha dela com o braço através da janela. A senhora, enraivecida, o repreendera com um golpe na mão. Em norma culta: Texto original:

28 O turismo na favela é um pouco invasivo porque se anda naquelas ruelas apertadas e as pessoas deixam as janelas abertas. Há turistas que não têm sutileza e olham sem pudor pelas janelas alheias. Outro guia conta que uma moradora estava cozinhando num fogão próximo à janela, quando o turista que passava abrira a panela daquela mulher, alcançando a cozinha dela com o braço através da janela. A senhora, enraivecida, o repreendera com um golpe na mão. Em norma culta: Em discurso indireto: O guia disse que o turismo na favela era um pouco invasivo porque se andava naquelas ruelas apertadas e as pessoas deixavam as janelas abertas. O guia entrevistado também contou que, segundo outro guia, uma moradora estava cozinhando num fogão próximo à janela, quando o turista que passava abrira a panela daquela mulher, alcançando a cozinha dela com o braço através da janela. A senhora, enraivecida, o repreendera com um golpe na mão. Ele também disse que havia turistas indiscretos que olhavam sem pudor pelas janelas abertas.

29 Discurso Indireto Livre João Fanhoso fechou os olhos mal-humorado. A sola dos pés doía, doía. Calo miserável!

30 Discurso Indireto Livre João Fanhoso fechou os olhos mal-humorado. A sola dos pés doía, doía. Calo miserável!

31 Discurso Indireto Livre João Fanhoso fechou os olhos mal-humorado. A sola dos pés doía, doía. Calo miserável! Parecia muito preocupado; pensava em Bertoleza que, a essas horas, dormia lá embaixo num vão de escada, aos fundos do armazém, perto da comua. Mas que diabo havia ele de fazer afinal daquela peste? E coçava a cabeça, impaciente por descobrir um meio de ver-se livre dela. É que nessa noite o Miranda lhe falara abertamente sobre o que ouvira de Botelho, e estava tudo decidido: Zulmira aceitava-o para marido e Dona Estela ia marcar o dia do casamento. O diabo era a Bertoleza!... E o vendeiro ia e vinha no quarto, sem achar uma boa solução para o problema.

32 Discurso Indireto Livre João Fanhoso fechou os olhos mal-humorado. A sola dos pés doía, doía. Calo miserável! Parecia muito preocupado; pensava em Bertoleza que, a essas horas, dormia lá embaixo num vão de escada, aos fundos do armazém, perto da comua. Mas que diabo havia ele de fazer afinal daquela peste? E coçava a cabeça, impaciente por descobrir um meio de ver-se livre dela. É que nessa noite o Miranda lhe falara abertamente sobre o que ouvira de Botelho, e estava tudo decidido: Zulmira aceitava-o para marido e Dona Estela ia marcar o dia do casamento. O diabo era a Bertoleza!... E o vendeiro ia e vinha no quarto, sem achar uma boa solução para o problema.


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